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<title>Documento da Coordenadoria de Física, Química e Matemática (FQM)</title>
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<updated>2026-04-30T23:15:59Z</updated>
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<title>Qualidade de vida de mulheres adultas com e sem disfunção sexual: um estudo comparativo</title>
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<name>Braga, Nicolle Cunha</name>
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<name>Ferreira, Alexia Maria Betetti</name>
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<updated>2025-04-09T17:54:18Z</updated>
<published>2024-12-12T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Qualidade de vida de mulheres adultas com e sem disfunção sexual: um estudo comparativo
Braga, Nicolle Cunha; Ferreira, Alexia Maria Betetti
A disfunção sexual, inclui redução do desejo, dificuldade de excitação, ausência de orgasmo e dor e afetam a qualidade de vida de mulheres adultas, impactando a sua saúde física emocional e social. Entender essa relação é essencial para melhorar a prática clínica e abordar tanto os aspectos físicos quanto psicológicos envolvidos. Por isso, o objetivo desta pesquisa foi comparar a qualidade de vida entre mulheres adultas com e sem disfunção sexual. Para tanto, foi realizada uma análise de dados composta por 214 mulheres, com média de idade de 32 anos (± 31,64) e residentes na região sul do Brasil. Foram excluídas gestantes e aquelas com sintomas de infecção urinária. Durante a coleta de dados do estudo, foram identificados aspectos sociodemográficos, ginecológicos, obstétricos, clínicos, comportamentais e hereditários. Também foram aplicados o questionário Female Sexual Function Index (FSFI) para avaliação da função sexual feminina e o Short Form Health Survey - 36 (SF-36) para a avaliação da qualidade de vida. Utilizou-se estatística descritiva e inferencial, com nível de significância de 5%. Os resultados demonstraram que a prevalência de disfunção sexual na amostra foi de 27,57% (n=59). Mulheres adultas com disfunção sexual apresentaram pior qualidade de vida nos seguintes domínios: limitação física (p = 0,022), dor (p = 0,012), estado geral de saúde (p = 0,009), vitalidade (p &lt; 0,001), aspectos sociais (p = 0,001), aspectos emocionais (p = 0,006) e saúde mental (p &lt; 0,001). Portanto, observou-se o impacto da disfunção sexual na qualidade de vida das mulheres dessa amostra, tornando-se necessárias abordagens terapêuticas multidisciplinares, como a fisioterapia pélvica, no tratamento dessa problemática. Entre as limitações, destacam-se a falta de dados sobre aspectos específicos da saúde pélvica e a escassez de estudos atualizados. Recomenda-se que futuras pesquisas envolvam amostras maiores e incluam a avaliação da função pélvica, com o intuito de proporcionar uma compreensão mais completa dos efeitos da disfunção sexual sobre a saúde e a qualidade de vida das mulheres.
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<dc:date>2024-12-12T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A brincadeira livre também se aprende! Reflexões sobre a mediação docente na Educação Infantil</title>
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<name>Prestes, Andressa Marques</name>
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<updated>2024-10-04T02:01:35Z</updated>
<published>2024-10-03T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A brincadeira livre também se aprende! Reflexões sobre a mediação docente na Educação Infantil
Prestes, Andressa Marques
O presente estudo teve como objetivo central compreender como a mediação docente pode potencializar o brincar livre das crianças na Educação Infantil, buscando contribuir para caracterizar o conceito de brincar livre. Tendo como base estudos bibliográficos, pautados em autores que abordam o tema “brincadeira” e o “brincar livre”, bem como defendem uma concepção de educação e de criança como sujeito.  Estão entre eles:  Vigotski (2008), Leontiev (2010), Paulo Freire (1996) e Madalena Freire (1996). Discute-se como as ações de ensino podem indicar mediações docentes necessárias em relação à participação das crianças no brincar livre, respeitando e desenvolvendo a autonomia das crianças. Além desse diálogo teórico, destaca-se como uma ação metodológica a elaboração de “cenas”, construídas com base em situações empíricas vividas pela autora, que mostram relações cotidianas sobre como o brincar livre aparece nas instituições de educação infantil.  Embora o brincar livre possua normas e desafios internos e externos ao ambiente, a criança possui autonomia, agindo como um sujeito voluntário de suas escolhas, em que a mediação do(a) professor(a) é fundamental para garantir a inclusão de todas as crianças e o pleno aproveitamento pedagógico do momento da brincadeira, pois muitas vezes o brincar livre pode ser compreendido como potência ou abandono. Defende-se  que a mediação docente é importante para o brincar livre, assim como em qualquer outra atividade desenvolvida pelas crianças, garantindo o enriquecimento no que a criança está fazendo.
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<dc:date>2024-10-03T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Modelos de realidade mista baseados em volumes tridimensionais de acervo DICOM agregando conceitos patológicos para aplicação no ensino da Medicina</title>
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<updated>2025-04-09T18:11:20Z</updated>
<published>2024-09-15T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Modelos de realidade mista baseados em volumes tridimensionais de acervo DICOM agregando conceitos patológicos para aplicação no ensino da Medicina
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<dc:date>2024-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os efeitos da cafeína nas manifestações físicas e cognitivas da COVID-Longa: um ensaio clínico randomizado duplo cego.</title>
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<name>Gaio, Kristine Luiza</name>
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<updated>2024-09-14T20:54:55Z</updated>
<published>2024-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Os efeitos da cafeína nas manifestações físicas e cognitivas da COVID-Longa: um ensaio clínico randomizado duplo cego.
Gaio, Kristine Luiza
Introdução: A COVID-Longa abrange um conjunto de sintomas que permanecem ativos após a fase&#13;
aguda da infecção. Entre as manifestações, destacamos a diminuição da capacidade física, falta de&#13;
energia a mínimos esforços e prejuízos na atenção, concentração e memória. Grande parte da&#13;
literatura se dedica à fisiopatologia do acometimento agudo, porém, o número de sobreviventes é&#13;
vasto e muitos ainda possuem sintomas que perduram por um tempo além do esperado. As pesquisas&#13;
sobre esta condição estão em andamento e neste período é possível direcionar pacientes e gerenciar&#13;
tratamentos pós agudos com foco em controle sintomático. Neste sentido, hipotetizamos que a&#13;
cafeína possa amenizar as queixas de COVID-Longa, de acordo com a literatura que destaca seus&#13;
efeitos ergogênicos. Objetivo: avaliar os efeitos da cafeína nos principais sintomas físicos e&#13;
cognitivos da COVID-Longa. Materiais e métodos: este é um ensaio clínico randomizado, duplo&#13;
cego, controlado por placebo. Os participantes foram alocados nos grupos intervenção e controle&#13;
em 3 dias de avaliações. O Myalgic Encephalomyelitis: International Consensus Criteria foi&#13;
utilizado para identificar a Covid- Longa, a Chalder Fatigue Scale foi empregada para avaliação da&#13;
fadiga física e mental e o Brief Illness Perception Questionnaire, para investigar a percepção da&#13;
doença de cada participante. O Incremental Shuttle Walk Test (ISWT) foi o instrumento de avaliação&#13;
do desempenho físico, seguido da coleta de sangue para verificação do lactato sanguíneo. A Escala&#13;
de Esforço Subjetivo de Borg foi aplicada para verificar a percepção de esforço. Sobre as&#13;
ferramentas cognitivas, utilizamos o Montreal Cognitive Assessment (MoCA). As análises foram&#13;
realizadas no programa SPSS, versão 22.0, e os gráficos foram gerados no GraphPad Prism. versão&#13;
8.0.2. O nível de significância de 5% foi considerado. Resultados: um total de 28 participantes&#13;
completaram o estudo. Eles foram randomicamente alocados em 13 participantes no grupo cafeína&#13;
com média de idade de 44,6 ± 7,7 anos e 15 participantes no grupo controle com média de idade de&#13;
43,5 ± 5,3 anos. A cafeína aumentou a capacidade ao exercício (p=&lt;0,05; d= 2,5; power 99%) e se&#13;
aproximou da distância prevista na caminhada progressiva (ISWT) (p= &lt;0,05; d= 2,6; power= 99%)&#13;
com aumento de lactato pós exercício (p&lt;0,05; d=0,71; power 42%). A cafeína diminuiu a&#13;
percepção de esforço (p=0,05; d=0,7; power: 50%) mas não diferiu para funcionalidade (p=0,151).&#13;
O grupo cafeina apresentou maior rendimento para desempenho cognitivo (p&lt;0,05; d=0,7; power&#13;
42%). Conclusão: a cafeína atenua as principais queixas da COVID-Longa, com grandes efeitos&#13;
no desempenho físico, diminuição do esforço percebido, aprimoramento das funções cognitivas.&#13;
Este estudo sugere que a cafeína pode ser utilizada como abordagem para neutralizar as sequelas da&#13;
COVID-Longa e auxiliar os indivíduos a retornarem aos exercícios físicos e tarefas diárias.
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<dc:date>2024-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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