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<title>TESES E DISSERTAÇÕES em História da Educação Matemática</title>
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<updated>2026-04-30T10:49:06Z</updated>
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<title>Uma Matemática Moderna do ensino de frações equivalentes, Paraná (1970-1980)</title>
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<name>Nierri, Adriana Menegotto</name>
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<updated>2024-11-25T19:58:23Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Uma Matemática Moderna do ensino de frações equivalentes, Paraná (1970-1980)
Nierri, Adriana Menegotto
O presente estudo busca responder a seguinte questão de pesquisa: Que matemática&#13;
moderna do ensino de frações equivalentes foi sistematizada em manuais escolares para a&#13;
formação de professores dos primeiros anos de escolarização que circularam no Paraná, no&#13;
período de 1970 a 1980? A pesquisa objetiva caracterizar uma matemática moderna do&#13;
ensino das frações equivalentes proposta em manuais escolares para a formação de&#13;
professores dos primeiros anos de escolarização em circulação no estado do Paraná (1970 -&#13;
1980). Para responder à questão de pesquisa foram analisados livros didáticos e manuais&#13;
pedagógicos, dirigidos para o ensino e para a formação de professores, que circularam no&#13;
Paraná no marco temporal delimitado. Os referenciais teórico-metodológicos estão ancorados&#13;
em conceitos da História Cultural e da História da educação matemática, principalmente a&#13;
matemática do ensino e as categorias de análise: sequência, significado, graduação,&#13;
exercícios e problemas (Morais; Bertini; Valente, 2021). O estudo conclui que os autores dos&#13;
manuais, com vasta experiência no ensino e na formação de professores que ensinam&#13;
matemática nos primeiros anos de escolarização se apropriaram do ideário do Movimento da&#13;
Matemática Moderna, dos estudos de psicologia (principalmente de Jean Piaget) e&#13;
ressignificaram práticas para o ensino de frações equivalentes de vagas pedagógicas&#13;
anteriores. Aos materiais didáticos, como, por exemplo, o disco de frações e o quadro de&#13;
equivalência são acrescentados novos elementos que contribuem para atividade reflexiva e&#13;
operativa da criança, como contar, colorir, ordenar, comparar. A linha numerada foi&#13;
considerada um processo visual importante para compreensão das classes de equivalência.&#13;
O significado das frações equivalentes parte da noção de equivalência e segue uma&#13;
graduação: concreto, semiconcreto, semiabstrato e abstrato e tinha como propósito a&#13;
compreensão das operações com frações e do número racional. Vale ressaltar que as autoras&#13;
paranaenses estavam na vanguarda das mudanças que ocorriam em relação as contribuições&#13;
da psicologia, novos conteúdos e metodologias. Por fim, os manuais trouxeram princípios da&#13;
Matemática Moderna, mobilizando a matemática do ensino, para ensinar as frações&#13;
equivalentes.
Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Educação em Ciências, Educação&#13;
Matemática e Tecnologias Educativas, da&#13;
Universidade Federal do Paraná, como requisito&#13;
parcial à obtenção do título de Mestre em Ensino&#13;
de Matemática.&#13;
Linha de pesquisa: Filosofia, História e&#13;
Sociologia da educação em Ciências e da&#13;
Educação Matemática&#13;
Orientadora: Dra. Barbara Winiarski Diesel&#13;
Novaes
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estratégias de cálculo mental com números racionais: um olhar sobre a expertise profissional de Cecilia Parra</title>
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<name>Cosme, Ruth Edite</name>
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<updated>2024-11-25T19:46:25Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estratégias de cálculo mental com números racionais: um olhar sobre a expertise profissional de Cecilia Parra
Cosme, Ruth Edite
Esta pesquisa traz como objetivo central compreender a expertise profissional de&#13;
Cecilia Parra, autora argentina, referência na didática da matemática sobre cálculo&#13;
mental com números racionais, convidada pelo Governo da Cidade de Buenos Aires&#13;
para trabalhar em documentos curriculares, no final do século XX e início do século&#13;
XXI. Para tal, utilizamo-nos da história cultural, com os autores Burke (2016);&#13;
Certeau (1985); Chartier (2002, 2011); Chervel (1990); Julia (2001); Pinto (2007,&#13;
2014); Valente (2020), trazendo contribuições da mesma para analisar documentos&#13;
curriculares argentinos (Buenos Aires, 2004, 2006). Estes foram elaborados por&#13;
Cecilia Parra, onde são apresentadas atividades e orientações para docentes.&#13;
Trilhamos uma parte da trajetória desta pesquisa pelos bastidores da elaboração&#13;
curricular brasileira, para perscrutar de que forma o cálculo mental com números&#13;
naturais e racionais foi articulado na época analisada, que corresponde do ano de&#13;
2004 a 2010. Para melhor compreender os saberes presentes no material, fizemos&#13;
uma discussão sobre o cálculo mental na educação básica entre os autores Berticelli&#13;
(2017); Berticelli e Zancan (2017); Conceição (2021); Frana (2023), Berticelli e&#13;
Novaes (2023); Parra (1996), Thompson (2010), em um paralelo com pesquisas&#13;
realizadas dentro desta temática, sobre o cálculo mental no ensino de números&#13;
naturais e destes articulados aos racionais. Com a intenção de entender alguns&#13;
conceitos destes últimos, utilizamos Walle (2019, Romanatto (1997), Boyer (1974),&#13;
Gomes (2010) e Bertoni (2009). Além disso, apresentamos uma entrevista realizada&#13;
com Cecilia Parra, que nos abriu novas perspectivas, relacionadas às teorias de Guy&#13;
Brousseau (2008) e Gérard Vergnaud (1996, 2007, 2009), presentes nos materiais&#13;
argentinos. Os autores Hofstetter, Schneuwly e Freymond (2017); Morais (2019);&#13;
Morais, Bertini e Valente (2021); Morais e Valente (2020) foram basilares na&#13;
compreensão da expertise de Parra analisada nestes materiais. Concluímos que a&#13;
autora é uma expert neste quesito, visto que cumpriu uma demanda do estado,&#13;
trabalhando na elaboração do documento curricular, concomitante ao manual&#13;
analisado, sendo estes ricos em conhecimentos e estratégias de cálculo mental no&#13;
ensino de números racionais.
Dissertação apresentada ao Programa de PósGraduação em Educação em Ciências, Educação&#13;
Matemática e Tecnologias Educativas,&#13;
Universidade Federal do Paraná, Setor Palotina,&#13;
como requisito parcial à obtenção do título de&#13;
Mestre em Ensino de Matemática.&#13;
Linha de pesquisa: Filosofia, História e Sociologia&#13;
da Educação em Ciências e Educação Matemática&#13;
Orientador(a): Prof(a). Dr(a). Danilene Gullich&#13;
Donin Berticelli.
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<title>O Ensino de Aritmética para as Escolas de Aprendizes Artífices:  caracterização de uma aritmética a ensinar para o ensino profissional técnico</title>
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<name>Barbaresco, Cleber Schaefer</name>
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<updated>2024-10-22T19:34:05Z</updated>
<published>2024-07-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O Ensino de Aritmética para as Escolas de Aprendizes Artífices:  caracterização de uma aritmética a ensinar para o ensino profissional técnico
Barbaresco, Cleber Schaefer
Esta pesquisa tem o propósito de caracterizar uma aritmética a ensinar própria para Escolas de Aprendizes Artífices a partir das dinâmicas de reorganização e sistematização do ensino de aritmética do curso primário realizado pelo Serviço de Remodelação do Ensino Profissional Técnico, comissão coordenada por João Lüderitz que tinha o propósito de remodelar o ensino dessas escolas. No decorrer da escrita foram mobilizados diferentes documentos: jornais da época, livros didáticos, relatórios e decretos do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, relatórios de diretores das Escolas de Aprendizes Artífices e de João Lüderitz e decretos imperiais. Porém, para responder à pergunta os documentos analisados foram: Relatórios do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, Decretos que regulamentaram as escolas, o documento de Consolidação dos Dispositivos Concernentes às Escolas de Aprendizes Artífices, o Projeto de Regulamentação do Ensino Profissional Técnico nas Escolas de Aprendizes Artífices e Normais de Artes e Ofícios do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, Relatórios de Diretores, Diários de Classe e Livros Escolares. Para análise e interpretação de tais documentos foi utilizada a concepção de representação, para compreender o que se entendia de ensino profissional técnico nas diferentes formas de governo Colônia, Império e República. Também, foram utilizadas as categorias sócio-históricas saberes objetivados, saberes a ensinar e expertise para compreender como a estruturação e organização dos saberes aritméticos alteram as representações ao longo da história do ensino profissional técnico das Escolas de Aprendizes Artífices. Os resultados apontam que os saberes aritméticos do curso primário das Escolas de Aprendizes Artífices, em suas duas primeiras décadas, apresentam-se como objetos com a finalidade de alfabetizar os jovens para o trabalho, haja vista que estes ingressam na escola em condição de analfabetismo. Mas, ainda nesse período, a falta de homogeneização dos programas indica a existência de outras representações desses saberes. Com isso, a demanda que se cria solicita uma expertise para ser aplicada na reorganização de todos os saberes do ensino profissional técnico dessas escolas, incluindo os aritméticos. A remodelação, implementada pelo documento de Consolidação dos Dispositivos Concernentes às Escolas de Aprendizes Artífices, indica que os saberes aritméticos foram reorganizados para atender um “novo” paradigma, ou seja, educar pelo trabalho. Posto isso, os saberes aritméticos deveriam atender diferentes papéis: alfabetizar, preparar para o trabalho e desenvolver práticas profissionais. Esse sistema modela uma organização e estruturação dos saberes própria a Escolas de Aprendizes Artífices, que aponta para a caracterização de um objeto de ensino, ou seja, uma aritmética a ensinar. Essa aritmética a ensinar insere-se em um contexto educacional que visa o desenvolvimento de competência, ultrapassando suas finalidades discursivas, podendo ser caracterizada como uma aritmética técnica.
Tese submetida ao Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica da Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do título de Doutor em Educação Científica e Tecnológica, sob orientação do Prof. Dr. David Antônio da Costa.
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<dc:date>2024-07-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O cálculo mental da adição e subtração na obra lógica do cálculo 2 : fundamentos e estratégias</title>
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<name>Frana, Andreia Pastore</name>
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<updated>2023-07-30T23:23:08Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O cálculo mental da adição e subtração na obra lógica do cálculo 2 : fundamentos e estratégias
Frana, Andreia Pastore
A expressão cálculo mental se encontra presente em documentos curriculares e em programas de ensino para a escola primária e secundária brasileira, desde o século XIX, podendo apresentar diferentes definições e estratégias de ensino. A pesquisa, que aqui se apresenta, caminhará pelos anos de 2002 até 2007, período no qual a educação básica era norteada pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), e utilizava-se o livro, "Lógica do Cálculo 2", em escolas do Paraná, especificamente em uma escola do município de Maripá. Buscar compreender o uso do cálculo mental na prática docente dos professores que ensinaram matemática, em outros tempos, fez com que se orbitasse por entre cadernos, livros didáticos e todo tipo de documentação escolar, que se tornaram as fontes primordiais desta narrativa. O estudo teve como objetivo caracterizar os fundamentos e estratégias de cálculo mental da adição e subtração, na obra "Lógica do Cálculo 2" destinada à 2ª série do Ensino Fundamental I, apresentados segundo os estudos de Thompson (2010), Boaler (2018), Humphreys e Parker (2019) e Berticelli e Zancan (2021; 2023), na qual se reconhece a teoria de Jean Piaget e suas contribuições com os conceitos de assimilação, acomodação, equilibração e os argumentos operatórios: identidade, compensação, e reversibilidade. Estes, adicionados à pesquisa, após entrevista com uma das autoras do livro didático em análise. A História Cultural, nosso referencial teórico metodológico, baseia-se nos estudos de Choppin (2004), que considera os livros como fontes de pesquisa histórica, e Valente (2008), que traz as investigações em História da educação matemática indissociáveis do livro didático, os quais estarão sempre envolvidos por uma cultura escolar (Julia, 2001), repleta de apropriações e representações (Chartier, 2002). A pesquisa indicou que as atividades de adição e subtração favorecem o desenvolvimento do sentido do número por parte do aluno, bem como a construção dos argumentos operatórios necessários para o desenvolvimento do raciocínio lógico em crianças de 7-8 anos, ou seja, aquelas que se encontram, segundo Jean Piaget, na transição do pensamento pré-operatório para o pensamento lógico concreto.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor Palotina, Programa de Pós-Graduação em Ciências, Educação Matemática e Tecnologias Educativas. Defesa : Palotina, 25/04/2023.&#13;
Originalmente disponibilizado no acervo digital da UFPR. https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/83198
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