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<title>Núcleo de Estudos Contemporâneos de Literatura Italiana (NECLIT)</title>
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<updated>2026-04-30T13:08:07Z</updated>
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<title>O bisturi poético de Eugenio De Signoribus, por Giovanni Marco Ceriani (trad. Elena Santi)</title>
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<name>Literatura Italiana Traduzida</name>
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<name>Santi, Elena</name>
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<name>Ceriani, Giovanni Marco</name>
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<updated>2022-09-24T18:51:23Z</updated>
<published>2022-09-23T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O bisturi poético de Eugenio De Signoribus, por Giovanni Marco Ceriani (trad. Elena Santi)
Literatura Italiana Traduzida; Santi, Elena; Ceriani, Giovanni Marco
Quase duas décadas atrás, Giovanni Giudici falou de “ascética religião da palavra” ao se referir a Eugenio De Signoribus. Passou-se muito tempo, e enquanto isso, o poeta pensou bem em guardar aquela palavra em sua ‘casa perdida’, como se guarda uma chama salvífica. Mas ‘perdida’ não deve levar a pensar em um autoexílio, em uma mimada morada e protegida de todo risco, apesar do desassossego aparente de todo estatuto. Pelo contrário, esse grande eremita se aventura, toda vez que se enclausura, para além de sua porta, que poderíamos igualar à predela de madeira humilde do sutil ícone vertiginoso de uma Majestade pré-cristã, e o faz para vasculhar o “dote puro do poço”. Para se desenvolver helicoidalmente em aventura, deve enfrentar a saída, o aberto, o embate cara a cara.
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<dc:date>2022-09-23T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O que é uma carta de um condenado à morte?</title>
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<name>Literatura Italiana Traduzida</name>
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<name>Bianconi, Leonardo Rossi</name>
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<updated>2022-09-24T18:48:45Z</updated>
<published>2022-09-09T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O que é uma carta de um condenado à morte?
Literatura Italiana Traduzida; Bianconi, Leonardo Rossi
No dia 24 de julho 2020 tive o prazer de realizar a entrevista/conversa com o pesquisador italiano Prof. Dr. Giovanni Pietro Vitali sobre o projeto de analise cultural, histórica e linguística das cartas dos condenados a morte da Grande Guerra e da Segunda Guerra Mundial na Itália. A entrevista pode ser vista no canal do NECLIT (Núcleo de Estudos Contemporâneos de Literatura Italiana) no YouTube. No intuito de possibilitar o aprofundamento das questões discutidas na entrevista, propomos aqui um resumo comentado, a bibliografia, as referências e os principais endereços eletrônicos, de acordo com a sequência em que elas aparecem no vídeo.
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<dc:date>2022-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Pessoais abecedários: Nenhum corpo é elementar</title>
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<name>Wataghin, Lucia</name>
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<updated>2022-09-24T18:43:41Z</updated>
<published>2022-08-26T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Pessoais abecedários: Nenhum corpo é elementar
Literatura Italiana Traduzida; Wataghin, Lucia
Cada vez mais, com o passar dos anos, a poesia de Eugenio De Signoribus pode ser lida a partir da ideia da santidade do acolhimento ao peregrino e ao expatriado (mas note-se que as terras da epígrafe são smante, abertas e ao mesmo tempo despojadas) e, outro lado da mesma moeda, do incessante empenho no desmascaramento e na denúncia do mal. Eugenio De Signoribus (Cupra Marittima, 1947) é (e não só) um poeta civil, considerado o maior de sua geração[1], e político, pelo seu alarmado testemunho, que acolhe razões do protesto anticapitalista, numa tradição que conta nomes como Rebora, Fortini, Volponi[2] e, certamente, Pasolini. Em tempos que nos parecem atingir o cume das violações de toda e qualquer humanidade, De Signoribus se apresenta como “testemunha do humano contra o desumano”[3], expondo intensamente seu “assíduo estado de estupor moral”[4] diante dos horrores da história contemporânea. Seu olhar é amplo, mas é um olhar de perto, do mundo interior e da experiência do quotidiano – que inclui, evidentemente, o assédio de telas, telões e jornais – um olhar bem ilustrado pelos versos de Boris Pasternak: “Meus caros, qual milênio / está agora no nosso quintal?”, versos que o poeta escolheu como epígrafe do seu Istmi e chiuse [Istmos e barragens]. É a história contemporânea que temos diante dos olhos, mas há também a clara visão de um tempo maior, o tempo do “ignóbil século dos séculos”, ou seja, o horror de sempre - pois a história é “um escândalo que dura há dez mil anos”, como diz um título de Elsa Morante. Pode-se, em outra perspectiva, “ignorar o coro temporâneo / e escutar o inverno subterrâneo”[5], de todas as gerações, dos vivos e dos mortos.
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<dc:date>2022-08-26T00:00:00Z</dc:date>
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<title>"Un cielo privato ma condiviso": la poesia di Enrico Testa da Le faticose attese a Cairn</title>
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<name>Literatura Italiana Traduzida</name>
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<name>Moliterni, Fabio</name>
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<updated>2022-09-24T18:38:58Z</updated>
<published>2022-08-12T00:00:00Z</published>
<summary type="text">"Un cielo privato ma condiviso": la poesia di Enrico Testa da Le faticose attese a Cairn
Literatura Italiana Traduzida; Moliterni, Fabio
Enrico Testa è giunto al suo sesto libro di poesie e ha festeggiato proprio con il 2018 appena trascorso il trentennale della sua opera d’esordio[1]. I versi dell’ultima raccolta coprono gli anni 2012-2017[2]: si tratta di una gestazione pluriennale che viene puntualmente registrata ad apertura della Nota d’autore, così come avveniva nelle precedenti plaquette (con una scansione che solitamente indicava con regolarità la durata di un lustro tra una raccolta e la successiva). Sempre in dialogo con una precisa idea di poesia che discende dai suoi “maestri” riconosciuti, Montale Caproni e Sereni, nell’arco ormai di un trentennio la sua scrittura in versi è cresciuta al riparo dai rischi del manierismo, delle sterili imitazioni epigoniche e dalle sirene cagionevoli e volubili delle mode o del mercato. Voglio dire che la pronuncia di Testa si è fatta via via sempre più riconoscibile e personale, si è aperta con il tempo a una varietà significativa di registri formali e di risonanze concettuali, restando allo stesso tempo tenacemente fedele alle sue origini. È, questo, il segno di una tensione dialettica nella quale vive la sua scrittura in versi, che non si risolve mai in un dettato uniforme o monotono né appartiene con certezza a questa o a quella scuola, linea o corrente, e resta come sospesa sul crinale tra continuità e discontinuità, tradizione e postumità, tra un prima e un dopo la lirica, come recita il titolo di una sua antologia sulla poesia del secondo Novecento a tutti nota[3]: è una delle aporie o dei paradossi che attraversano la sua opera in versi, risuonando in particolare all’interno di questo ultimo libro. Dove, come cercherò di mostrare, alle costanti retoriche e tematiche della sua scrittura lirica, a certe modalità enunciative oramai riconoscibili e familiari si sovrappongono alcuni elementi di novità che forse risentono delle riletture critiche che, contemporaneamente alla stesura di Cairn, Testa andava facendo intorno a Montale e in particolare al Montale della “vecchiaia”, da Satura in poi[4]. Di seguito tratteggerò i punti salienti di questa tensione tra continuità e variazioni.
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<dc:date>2022-08-12T00:00:00Z</dc:date>
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