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<title>Departamento de Artes</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:48Z</updated>
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<title>PACT - Hibridismos foto-cinematográficos</title>
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<name>Peralta, João Rodrigues</name>
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<updated>2020-08-26T18:44:41Z</updated>
<published>2020-08-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">PACT - Hibridismos foto-cinematográficos
Peralta, João Rodrigues
Estruturamos dois eixos principais de investigação e pesquisa aplicadas em arte. Tanto as diferentes linhas de pesquisa quanto os objetos de aplicação, apesar de distintos, se atravessam. Os eixos de investigação são: instaurar uma experiência artística espacial que evoca o corpo experienciador na construção da obra. Linha de pesquisa que se inicia  em 2018/2019 com proposta de instalação site specific Kinokapela e se desdobra em 2019/2020 na escolha da tecnologia de Realidade Virtual para continuidade da pesquisa no projeto Valsa e Hiato Para um Pássaro Morto. E o segundo eixo contempla a produção em conjunto com o Grupo Cena 11 cia de dança, dentro da macro-residência artística entre os dois grupos, onde se desenvolveram 5 objetos artísticos: Projeto Colônia: Mobilidade Emergente de Autonomia Coletiva; projeto ECO; registros sobre ensaios do espetáculo Protocolo Elefante; Anatomia Virtual que em função da pandemia de COVID 19 passou a ser o projeto Teaser para um futuro fantasma; e o projeto Matéria Escura, suspenso também em função da pandemia.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Comunicação e Expressão. Departamento de Artes
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<dc:date>2020-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A Persistência do Drama Enquanto Gênero de Engajamento Crítico sob a Égide Dominante da Pós-Modernidade</title>
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<name>Machado, Kauana</name>
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<updated>2020-08-26T14:16:19Z</updated>
<published>2020-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A Persistência do Drama Enquanto Gênero de Engajamento Crítico sob a Égide Dominante da Pós-Modernidade
Machado, Kauana
A pesquisa ​A Persistência do Drama Enquanto Gênero de Engajamento Crítico sob a Égide Dominante da Pós-Modernidade do NEEDRAM/UFSC pretendeu verificar se o drama é possível no século XXI, se ainda é reconhecido como gênero literário/teatral e por fim, concretizar a passagem do texto à cena. Centramos os estudos na Teoria do Drama Moderno, de Peter Szondi, no qual ele analisa autores dramáticos entre o século XIX e o século XX para nomear um momento na história literária como ‘a crise do drama’. Szondi analisa grandes obras e aponta características das mesmas que buscavam alternativas para resolver a contradição apontada por ele entre forma e conteúdo, para enfim indicar o drama épico como a solução para a crise. O primeiro artigo produzido através da pesquisa, O Lugar Não-Dominante do Gênero Dramático na Pós-Modernidade: Os Casos de Peter Szondi e Hans-Thies Lehmann, argumenta sobre o quanto o campo da Escrita Dramática é alvo de ataques de autores que enxergam no gênero épico a solução para a crise ou que criticam a necessidade de estrutura, unidade e significado no drama. O segundo artigo trataria de um tema alinhado a minha pesquisa para o TCC, mas em decorrência das medidas de proteção a saúde, por conta da pandemia do Covid-19, o desenvolvimento do artigo e da pesquisa foram adiados, por serem concebíveis através de elementos práticos. A quinta edição do SBEDR estava marcada para setembro de forma presencial e foi remarcada devido à pandemia.  Através do NEEDRAM, fui uma das autoras dramáticas selecionadas pelo concurso de Escrita Dramática Global Plays, realizado pela George Mason University (GMU), dos Estados Unidos. Os textos dos alunos da UFSC foram apresentados em uma leitura dramática encenada e a leitura dramática das peças dos alunos da GMU foi adiada também por conta da pandemia. A produção artística realizada pelos alunos e a seleção dos mesmos pelo concurso é um grande exemplo do resultado prático na pesquisa em artes.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Comunicação e Expressão. Departamento de Artes
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Memória do/no pós-cinemas: agenciamentos audiovisuais extra-fílmicos: crítica cinematográfica audiovisual - os vídeo-ensaios de Kogonada e Every Frame a Painting</title>
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<name>Schmitt, Bernardo</name>
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<updated>2020-08-26T11:37:41Z</updated>
<published>2020-08-23T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Memória do/no pós-cinemas: agenciamentos audiovisuais extra-fílmicos: crítica cinematográfica audiovisual - os vídeo-ensaios de Kogonada e Every Frame a Painting
Schmitt, Bernardo
A pesquisa tem como objetivo o estudo do fenônemo da paratextualidade e o modo como o mesmo reconfigura determinadas noções de autoria no âmbito da produção de crítica audiovisual no formato do vídeo ensaio. Diante disso, o estudo parte das discussões acerca das teorias do autor no cinema e no audiovisual, direcionando-se, posteriormente, para uma investigação do campo da crítica cinematográfica audiovisual. O espaço da crítica através do vídeo ensaio torna-se também um fazer fílmico. Nesse sentido, a problemática levantada pela pesquisa parte da hipótese de que a crítica se aproxima da realização audiovisual – da práxis cinematográfica. Desse modo, os questionamentos balizadores foram: que função assume o crítico na construção do vídeo ensaio; e, além disso, o quanto o campo da crítica cinematográfica se reconfigura através do formato audiovisual. A abordagem teórico-metodológica para análise do corpus - constituído pelos canais de vídeo ensaios Every Frame a Painting, na plataforma Youtube, e Kogonada, na plataforma Vimeo - amparou-se nos estudos de Michel Foucault (tendo como horizonte os conceitos de discurso, função-autor e comentário). Desse modo, compreendemos que a crítica em vídeo ensaio é manifestação legítima de um comentário cinematográfico, que por sua vez produz efeitos discursivos relacionados à função-autor. As experiências dos canais analisados demonstraram que ambos buscam compreender o funcionamento do estilo dos diretores dos filmes enquanto autores das obras. Ou seja, reconhecem a função-autor atrelada ao diretor de cinema. Contudo, quando observamos os próprios analistas/críticos dos respectivos canais na realização de seus vídeos ensaios, identificamos um funcionamento diferenciado da autoria. Em Kogonada, a função-autor recai sobre o gesto do analista-criador dos ensaios enunciados pela sua própria assinatura – aproximando-o da figura do cineasta. Por outro lado, em Every Frame a Painting, a função-autor recai sobre o canal, pois é pela moldura e configuração desse que reconhecemos os vídeos, e é a essa janela que nos referenciamos. Assim, Tony Zhou (um de seus criadores) pode até assinar os vídeo ensaios como editor, mas o gesto da criação recai sobre a assinatura do canal Every Frame a Painting.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão.
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<dc:date>2020-08-23T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Autoria e autonomia narrativa em créditos de abertura</title>
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<name>Alves, Brendon Mota</name>
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<updated>2020-08-26T10:55:27Z</updated>
<published>2020-08-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Autoria e autonomia narrativa em créditos de abertura
Alves, Brendon Mota
A pesquisa tem como objetivo a problematização da esfera paratextual da sequência de créditos cinematográficos com intuito de estudar suas regras, composições e funcionamento, para, num segundo momento, buscar movimentos de descontinuidade das regularidades discursivas, no âmbito de sua estética e da autoria. Assim, o estudo parte das discussões acerca das teorias do autor no cinema e no audiovisual, direcionando-se para a investigação da funcionalidade hegemônica da forma expressiva das sequências de créditos. Desse modo, os questionamentos balizadores foram: como tais paratextos operam noções de autoria no campo do audiovisual; e que experiências estéticas paratextuais referentes às sequências de créditos irrompem contra as regularidades impostas pelo discurso cinematográfico da transparência. A abordagem teórico-metodológica amparada na arqueologia de Michel Foucault orientou a escolha do corpus para as sequências de créditos de 3 filmes: Irreversível (2002), Enter the Void (2009) e Clímax (2018). Tratam-se de experiências estéticas que tensionam as regularidades discursivas instituídas pelo campo disciplinar dos créditos de abertura através de gestos transgressores de criação com a assinatura autoral do diretor dos filmes: Gaspar Noé. Nesses termos, percebemos que a linguagem cinematográfica é desestabilizada em diversos níveis, inclusive na de seus paratextos (sequências de créditos). No entanto, no âmbito da autoria, tais experiências demonstram que a função-autor ainda recai de modo ostensivo sobre o diretor das obras.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Comunicação e Expressão. Departamento de Artes.
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<dc:date>2020-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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