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<title>Departamento de História</title>
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<updated>2026-05-01T00:35:01Z</updated>
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<title>Reflexões da historiografia francesa sobre o Cone Sul</title>
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<name>Passamani, Horrana Rodrigues</name>
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<updated>2020-09-01T00:13:01Z</updated>
<published>2020-08-27T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Reflexões da historiografia francesa sobre o Cone Sul
Passamani, Horrana Rodrigues
O presente relatório é o resultado das atividades de Iniciação Científica (IC), financiada pelo CNPq no projeto “Gênero, memórias das ditaduras civis-militares e historiografia francesa sobre o Cone Sul” sob o plano de atividades “Gênero, historiografia e ditaduras no Cone Sull”. As atividades foram realizadas pela bolsista Horrana Rodrigues Passamani no Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O objetivo do projeto, neste segundo ano de desenvolvimento, foi dar a continuidade aos estudos desenvolvidos acerca das memórias das ditaduras do Cone Sul, utilizando os recursos e as metodologias proporcionadas através dos estudos de gênero, da análise em acervos documentais e do estudo da historiografia francesa sobre o tema. A pesquisa teve por objetivo compreender como e o modo com que as questões relacionadas as ditaduras civis-militares no Cone Sul eram trabalhadas pela historiografia francesa, atentando para as perspectivas que levavam em consideração as relações de gênero nessas abordagens. Utilizei como metodologia a história comparada para nortear o olhar sobre as produções historiográficas dos países do Norte e do Sul com relação a essas temáticas. Por meio dessa pesquisa foram obtidos inúmeros resultados, dentre eles é possível destacar a relevância e destaque das produções historiográficas no campo da memória e das ditaduras no Cone sul. Identifiquei também que o dialogo entre as categorias gênero, memória e ditaduras ainda está em evolução, com maiores produções com essas discussões nos tempos atuais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de História.
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<title>Políticas da emoção e do gênero na resistência às ditaduras do Cone Sul</title>
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<name>Borges, Luiz Augusto Possamai</name>
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<updated>2020-08-31T21:17:09Z</updated>
<published>2020-08-27T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Políticas da emoção e do gênero na resistência às ditaduras do Cone Sul
Borges, Luiz Augusto Possamai
RESUMO DAS ATIVIDADES 1. Introdução: Este resumo tem como norte a descrição dos trabalhos e das pesquisas realizadas no projeto “Políticas da emoções e do gênero nas resistências às ditaduras militares no Cone Sul” entre o ano de 2018 e 2020, como bolsista de Iniciação Cientifica – PIBIC/CNPq – no LEGH/UFSC, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Cristina Sheibe Wolff. 2. Atividades realizadas: - Atividades no laboratório: trabalhos envolvendo acerco e catalogação de livros do LEGH. - Viagem: Pesquisa de campo em Campinas/SP e Santiago/Chile. - Metodologia: As investigações desenvolvidas contaram com a utilização de fontes de natureza bibliográfica, documental e oral. Articulando esse material, utilizei cinco principais metodologias para servir de fio condutor nos trabalhos: emoções, corpo, gênero, história oral e arquivo. Através desses campos do conhecimento, foi possível criar universo de possibilidades epistemológicas para (re)dimensionar as investigações do projeto sobre o movimento homossexual – em confluência com o movimento feminista, de mulheres, negro, indígena, de trabalhadores e e outros – nos países do Cone Sul.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de História.
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Sitiantes e ervateiros do planalto meridional brasileiro: vida, acesso à terra, mobilidade e conflitos (1850-1930)</title>
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<name>Mesalira, Michel Felipe Moraes</name>
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<updated>2020-08-27T23:37:03Z</updated>
<published>2020-08-27T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Sitiantes e ervateiros do planalto meridional brasileiro: vida, acesso à terra, mobilidade e conflitos (1850-1930)
Mesalira, Michel Felipe Moraes
A pesquisa Sitiantes e ervateiros no planalto meridional brasileiro (2020-2023) procurou conhecer os debates teóricos recentes acerca da ocupação do território feito por populações camponesas pobres, indígenas e negras do Brasil e de que modo as pesquisas em história têm compreendido os conflitos gerados a partir de diferentes processos de apropriação da terra. Percebi que as práticas administrativas do século XIX muitas vezes confrontaram uma legislação ainda débil, o que permitia aos mais pobres algum acesso mesmo que precário à regulamentação da posse via “morada habitual” e “cultura efetiva”. Contudo, no final do século XIX, o problema da concentração fundiária, causada pela pecuária extensiva, somada a indeterminação da jurisdição dos territórios e a grilagem de grandes empresas capitalistas, produziu uma imensa população desapropriada e que tem sido investigada na sua característica fundamental: a mobilidade ou migração intensa. Saliento o fato de a pesquisa se deter no fichamento de uma documentação produzida no interior do Ministério dos Negócios e da Guerra, entre os anos de 1820 a 1890. Trata-se de documentos de natureza diversa, como telegramas e correspondências oficiais trocadas entre a capital Rio de Janeiro e a província de Santa Catarina, relatórios produzidos pelo Presidente da Província de Santa Catarina e por diretores de colônias militares - como de Santa Thereza, principal comunicação entre Desterro e a região do planalto - cartas confidenciais remetidas de delegacias ou do Palácio do Governo do Estado (hoje Palácio Cruz e Souza), mapas estatísticos elaborados pelos militares, descrições minuciosas da condição estrutural de fortes, hospitais e escolas. Pude selecionar, fichar, organizar e classificar tais fontes digitalizadas de modo que outros historiadores interessados poderão encontrar vinte e três (23) "gavetas" separadas por assunto. Sendo assim, essa documentação, hoje no Laboratório de História Social da Cultura e do Trabalho, está disposta da seguinte maneira: 1. Burocracia de Estado; 2. Colônia Militar; 3. Companhia de Aprendizes de Marinheiro; 4. Companhia de Inválidos; 5. Companhia de Pedestre; 6. Conselho de Guerra; 7. Desertor; 8. Educação - Escola; 9. Escravo - Africano Livre; 10. Família; 11. Guerra do Paraguai; 12. Hospital Militar; 13. Motim - Resistência Popular; 14. Mulheres - Viúvas; 15. Padre - Igreja; 16. Recrutamento; 17. República; 18. Rio do Prata; 19. Roubo; 20. Soldo; 21. Terras; 22. Transferência - Prisioneiro de Guerra; 23. Voluntários da Pátria.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de História.
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Geopolítica, religião e poesia nos Hinos de Calímaco de Alexandria (séc. III a. C.)</title>
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<name>Martins, Pâmela</name>
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<updated>2020-08-27T23:29:25Z</updated>
<published>2020-08-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Geopolítica, religião e poesia nos Hinos de Calímaco de Alexandria (séc. III a. C.)
Martins, Pâmela
Este projeto propõe uma pesquisa, no âmbito da Iniciação Científica, acerca das relações entre geopolítica, mito e poesia na Grécia Antiga, tomando como estudo de caso o papel dos hinos escritos pelo poeta Calímaco de Alexandria (a Zeus, a Apolo, a Ártemis, a Delos, a Atena e a Deméter) na construção da hegemonia ptolomaica no Mediterrâneo oriental ao longo do século III a.C., tendo como referência a ilha de Delos. Consagrada a Apolo desde o período arcaico, Delos no século III a.C. mantem seu lugar de centro regional cicládico, tornando-se assim foco da ação evergética da dinastia egípcia, que buscava legitimação pan-helênica por meio da monumentalização dos santuários delianos. Analisar a composição dos poemas integrando aspectos literários, geopolíticos e religiosos, parece ser uma via frutífera para a compreensão da história do culto de Apolo e Hera em geral e da organização dos santuários destas divindades em Delos em particular, assim como fornecer a base para novas leituras acerca da “religião vivida” nas cidades gregas antigas, superando as dicotomias entre estruturalistas e historicistas na historiografia e na arqueologia da religião grega.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de História.
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<dc:date>2020-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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