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<title>Departamento de Língua e Literatura Vernáculas</title>
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<updated>2026-04-30T23:14:12Z</updated>
<dc:date>2026-04-30T23:14:12Z</dc:date>
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<title>Línguas africanas e indígenas no Brasil: articulando socio-história e políticas linguísticas</title>
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<name>Felipe, Ivana</name>
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<updated>2020-08-31T01:22:44Z</updated>
<published>2020-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Línguas africanas e indígenas no Brasil: articulando socio-história e políticas linguísticas
Felipe, Ivana
O recorte aqui apresentado é fruto de uma pesquisa realizada junto a uma benzedeira da Ilha de Florianópolis. O trabalho possui como tema práticas cotidianas e locais da benzedura. Para a formulação deste trabalho, foi adotado um método baseado em pesquisa de campo e revisão bibliográfica. O objetivo geral deste estudo busca apresentar conceitos e usos da oralidade por Benzedeiras, tidas como representantes de uma tradição oral na ilha de Florianópolis. Os objetivos específicos procuram definir a prática da benzedura, descrever as práticas locais e, por fim, destacar contribuições da benzedura para a formação das políticas linguísticas sobre o português brasileiro e a oralidade. O presente trabalho, além de discorrer sobre a prática oral da benzedura na sua relação com a oralidade, propõe um aprofundamento do tema. Concluímos que a presente pesquisa de iniciação científica teve como tema analisar a oralidade a partir de práticas cotidianas e locais, a exemplo da benzedura. Sobre a prática da oralidade, a transmissão de saberes é central no modo de aprendizagem e ensino da prática da benzedura, o que ocorre dentro de um ritual de uso da palavra. Por fim, esta pesquisa contribui para as políticas linguísticas ao evidenciar que a preservação e promoção da diversidade linguística não pode se limitar a modelos de descrição e sistematização de dados.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Comunicação e Expressão. Departamento de Língua e Literatura Vernáculas.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Modais, um estudo sobre a interface sintaxe-semântica. O português brasileiro e o Wapichana.</title>
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<name>Codinhoto, Nathália Gravonski</name>
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<updated>2020-08-28T00:00:29Z</updated>
<published>2020-08-27T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Modais, um estudo sobre a interface sintaxe-semântica. O português brasileiro e o Wapichana.
Codinhoto, Nathália Gravonski
Neste vídeo, relato as principais atividades que desenvolvi durante meu período de bolsa Pibic. Inicio apresentando meu tema de pesquisa individual e os avanços que obtive ao longo deste ano. Na sequência, relato atividades que desenvolvi para além do meu objeto de estudo, como minha contribuição no desenvolvimento de tarefas experimentais de Compreensão e Produção de marcas de modalidade para a língua Wapichana. Neste trabalho, aprendi a segmentar áudios do Wapichana, utilizando o programa OCEANAUDIO. Atuei também na construção de um banco de dados da língua Wapichana, contribuindo com a inserção de pequenos textos em Wapichana no Programa Flex. Por fim, relato minha atuação no processo de elaboração de um material pedagógico sobre modalidade para ser utilizado nas escolas de língua Wapichana.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão.
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análises segmentais acústica, aerodinâmicas e articulatórias</title>
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<name>Quadros, Leonan Felipe de Oliveira</name>
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<updated>2020-08-27T21:44:56Z</updated>
<published>2020-08-27T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análises segmentais acústica, aerodinâmicas e articulatórias
Quadros, Leonan Felipe de Oliveira
Na língua guarani fenômenos relativos à nasalidade condicionam as variantes fonéticas de unidades fonológicas. Um reconhecido processo nessa língua diz respeito à alternância entre consoantes nasais plenas e oclusivas pré-nasalizadas em função da nasalidade/oralidade vocálica subsequente. Consoantes oclusivas pré-nasalizadas são constituídas, internamente, por duas fases – uma porção nasal inicial (murmúrio), seguida por um intervalo de oclusão exclusivamente oral. Consoantes nasais plenas, por sua vez, caracterizam-se pela presença de uma fase estável de murmúrio nasal. Esta pesquisa, financiada pelo programa PIBIC 2019/2020, teve por objetivo descrever, acusticamente, vogais nasais/nasalizadas, além de segmentos oclusivos pré-nasalizados e nasais plenos, provenientes de amostras de fala produzidas por falantes guarani das variedades nhandeva e mbya – localizadas em território brasileiro. Em função das medidas de contingência ocasionadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), sessões de elicitação fonética para obtenção de dados foram conduzidas apenas com uma participante do grupo nhandeva. A partir do emprego de instrumentação acústico-aerodinâmica, foram analisados dados de 62 produções observando-se os parâmetros duração, amplitude e frequências de ressonância – para consoantes nasais plenas e oclusivas pré-nasalizadas – visando responder as seguintes questões balizadoras: (1) no tocante à duração, qual é comportamento observado para as oclusivas pré-nasalizadas em relação às consoantes homorgânicas simples presentes no nhandeva? (2) há distinção saliente verificada para o espectro de consoantes nasais plenas e oclusivas pré-nasalizadas, em termos de amplitude e regiões de frequência? Os resultados mostraram que, em relação ao parâmetro duração relativa, a fase nasal das consoantes oclusivas pré-nasalizadas não apresentou diferença significativa quando comparada à fase nasal das consoantes nasais plenas. Quanto à duração total dessas consoantes, ao serem cotejadas com consoantes homorgânicas constituídas por fase interna única – obstruintes não-vozeadas e nasais plenas –, apenas os segmentos bilabiais apresentaram padrão de duração similar ao de suas contrapartes. Consoantes oclusivas pré-nasalizadas alveolares se mostraram mais longas do que suas contrapartes nasais plenas, e as velares, em função do número reduzido de dados, não forneceram inferências estatísticas relevantes. Verificou-se que nas consoantes oclusivas pré-nasalizadas a fase nasal correspondeu a 70% da duração total desses segmentos, sendo os 30% restantes referentes à fase de oclusão oral. Para os dois grupos de consoantes, nas baixas frequências, apesar da presença de concentrações de energia, atestaram-se diferenças de amplitude dos picos espectrais na região de offset das oclusivas pré-nasalizadas, com quedas próximas ou superiores a 10dB, sinalizando transição de fases. A largura de banda das regiões de frequência pertencentes à fase de oclusão oral também se mostrou mais estreita, indicando ausência ou reduzida nasalização. As análises referentes à nasalidade vocálica do nhandeva, dirigidas aos parâmetros duração e avaliação das duas primeiras frequências de ressonância (F1xF2), oriundos de vogais orais, nasais e nasalizadas, encontram-se em andamento.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Comunicação e Expressão. Departamento de Língua e Literatura Vernáculas.
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análises segmentais acústica, aerodinâmicas e articulatórias</title>
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<name>Martins, Rafaela Michels</name>
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<updated>2020-08-27T13:04:03Z</updated>
<published>2020-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análises segmentais acústica, aerodinâmicas e articulatórias
Martins, Rafaela Michels
Este trabalho busca analisar a nasalidade vocálica e consonantal na variedade nhandewa da língua guarani, por um viés aerodinâmico. No nhandewa-guarani, observa-se a presença de consoantes oclusivas pré-nasalizadas [mb nd ŋɡ], nasais plenas [m n ɲ] e vogais nasais [ĩ ɨ̃ ɛ̃ ã ɔ̃ õ]. A partir da coleta de dados de uma informante nativa, com auxílio do microfone nasal – que capta apenas o fluxo aéreo nasal (FAN), analisamos (i) os eventos aerodinâmicos; (ii) as amplitudes de FAN; e, (iii) os padrões espectrais das consoantes nasais. Os resultados mostraram que há apenas nasalização vocálica regressiva engatilhada por pré-nasalizadas, e, regressiva e progressiva, quando engatilhada por nasais plenas. Houve uma maior concentração de energia nas baixas frequências para os dois grupos de consoantes. Verificou-se queda de amplitude da curva de FAN da fase de oclusão oral das pré-nasalizadas em relação à sua correspondente fase nasal.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Comunicação e Expressão. Departamento de Língua e Literatura Vernáculas.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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