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<title>Departamento de Fonoaudiologia</title>
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<updated>2026-05-01T04:25:28Z</updated>
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<title>Análise de tendência da prevalência de obesidade e fatores associados em escolares de 7 a 14 anos do município de Florianópolis, SC</title>
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<name>Flor, Daiana Ávila</name>
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<updated>2020-08-27T01:24:22Z</updated>
<published>2020-08-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise de tendência da prevalência de obesidade e fatores associados em escolares de 7 a 14 anos do município de Florianópolis, SC
Flor, Daiana Ávila
Introdução: A deglutição, principalmente, em sua fase oral, na qual há o preparo dos alimentos, tem uma importante fase de aprendizado que se inicia quando o bebê nasce e continua por toda a vida.  Objetivo: Investigar e analisar as associações entre variáveis de amamentação, mastigação, deglutição e aspectos nutricionais em escolares. Método: Trata-se de um estudo transversal quantitativo que faz parte de um projeto maior (EPOCA), do qual participaram escolares a partir de sete anos matriculados do 2º ao 6º ano de escolas públicas. Um questionário com questões de múltipla escolha sobre aleitamento materno, idade de introdução de alimentos na primeira infância e queixas de mastigação e deglutição foi enviado para os pais das crianças. A análise dos dados foi realizada por meio do Software SPSS, utilizando-se os testes de correlação de Spearman e Kruskal Wallis. Resultados: Participaram da pesquisa 1552 crianças. Houve associação significativa entre a amamentação em seio materno e a menor percepção de problemas na mastigação das crianças pelos pais (p-valor &lt; 0,001). A amamentação em seio materno também se mostrou protetiva para alterações fonoaudiológicas (p-valor &lt;0,001). Em relação às consistências utilizadas na introdução alimentar, a textura sólida começou a ser introduzida a partir dos 11 meses. Houve correlação entre o tempo de introdução dos sólidos e o desempenho da função de mastigação das crianças (p-valor 0,02, R=-0,05), posto que os pais observavam mastigação mais eficiente nas crianças que tiveram a introdução de sólidos mais precocemente. Não houve associação entre os aspectos de deglutição investigados e o índice de massa corporal. Conclusão: A amamentação demonstrou ser promotora para o desenvolvimento da mastigação eficiente, bem como a não introdução tardia da alimentação sólida. O aleitamento materno mostrou-se ainda como sendo uma questão protetiva para alterações fonoaudiológicas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Fonoaudiologia.
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<dc:date>2020-08-20T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Perfil auditivo e fatores biopsicossociais associados em idosos: estudo longitudinal de base populacional em Florianópolis, SC, epifloripa idoso</title>
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<name>Oliveira, Pamela Lopes de</name>
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<updated>2020-08-26T23:21:58Z</updated>
<published>2020-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Perfil auditivo e fatores biopsicossociais associados em idosos: estudo longitudinal de base populacional em Florianópolis, SC, epifloripa idoso
Oliveira, Pamela Lopes de
O objetivo deste estudo foi verificar o perfil auditivo e a associação com os fatores psicossociais de idosos de Florianópolis, SC. Trata-se de um estudo longitudinal,  populacional e de base domiciliar com idosos residentes na área urbana de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, Brasil, com idade igual ou superior a 60 anos. A linha de base do estudo foi realizada em 2009/10, com seguimento em  2013/14 e 2017/19. Para análise do perfil auditivo foram usadas respostas referentes à percepção da dificuldade auditiva e classificação da mesma. A análise dos dados foram provenientes dos dados 'EpiFloripa: condições de saúde de idosos de Florianópolis'. Participaram da terceira onda do EpiFloripa 1333 idosos, a maioria (63,7%) do sexo feminino, pertencente à faixa etária de 70 a 79 anos (43,7%), com baixa escolaridade (0-8 anos de estudo – 55%) e com distribuição bem semelhante entre os tercis de renda per capita. Com relação ao estilo de vida, observou-se pequena prevalência de idosos fumantes (9,3%), apesar de 31,0% ter relatado ser ex-fumante e 45,6% dos idosos foram considerados sedentários. A maioria dos idosos referiu HAS (59,6%), 25,8% relatou diabetes, 21,7% apresentou suspeita de depressão e a grande maioria (70,8%) referiu necessidade de ajuda para realização de atividades de vida diária (AVD). A prevalência de perda auditiva autorreferida pelos idosos foi de 30,2%. Observou-se maior prevalência entre idosos do sexo masculino (33%), mais longevos (80 anos e mais – 40,7%), escolaridade entre 9 a 11 anos (32,2%) e primeiro tercil de renda (31,0%), destacando-se a associação estatisticamente significativa entre referir perda auditiva e ser do sexo masculino (p≤0,001). Com relação aos fatores biopsicossociais, destaca-se as associações estatisticamente significativas observadas entre perda auditiva referida e HAS, Diabetes, depressão, declínio cognitivo e necessidade de ajuda para realização de AVDs.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Fonoaudiologia.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da Compreensão da Linguagem Oral: avanços e desafios</title>
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<name>Potgurski, Dayane Stephanie</name>
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<updated>2020-08-26T17:39:51Z</updated>
<published>2020-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da Compreensão da Linguagem Oral: avanços e desafios
Potgurski, Dayane Stephanie
A discussão sobre protocolos para a avaliação da linguagem compreensiva na literatura brasileira ainda é muito reduzida. Existem poucos instrumentos construídos que tenham sido normatizados e padronizados respeitando a cultura brasileira. Em sua grande maioria, os testes apresentados ainda voltam-se para tarefas de identificação de vocabulário e solicitações de ordens simples e complexas. Nesse sentido, os déficits de compreensão têm sido pouco identificados e, consequentemente, pouco trabalhados na clínica fonoaudiológica. Assim, o objetivo desta pesquisa é descrever a construção de um instrumento para avaliar a compreensão da linguagem oral de crianças de 4 a 6 anos e obter evidências de validade baseadas em um estudo piloto. Essa proposta será pautada a partir dos pressupostos da neurolinguística enunciativo-discursiva que concebe a compreensão como um fenômeno dialógico e ativo na interação social e ainda a linguagem como produto histórico-social. A proposta é sistematizar uma avaliação destinada ao público de 4 a 6 anos de idade. Participaram dessa pesquisa 2 sujeitos  sem queixa de déficits linguístico. Como coleta de dados será utilizado entrevista e aplicação do protocolo de avaliação. Os dados serão analisados à luz da Neurolinguística Enunciativo-Discursiva (MORATO, 1997; COUDRY, 1988; BAKHTIN, 1929/2003). Os resultados apontam que há vários aspectos envolvidos na compreensão (aspectos verbais e não verbais, atenção, memória, vocabulário, aspectos interativos e subjetivos). Há, assim a necessidade de uma avaliação que considere todos esses aspectos. Conclui-se que o protocolo se mostrou inicialmente eficaz para iniciar a construção de parâmetros discursivos no processo de aquisição de linguagem assim como analisar as variáveis envolvidas nesse processo.; A discussão sobre protocolos para a avaliação da linguagem compreensiva na literatura brasileira ainda é muito reduzida. Existem poucos instrumentos construídos que tenham sido normatizados e padronizados respeitando a cultura brasileira. Em sua grande maioria, os testes apresentados ainda voltam-se para tarefas de identificação de vocabulário e solicitações de ordens simples e complexas. Nesse sentido, os déficits de compreensão têm sido pouco identificados e, consequentemente, pouco trabalhados na clínica fonoaudiológica. Assim, o objetivo desta pesquisa é descrever a construção de um instrumento para avaliar a compreensão da linguagem oral de crianças de 4 a 6 anos e obter evidências de validade baseadas em um estudo piloto. Essa proposta foi pautada a partir dos pressupostos da neurolinguística enunciativo-discursiva que concebe a compreensão como um fenômeno dialógico e ativo na interação social e ainda a linguagem como produto histórico-social. A proposta sistematizou uma avaliação destinada ao público de 4 a 6 anos de idade. Participaram dessa pesquisa 2 sujeitos  sem queixa de déficits linguístico. Como coleta de dados utilizou-se entrevista e aplicação do protocolo de avaliação. Os dados foram analisados à luz da Neurolinguística Enunciativo-Discursiva (MORATO, 1997; COUDRY, 1988; BAKHTIN, 1929/2003). Os resultados apontam que há vários aspectos envolvidos na compreensão (aspectos verbais e não verbais, atenção, memória, vocabulário, aspectos interativos e subjetivos). Há, assim a necessidade de uma avaliação que considere todos esses aspectos. Conclui-se que o protocolo se mostrou inicialmente eficaz para iniciar a construção de parâmetros discursivos no processo de aquisição de linguagem assim como analisar as variáveis envolvidas nesse processo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Fonoaudiologia.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliações fonoaudiológicas instrumentais em pacientes com câncer de cabeça e pescoço: características eletromiográficas da deglutição em pacientes com câncer na cavidade oral após cirurgia</title>
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<name>Pereira, Bárbara Silva</name>
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<updated>2020-08-11T14:17:28Z</updated>
<published>2020-08-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliações fonoaudiológicas instrumentais em pacientes com câncer de cabeça e pescoço: características eletromiográficas da deglutição em pacientes com câncer na cavidade oral após cirurgia
Pereira, Bárbara Silva
O objetivo deste estudo foi avaliar as características eletromiográficas da deglutição em indivíduos com câncer na cavidade oral após tratamento do câncer mediante a intervenção cirúrgica. Trata-se de um estudo com adultos e idosos de ambos os sexos, com câncer na cavidade oral que realizaram intervenção cirúrgica com ou sem quimio/radioterapia para tratamento do tumor. A coleta de dados foi realizada por meio da aplicação da um questionário semiestruturado, da classificação na Functional Oral Intake Scale (FOIS) e da coleta da eletromiografia de superfície da musculatura suprahioidea direita (SD) e esquerda (SE) durante a deglutição. Foram avaliados oito indivíduos que apresentaram como doença de base câncer de cavidade oral, com média de idade de 51,5 anos, sendo duas mulheres e seis homens. A média da atividade elétrica da musculatura suprahioidea durante a deglutição de 10ml de líquido foi de SD: 64,72 µV e SE: 60,86 µV e, para pudim, SD: 68,07 µV e SE: 77,25 µV. A partir deste trabalho, foram determinadas médias da atividade elétrica da musculatura suprahioidea durante a deglutição de líquido e pudim em pacientes com câncer de cavidade oral submetidos à cirurgia para remoção do tumor. A atividade eletromiográfica da musculatura suprahioidea durante a deglutição foi elevada, quando comparada com os estudos da literatura de indivíduos saudáveis e indivíduos com Câncer de Cabeça e Pescoço (CCP) associado a doenças neurológicas, porém foram semelhantes a um estudo de caso de uma paciente com CCP pós-terapia fonoaudiológica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Fonoaudiologia.
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<dc:date>2020-08-10T00:00:00Z</dc:date>
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