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<title>Departamento de Aquicultura</title>
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<updated>2026-05-01T00:33:40Z</updated>
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<title>Cultivo multitrófico integrado de camarão, tilápia e macroalga (Ulva ohnoi) em sistema  de bioflocos: efeito da densidade das macroalgas</title>
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<name>Pereira, Patriula</name>
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<updated>2022-09-16T18:37:09Z</updated>
<published>0016-09-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Cultivo multitrófico integrado de camarão, tilápia e macroalga (Ulva ohnoi) em sistema  de bioflocos: efeito da densidade das macroalgas
Pereira, Patriula
O objetivo deste trabalho foi avaliar um sistema de aquicultura multitrófica &#13;
integrada - AMTI, utilizando o camarão (Litopenaeus vannamei) como espécie &#13;
principal, a tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus) como consumidor orgânico e a &#13;
macroalga (Ulva ohnoi) como consumidor inorgânico em sistema de bioflocos. Para &#13;
isso o experimento decidiu testar qual seria a melhor densidade (denominados: D0: sem &#13;
macroalga; D1: 1 g L-1&#13;
; D2: 2 g L-1&#13;
de U. ohnoi) para produção de camarão e macroalga &#13;
em sistema de bioflocos, no intuito de determinar a densidade ideal e avaliar o &#13;
desempenho dos organismos. O experimento foi realizado no Laboratório de Camarões &#13;
Marinhos, Estação de Maricultura Elpídio Beltrame, localizado em Florianópolis, Santa &#13;
Catarina e teve duração de 8 semanas. As unidades experimentais consistiram em &#13;
tanques de 800 L para os camarões, 90 L para as tilápias mantidos em recirculação &#13;
constante, e um tanque branco quadrado de 40 L para as macroalgas, onde &#13;
semanalmente a bomba era desligada e toda a água ali presente era transferida para o &#13;
tanque dos camarões, e 10 L de água do bioflocos filtrada (filtro bag) do tanque dos &#13;
peixes transferida para o tanque das macroalgas e completando com água doce e/ou &#13;
salgada para manter a salinidade. Foi avaliada a sobrevivência, crescimento, conversão &#13;
alimentar aparente, taxa de crescimento específico, produtividade dos camarões e peixes &#13;
e produção das macroalgas e a retenção de nitrogênio e fósforo do sistema. O &#13;
desempenho zootécnico dos camarões não apresentou diferenças significativas entre &#13;
tratamentos. O peso médio final e a sobrevivência dos camarões foram de 12,24 ± 0,21 &#13;
g e 89,20 ± 2,98%, respectivamente. A sobrevivência dos peixes foi maior no &#13;
tratamento que continha macroalga na densidade de 1 g L-&#13;
1. No sistema integrado a &#13;
produtividade foi maior no tratamento Macroalga 2 g L-1&#13;
. A produção de sólidos não &#13;
apresentou diferenças significativas entre os tratamentos. Os resultados indicam que é &#13;
possível integrar a macroalga U. ohnoi nas densidades de 1 g L-1&#13;
e 2 g L-1&#13;
ao cultivo de &#13;
P. vannamei e O. niloticus beneficiou o desempenho das espécies com o aumento da &#13;
produtividade total e com maior recuperação de nitrogênio e fósforo. Recomendamos a &#13;
utilização da densidade 2 g L-1&#13;
da macroalga Ulva ohnoi em cultivo multitrófico com &#13;
camarão e tilápia.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Aquicultura.
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<title>Bioflocos como alternativa Alimentar da ostra do pacífico Crassostrea gigas (Thunberg,1973)</title>
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<name>Mendes, Maria Helena de Araújo</name>
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<updated>2022-09-15T19:58:10Z</updated>
<published>2022-09-15T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Bioflocos como alternativa Alimentar da ostra do pacífico Crassostrea gigas (Thunberg,1973)
Mendes, Maria Helena de Araújo
A ostra do Pacífico Crassostrea gigas é a espécie mais produzida no estado de Santa Catarina. A alimentação de ostras em laboratórios de produção ou pesquisa é constituída principalmente por dietas mistas de microalgas vivas (MV). No entanto, o processo de produção de MV em quantidades suficientes para manter esses animais é caro e depende de mão de obra qualificada. Ao longo dos anos, essa limitação econômica vem estimulando pesquisas na área de substituição dietética com o intuito de diminuir os custos operacionais no setor de microalgas. Com base nesse contexto, este estudo teve como objetivo avaliar a substituição parcial de MV por bioflocos (BFT) na alimentação C. gigas. O experimento teve duração de 28 dias, e as dietas testadas foram: a) 40 mg.L-1 de bioflocos (40BFT); b) 80 mg.L-1 mg.L-1 de bioflocos (40BFT); c) 160 mg.L-1 mg.L-1 de bioflocos (40BFT); d) 40 mg.L-1 de bioflocos + 40 mg.L-1 de microalgas (Chaetoceros müelleri e Isochrysis galbana) (40BFT + 40 MV); e) 80 mg.L-1 de microalgas (C. müelleri e I. galbana) (80MV). O pH, temperatura e salinidade da água foram aferidos diariamente. A biometria, cálculo do índice de condição (IC) dos organismos foram realizados a cada 14 dias. O pH médio foi de 8,17 ± 0,10, as temperaturas médias, aferidas antes e após a alimentação, foram de 16,20ºC ± 2,83 e 17,92ºC ± 5,29, respectivamente, e a salinidade média foi de 32,90 ± 1,94 g.kg-1. Os resultados demonstram que após o período experimental as ostras diferiram quanto seu crescimento em concha (comprimento) e peso total. Além disso, animais alimentados com 80MV apresentaram o maior incremento de IC quando comparado a ostras tratadas com 40BFT ou 80BFT. Apesar de não comprometer a sobrevivência de C. gigas, o BFT parece não ser bem incorporado por esses bivalves. Não existem estudos que utilizem BFT na dieta de ostras. As respostas encontradas nesse estudo irão contribuir com pesquisas que visem substituir alimentações convencionais de moluscos bivalves.
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<dc:date>2022-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Influência da temperatura da larvicultura na diferenciação sexual e do hormônio 17β-estradiol na feminização de juvenis Mugil liza</title>
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<name>Monteiro, Caio Ramalho</name>
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<updated>2022-09-15T14:08:47Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Influência da temperatura da larvicultura na diferenciação sexual e do hormônio 17β-estradiol na feminização de juvenis Mugil liza
Monteiro, Caio Ramalho
A tainha (Mugil liza Valenciennes, 1836) é uma espécie de peixe pelágico, de característica rústica e de grande potencial para o cultivo em ambiente controlado. Além de serem uma espécie muito apreciada, possuem grande importância para a pesca artesanal e comercial. Tradicionalmente, o setor artesanal utiliza tanto em alimentação e comercialização (fresca ou salgada), quanto em suas manifestações culturais em período de migração reprodutiva do animal, que movimentam um importante mercado turístico e gastronômico ao longo de todo o litoral sudeste e sul brasileiro (MIRANDA, 2007), como a Festa da Tainha que ocorre em Florianópolis, Santa Catarina. Estando disponível à pesca em mar aberto durante sua migração reprodutiva, a espécie se torna vulnerável colocando em risco o estoque pesqueiro natural (ICMBIO, 2015), tendo criação em cativeiro como de forma direta na sustentabilidade bio-ecológica e socioeconômica do pescado. Chegando a medir até 100cm de comprimento, podendo pesar em média até 6kg, a M. liza apresenta excelentes índices zootécnicos como alta rusticidade, resistência a diferentes percentuais de salinidade e fácil adaptação a troca de alimentação natural para artificial, além de se beneficiar da interação com outras espécies, porém conseguindo viver isoladamente sem nenhum prejuízo para a sua sobrevivência, a tornando um grande potencial para atividades de piscicultura marinha, tanto para o segmento científico quanto para segmento comercial. Contendo excelente qualidade e um alto valor comercial, conhecido como bottarga, o "caviar brasileiro”, as gônadas femininas (ovas) possui uma grande demanda de mercado, principalmente no quesito exportação, o que torna desejável e atrativo o cultivo monosexo de fêmeas da espécie. Utilizando técnicas para a feminização, vistas antes como sucesso para outras espécies de peixes, o experimento teve como objetivo de se obter a inversão sexual por meio do método direto, utilizando-se hormônio 17β-estradiol via oral implementado em ração comercial utilizados para a alimentação dos juvenis para obtenção de lotes de monosexos. No experimento, cinco tratamentos utilizando 60, 80, 100, 120 e 140 mg de 17β-estradiol por Kg de ração e um controle sem o uso de hormônio foram utilizados a partir da etapa da troca de alimento vivo para inerte no período de 60 dias. Após os tratamentos, os lotes foram acompanhados por mais 24 meses até a maturação. Para as tainhas desse estudo houve uma frequência muito superior de machos, indicando que além dos fatores genéticos, fatores ambientais, podem estar atuando nos mecanismos de determinação do sexo. Como a espécie apresenta diferenciação sexual tardia, o que ocorreu apenas no segundo ano após o período experimental, foram identificadas gônadas masculinas em 94,64%, femininas em 1,78%, e intersexuais em 3,57% dos animais, mas não ocorrendo a inversão sexual (tecido testicular contendo exclusivamente células germinativas femininas). A temperatura e os tratamentos hormonais influenciaram na alteração das gônadas da Mugil liza, porém nenhum teve efeito feminizante esperado. Outros testes devem ser realizados, alterando o tamanho inicial dos indivíduos e a duração do tratamento para que se possa, possivelmente, chegar a um resultado esperado na espécie para se chegar a um protocolo adequado.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Ciências Agrárias. Departamento de Aquicultura
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeito da água verde na larvicultura do cavalo-marinho, Hippocampus reidi</title>
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<name>Silva, Ianka Agra</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239389</id>
<updated>2022-09-15T11:57:46Z</updated>
<published>0022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeito da água verde na larvicultura do cavalo-marinho, Hippocampus reidi
Silva, Ianka Agra
O cavalo-marinho, Hippocampus reidi, é uma espécie que ocorre no Brasil e de difícil cultivo pela sua baixa sobrevivência nos estágios iniciais. Visando alterar esse cenário e atingir uma escala comercial de seu cultivo, a larvicultura destes peixes com utilização de microalgas é uma possibilidade interessante, visto como a técnica de água verde apresenta benefícios pelo fornecimento de ácidos graxos para o zooplâncton ofertado, contribuindo com a nutrição do peixe e qualidade da água. Este experimento foi realizado no Laboratório de Peixes e Ornamentais Marinhos da Universidade Federal de Santa Catarina, para avaliar os benefícios da técnica de água verde, com adição das microalgas Isochrysis galbana e Chaetoceros muelleri, durante os primeiros 14 dias de vida das larvas de Hippocampus reidi. As larvas foram alimentadas com rotíferos e copépodes até o oitavo dia, onde ocorreu a adição de Artemia em suas dietas. Foram quatro tratamentos realizados em triplicata, tratamento controle - sem adição de microalgas; tratamento ISO - com adição de Isochrysis galbana; tratamento CM - com adição de Chaetoceros muelleri; e tratamento ISO + CM - com adição das duas microalgas combinadas. Foi observada maior sobrevivência e ganho de peso (GP) no tratamento com a microalga Chaetoceros muelleri, com 36 larvas sobreviventes, e menor sobrevivência no tratamento com a utilização da Isochrysis galbana. Entre as observações realizadas durante o desempenho zootécnico, os melhores resultados são encontrados no tratamento CM e os menos satisfatórios no tratamento ISO. Entretanto, o melhor crescimento e coeficiente de variação de altura (CV) foram observados no tratamento ISO, sendo necessário aguardar pelos resultados das outras análises delimitadas para futuras conclusões.
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<dc:date>0022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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