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<title>Departamento de Botânica</title>
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<updated>2026-05-01T11:31:15Z</updated>
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<title>Flora de Santa Catarina: Fuirena e Rhyncospora sect. Pleurostachys (Cyperaceae)</title>
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<name>Reichert, Andriele</name>
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<updated>2022-09-30T11:04:18Z</updated>
<published>2022-09-29T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Flora de Santa Catarina: Fuirena e Rhyncospora sect. Pleurostachys (Cyperaceae)
Reichert, Andriele
Fuirena Robtt. e Rhynchospora Brongn. são gêneros pertencentes à família Cyperaceae. Fuirena possui 55 espécies e ocorre em regiões tropicais e temperadas, principalmente na América e na África, crescendo em regiões úmidas, e de baixa altitude. Rhynchospora compreende cerca de 400 espécies com distribuição cosmopolita. Rhynchospora sect. Pleurostachys compreende 18 espécies que pertenciam ao gênero Pleurostachys Brongn. e ocorrem principalmente na Mata Atlântica. No Brasil, ocorrem 6 espécies de Fuirena e 18 espécies de Rhynchospora sect. Pleurostachys, das quais 15 são endêmicas à Mata Atlântica. O presente trabalho teve como objetivo realizar um estudo taxonômico de Fuirena e Rhynchospora sect. Pleurostachys de forma a contribuir para a Flora do estado de Santa Catarina. Para a realização do trabalho, o estudo foi baseado em análises comparadas morfológicas de espécimes herborizados confrontados com a literatura e imagens de tipos disponíveis em base de dados online. Foram analisados c. 70 espécimes pertencentes aos herbários FURB, FLOR, MBM e ICN. Nós identificamos duas espécies de Fuirena: Fuirena robusta Kunth. e Fuirena umbellata Robtt.. Estas espécies geralmente ocorrem em ambientes aquáticos. Também foram identificadas 8 espécies de Rhynchospora sect. Pleurostachys: Rhynchospora calyptrocaryoides (R. Gross) W.W. Thomas, comb. nov. Rhynchospora distichophylla Boeck., Kjobenh. Vidensk. Meddel.; Rhynchospora foliosa (Kunth) L.B. Sm.; Rhynchospora gaudichaudii (Brongn.) L.B. Sm.; Rhynchospora orbigniana (Brongn.) L.B. Sm.; Rhynchospora panicoides Schrad. ex Nees, Fl. Bras. (Martius); Rhynchospora scalaris L.B. Sm.; Rhynchospora tenuiflora (Brongn.) L.B. Sm.. Estas espécies geralmente ocorrem em locais sombreados e úmidos no interior e margens de florestas. Destas, a espécie mais comum foi R. gaudichaudii, já a espécie com menor número de ocorrência foi R. calyptrocaryoides, a qual é conhecida somente para uma localidade. É essencial conhecermos cientificamente nossa flora local, e são através de estudos taxonômicos que contribuem para esta construção.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.                 Centro de Ciências Biológicas.                Departamento de Botânica.
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<dc:date>2022-09-29T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avanço temporal do conhecimento taxonômico de Begonia L. na Mata Atlântica brasileira e possíveis lacunas de informação.</title>
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<name>Cerqueira, Luma Gonçalves Rios</name>
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<updated>2022-09-21T17:57:48Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avanço temporal do conhecimento taxonômico de Begonia L. na Mata Atlântica brasileira e possíveis lacunas de informação.
Cerqueira, Luma Gonçalves Rios
A Mata Atlântica conta com quase 8.500 espécies endêmicas de angiospermas, das quais 184 pertencem a Begonia, gênero que tem crescido de modo surpreendente pela publicação de novas espécies a cada ano. Neste estudo, investigamos o avanço temporal do conhecimento de espécies de Begonia endêmicas da Mata Atlântica e se existem lacunas evidentes de conhecimento do gênero neste domínio fitogeográfico. Para atingir esses objetivos, avaliamos os lapsos de tempo entre a primeira coleta e a descrição de cada uma dessas espécies, e criamos mapas da sua distribuição geográfica para visualizar as áreas de maior riqueza de Begonia e aquelas onde provavelmente ainda existem lacunas de conhecimento. Os resultados deste projeto podem indicar áreas potenciais para novas coletas de amostras de Begonia, visando a descoberta de novas espécies e novos registros em áreas ainda pouco exploradas, como forma de mitigar eventuais lacunas de conhecimento detectadas.
Projeto de Iniciação Científica (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas.  Ciências Biológicas.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Biodiversidade de Santa Catarina: investigando a ecologia histórica e os efeitos de manejo para restauração e conservação da Mata Atlântica do Sul do Brasil</title>
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<name>Cunha, Kelmer Martins</name>
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<updated>2022-09-15T12:29:31Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Biodiversidade de Santa Catarina: investigando a ecologia histórica e os efeitos de manejo para restauração e conservação da Mata Atlântica do Sul do Brasil
Cunha, Kelmer Martins
Apesar de sua grande diversidade e importância para os ecossistemas terrestres, menos de 5% da Funga é conhecida. Os campos de altitude são ecossistemas terrestres inseridos no mosaico vegetacional dos biomas Pampa e Mata Atlântica. São negligenciados e ignorados em discussões e medidas de conservação, sofrendo ameaças por atividades antrópicas e florestamento. Um manejo que envolve o uso de fogo e pastejo é utilizado em áreas de campos de altitude, em uma tentativa de impedir o florestamento. No solo, a Funga é condicionada por fatores bióticos e abióticos de seu habitat, sendo potencialmente afetada por estas práticas de manejo. Assim como os campos de altitude, a sua Funga do solo também é historicamente negligenciada. Diante disso, é de extrema importância caracterizar a Funga presente no solo dos campos de altitude através de metodologias que permitam um acesso completo à Funga do solo. A pandemia de COVID-19 invibializou partes do plano de atividades, que foi redimensionado da seguinte maneira: i) expedições a campo e amostragem de solos em áreas de campo de altitude no Parque Nacional de São Joaquim, ii) treinamento e realização das técnicas de biologia molecular, iii) treinamento em bioinformática e iv) divulgação científica. Foram realizadas duas expedições a campo, onde foram coletadas 36 amostras de solo e um vídeo protocolo foi produzido. Todas as amostras foram submetidas à extração de DNA total seguida de quantificação e inferência de pureza da extração. Onze publicações nas redes sociais do GP MIND.Funga foram realizadas e dois textos de divulgação científica foram publicados em blog. Como resultados adicionais, foram avaliadas quanto ao seu grau de ameaça de extinção 13 espécies de fungos, um workshop foi desenvolvido e um artigo científico foi publicado. Os resultados obtidos são importantes passos na caracterização da Funga do solo dos campos de altitude, assim como auxiliarão outros grupos de pesquisa a desenvolverem estudos com a Funga do solo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Curso de graduação em Ciências Biológicas.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Anatomia da folha e ramicaule de Pleurothallidinae (Orchidaceae) sob uma perspectiva filogenética</title>
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<name>Moreci, Bárbara de Souza</name>
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<updated>2022-09-15T11:51:08Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Anatomia da folha e ramicaule de Pleurothallidinae (Orchidaceae) sob uma perspectiva filogenética
Moreci, Bárbara de Souza
Pleurothallidinae é uma das maiores tribos da família Orchidaceae, constituindo um grupo monofilético, são predominantemente epífitas, exclusivamente neotropicais, com maior diversidade de espécies nas florestas úmidas da Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Venezuela, Peru e Brasil. O Brasil apresenta alguns gêneros como muitas espécies endêmicas destituídas do mega gênero Pleurothallis. O objetivo deste estudo é reunir, a partir de revisão bibliográfica, características anatômicas de folhas de espécies de Pleurothallidinae, e num contexto filogenético, destacar caracteres úteis na distinção dos gêneros bem como entender melhor a evolução dos principais caracteres anatômicos em Pleurothallidinae. Foram selecionadas 49 espécies pertencentes a 13 gêneros e gerada uma matriz com 18 caracteres anatômicos. Através de sequências de ITS, ndhF obtidas no portal NCBI e análises Bayisiana, obtivemos uma hipótese filogenética com 5 clados. A partir de tal hipótese, os caracteres anatômicos tiveram sua reconstrução de estado ancestral analisada individualmente. Como resultado destacamos sete árvores mais interessantes no contexto filogenético: forma do limbo em secção transversal, formato da célula epidérmica adaxial e deposição de cutícula, formato da célula epidérmica abaxial e deposição de cutícula, tipo do mesofilo, presença de idioblastos com ráfides no mesofilo, presença de idioblastos com drusas no mesofilo, Presença de barras de espessamento nas células do parênquima aquífero. Conclui-se que a anatomia foliar é capaz de fornecer dados adicionais para melhor compreender as relações filogenéticas e a evolução em Pleurothallidinae.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências Biológicas &#13;
Ciências Biológicas
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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