<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Ciências Farmacêuticas</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238156" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238156</id>
<updated>2026-05-01T00:35:00Z</updated>
<dc:date>2026-05-01T00:35:00Z</dc:date>
<entry>
<title>Variação sazonal na composição fitoquímica e atividade antimicrobiana do óleo essencial de Dysphania retusa</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240481" rel="alternate"/>
<author>
<name>Raimundo, Guilherme Felipe</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240481</id>
<updated>2022-10-07T13:30:17Z</updated>
<published>2022-09-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Variação sazonal na composição fitoquímica e atividade antimicrobiana do óleo essencial de Dysphania retusa
Raimundo, Guilherme Felipe
Os produtos naturais apresentam-se como um grande recurso de substâncias com diversidade funcional química ilimitada e com potencial terapêutico excepcional. O potencial clínico desta rica fonte de substâncias pode ser evidenciado pelas grandes contribuições na terapêutica como modelos estruturais para o desenvolvimento de novas moléculas com eficácia e tolerabilidade ou mesmo seu uso in natura. A ameaça de infecções bacterianas resistentes aos antimicrobianos de uso clínico vem se tornando uma grande preocupação mundial. Bactérias antes reconhecidamente sensíveis a fármacos utilizados na rotina clínica, mas que agora se apresentam resistentes a quase todos os fármacos disponíveis. Em contraste, fontes naturais, como as plantas, ainda representam os pilares para a descoberta de novos antibióticos. Entre as plantas que possam contribuir na terapêutica, incluídos na lista do SUS – RENISUS, para que sejam conduzidos estudos científicos, encontra-se um representante do gênero Dysphania, D. ambrosioides. Diante desta observação, a presente pesquisa teve como objetivo investigar outra espécie deste gênero, D. retusa, com o intuito de avaliar a influência da sazonalidade no óleo essencial obtido e o impacto no possível potencial antimicrobiano. Neste sentido as folhas de D. retusa, nas distintas épocas do ano, foram coletadas no município de Itajaí-SC e submetidas à estabilização e armazenamento adequado. Os óleos essenciais foram obtidos a partir das folhas secas através do método de hidrodestilação por Clevenger. A análise dos óleos essenciais foi realizada por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas, comparando os espectros de massa obtidos com os da biblioteca NIST-MS, índice de retenção linear e literatura. A investigação da atividade antimicrobiana foi conduzida através do método de diluição com a identificação da Concentração Inibitória Mínima (CIM). Devido ao ineditismo da pesquisa e excelentes resultados obtidos, estes estão sendo compilados para serem utilizados n a escrita de um artigo científico para uma revista internacional da área e por estes motivos não podem compor o item resultados e discussão do presente relatório.
Vídeo de apresentação para a 32 SIC
</summary>
<dc:date>2022-09-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Silenciamento do gene codificador da proteína estrutural S do vírus SARS-CoV-2 em cultura celular por RNA de interferência carreado por nanopartículas híbridas</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239550" rel="alternate"/>
<author>
<name>Zimmermann, Maria Eduarda</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239550</id>
<updated>2022-09-15T18:21:15Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Silenciamento do gene codificador da proteína estrutural S do vírus SARS-CoV-2 em cultura celular por RNA de interferência carreado por nanopartículas híbridas
Zimmermann, Maria Eduarda
A COVID-19 é uma doença causada por um novo coronavírus designado como síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2). SARS-CoV-2 é um vírus envelopado com um genoma de RNA de fita simples que se espalha pelas vias do trato respiratório, por gotículas, secreções respiratórias e/ou por contato direto. O vírus possui quatro proteínas estruturais necessárias para regular a função e a estrutura viral. O gene que codifica a proteína S foi o alvo do presente trabalho, pois permite a ligação do vírus aos receptores da superfície da célula hospedeira e subsequente fusão entre as membranas facilitando a entrada do vírus na célula. A utilização de pequeno RNA de interferência (siRNA) como terapia pode controlar infecções virais humanas pela supressão da expressão de um gene viral por meio da inviabilização do RNA mensageiro (mRNA) pela ligação por complementaridade. No entanto, para que esse mecanismo ocorra, são necessários nanocarreadores para a proteção e transporte dos ácidos nucleicos para o interior da célula. Sendo assim, o objetivo do presente estudo é desenvolver uma nova abordagem terapêutica utilizando siRNA para o gene codificador da proteína estrutural S do vírus SARS-CoV-2 visando diminuir a replicação do vírus em uma linhagem de fibroblasto pulmonar. Para isso, sistemas nanoestruturados constituídos por fosfato de cálcio e copolímero de polietileno(glicol)-poliânion foram preparados através da auto associação dos componentes. As nanopartículas foram avaliadas pela técnica de espalhamento dinâmico de luz (DLS), índice de polidispersão (PdI) e Potencial Zeta no equipamento Zetasizer Nano ZS. As formulações MOCK 2 e NP-siRNA apresentaram tamanhos com diâmetro médio em 62 nm ± 7 e 52 nm ± 5 e PdI de 0,12 ± 0,03 e 0,13 ± 0,04. Para o desenho do siRNA para o gene que codifica a proteína S, foi utilizada a ferramenta Whitehead siRNA Selection Server. Assim, a sequência que melhor se enquadrou em critérios propostos para desenho de siRNAs foi UUAAAAUAUAAUGAAAAUGGA, a qual foi sintetizada e adquirida comercialmente. O presente estudo avaliou a citotoxicidade das nanopartículas contendo o siRNA (NP-siRNA) em linhagem celular Vero E6 e L929. Bem como a estabilidade das NP-siRNA em diferentes temperaturas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Ciências Farmacêuticas.
</summary>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Avaliação de espécies do gênero Baccharis frente ao coronavírus</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239456" rel="alternate"/>
<author>
<name>Zuchi, Isabella Dai Prá</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239456</id>
<updated>2022-09-15T12:36:13Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação de espécies do gênero Baccharis frente ao coronavírus
Zuchi, Isabella Dai Prá
Os produtos naturais constituem uma fonte importante de substâncias biologicamente ativas, desempenhando um papel fundamental na pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos antivirais. Atualmente ainda não existem medicamentos específicos para o tratamento de COVID-19, causada pelo vírus SARS-CoV-2, considerada pela OMS como uma pandemia que já levou ao colapso os sistemas de saúde de vários países. Até julho de 2022, no cenário mundial, a COVID-19 apresentou 554.290.112 casos de pessoas infectadas, sendo que desses 6.351.801 vieram a óbito. Já no Brasil, o número de pessoas infectadas e que vieram a óbito foram 32.874.501 e 673.554, respectivamente.  Algumas substâncias já isoladas de plantas do gênero Baccharis, como tricotecenos, flavonoides e terpenos, mostraram o potencial farmacológico de espécies desse gênero. Neste contexto, o objetivo desse estudo foi avaliar o potencial antiviral de extratos e frações de espécies do gênero Baccharis, frente ao coronavírus murino (MHV-III). Em relação a atividade anti-MHV-III, os extratos de B. intermix, B. reticularia, B. dracucunlifolia, B. aphylla, B. platypoda, B. calvescens, B. retusa, B. brevifolia, B. imbricata, B. altimontana e a fração de B. brevifolia em diclorometano apresentaram uma redução entre 50 e 100% da carga viral. Estudos posteriores serão realizados para elucidar os mecanismos da ação antiviral apresentada.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde. Centro de Ciências farmacêuticas
</summary>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Avaliação da toxicidade aguda do 7-Nitroindazol associado a nanoemulsões peguiladas e não-peguiladas após administração intravenosa em ratos</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239242" rel="alternate"/>
<author>
<name>Vieira, João Victor Soares</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239242</id>
<updated>2022-09-15T11:00:30Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da toxicidade aguda do 7-Nitroindazol associado a nanoemulsões peguiladas e não-peguiladas após administração intravenosa em ratos
Vieira, João Victor Soares
A sepse é uma das maiores causas de óbito no mundo. Cerca de 47 a 50 milhões de pessoas são atingidas pela síndrome anualmente, sendo considerada a principal causa de morte em unidades de terapia intensiva. Apesar de o número de casos de sepse no Brasil não ser conhecido, estudos têm apontado que 30% dos leitos estão ocupados por pacientes com sepse ou choque séptico, que apresenta letalidade de aproximadamente 55%. As diretrizes de tratamento da sepse baseiam-se em tratamento da infecção, com antibioticoterapia, administração de fluídos e medicamentos vasoconstritores. Entretanto, pacientes afligidos por choque séptico apresentam um quadro de hipotensão que não é revertida pela fluidoterapia ou pelos vasoconstritores, que explica sua elevada letalidade. Estudos prévios mostraram que o 7-nitroindazol (7-NI), um inibidor seletivo da enzima óxido nítrico sintase neuronal, é capaz de restaurar a resposta aos vasoconstritores. No entanto, o composto apresenta limitações biofarmacêuticas, como baixa solubilidade aquosa e curto tempo de meia-vida após administração, o que limitariam a sua utilização na clínica. Considerando estes aspectos, nanoemulsões não-peguiladas e peguiladas contendo 7-NI foram desenvolvidas por nosso grupo de pesquisa, visando a sua administração intravenosa. Estudos farmacocinéticos prévios mostraram que as nanoemulsões peguiladas levaram ao aumento do tempo de meia vida do 7-NI, assim como o aumento dos parâmetros farmacocinéticos de Cmax (concentração no pico) e ASC (área sob a curva do perfil plasmático), quando comparado ao fármaco livre e à nanoemulsão não peguilada (dados ainda não publicados).  Dando continuidade a este trabalho e com objetivo de avaliar a segurança das formulações, estudos toxicidade aguda do 7-NI livre e associado as nanoemulsões foram conduzidos após infusão intravenosa em ratos (CEUA/UFSC 1347220419). Nanoemulsões peguiladas e não-peguiladas foram preparadas e caracterizadas quanto tamanho de gotícula, potencial zeta e teor de 7-nitroindazol. As formulações foram administradas em diferentes grupos de ratos Wistar, por não mais de 10 minutos, nas doses de 0,3, 1,0 e 3,0 mg/kg. Os animais foram acompanhados por 15 dias, avaliando peso, ração e água consumidos diariamente. Ao fim do experimento, foi coletado amostra de sangue para avaliação de parâmetros bioquímicos e hematológicos. A análise estatística foi realizada por meio da ANOVA de uma via, seguida do post hoc de Dunett. As nanoemulsões não-peguiladas e peguiladas apresentaram tamanho nanométrico, potencial zeta negativo e teor de 7-NI de aproximadamente 318 e 491 µg.mL-1, respectivamente. Diferenças estatísticas significativas foram encontradas nos valores de bilirrubina total e de bilirrubina indireta, após administração da NEPEG-B na dose 1,0 mg/kg e 3,0 mg/kg, respectivamente, quando comparados com os valores obtidos no grupo controle. Nos parâmetros hematológicos, significância estatística foi encontrada nos valores de hemoglobina e de contagem de leucócitos após a administração do 7-NI livre na dose de 0,3 mg/kg e da NEPEG-B na dose de 3 mg/kg, respectivamente, quando comparado ao grupo controle (p&lt;0,05). Mesmo considerando estas significâncias estatísticas, é possível afirmar que o fármaco livre (7-NI livre) e as nanoemulsões (NEPEG-7NI e NENPEG-7NI) não produziram toxicidade aguda nos ratos após uma única administração nas doses selecionadas. No entanto, estudos de toxicidade devem ainda ser continuados para demonstrar a segurança das formulações de nanoemulsões.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica -&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Curso de Graduação em Farmácia
</summary>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
