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<title>Departamento de Farmacologia</title>
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<updated>2026-04-30T23:15:19Z</updated>
<dc:date>2026-04-30T23:15:19Z</dc:date>
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<title>O dimorfismo sexual na sensibilidade dos animais nocaute para o receptor ldl ao estresse crônico com dexametasona no teste do labirinto em cruz elevado</title>
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<name>Räder, Marcos A. S.</name>
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<updated>2022-09-18T22:57:10Z</updated>
<published>2022-09-18T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O dimorfismo sexual na sensibilidade dos animais nocaute para o receptor ldl ao estresse crônico com dexametasona no teste do labirinto em cruz elevado
Räder, Marcos A. S.
O colesterol desempenha um papel primordial na comunicação e sinalização celular no sistema nervoso central (SNC). Embora o cérebro seja o órgão mais rico em colesterol, a síntese de colesterol cerebral ocorre de maneira independente da periferia, sendo os astrócitos as células majoritariamente responsáveis por esta produção. O colesterol secretado pelos astrócitos é internalizado pelos neurônios através do receptor de lipoproteína de baixa densidade (do inglês – low density lipoprotein- LDL). Entretanto, alguns distúrbios metabólicos são caracterizados por defeitos no gene que codifica o receptor LDL (LDLr), como é o caso da hipercolesterolemia familiar (HF), onde é observada a perda da função do LDLr e o aumento das concentrações plasmáticas de colesterol. Nos últimos anos, vêm sendo demonstrado que os pacientes acometidos pela HF apresentam também comprometimentos cognitivos, transtornos de humor e ansiedade. Indivíduos com HF apresentam alterações no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA) e no sistema serotoninérgico, com consequente aumento nos níveis sanguíneos de glicocorticoides e redução nos níveis de serotonina, semelhantes às observadas em alguns transtornos de ansiedade. Estudos realizados em modelos animais já demonstraram a associação da HF com a depressão e o envolvimento de monoaminas. Camundongos nocaute para o LDLr (LDLr-/-), um modelo animal de HF, apresentam comportamentos do tipo-depressivo e altos níveis da monoamina oxidase A (MAO-A), enzima responsável pela degradação de serotonina. Apesar das evidências em relação a HF, há uma escassez de estudos investigando a relação entre a hipercolesterolemia e o estresse como fatores para possíveis alterações em comportamentos sociais e do tipo-ansioso. Nosso estudo demonstrará a investigação da influência do estresse crônico com dexametasona e a consequente indução do aumento dos níveis de glicocorticoides no comportamento do tipo-ansioso em camundongos LDLr-/-, através do labirinto em cruz elevado.
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<dc:date>2022-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise da variabilidade individual sobre o efeito dos bloqueadores de reconsolidação de memórias aversivas</title>
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<name>Oliveira, Bruno Biscaia de</name>
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<updated>2022-09-15T12:45:58Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise da variabilidade individual sobre o efeito dos bloqueadores de reconsolidação de memórias aversivas
Oliveira, Bruno Biscaia de
Memórias aversivas possuem grande valor adaptativo, mas quando sua intensidade é muito grande, podem levar ao desenvolvimento de transtornos psiquiátricos, como o transtorno de estresse pós-traumático. Há diversas possibilidades para atenuar memórias traumáticas. Entre elas, o bloqueio da reconsolidação possui a vantagem de interferir diretamente na memória traumática. Para que isso ocorra, é preciso que a memória labilize e, portanto, fique suscetível a alterações. Entretanto, isso não ocorre sempre. Uma hipótese para explicar isso é de que o indivíduo precise passar por um erro de predição para que a memória fique lábil. Esse estudo buscou verificar se através de uma individualização do tempo de exposição durante a reativação é possível potencializar o bloqueio da reconsolidação, otimizando-a ao utilizar a droga logo após a ocorrência do erro de predição.. Nos dois experimentos concluídos, somente com o uso de uma exposição individualizada, a clonidina e o midazolam  foram capazes baixar os níveis de congelamento da sessão de reativação ao Teste A. Portanto, diferentes agentes amnésicos foram capazes Porém, ainda é necessário verificar se esse efeito é decorrente de uma potencialização da extinção, assim como realizar esses experimentos prejudicando a ação do hipocampo dorsal durante a reativação. Portanto, maiores conclusões a respeito de uma reativação individualizada carecem de mais estudos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica  Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise da Permeação transdérmica do Diclofenaco nanoencapsulado após  aplicação de Iontoforese</title>
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<name>Canton, Maria Eduarda</name>
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<updated>2022-09-15T11:42:44Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise da Permeação transdérmica do Diclofenaco nanoencapsulado após  aplicação de Iontoforese
Canton, Maria Eduarda
Antiinflamatórios não esteroidais como o Diclofenaco são amplamente utilizados no &#13;
tratamento de diversas doenças inflamatórias crônicas como a artrite, trazendo alívio &#13;
nos sintomas de dor, inchaço e rigidez articular. Contudo, o uso prolongado dos AINEs &#13;
acaba acarretando em problemas para a vida de quem os usa, como efeitos adversos &#13;
gástricos, renais e cardiovasculares, o que reduz a adesão do paciente ao tratamento. &#13;
A administração transdérmica pode ser uma alternativa para o tratamento. No entanto,&#13;
um dos desafios dessa via de administração é a barreira de permeabilidade da pele &#13;
que por vezes impedem e/ou limitam a permeação de certos fármacos. Apesar do &#13;
desenvolvimento de nanocarreadores lipídicos auxiliarem a permeação transdérmica &#13;
de medicamentos, a associação de nanocarreadores específicos com o incremento de &#13;
tecnologias físicas, como a iontoforese, são pouco exploradas, mas podem ser úteis &#13;
para potencializar a permeação de medicamentos. O presente projeto propõe explorar &#13;
o potencial de seis (6) diferentes configurações de aplicação de corrente elétrica &#13;
(iontoforese) na permeação transdérmica do diclofenaco de sódio nanoencapsulado&#13;
através do modelo bicompartimental de célula de difusão de Franz, utilizando pele de &#13;
orelha suína como membrana. Em todas as seis configurações aplicadas, a&#13;
acumulação permeativa de diclofenaco de sódio foi antecipada em 4-5 horas &#13;
comparados aos valores obtidos com a administração sem iontoforese. O fluxo do &#13;
diclofenaco de sódio permeado também aumentou em todas as seis configurações &#13;
iontoforéticas aplicadas quando comparados aos valores obtidos com a administração &#13;
sem iontoforese. Entre todas as configurações de correntes aplicadas, 0,25 - 0,5 &#13;
mA/40min tiveram respectivamente o menor e o maior fluxo de diclofenaco de sódio. &#13;
Nossos resultados mostram que o uso de iontoforese pode ser útil para antecipar e &#13;
aumentar a permeação de medicamentos nanoencapsulados e que o ajuste das &#13;
configurações da iontoforese podem contribuir para o controle do medicamento &#13;
permeado
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências Biológicas
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise da variabilidade individual sobre o efeito dos bloqueadores de reconsolidação de memórias aversivas</title>
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<name>de Oliveira, Bruno Biscaia de</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239195</id>
<updated>2022-09-15T10:42:20Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise da variabilidade individual sobre o efeito dos bloqueadores de reconsolidação de memórias aversivas
de Oliveira, Bruno Biscaia de
Memórias aversivas possuem grande valor adaptativo, mas quando sua intensidade é muito grande, podem levar ao desenvolvimento de transtornos psiquiátricos como o transtorno de estresse pós-traumático. Há diversas possibilidades para atenuar memórias traumáticas. Entre elas, o bloqueio da reconsolidação possui a vantagem de interferir diretamente na memória traumática. Para que isso ocorra, é preciso que a memória labilize e, portanto, fique suscetível a alterações. Entretanto, isso não ocorre sempre. Uma hipótese para explicar isso é de que o indivíduo precisa passar por um erro de predição para que a memória fique lábil. Este estudo buscou verificar se, através de uma individualização do tempo de exposição durante a reativação, é possível potencializar o bloqueio da reconsolidação, otimizando-a ao utilizar a droga logo após a ocorrência do erro de predição. Nos dois experimentos concluídos, somente com o uso de uma exposição individualizada a clonidina e o midazolam  foram capazes baixar os níveis de congelamento da sessão de reativação ao Teste A. Portanto, diferentes agentes amnésicos foram capazes bloquear a reconsolidação da memória com o uso de uma reativação individualizada. Porém, ainda é necessário verificar se esse efeito é decorrente de uma potencialização da extinção, assim como realizar esses experimentos prejudicando a ação do hipocampo dorsal após a reativação individualizada. Portanto, maiores conclusões a respeito de uma reativação individualizada carecem de mais estudos.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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