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<title>Blumenau - Coordenadoria Especial de Engenharia de Materiais</title>
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<updated>2026-04-30T13:08:12Z</updated>
<dc:date>2026-04-30T13:08:12Z</dc:date>
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<title>Funcionalização de nanopartículas de argila por plasma</title>
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<name>Mesquita, Ana Luisa Marten</name>
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<updated>2022-09-15T13:17:43Z</updated>
<published>2022-09-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Funcionalização de nanopartículas de argila por plasma
Mesquita, Ana Luisa Marten
O uso de embalagens no cotidiano é algo recorrente, porém, ao mesmo tempo, isso é responsável por gerar grandes quantidades de resíduos, os quais são descartados de maneira errônea, prejudicando a natureza. Com esse cenário em vista, o estudo do uso de embalagens biodegradáveis vêm ganhando espaço no mercado, já que apresentam propriedades intrínsecas e combinadas que são capazes de amenizar, e até mesmo resolver esse prejuízo. Todavia, nesse cenário nota-se que os polímeros biodegradáveis sozinhos não possuem propriedades suficientes para a substituição direta dos polímeros comuns (que não são biodegradáveis). Por conta disso, o estudo da incorporação de nanocargas nos polímeros biodegradáveis torna-se uma opção viável e importante, de modo a gerar nanocompósitos poliméricos com princípios ativos capazes de substituir embalagens convencionais. Com isso, o objetivo desse estudo foi realizar o tratamento de nanopartículas de haloisita (Hal) com plasma e posterior modificação com óleo essencial de orégano (OEO) para incorporação em matriz polimérica de poli(hidroxibutirato-co-hidroxivalerato) (PHBV), para a aplicação em embalagens ativas com propriedades antimicrobianas. Para isso, foram realizados tratamentos com os gases Ar, O₂, N₂ e H₂ na Hal, sendo as amostras analisadas posteriormente por espectroscopia no infravermelho com transformada de Fourier (FTIR). Em seguida, essas amostras foram modificadas com OEO por ultrassom em banho de gelo, e estas foram analisadas também por FTIR e foi feita uma quantificação do OEO incorporado através da secagem das amostras em estufa. Por fim, foram realizados ensaios de evaporação para analisar a interação óleo-argila. Os resultados para o FTIR das modificações com óleo indicaram o surgimento de novas bandas devido ao OEO, quando comparado com as amostras tratadas com plasma. A quantificação de OEO mostrou que o tratamento com plasma não auxiliou de maneira efetiva o aumento da incorporação de óleo nas argilas. Porém, os ensaios de evaporação mostraram que embora não tenha ocorrido mudanças no teor de óleo incorporado na argila, o tratamento com plasma indicou  diferenças em termos de interação óleo-argila.
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<dc:date>2022-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fabricação de nanofibras poliméricas condutoras via eletrofiação coaxial</title>
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<name>Cypriano, Adria</name>
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<updated>2022-09-15T10:55:48Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fabricação de nanofibras poliméricas condutoras via eletrofiação coaxial
Cypriano, Adria
Sensores piezoresistivos são dispositivos que tem sua resistência elétrica alterada quando um&#13;
esforço mecânico é aplicado sob eles. Eles podem ser fabricados com estruturas poliméricas&#13;
densas, mas ao serem fabricados a partir de membranas eletrofiadas, eles irão apresentar maior&#13;
flexibilidade, processabilidade e sensibilidade de resposta. O presente trabalho tem como&#13;
objetivo a fabricação de membranas a partir de nanofibras de poli(ácido láctico) (PLA),&#13;
poli(óxido de etileno) (PEO) e nanotubos de carbono (NTC), obtidas pelo processo de&#13;
eletrofiação coaxial, no qual produz nanofibras de estrutura core-shell. Primeiramente foram&#13;
preparadas soluções de PLA solubilizado em dicloroetano e dimetilformamida em uma&#13;
proporção de 3:1 para ser eletrofiado com objetivo de determinar os melhores parâmetros de&#13;
processo, solução e ambiente. Posteriormente foram produzidas as primeiras nanofibras de PLA&#13;
e PEO por meio da eletrofiação coaxial, com o PLA sendo o núcleo e o PEO a casca. Em&#13;
seguida foram adicionados nanotubos de carbono nas concentrações 0,25%m, 0,50%m,&#13;
0,75%m e 1%m na solução de PEO, no qual foi colocada em um banho ultrasônico para&#13;
promover a dispersão das cargas. Com o intuito de verificar a morfologia e as propriedades das&#13;
membranas eletrofiadas, estas foram caracterizadas por meio de Microscopia Ótica de Luz&#13;
Transmitida, Microscopia Eletrônica de Varredura, Espectroscopia no Infravermelho por&#13;
Transformada de Fourier, ensaio de condutividade elétrica e ensaio de tração. Observou-se que&#13;
as fibras apresentaram boa continuidade e baixa quantidade de defeitos, além disso, foi possível&#13;
observar a estrutura core-shell. Pelo FTIR foi observado que a adição de nanotubos de carbono&#13;
não alterou as bandas de absorção dos polímeros. A sua inserção melhorou a qualidade das&#13;
fibras e diminuiu o diâmetro médio das mesmas. Em relação as propriedades mecânicas, houve&#13;
uma redução da tensão máxima, elasticidade e alongamento máximo em comparação com as&#13;
membranas que possuíam apenas PLA e PEO, devido a má dispersão dos NTCs. A&#13;
condutividade elétrica das membranas apresentou um aumento com a adição de NTC, exceto&#13;
na concentração de 0,50%m, entretanto as membranas continuaram com valores de&#13;
condutividade elétrica característicos de materiais isolantes.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Incorporação de nanopartículas de argila em matriz polimérica para produção de embalagens ativas</title>
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<name>Scheiber Neto, Bernhard Hermann</name>
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<updated>2022-09-15T10:53:59Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Incorporação de nanopartículas de argila em matriz polimérica para produção de embalagens ativas
Scheiber Neto, Bernhard Hermann
O PHBV (poli(hidroxibutirato-cohidroxivalerato)) é um polímero de origem natural que pode servir como substituto para polímeros artificiais em uma grande variedade de aplicações de uso comum, como nas embalagens alimentícias, fazendo com que haja uma redução no uso de combustíveis fósseis e na emissão de compostos que podem ser prejudiciais às pessoas e ao meio ambiente num geral. Em contrapartida o custo desses polímeros tende a ser mais elevado e suas propriedades tendem a ser reduzidas quando comparadas a compostos sintéticos, o que leva à agregação de outros componentes que visam a melhor validação de seu uso. A formação de nanocompósitos pode significar a elevação do valor agregado desses polímeros, tornando-os aptos a serem utilizados nos mais diversos setores. No setor alimentício é possível agregar compostos que fornecem ao PHBV propriedades antimicrobianas que possibilitam um maior tempo de consumo dos alimentos que são submetidos a ele, sem que percam a qualidade. Neste projeto foi utilizada a haloisita tratada previamente com plasma de nitrogênio, uma argila que melhora as propriedades do polímero utilizado, posteriormente incorporada ao óleo essencial de orégano, que é o atuante que dá a propriedade antimicrobiana ao PHBV, formando nanocompósitos que buscam a melhor integração entre os componentes e foram feitos diversos testes para que fosse possível avaliar como e quanto a adição desses compostos afeta propriedades mecânicas e se essa adição realmente possibilita uma maior validade dos produtos alimentícios.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Síntese da ferrita de bismuto e dopagem com lantânio para obtenção de pigmentos com propriedades solares.</title>
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<name>Cassettari, Cinara Félix Ribeiro Machado</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239061</id>
<updated>2022-09-14T16:47:24Z</updated>
<published>2022-09-13T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Síntese da ferrita de bismuto e dopagem com lantânio para obtenção de pigmentos com propriedades solares.
Cassettari, Cinara Félix Ribeiro Machado
A ferrita de bismuto (BiFeO3), também denominada BFO, apresenta uma estrutura do tipo perovskita e propriedades ópticas interessantes que a torna um material promissor para obtenção de pigmentos inorgânicos com alta refletividade no infravermelho próximo (NIR) e compatível ao meio ambiente. No entanto, a sua obtenção é dificultada devido ao surgimento simultâneo de fases indesejáveis durante a síntese. Nesse contexto, essa pesquisa teve como objetivo realizar a síntese da ferrita de bismuto pura e dopada com lantânio via rota sol-gel e a caracterização dos pós obtidos. O processo de síntese sol-gel para a obtenção da BFO pura envolveu a preparação de uma solução etanólica de nitrato de ferro e uma solução de nitrato de bismuto em acetona, sendo esta última incorporada à solução com nitrato de ferro. No caso da obtenção dos pós dopados, foi feita uma solução com 0,1 mmol de nitrato de lantânio em acetona e adicionada à solução com nitrato de bismuto. Os géis formados foram secos em estufa a 120ºC, que resultou na formação de xerogéis que foram calcinados a 600ºC para a formação da BFO. Com o intuito de otimizar a rota de síntese (minimizar a presença de fases indesejadas), foram utilizados dois tempos diferentes de patamares de calcinação, de 1 hora e 3 horas. Os pós produzidos foram caracterizados por meio de difração de raios X (DRX) e microscopia eletrônica de varredura (MEV), a fim de identificar as fases formadas, o tamanho e morfologia das partículas. A análise mineralógica revelou a presença da fase desejada (BFO) com estrutura romboédrica em todos os pós, mas ainda há a presença de fases indesejadas (Fe2O3 e Bi2Fe4O9). A dopagem com lantânio e o tempo de 3 horas no patamar de calcinação, diminuiu significativamente a presença de fases indesejadas. A análise MEV mostrou a presença de aglomerados de pequenas partículas e com formatos irregulares, por serem constituídas, provavelmente, de partículas nanométricas.
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<dc:date>2022-09-13T00:00:00Z</dc:date>
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