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<title>Departamento de Arquitetura e Urbanismo</title>
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<updated>2026-04-30T10:49:07Z</updated>
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<title>MUDANÇAS CLIMÁTICAS: ESTUDO DE CASO PARA ADAPTAÇÃO CLIMÁTICA E USO EFICIENTE DE ENERGIA EM EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS</title>
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<name>RICHARTZ, LIDIANE</name>
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<updated>2022-09-21T09:57:59Z</updated>
<published>2022-11-07T00:00:00Z</published>
<summary type="text">MUDANÇAS CLIMÁTICAS: ESTUDO DE CASO PARA ADAPTAÇÃO CLIMÁTICA E USO EFICIENTE DE ENERGIA EM EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS
RICHARTZ, LIDIANE
À medida que pesquisas científicas evidenciam um aumento progressivo da temperatura terrestre, as mudanças climáticas são reconhecidas como um desafio-chave global para o século XXI. Estudar as consequências deste fenômeno tem ganhado importância mundial, inclusive no âmbito das edificações. Parte-se da problemática que novas condições climáticas impõem novos impactos aos edifícios, questionando-se que condições internas propiciarão nesses cenários futuros de aquecimento e quais estratégias projetuais serão efetivas para adaptar as habitações. Desta forma, este trabalho tem por objetivo geral investigar a adaptação e mitigação climática de edifícios residenciais multifamiliares para seis cidades brasileiras, e indicar diretrizes bioclimáticas projetuais sob contexto de mudanças climáticas. Os procedimentos metodológicos consistem de seis etapas: i) elaboração dos arquivos climáticos futuros, considerando os cenários de emissões RCP4.5 e RCP8.5 para as projeções de 2035, 2065 e 2090, a partir de arquivos MYs; ii) quantificação dos impactos das mudanças climáticas sobre as estratégias de projeto, determinando-se o potencial bioclimático por meio dos diagramas de Givoni; iii) definição de uma habitação multifamiliar para objeto de estudo (HISbase) e seu enquadramento no nível superior das normativas brasileiras de desempenho térmico; iv) elaboração de propostas de intervenções no objeto de estudo, por meio da adoção de estratégias passivas de projeto na envoltória; v) determinação da aceitabilidade térmica dos usuários por meio do modelo adaptativo de conforto e emissões de dióxido de carbono por meio das cargas térmicas, como indicadores de adaptação e mitigação climática, respectivamente e vi) simulação computacional das habitações para fins de avaliação da eficácia da aplicação de estratégias projetuais para alcançar resiliência das habitações nas projeções climáticas futuras. Sob os impactos das mudanças climáticas, as temperaturas médias do ar irá aumentar em 8% em Manaus e Curitiba, em 9% em Cuiabá, São Paulo e Florianópolis e em 6% em Teresina até o período de 2090, em consequência disso, a umidade relativa do ar tende a reduzir -5,5% em Cuiabá e -2,6% em Manaus, em relação ao período histórico. Com esses impactos as estratégias bioclimáticas passivas torna-se mais vulneráveis. A ventilação natural reduz em -71% das horas requeridas em Manaus e aumenta em +46% em São Paulo. A estratégia de sombreamento se manteve em 100% em Manaus e Teresina e, aumentou em São Paulo (51%) e Curitiba (29%). Destaca-se que em climas mais quentes a estratégia de ventilação reduzirá, dando espaço para o condicionamento de ar, o qual aumenta em +85% e +75% em Manaus e Cuiabá, respectivamente, e em clima ameno a estratégia de ventilação e sombreamento aumenta, reduzindo a necessidade de estratégias de aquecimento. Ressalta-se que as estratégias bioclimáticas convencionais, mais utilizadas nas edificações, não responderão com efetividade as novas condições climáticas. Assim, se faz necessário adaptar as habitações para absorver os impactos das mudanças climáticas, apontando diretrizes de como deve-se construir hoje, para proporcionar melhores condições térmicas nos cenários climáticos futuros.
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<dc:date>2022-11-07T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Sustentabilidade e Desenvolvimento Tecnológico - 2020 a 2023</title>
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<name>Nascimento, Sabrina Cardoso</name>
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<updated>2022-09-15T13:55:42Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Sustentabilidade e Desenvolvimento Tecnológico - 2020 a 2023
Nascimento, Sabrina Cardoso
A proposta tem como objetivo geral a  continuidade da criação de uma plataforma (INFRASHELTER) que permite a catalogação de materiais, sistemas, tecnologias e tipologias aplicadas a abrigos em acampamentos planejados para reassentamentos de populações atingidas por desastres, sediadas em áreas de risco ou refugiadas. O escopo da pesquisa engloba os abrigos emergenciais (emergency shelter) e os transitional shelter (abrigos transitórios) e desenvolvida em 4 MACRO-FASES: 1) plataforma; 2) Proposta de abrigo; 3) proposta de mobiliário interno; 4) Implementação e disseminação do conhecimento através de um jogo. A radicalização climática exige estratégias e soluções sustentáveis para atender aos desabrigados. Essa pesquisa efetuará investigações de modo a apoiar o projeto de soluções de abrigamento que possam responder a desastres socioambientais. As etapas da investigação compreendem a composição da plataforma (realizada na FASE 1) contemplando propostas alternativas mais sustentáveis e auxiliando no desenvolvimento de soluções para estes acampamentos, que sejam de baixo custo e seguras, que incorporem o uso de materiais naturais locais e a análise exploratória de resíduos do sítio que possam ser incorporados nas soluções pelos princípios da economia circular e tecnologias limpas para apoiar a logística humanitária. Para teste da plataforma, pretende-se a concepção de um projeto de abrigo transitório (atual, FASE 2), que seja flexível, modular e construído com técnicas mistas (painéis pré-fabricados e fabrico aditivo). Serão estudadas novas materialidades com processos de fabricação inovadores como a impressão 3D, respondendo ao objetivo de habitar em termos sustentáveis. Devem-se utilizar princípios da sustentabilidade passiva e ativa, da construção e do design sustentável. Será considerado o ciclo de vida completo do abrigo e seus componentes, a facilidade de transporte, a montagem e desmontagem, e a participação dos usuários em todo o processo. Como resultado desta fase, espera-se que por meio da disponibilização da plataforma ao público, realizar o teste de seu funcionamento através da proposta de abrigo, com a construção de um protótipo e cadastramento da nova solução.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnologia. Universidade Federal de Santa Catarina.Centro Tecnológico - CTC. Departamento de Arquitetura e Urbanismo.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação de espaços públicos por meio da automatização de processos - mapeamento digital e sensoriamento remoto como ferramentas para a gestão de áreas turíscas de Santa Catarina</title>
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<name>Bitencourt, Eduarda</name>
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<updated>2022-09-15T13:32:33Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação de espaços públicos por meio da automatização de processos - mapeamento digital e sensoriamento remoto como ferramentas para a gestão de áreas turíscas de Santa Catarina
Bitencourt, Eduarda
Dentro da metodologia BIM (Building Information Modeling) a operação e manutenção dos espaços físicos é, frequentemente, a etapa do ciclo de vida mais extensa. Dessa forma, qualificar os espaços existentes, após sua ocupação, para que sejam monitorados e integrados a gêmeos digitais permite gerar informações para tomada de decisões mais eficientes e planejadas não apenas pelos gestores, mas também pelos usuários do ambiente. Bem como, contribui para a constituição de ambientes inteligentes, condizente com as tecnologias disponíveis para tal.  A presente pesquisa, de forma adaptativa em vistas da adequação aos recursos financeiros disponíveis, objetivou elaborar um protótipo de sensoriamento remoto integrado com um gêmeo digital de um ponto de água residencial (lavatório) com processos e métodos similares aos aplicáveis em escalas mais amplas. Vale salientar, que o foco no consumo eficiente de recursos hídricos visa, principalmente, dar maior consciência e autonomia dos usuários em casa ponto de água residência, pois nas condições atuais é comum que esse só tenha acesso ao seu consumo geral mensalmente. Assim sendo, criou-se um dispositivo físico com um sensor IoT (Internet das coisas) de fluxo da água que envia dados em tempo real para modelos digitais os quais, por sua vez, avaliam o consumo dentro de uma escala quantitativa e visual de três cores (consumo abaixo, médio ou alto) retornando, nessa via digital, informações pertinentes para gestores e usuários. Como perspectiva futura há três principais eixos de aprimoramento do protótipo: retornar a informação digital para o modelo físico por meio de um painel de luzes coloridas próximas ao ponto de água monitorado; criar uma visualização facilitada, a partir de um aplicativo para dispositivos móveis, permitindo uma visualização mais acessível dos dados coletados e avaliados; aprimorar os métodos e processos para escalas maiores, como por exemplo, aplicação em um edifício ou em um espaço público urbano.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. &#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Tecnológico.&#13;
Departamento de Arquitetura e Urbanismo.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Cidades Inteligentes: Inovações Tecnológicas e Participação Social em Políticas Públicas Municipais</title>
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<name>Cunha, Jéssica Delfino</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239494</id>
<updated>2022-09-15T13:19:44Z</updated>
<published>2021-08-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Cidades Inteligentes: Inovações Tecnológicas e Participação Social em Políticas Públicas Municipais
Cunha, Jéssica Delfino
O presente relatório é fruto do trabalho desenvolvido enquanto bolsista CNPQ/PIBIC na modalidade Iniciação Científica (IC), tendo como objetivo central realizar uma discussão sobre o uso das novas tecnologias de informação e comunicação na promoção de processos participativos mais democráticos e transparentes para os cidadãos. Para isso, o artigo traz um breve histórico das vitórias para a participação popular nos processos decisórios das cidades brasileiras, bem como, traz a contribuição de alguns autores acerca das experiências de orçamento participativo, e sobre o novo paradigma tecnológico.  Em seguida, é feita uma análise e discussão de duas políticas públicas no que tange a participação digital – o Decidim Barcelona, e o Ágora em Rede.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Tecnológico&#13;
Departamento de Arquitetura e Urbanismo
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<dc:date>2021-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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