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<title>Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:53Z</updated>
<dc:date>2026-05-01T00:34:53Z</dc:date>
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<title>Avaliação toxicológica de nanoplásticos de poliestireno envelhecidos artificialmente</title>
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<name>Silva, Luiz Felipe da</name>
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<updated>2022-09-19T09:57:39Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação toxicológica de nanoplásticos de poliestireno envelhecidos artificialmente
Silva, Luiz Felipe da
Ao longo das últimas décadas, a produção anual mundial de plástico vem crescendo acentuadamente. Diante do gerenciamento inadequado dos resíduos, esses materiais ficam suscetíveis a fatores ambientais os quais alteram suas características físico-químicas. Os nanoplásticos são constantemente detectados no meio ambiente, tornando-se, assim, uma ameaça à biodiversidade. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo avaliar a toxicidade do nanoplástico de poliestireno (NPPS) envelhecido artificialmente através da radiação UV ao organismo D. magna e Landoltia punctata, posteriormente, comparar os resultados obtidos com os resultados de análises toxicológicas das partículas virgens. O NPPS utilizado nos ensaios foi polimerizado através do método de emulsão convencional. A caracterização do NPPS foi realizada através da Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET), Potencial Zeta (Pz) e Diâmetro hidrodinâmico (Dh). Como resultado, quanto à síntese do NPPS, obteve-se um polímero plástico em tamanho nanométrico, estável e com estrutura esférica de diâmetro médio igual a 88,01 ± 2,82 nm. Através dos ensaios de toxicidade aguda ao organismo D. magna foi possível observar um aumento da toxicidade ao decorrer do período de exposição (2h, 4h, 8h, 12h, 24h). Entretanto, em relação à Landoltia punctata, o nanoplástico virgem não apresentou toxicidade.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Tecnológico.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Produção e aplicação de biofloculantes a partir de lodo residual de processos biológicos de tratamento de efluentes</title>
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<name>Gommersbach, Carolina</name>
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<updated>2022-09-18T22:56:49Z</updated>
<published>2022-09-18T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Produção e aplicação de biofloculantes a partir de lodo residual de processos biológicos de tratamento de efluentes
Gommersbach, Carolina
O crescimento demográfico urbano demanda que as ETE urbanas sejam altamente eficientes, enquanto procuram-se processos economicamente mais sustentáveis. As Unidades de Recuperação de Recurso (URR) utilizam o lodo residual como matéria prima para produção do EPS (extracellular polymeric substance), um biopolímero floculante em potencial. A presente pesquisa objetiva identificar o melhor condição e aplicação do EPS ao licor misto de reator aeróbio bem como compreender o comportamento do EPS com as células presentes no lodo. A metodologia baseou-se em testes prévios utilizando a caulinita como efluente sintético para determinação das condições ideais de aplicação; O EPS foi caracterizando pelo rendimento, e pela concentração de polissacarídeos e proteínas, e foi realizada a identificação microbiana do lodo utilizado para a produção do EPS; na aplicação ao licor misto de reator aeróbio, foi analisado o Índice Volumétrico do Lodo (IVL), a máxima velocidade de sedimentação, a Resistência Específica do Lodo (REL) e o Tempo de Filtração (TTF); também foi realizado teste de respirometria e divisão da biomassa ativa. Como resultado, verifica-se que o rendimento a partir do lodo residual estudado foi considerado baixo e que potencial de floculação do EPS é melhorado quando aplicado acidificado (pH=4). Nota-se a presença de bactérias anaeróbias da família 'Clostridiaceae' e as da família 'Alcaligenaceae' e 'Saprospiracea', produtoras do biopolímero semelhante ao alginato. O EPS demonstrou aumentar a carga de nutrientes do efluente sintético gerado. Nos testes com o licor misto, destaca-se o aumento de cinco vezes da velocidade de sedimentação quando adicionado 20% de EPS, chegando a atingir IVL ótimo, porém há aumento do valor de sólidos suspensos. Os resultados de REL e de TTF indicam que o EPS possui capacidade de interagir com as substâncias orgânicas na matriz extracelular, promovendo a floculação dos sólidos e colmatação. Além disso, o EPS demonstrou diminuir em cerca de 40% a velocidade de respiração celular, o que certamente prejudicaria a eficiência do consumo de matéria orgânica no tanque de aeração, e também não é recomendado para tratamentos que possuem processos de desaguamento de lodo por filtração, por ter alto poder de provocar a colmatação. Portanto, o EPS apresenta grande potencial para uso como biofloculantes em fases finais do tratamento de lodos ativados, porém mais estudos devem ser realizados buscando compreender e desenvolver ainda mais a condição ideal de aplicação do EPS.
Vídeo de finalização da bolsa PIBIC
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<dc:date>2022-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>VARIABILIDADE ESPAÇO-TEMPORAL DE CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES NO ESTADO DE SANTA CATARINA UTILIZANDO IMAGENS DE SATÉLITE</title>
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<name>Borth, Rafaela Chiminelli</name>
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<updated>2022-09-18T22:54:37Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">VARIABILIDADE ESPAÇO-TEMPORAL DE CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES NO ESTADO DE SANTA CATARINA UTILIZANDO IMAGENS DE SATÉLITE
Borth, Rafaela Chiminelli
Este trabalho tem como objetivo avaliar a variabilidade espaço-temporal da concentração de poluentes atmosféricos no estado de Santa Catarina, utilizando dados da estação de monitoramento da Universidade Federal de Santa Catarina. O projeto de monitoramento de MP10 atmosférico iniciou-se em 2012 no Laboratório de Controle de Qualidade do ar - UFSC. Nestes sete anos foi montado uma base de dados da concentração do referido poluente no Campus da UFSC, tratando-se de uma das únicas fontes de informações sobre estas questões no estado. Estudos em grandes centros urbanos, mostram claramente que a presença de outros poluentes, como o ozônio (O3), monóxido de carbono (CO) e dióxido de nitrogênio (NO2) pode causar danos nocivos na saúde, economia e meio ambiente. Este estudo visa expandir as análises previamente realizadas, com a inclusão de dados de concentrações de poluentes provenientes de produtos do satélite Sentinel-5 e MERRA-2. A análise dos dados de satélite possibilitaram avaliar a variabilidade espaço-temporal das concentrações de material particulado, e sua eficiência no monitoramento de poluentes, visto a escassez de estações no estado. Concluiu-se que os estudos da qualidade do ar pouco exploram o uso de dados de satélite para monitoramento de poluentes, principalmente pela escassez e má distribuição de estações, dificultando o estudo de correlação dos dados. Entretanto, essa linha de pesquisa pode ser fator determinante tanto no maior entendimento sobre o comportamento dos poluentes no espaço, como incentivo na construção de novas estações e controle nas cidades.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da influência da atividade microbiana no meio filtrante de filtros lentos e filtros lentos sanduiche</title>
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<name>Koerig, Larissa Lis do Amparo</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239528</id>
<updated>2022-09-15T14:08:32Z</updated>
<published>2022-08-31T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da influência da atividade microbiana no meio filtrante de filtros lentos e filtros lentos sanduiche
Koerig, Larissa Lis do Amparo
A filtração lenta é uma tecnologia consolidada como uma alternativa simples para o tratamento de água de abastecimento, devido a sua facilidade de construção e manutenção, podendo ser aplicada em escalas comunitárias e domiciliares. A retrolavagem vem se apresentando como uma boa alternativa para a limpeza de filtros lentos, apresentando bons resultados em pequena escala.  Para a realização deste estudo dois sistemas de filtração lenta retrolavável foram avaliados. Um sistema de camada filtrante simples, com aeia, e um de camada filtrante dupla, com areia e antracito. Para o sistema de camada simples, um sistema com colunas de filtração lenta foi estudado, com diferentes concepções de operação, alimentado com a água do Centro de Convivência da UFSC. O meio filtrante foi analisado antes e após as limpezas para obter um panorama do desenvolvimento da biomassa. Inicialmente foram realizadas análises para caracterizar o funcionamento dos filtros, diariamente analisaram-se cor aparente, turbidez, oxigênio dissolvido, temperatura e perda de carga, e semanalmente cor verdadeira, pH, condutividade, absorbância a 254 nm, clorofila-a, coliformes totais e E. coli. Observou-se que os filtros tiveram comportamento aceitável em termos de qualidade do filtrado durante a operação. Observou-se também que o filtro apresentou comportamentos semelhantes com remoção de aproximadamente 80% para turbidez e 70% para cor aparente. E para o sistema de dupla camada, desenvolveu o filtro piloto e analisou a expansão do meio filtrante para diferentes velocidades de aproximação da água. O qual em 40% de expansão do meio filtrante apresentou resultados satisfatórios para fluidificação total do leito.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental
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<dc:date>2022-08-31T00:00:00Z</dc:date>
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