<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Geociências</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238222" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238222</id>
<updated>2026-05-01T00:34:19Z</updated>
<dc:date>2026-05-01T00:34:19Z</dc:date>
<entry>
<title>Dinâmica atmosférica e variabilidade pluviométrica associada às teleconexões climáticas na Região Sul do Brasil</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239899" rel="alternate"/>
<author>
<name>Gonçalves, Pedro Henrique Ribeiro</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239899</id>
<updated>2022-09-22T19:48:26Z</updated>
<published>2022-09-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Dinâmica atmosférica e variabilidade pluviométrica associada às teleconexões climáticas na Região Sul do Brasil
Gonçalves, Pedro Henrique Ribeiro
O presente projeto tem como objetivo compreender o regime pluviométrico no Sul do Brasil, levando em conta a influência dos sistemas atmosféricos na circulação regional. Nesse sentido, recorreu-se a uma revisão bibliográfica sobre o clima da Região. Foram realizadas reuniões, semanalmente, com o orientador a respeito do projeto. Após ser dado andamento na parte de revisão, iniciou-se a etapa de geoprocessamento, utilizando a plataforma Google Earth Engine, com o objetivo de produzir uma síntese do NDVI da Região. Trabalhou-se com o ano de 2020. Não foi possível produzir uma síntese histórica do NDVI, pois houve carência de um computador realmente potente para isso. A partir destes, foi feita uma análise com base nas bibliografias lidas, visando encontrar os padrões da distribuição da precipitação pluvial na Região Sul. Concluiu-se que, anualmente, ocorre uma boa distribuição e quantidade de chuva no território sulista, o que se explica pela atuação constante da Frente Polar. Todavia, são encontradas algumas áreas com características peculiares, onde, pelo fator latitude e(ou) altitude, acabam apresentando regime pluviométrico específico. Dentre estas localidades, pode-se destacar o Litoral, o Norte do Paraná, a porção meridional do Rio Grande do Sul e o Planalto. No Litoral, a latitude, é fundamental para se compreender os NDVIs registrados ao longo do ano – a frequência das precipitações é maior em direção ao polo Sul. O Norte do território paranaense, por ser tropicalizado, apresenta um mês seco, mas também um mês com uma quantidade superior de chuva – no caso do ano de 2020, abril e fevereiro, respectivamente. O Sul do território sul-rio-grandense apresenta índices medianos de NDVI ao longo do ano, muito por conta do fator latitude, mas também pelo contraste das correntes frias de Sul e as correntes de noroeste nesta área. O Planalto é a região onde se verifica os maiores índices de precipitação, ainda que estes não sejam frequentes, pelo fator orográfico
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Geografia.
</summary>
<dc:date>2022-09-22T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>A contribuição das geografias feministas latino-americanas para os estudos migratórios: etapa 2 - revistas de estrato A1 e A2 Qualis/Capes</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239613" rel="alternate"/>
<author>
<name>Garcia, Mateus Alves</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239613</id>
<updated>2022-09-16T16:17:06Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A contribuição das geografias feministas latino-americanas para os estudos migratórios: etapa 2 - revistas de estrato A1 e A2 Qualis/Capes
Garcia, Mateus Alves
Este trabalho dá continuidade à pesquisa intitulada: “A contribuição das geografias feministas latino-americanas para os estudos migratórios”, e tem como objetivo compreender como têm se estabelecido os debates acerca da construção do pensamento das geografias feministas latino-americanas e suas interfaces com os estudos migratórios. Nesta etapa da pesquisa, o foco foram as revistas do estrato A1 e A2 Qualis/Capes da área da Geografia. Os procedimentos metodológicos foram: i) sistematização de artigos publicados nas revistas de estrato A1, que são: Boletim Goiano de Geografia, Mercator, Sociedade e Natureza e GeoUsp; e as revistas: Geographya, RAEGA, Revista do Departamento de Geografia da USP, Revista Nera UNESP, Confins, Ateliê Geográfico, Caminhos de Geografia e Revista da ANPEGE, que pertencem  ao estrato A2; e ii) revisão bibliográfica com base na sistematização realizada, com o objetivo de identificar as populações pesquisadas, suas trajetórias migratórias e contribuições e avanços dessa abordagem e pesquisa nas revistas brasileiras de geografia. Os resultados esperados são de contribuir com os debates contemporâneos acerca das migrações, considerando a perspectiva das geografias feministas.
Iniciação Científica - PIBIC
</summary>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Práticas Espaciais e Planejamento Insurgentes - Estudo da Região Conurbada de Florianópolis: Práticas espaciais insurgentes em espaços convidados</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239531" rel="alternate"/>
<author>
<name>Paludo, Fernando Stefanel</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239531</id>
<updated>2022-09-15T14:08:42Z</updated>
<published>2022-09-15T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Práticas Espaciais e Planejamento Insurgentes - Estudo da Região Conurbada de Florianópolis: Práticas espaciais insurgentes em espaços convidados
Paludo, Fernando Stefanel
Há praticamente dez anos o Laboratório Cidade e Sociedade tem estudado questões relacionadas à participação em políticas urbanas, mas sempre a partir da ótica do planejamento formal. As pesquisas realizadas mostraram que, ao lado das práticas institucionalizadas, outras práticas espaciais paralelas ao planejamento institucionalizado se apresentaram. Verificou-se que, quando as condições institucionais para participar são restringidas, grupos sociais podem buscar essa participação de forma transgressora, procurando pressionar os governantes a escutá-los. Para que isso aconteça, são desenvolvidas práticas insurgentes, a saber: ações que transgridem os códigos jurídicos para defender direitos. Estas utopias anseiam o direito a participar no desenvolvimento de uma cidade diferente. As práticas podem acontecer de forma autônoma, fora da institucionalidade (práticas em espaços inventados) ou dentro de organismos do próprio estado (práticas em espaços convidados). O objetivo desta pesquisa PIBIC foi a de estudar a possibilidade de práticas espaciais insurgentes em espaços convidados em Florianópolis e para isto foram estudados alguns conselhos setorais de direitos. A metodologia consistiu na revisão da literatura; no levantamento e seleção de Conselhos Setoriais de Florianópolis; na aplicação de questionários preliminares e na entrevista com conselheiros selecinados; na análise dos questionários e entrevistas e na redação de relatório final. Não foram identificadas práticas espaciais insurgentes, mas foi possível concluir que os Conselhos Setoriais limitam as possibilidades de práticas insurgentes, pois são dominados pelo poder hegemônico, e possuem pouca autonomia, dificultando a atuação contra-hegemônica.
</summary>
<dc:date>2022-09-15T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>A organização dos principais portos em movimentação no Brasil e no mundo: das hinterlândias portuárias às relações com a mundialização da economia</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239324" rel="alternate"/>
<author>
<name>Paula, Joana Coutinho Werneck de</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239324</id>
<updated>2022-09-15T11:32:20Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A organização dos principais portos em movimentação no Brasil e no mundo: das hinterlândias portuárias às relações com a mundialização da economia
Paula, Joana Coutinho Werneck de
Esta pesquisa possui como objetivo uma análise histórico-geográfica das hidrovias existentes no território brasileiro. Parte-se de sua origem, ou seja, do período colonial, chegando-se até os dias atuais. Buscamos elencar as especficidades das principais alterações no setor, bem como as inovações absorvidas no país pelo modal aquaviário. Anali-sa o seu nível de importância para a economia e para o comércio nacional, interligado ao mercado internacional. Desse modo, se aborda um pensamento crítico pautado nas políticas utilizadas que foram e continuam sendo utilizadas para a melhoria da infraestrutura nos setores em que englobam esse transporte.  A metodologia utilizada tem como base a pesquisa biliográfica, levantamento de dados, análise de material ténicos (relatórios), bibliografica especializada na temática, bem como consulta em órgãos públicos (Antaq e IBGE, especialmente). Para auxiliar e ilustrar os resultados obtidos pela pesquisa, foram produzidos/classificiados gráficos, tabelas e mapas relevantes. A fundamentação teórica tem como base o materialismmo histórico-geográfico, pois permite investigar o processo de constante modificação do objeto investigado. Ou seja, permite investigar a constituição histórico-geográfica de determinado espaço para a realização de avaliações quanto as formas e funções do presente.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Departamento de Geociências.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.
</summary>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
