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<title>Departamento de Geologia</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:25Z</updated>
<dc:date>2026-05-01T00:34:25Z</dc:date>
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<title>Interrelação textural entre os sedimentos dos depósitos marinho praial e eólico holocênicos da planície costeira de Santa Catarina, Brasil</title>
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<name>Schmitz, Augusto Dietrich</name>
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<updated>2022-10-05T11:49:43Z</updated>
<published>2022-10-05T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Interrelação textural entre os sedimentos dos depósitos marinho praial e eólico holocênicos da planície costeira de Santa Catarina, Brasil
Schmitz, Augusto Dietrich
O presente trabalho relaciona a variabilidade textural do depósito marinho praial e depósito eólico ao longo do litoral de Santa Catarina, comparando os diferentes parâmetros estatísticos média, desvio padrão, assimetria e curtose. As amostras representam dados secundários obtidos em trabalhos anteriores e sintetizadas em cinco planilhas dos setores Sul, Centro-sul, Central, Centro-norte e Norte da zona litorânea catarinense. Dessa forma, cada amostra do depósito marinho praial possui pelo menos um correspondente para o depósito eólico. O banco de dados utilizado na pesquisa é composto de 242 amostras, sendo 70 amostras do depósito marinho praial e 172 amostras do depósito eólico. Os resultados obtidos mostraram que há uma homogeneidade granulométrica maior dos sedimentos nos setores Sul e Centro-sul, caracterizado por uma maturidade textural maior para o depósito eólico. Já, para os demais setores, as variações entre os diferentes parâmetros estatísticos são mais discrepantes, com depósitos eólicos que nem sempre apresentam uma maior maturidade textural. Ao longo de todo litoral, o depósito eólico apresentou, em média, areia fina moderadamente bem selecionada, enquanto o depósito marinho praial apresentou areia média bem selecionada.
Iniciação científica.
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<dc:date>2022-10-05T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Modelagem direta de perfis magnetométricos: Aplicação a diques máficos da costa de Santa Catarina</title>
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<name>Rutsatz, Caetano</name>
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<updated>2022-09-15T13:06:16Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Modelagem direta de perfis magnetométricos: Aplicação a diques máficos da costa de Santa Catarina
Rutsatz, Caetano
O Enxame de Diques de Florianópolis faz parte da Província Magmática do Paraná (PMP), sendo que esses eventos têm relação com a abertura do oceano Atlântico Sul. Estudos paleomagnéticos e geocronológicos sugerem os Diques de Florianópolis como um evento mais recente aos derrames da PMP, porém idade U-Pb recente para um dique da área continental, indica a mesma idade para as intrusivas e extrusivas. O Enxame de Diques Florianópolis está exposto ao longo da região costeira de Santa Catarina, principalmente ao sul de Florianópolis, ocorrendo como abundantes diques de diabásio com tendência NNE. Os diques cruzam verticalmente ou sub-verticalmente o embasamento granítico, e tendem principalmente N30-55°E.&#13;
O objetivo deste trabalho é investigar os diques máficos do Enxame Florianópolis através da modelagem direta de perfis magnetométricos. A metodologia desenvolvida consistiu em: Pesquisa bibliográfica, Definição do algoritmo, Levantamentos Magnetométricos, Aquisição dos dados, Processamento dos dados e Modelagem Direta. Como resultados, a pesquisa desenvolvou um código escrito em linguagem matlab para cálculo do campo magnético local em cada ponto do perfil magnetométrico realizado.&#13;
A modelagem direta de dados magnéticos dos diques da margem continental de Santa Catarina mostrou resultados satisfatórios, corroborando a hipótese de Caminha-Maciel et al (2017), de que os diques são rasos e truncados, sem continuidade regular na região dos campos de dunas. São recomendadas novas pesquisas com dados obtidos em levantamentos magnetométricos terrestres, abrangendo uma maior área e – se possível – a aplicação de uma malha regular para realizar modelagens diretas em 3D.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Arquitetura deposicional de sistemas flúvio-eólicos: implicações para a paleoclimatologia, Formação Rio do Rasto, Bacia do Paraná</title>
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<name>Ferrari, Lorenza Augusta Belitzki</name>
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<updated>2022-09-14T22:03:09Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Arquitetura deposicional de sistemas flúvio-eólicos: implicações para a paleoclimatologia, Formação Rio do Rasto, Bacia do Paraná
Ferrari, Lorenza Augusta Belitzki
Os últimos ciclos deposicionais relativos ao Permiano da Bacia Sedimentar do Paraná são registrados pelo Membro Morro Pelado, Formação Rio do Rasto. Este intervalo captura importantes variações e interações entre os subambientes do período, levantando o questionamento de quais eram os fatores controladores de tais mudanças. Se trata de variações de subambientes continentais – eólicos, fluviais distributivos, lacustres – dentro de um grande sistema árido/desértico, variações estas que majoritariamente foram provocadas por fatores alocíclicos associados a mudanças climáticas e atividade tectônica. Ademais, esta sucessão sedimentar precede a discordância Eotriássica, conhecida por ser o marco temporal da grande extinção em massa que dizimou a vida na Terra, interpretada desta forma em diversas bacias sedimentares ao redor do mundo. Para o Membro Morro Pelado, aflorante na BR-470 ao norte dos munícipios de Otacílio Costa, Ponte Alta e Lages, SC, foi elaborado um fotomosaico cujas imagens foram obtidas utilizando drone e levantado sua respectiva seção colunar, onde foram caracterizadas onze litofácies sedimentares e nove elementos arquiteturais. Os elementos arquiteturais e suas respectivas fácies são: Lençol de Areia Eólico – LAE, fácies Sl(e); Canal Fluvial – CF, fácies St; Canal Distributário – CD, fácies St e Sh; Planície Interdistributária – PI, fácies Fm, Fl e Hl; Lobo Terminal – LT, fácies Fm, Fl, Hl, Hw, Hf, Sr; Lago Efêmero – LE, fácies Fl; Pró-Delta – PD, fácies Fl, Frente Deltaica – FD, fácies Hf, Sl, Sr; e Frente Deltaica Distal – FDD, fácies Fl e Sr.   Identificar, interpretar e compreender os padrões deposicionais controlados pela climatologia em tempos pretéritos permite prever o comportamento de análogos atuais e os reflexos destas alterações e vice-versa, além de contribuir com mais uma peça para o grande quebra-cabeça geológico que é o Planeta Terra.
Iniciação Científica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Geologia.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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