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<title>Departamento de Oceanografia</title>
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<updated>2026-04-30T13:08:11Z</updated>
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<title>Processo de eutrofização e acidificação em uma laguna subtropical: Lagoa da Conceição em Florianópolis, SC</title>
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<name>Rodrigues, Luana dos Santos</name>
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<updated>2022-09-20T12:40:40Z</updated>
<published>2022-09-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Processo de eutrofização e acidificação em uma laguna subtropical: Lagoa da Conceição em Florianópolis, SC
Rodrigues, Luana dos Santos
O objetivo deste trabalho foi avaliar o processo de eutrofização e acidificação da LC, para compreender o impacto do rompimento da lagoa de evapoinfiltração da CASAN (LEI-CASAN) que levou toneladas de nutrientes e matéria orgânica para a Lagoa da Conceição, promovendo uma crise distrófica (zona morta e mortalidade de organismos marinhos). Além do grande impacto social e econômico gerado a toda comunidade dependente desse ecossistema.
Iniciação Científica
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<dc:date>2022-09-20T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise da circulação costeira utilizando imageamento através de celular</title>
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<name>Freire, Gabriela Figueiredo</name>
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<updated>2022-09-15T10:50:57Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise da circulação costeira utilizando imageamento através de celular
Freire, Gabriela Figueiredo
As praias são sistemas complexos e dinâmicos que sofrem influência de fatores como o ângulo de incidência e altura de ondas, variações de nível e batimetria da ante-praia, gerando uma variedade de subprocessos, dentre eles as correntes costeiras. As correntes costeiras em praias oceânicas podem apresentar padrões de circulação diversos que são identificados por: correntes de retorno, relacionadas a canais com fluxos perpendiculares à linha de costa, fluindo para além da zona de surf; correntes longitudinais, relacionadas a formação de bancos e cavas; e até mesmo vórtices. Estudar estas variações morfodinâmicas é de grande importância para um convívio mais conveniente sobre o ambiente praial, como base para uma adequada gestão costeira. Quanto à medição das correntes, derivadores, sensores eletromagnéticos e perfiladores acústicos do tipo Doppler, têm sido os métodos mais comumente empregados para o estudo das correntes de retorno há muitas décadas. Entretanto, esses métodos possuem limitações logísticas, financeiras e de cobertura espacial e temporal de operacionalização. Por sua vez, o sensoriamento remoto tem se destacado explorando sinais ópticos, buscando reconhecer o quão variável é a dinâmica costeira monitorando-a a fim de caracterizá-la minuciosamente através de características visíveis. É nesse contexto que o presente trabalho tem como objetivo investigar a relação entre a morfologia, as condições hidrodinâmicas e os padrões de circulação costeira locais próximo a Ponta das Aranhas no extremo norte da praia do Moçambique, Florianópolis, Santa Catarina, nos dias 04 de fevereiro e 08 de abril de 2022, utilizando imageamento costeiro a partir de imagens de uma câmera de celular. A Ponta das Aranhas fica localizada na porção norte da praia do Moçambique, região que pode ser classificada como uma praia oceânica aberta, apresentando características predominantes de praia intermediária com tendências dissipativas e presença de múltiplos bancos. A coleta de dados foi realizada com a câmera de um celular, tendo uma resolução de imagem em 4K (2.160 x 3.840 pixels), posicionado em um totem fixo do CoastSnap no costão norte da praia (27°28’50’’S , 48°22’48’’O), a uma elevação de 25,33 metros. Nesta estação foram capturados 5 vídeos, em cada dia, com duração de aproximadamente 17 minutos. Os vídeos foram posteriormente processados, gerando imagens de longa exposição, onde as características morfológicas se tornam evidentes. Em seguida, ocorreu o processo do cálculo da velocidade do fluxo das correntes, sobre as médias móveis de cada vídeo, através do método Particle Image Velocimetry (PIV) na ferramenta PIVLab, sobre a qual foram calculados os campos vetoriais de velocidade e suas médias para todos os vídeos, aplicando gradientes de magnitude de velocidade, onde são evidenciados os processos dinâmicos. Na análise das imagens processadas foi possível identificar as diferenças de velocidade em cada região da imagem, e relacioná-las aos elementos morfológicos, sendo possível, inclusive, observar como essa relação se alterava diante das variações de maré e altura das ondas ao longo do tempo estudado. Adicionalmente, foi possível estabelecer relações entre a morfologia e os padrões de circulação presentes na zona costeira.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Pellets em praias: ferramentas para avaliar tempo de permanência.</title>
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<name>Bozzetto, Juana Gerevini</name>
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<updated>2022-09-15T10:30:46Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Pellets em praias: ferramentas para avaliar tempo de permanência.
Bozzetto, Juana Gerevini
As resinas termoplásticas de pré-produção (pellets) são uma importante fonte de poluição microplástica nos ecossistemas marinhos e costeiros devido a perdas principalmente durante os processos de produção e transporte destes materiais. Há muita preocupação sobre os efeitos nocivos dos microplásticos para os organismos marinhos devido aos seus comportamentos no ambiente aquático. No momento que adentram no ambiente marinho os pellets começam a sofrer foto-oxidação e erosão, tornando-se amarelados. O grau de amarelamento infere sobre o tempo de residência do pellet no ambiente, auxiliando em estudos sobre toxicidade, fontes e o papel dos microplásticos como ameaças à saúde humana e à biota. O objetivo deste trabalho é propor uma nova metodologia para a avaliação de forma automatizada do grau de amarelamento em pellets através da escala de cores RGB. Foram analisadas 226 fotografias de pellets, de onde foram extraídos os valores de RGB da cor dominante na imagem. A partir de pellets referência foram criadas duas propostas de intervalos para a classificação do amarelamento, uma utilizando a banda B (azul), e outra utilizando as bandas B e R (vermelho). Estas classificações foram comparadas com dados de classificação visual das mesmas imagens avaliadas, e os resultados mostraram uma baixa eficiência dos intervalos criados (51,77% para banda B e 50,44% para as bandas B e R). Os resultados demonstraram que as propostas classificavam bem as classes com baixo grau de amarelamento, nulo (70,31%) e baixo (72,37%), não conseguiam classificar o amarelamento moderado (0%) e para o amarelamento alto e muito alto ocorria sobreposição dos dados quando avaliado apenas com a banda azul (44,74% alto e 0% muito alto), e quando adicionou-se a banda vermelha a sobreposição diminuiu (31,58% alto e 38,46% muito alto). Para trabalhos futuros se propõe que seja utilizada a abordagem computacional de machine learning.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Variação sazonal da estrutura trófica do plâncton em águas rasas subtropicais (REBIO Arvoredo)</title>
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<name>Silveira, Gabriela Rodrigues</name>
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<updated>2022-09-12T11:14:03Z</updated>
<published>2022-09-09T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Variação sazonal da estrutura trófica do plâncton em águas rasas subtropicais (REBIO Arvoredo)
Silveira, Gabriela Rodrigues
O plâncton é uma forma de vida que agrupa organismos aquáticos que são transportados passivamente pelas correntes, ou seja, seu movimento não é forte o suficiente para vencê-las. Eles possuem importância na área da economia e biodiversidade, entre outras, por serem um elo trófico com animais de grande porte e recursos pesqueiros. Este trabalho abordou o bacterioplâncton, fitoplâncton, ciliados e mesozooplâncton, que foram classificados para o estudo da estrutura trófica do plâncton entre autotrófico, heterotrófico e mixotrófico e em alguns casos, de maneira mais específica, como bacterívoros, carnívoros, detritívoros, herbívoros e onívoros. A Reserva Biológica Marinha do Arvoredo (REBIO Arvoredo) é uma unidade de conservação de proteção integral localizada na plataforma continental sudeste brasileira e inclui quatro ilhas, entre elas, a Ilha do Arvoredo. O objetivo do trabalho foi caracterizar a estrutura trófica planctônica na região da reserva biológica marinha e entorno, usando os registros de dados de plâncton e parâmetros ambientais. A maioria dos dados foi fornecida pelo projeto MAArE. As amostragens foram realizadas em fevereiro e agosto de 2016 com garrafas de Van Dorn e redes de plâncton. Para os parâmetros ambientais, registrados com CTD e/ou analisados quimicamente, foi realizada uma Análise de Componentes Principais (PCA) a fim de descrever as variações espaço-temporais das condições oceanográficas. Para identificação do plâncton, foi utilizado sequenciamento de DNA para o bacterioplâncton, microscópio invertido para fitoplâncton e ciliados e microscópio estereoscópio para o mesozooplâncton, e, a partir desses dados, foram gerados gráficos de abundância relativa e total. A Análise Multifatorial (MFA) foi realizada para o fitoplâncton, ciliados e mesozooplâncton, com objetivo de explorar as relações entre os grupos tróficos do plâncton e os parâmetros ambientais. A temperatura indica ser o parâmetro ambiental responsável por provocar o agrupamento do plâncton em três estruturas tróficas: verão, inverno e comum nos dois períodos do ano. Na estrutura trófica de verão, as altas temperaturas favorecem as diatomáceas, já o grupo trófico Copepoda carnívoro parece ser o principal predador de ciliados onívoros, estes últimos, junto de Larvacea, podem utilizar bactérias como recurso alimentar. No inverno, as águas são ricas em silicato e clorofila-a, Cladocera se alimenta de dinoflagelados e ciliados mixotróficos e Chaetognatha se alimenta de Copepoda onívoro, que, por sua vez, provavelmente se alimenta de ciliados bacterívoros e mixotróficos, os quais podem se alimentar de bactérias. Na situação comum nos dois períodos do ano, complementar às outras cadeias alimentares,  Copepoda onívoro-herbívoro parecem ser organismos mais generalistas, sendo importante tanto no verão como no inverno. Em todas as estruturas tróficas foi constatada a possibilidade de existir alça microbiana, com participação dos filos Proteobacteria e Cyanobacteria. O trabalho concluiu que o principal fator que agrupou as estruturas tróficas foi a temperatura, que juntamente com outras características das massas d’ água, modificou a abundância e composição do plâncton.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Físicas e Matemáticas&#13;
Andrea Santarosa Freire
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<dc:date>2022-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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