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<title>Araranguá - Departamento de Ciências da Saúde (DCS)</title>
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<updated>2026-04-30T23:16:14Z</updated>
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<title>Avaliação das Disfunções do Assoalho Pélvico no Município de Araranguá/SC</title>
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<name>Silva, Letícia Aparecida da</name>
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<updated>2023-09-18T09:52:54Z</updated>
<published>2023-09-17T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação das Disfunções do Assoalho Pélvico no Município de Araranguá/SC
Silva, Letícia Aparecida da
Introdução: Disfunção do assoalho pélvico (DAP) é um termo amplo, usado para descrever condições clínicas causadas por lesão, disfunção e degeneração das estruturas do assoalho pélvico. Sua incidência varia na literatura, entretanto, sabe-se que são mais frequentes no sexo feminino e afetam negativamente a qualidade de vida, ocasionando diminuição nas relações sociais, isolamento social, depressão, inatividade física e incapacidade funcional. No Brasil e na Região Sul, inexistem estudos epidemiológicos sobre a prevalência de DAP e seus fatores associados. O objetivo do estudo foi analisar a prevalência de DAP e os fatores associados em mulheres residentes no município de Araranguá/SC. Métodos: Trata-se de um estudo transversal e com abordagem quantitativa, realizado com mulheres maiores de 18 anos de idade, residentes no município de Araranguá/SC. A amostra foi recrutada em diferentes ambientes para atingir a maior variedade possível de mulheres como, por exemplo, saídas de postos de saúde, grupos de convívio e academias de ginástica onde as potenciais participantes foram abordadas na rua via folder. Os critérios de exclusão foram: sintomas de infecção urinária na última semana, acamadas e baixa capacidade cognitiva. Os instrumentos utilizados no estudo: (1) ficha de caracterização da amostra, que avaliará dados sociodemográficos, critérios de inclusão e exclusão do estudo e fatores associados às DAP; (2) Mini Exame do Estado Mental para realizar o rastreio cognitivo da participante; (3) Questionário Pelvic Floor Disability Index para avaliar disfunções anorretais, pélvicas e urinárias; Todos os instrumentos foram aplicados em forma de entrevista individual. Os dados foram tratados por meio de estatística descritiva e inferencial, com nível de significância de 5%. Resultados: Participaram do estudo 64 mulheres com média de idade de 47,50 anos. A prevalência de DAP na amostra foi de 92%. Entre os fatores associados analisados no estudo, destacou-se o avanço da idade em que mulheres com DAP apresentaram média de 48,7 anos (±16,77) e mulheres sem DAP apresentaram média de 32,4 anos (±12,22). Conclusão: Observou-se uma alta prevalência de DAP entre as mulheres residentes em Araranguá/SC e o principal fator de risco foi o avanço da idade.
Iniciação Científica
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<dc:date>2023-09-17T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os mecanismos neurobiológiocos do polimento em um modelo animal de polimento de treinamento resistido</title>
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<name>Caetano, Fernanda Daminelli</name>
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<updated>2023-09-11T01:47:39Z</updated>
<published>2023-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Os mecanismos neurobiológiocos do polimento em um modelo animal de polimento de treinamento resistido
Caetano, Fernanda Daminelli
Nos esportes de elite, reduzir a carga de treinamento antes de uma grande competição é uma estratégia comum para obter uma melhora pico de desempenho do atleta. O treinamento que foi realizado ao longo do período de preparação é polido na etapa pré-competição para que os atletas “brilhem” nas competições. O polimento (do inglês tapering) é essa redução  na carga de treinamento, com o propósito de reduzir a fadiga acumulada e maximizar as adaptações fisiológicas e psicológicas, e consequentemente, aumentar o desempenho esportivo dos atletas. Há mais de duas décadas esse tema tem sido amplamente investigado em diversas modalidades esportivas. Entretanto, desconhecia-se a existência de estudos em modelo animal que mimetizasse um protocolo de treinamento atlético com características de polimento. O presente relatório apresenta os resultados do trabalho realizado com a bolsista de inciação científica Fernanda com o objetivo de aperfeiçoar os estudos que avaliam os mecanismos neurobiológicos do polimento em modelo animal de exercício físico de força, a fim de esclarecer os mecanismos que ocasionam a melhora no desempenho esportivo. O projeto foi realizado no Laboratório de Biologia do Exercício (Labioex/UFSC), com objetivo de investigar a relação da fadiga (objeto de estudo do LABIOEX) com diferentes cargas e o desempenho em um modelo animal de exercício resistido. Camundongos suíços machos com seis semanas de idades foram aleatoriamente divididos em grupo exercício, submetido a um protocolo de treinamento resistido na escada vertical, e grupo controle, sedentário. Os animais exercitados foram submetidos ao treinamento com cargas progressivas e por fim, uma redução na carga de treinamento. Realizou-se diversos experimentos na tentativa de aprimorar o modelo de animal de treinamento resistido para essa linhagem. Por fim, verificou-se que 4 semanas de treinamento resistido é o tempo ideal para esse protocolo, que os animais apresentem sinais físicos e redução de desempenho compatíveis com fadiga.  Ao término da quarta semana, os animais exercitados foram aleatoriamente divididos em grupo de fortalecimento, cuja carga de treino na 5º semana continuou a ser progressiva, e grupo polimento, submetido a uma redução no volume de treinamento na última semana do protocolo. Os animais do grupo polimento obtiveram melhores resultados no desempenho físico que os do grupo fortalecimento.
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Impacto de um programa de reabilitação pulmonar em pacientes sobreviventes da síndrome respiratória aguda grave (srag)</title>
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<name>Panisson, Camila Mascarelo</name>
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<updated>2023-09-11T01:43:49Z</updated>
<published>2023-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Impacto de um programa de reabilitação pulmonar em pacientes sobreviventes da síndrome respiratória aguda grave (srag)
Panisson, Camila Mascarelo
Introdução: A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é um problema grave de saúde, que com frequência necessita de tratamento hospitalar e gera sequelas que podem persistir por um longo período de tempo. Objetivo: Investigar a funcionalidade de indivíduos sobreviventes da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Método: Trata-se de um relato de casos realizado no período de agosto de 2022 a julho de 2023 com indivíduos com SRAG que foram hospitalizados. Foram incluídos no estudo indivíduos de ambos os sexos, com diagnóstico de SRAG, que concordaram com o Termo de Consentimento Livre Esclarecido. Foram excluídos indivíduos com doenças cardíacas moderadas ou graves (NYHA III ou IV), doenças neurológicas ou osteomioarticulares Para avaliar a deficiência e incapacidade (funcionalidade) foram utilizados os componentes função e atividades e participação  do core set para condição cardiopulmonar pós-aguda, respectivamente. O nível de deficiência/incapacidade foi pontuado de de 0 a 4 (nenhuma, leve, moderada, grave e completa, respectivamente)  Nos fatores ambientais a pontuação variou de +4 (facilitadores) a -4 (barreiras), As variáveis foram relatadas de forma descritiva com frequência absoluta e relativa. Resultados: Foram incluídos no estudo dois participantes, ambos eram do sexo masculino, precisaram de tratamento de Unidade de Terapia Intensiva e apresentam obesidade grau II. Ambos os participantes apresentaram deficiência moderada nas funções do sono(b134), emoções(b152) e deficiência grave nas funções de manutenção do índice de massa corporal(b530) e nos cuidados com a saúde(b570). Verificou-se também deficiência  moderada no participante 1 nas funções de dor(b280), voz(b310) e pressão arterial(b420). Já o participante 2 apresentou deficiência moderada em relação a memória(b144), estresse(b240) e incapacidade para deslocar-se por diferentes locais(d460). Além disso, o participante 2 apresentou deficiência   nos códigos b280, b460, b530, d570 e incapacidade na participação da vida comunitária(d910), ambos de nível grave. Em relação aos fatores ambientais, ambos os participantes consideram como barreiras os produtos de consumo pessoal(e110) e as tecnologias de comunicação(e125). O participante 1 também considerou como barreiras os fatores relacionados ao clima(e225), família(e310), amigos(e320) e saúde(e580). Conclusão: Os participantes eram do sexo masculino, apresentam obesidade grau II e precisaram de tratamento em Unidade de Terapia Intensiva. Em relação a funcionalidade, ambos os participantes apresentaram alterações nas funções relacionadas ao sono, emoção, manutenção do índice de massa corporal e cuidados com a saúde. O participante 1 também apresentou alterações  nas funções relacionadas a sensação de dor, voz e pressão arterial. Já o participante 2 apresentou alterações da função de memória, dispneia, fadiga, estresse, dificuldade em deslocar-se para diferentes locais e participar da vida comunitária.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências, Tecnologia e Saúde (CTS).    Departamento de Ciências da Saúde (DCS)
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A reabilitação pulmonar pode aumentar a mobilidade diafragmática em sobreviventes da síndrome respiratória aguda grave (SRAG)?</title>
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<name>Coelho, Luiza Tiscoski</name>
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<name>Bittencourt, Pamela Selau</name>
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<name>Amaral, Lívia Arcêncio do</name>
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<updated>2023-09-11T01:34:10Z</updated>
<published>2023-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A reabilitação pulmonar pode aumentar a mobilidade diafragmática em sobreviventes da síndrome respiratória aguda grave (SRAG)?
Coelho, Luiza Tiscoski; Toretti, Ingrid; Bittencourt, Pamela Selau; Hauck, Melina; Lima, Kelly Mônica Marinho e; Amaral, Lívia Arcêncio do
Introdução: A Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) é uma doença pulmonar, que se caracteriza pelo aumento da permeabilidade vascular pulmonar e do espaço morto alveolar e é a principal causa de internação prolongada em unidade de terapia intensiva (UTI) e morte. A pandemia pela COVID-19 teve papel importante no aumento exponencial do número de casos da doença. Para os pacientes sobreviventes, o impacto em longo-prazo é dramático, especialmente para a função musculoesquelética, incluindo a do diafragma, atividade e participação social. Nesse contexto, a investigação de estratégias de reabilitação para essa população é essencial. O objetivo deste trabalho foi investigar o impacto de um programa de reabilitação pulmonar (RP) na função do diafragma e na capacidade funcional de pacientes sobreviventes da SDRA. Métodos: Trata-se de um estudo experimental de caso único com desenho AB, sendo A uma fase de baseline, com duração de três semanas, e B a fase de intervenção, com duração de oito semanas. No primeiro dia de baseline, foram aplicados um questionário sociodemográfico, clínico e antropométrico, a escala do Medical Research Council para dispneia e o Teste de Caminhada de 6 minutos (TC6’). No segundo dia, foi avaliada  função pulmonar pela espirometria e  função do diafragma, por meio de um ultrassom portátil (Mobissom, modelo MDUO). Nos outros quatro dias da fase de  baseline, foram realizados o TC6’ e a avaliação da função do diafragma. Na fase B, o paciente participou de um programa de RP, que consistiu de treinamento aeróbico em esteira e treinamento resistido para membros superiores e inferiores, duas vezes na semana por oito semanas, e nesta fase a função diafragmática e a capacidade funcional foram reavaliadas a cada duas semanas. A análise estatística dos dados da função do diafragma (mobilidade, fração e taxa de espessamento) e da capacidade funcional (distância percorrida no TC6’) foi realizada utilizando um método de banda de dois desvios-padrão, utilizando  como referência os dados da fase de baseline e uma banda de dois desvio-padrão num limite superior e  inferior.  A mudança na fase de intervenção foi considerada significativa quando dois pontos consecutivos estivessem fora dos limites da banda. Resultados:  Partcipou do estudo um  indivíduo do sexo masculino, 50 anos, IMC 38,98kg/m², fisicamente ativo, com  dispneia grau 4(MRC) e função pulmonar normal. Permaneceu internado devido à SDRA após COVID-19 por oito dias, sendo cinco em UTI. A adesão à reabilitação foi de 75%. O método de banda de dois desvios-padrão demonstrou melhora significativa da mobilidade e da  fração de espessamento do diafragma, sem alteração na distância percorrida no TC6’. Conclusão: O programa de RP melhorou a função do diafragma mesmo em um curto período de reabilitação, mas não modificou a capacidade funcional do paciente avaliado. A ampliação do número amostral será importante para melhor entendimento dos efeitos da RP nesta população.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Tecnologias e Saúde &#13;
Departamento de Ciências da Saúde
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