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<title>Coordenadoria Especial de Agronomia</title>
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<title>Nanoemulsão de macela (Achyrocline satureioides), alternativa sustentável na terapêutica da mastite bovina: estudo da atividade antimicrobiana in vitro frente a Staphylococcus aureus através de curvas de crescimento e da modulação da resistência aos antimicrobianos</title>
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<name>Pezente, Antônio Augusto Silva</name>
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<updated>2023-09-11T01:12:49Z</updated>
<published>2023-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Nanoemulsão de macela (Achyrocline satureioides), alternativa sustentável na terapêutica da mastite bovina: estudo da atividade antimicrobiana in vitro frente a Staphylococcus aureus através de curvas de crescimento e da modulação da resistência aos antimicrobianos
Pezente, Antônio Augusto Silva
A mastite bovina é a doença mais frequente dos rebanhos leiteiros com impactos negativos sobre a qualidade do leite, bem-estar dos animais, custos de produção e saúde única. Na busca por alternativas para o seu tratamento, destaca-se o uso de produtos naturais associados à nanotecnologia. Neste contexto, o grupo de pesquisa do Laboratório de Bioquímica e Produtos Naturais (LABINAT/UFSC) desenvolveu um sistema nanoestruturado contendo o extrato de macela (Achyrocline satureioides), o qual devido o caráter inovador na área veterinária, gerou um pedido de patente depositado no INPI. Desse modo, o presente projeto teve como objetivo avançar na evolução tecnológica desta nova forma farmacêutica avaliando a atividade antimicrobiana através de curvas de crescimento e o seu potencial na modulação da resistência aos antimicrobianos. Para isso, a atividade antimicrobiana da nanoemulsão de macela foi determinada através de curvas de morte bacteriana (time-kill test), em pH 7,4; 6,5 e 5,0 ao longo do tempo (24 h). Além da atividade antimicrobiana, foi determinado o efeito sinérgico da nanoemulsão de macela com antimicrobianos comerciais contra isolados de S. aureus de leite mastítico resistente a β-lactâmicos através da metodologia Checkerboard test. A concentração inibitória mínima (CIM) contra a cepa padrão S. aureus ATCC 25923, em pH 7,4; 6,0 foi 5% (v/v) da nanoemulsão de macela (equivalente a 125 μg/mL de extrato de macela nanoencapsulado) e em pH 5,0 foi 2,5% (v/v) (equivalente a 62,5 µg/mL de extrato de macela nanoencapsulado). A nanoemulsão de macela apresentou ação antimicrobiana nos pHs avaliados (7,4; 6,0 e 5,0), com a concentração de 1 CIM sendo considerada satisfatória até 8 h em pH 7,4. A concentração de 2 CIM apresentou ótima capacidade de evitar o crescimento de S. aureus ATCC 25923, ao longo de 24 h, nos pH 7,4 e 5,0, indicando que deverá ter uma boa ação intracelular, mesmo em ambientes de fagolisossomo. O teste de sinergismo mostrou que a combinação da nanoemulsão de macela com o antimicrobiano comercial teve efeito indiferente e antagônico contra as cepas em estudo. Tais resultados mostraram que o estudo das características relacionadas a atividade antimicrobiana da nanoemulsão de macela frente à S. aureus, constitui etapa importante à aplicação comercial futura como um novo produto sustentável, i.e., nanofitoterápico que poderá ser usado tanto pela produção convencional como orgânica ou agroecológica.
Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação realizado em 2022/2023
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<dc:date>2023-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da arquitetura do cacho em genótipos de videiras em diferentes altitudes</title>
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<name>Almeida, Maila Peyrot</name>
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<updated>2023-09-09T17:07:56Z</updated>
<published>2023-09-19T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da arquitetura do cacho em genótipos de videiras em diferentes altitudes
Almeida, Maila Peyrot
A viticultura de Santa Catarina desempenha importante papel social e econômico, sendo difundida no mundo inteiro. Desde o início deste século, o estado tem se destacado na produção de vinhos finos. No entanto, a alta pluviosidade da região agrava os problemas fitossanitários, que são um entrave para os cultivos de videiras. Assim, perdas significativas na produção estão atreladas a doenças, como a podridão da uva madura, que durante os anos chuvosos e elevadas temperaturas, atinge os vinhedos no sul do Brasil. Dessa forma, o objetivo deste trabalho é identificar e analisar características das bagas e as respostas diferenciais associadas a resistência à podridão da uva madura. No presente estudo, foram analisadas quatro variedades PIWI, sendo Poloskei Muskotaly, Regent, Felicia e Prior; uma de Vitis vinífera Sauvignon Blanc e uma população cultivada da espécie silvestre Vitis shuttleworthii (PI 4407), totalizando seis variedades. As amostras das variedades foram coletadas de vinhedos de duas localidades, Videira (840 m) e Curitibanos (1000 m). Para a avaliação de perfuração, foram coletadas 15 bagas aleatórias e para a firmeza da baga, foram utilizadas 10 bagas por bloco, totalizando 5 blocos para a avaliação de força para rompimento da baga (análise de compressão e elasticidade). A variedade Poloskei Muskotaly foi a mais resistente na safra de Videira, quanto a força necessária para o rompimento e força necessária para perfurar a epiderme baga, e as menos resistentes foram a Sauvignon Blanc e a PI 4407 , nos mesmos testes. Estas mesmas duas características apresentaram resultados discrepantes nas bagas colhidas em vinhedos de Curitibanos, pois as mais resistente em termos de rompimento e perfuração da epiderme baga foram as variedades Sauvignon Blanc e PI 4407 e a menos resistente, a variedade Felicia. A variedade que produziu as bagas com epiderme mais elástica foi PI 4407 quando cultivada em Videira e a menos resistente foi a Sauvignon Blanc. Com as bagas da safra de Curitibanos ocorreu o inverso. De maneira geral, as três características avaliadas, energia necessária para romper a epiderme da baga (WSK), força necessária para perfurar a epiderme da baga (FSK) e elasticidade, demonstraram que a interação genótipo x ambiente é estatisticamente significativa. Os avanços científicos obtidos serão aplicados na escolha de variedades em futuros cruzamentos e em plantios, bem como na escolha de critérios de seleção em programas de melhoramento.
Projeto de Iniciação Científica - Universidade Federal de Santa Catarina
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