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<title>Curitibanos - Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas (CBA)</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:39Z</updated>
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<title>Coliformes e resistência a antibióticos em solos e água de poços em Curitibanos.</title>
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<name>Camargo, Letícia</name>
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<updated>2023-09-11T01:42:30Z</updated>
<published>2023-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Coliformes e resistência a antibióticos em solos e água de poços em Curitibanos.
Camargo, Letícia
A resistência a antibióticos é um problema que se agravou principalmente nos últimos dois anos, devido ao uso indiscriminado desses medicamentos como parte do tratamento contra Covid-19. A disseminação dessas bactérias no ambiente ocorre em ambientes hospitalares, bem como através de alimentos, solo e água. Assim, o consumo de água não tratada, que é comum em ambientes rurais, pode acarretar na ingestão de coliformes fecais que muitas vezes são resistentes a antibióticos, gerando doenças não tratáveis e até mesmo óbitos. A ocorrência desses grupos microbianos no solo certamente contribui para contaminação dos poços, conforme já reportado em outros países, porém essa relação ainda não é estudada no Brasil até o momento. Com base nesse cenário, o objetivo do presente projeto foi estudar a ocorrência de coliformes fecais e sua resistência a antibióticos em solos e água de poços em Curitibanos – SC. As coletas foram realizadas em cinco propriedades rurais ao longo de um ano. O número de coliformes fecais no solo foi determinado por diluição seriada e plaqueamento, enquanto em amostras de água foi utilizado o método de tubos múltiplos. A resistência fenotípica a antibióticos foi determinada pela metodologia de difusão em discos, com a técnica de antibiograma. Análises estatísticas univariadas e de correlação foram conduzidas para identificar os locais e estações do ano com maiores níveis de microrganismos e também estudar a relação entre contaminação do solo e água. Todos os testes foram conduzidos a um nível de probabilidade de erro de 5%, com auxílio do software SISVAR. Os resultados obtidos mostram que as águas de poços houveram uma grande contaminação por microrganismos resistentes, o que torna assim a água impropria para o consumo humano, conforme determinado pela Portaria MS 2914/2011. Aqueles que consomem esta água tem grandes chances de desenvolver doenças, com isso acaba acontecendo uma disseminação desses microrganismos resistentes de forma descontrolada, que podem levar a doenças fatais.Em relação aos solos os resultados mostram que existem muita contaminação por E. coli, por conta dos dejetos deixados por animais ou até mesmo o descarte irregular do esgoto. Com os solos contaminados por essa bactéria, existem grande chance das pessoas que habitam por perto, utilizarem esses solos contaminados para plantações e o alimento não sendo bem lavado existe grandes chances de contrair uma doença. Os resultados revelam que os poços adjacentes ao rio Correntes, Marombas – Brunópolis e Pessegueirinho apresentaram maiores valores de coliformes. Durante o verão e inverno os isolados apresentaram resistência, sendo mais de 30% resistentes a ampicilina. A porcentagem de isolados resistentes à ciprofloxacino e tetraciclina foi muito baixa e não deferiu entre coletas. Os solos no período verão e outono os isolados apresentaram resistência, sendo mais 90% resistentes a ampicilina. E os antibióticos ciprofloxacino e tetraciclina tanto em poços quanto em solos a porcentagem de isoladores resistentes foi muito baixa. As amostras apresentaram uma grande contaminação por microrganismos resistentes à ampicilina e o consumo desta água traz grandes chances de desenvolver doenças. Em relação aos solos, percebeu-se uma grande contaminação por coliformes, colocando moradores em risco em caso de utilização desses solos para agriculturas e afins. Percebeu-se uma grande correlação entre poço e solo, mostrando que as condições do solo refletem na qualidade microbiana da água. Assim demonstrando a necessidade da adoção política de tratamento de água, visando a prevenção dos recursos hídricos em Curitibanos, SC.
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Emissão de N2O e volatilização de NH3 em milho fertilizado com diferentes fontes de N</title>
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<name>Souza, Valéria Santos</name>
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<updated>2023-09-04T16:11:34Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Emissão de N2O e volatilização de NH3 em milho fertilizado com diferentes fontes de N
Souza, Valéria Santos
O milho (Zea mays) é uma cultura com grande importância no cenário agrícola mundial &#13;
e a utilização de fertilizantes nitrogenados é indispensável para maximizar a produção. O &#13;
uso de fertilizantes nitrogenados, embora necessário, pode trazer sérios problemas &#13;
relacionados a poluição atmosférica, como a volatilização de amônia (NH3) e emissão de&#13;
óxido nitroso (N2O), além de reduzir a disponibilidade de nitrogênio (N) às culturas e a &#13;
eficiência no uso do N. O objetivo deste projeto foi quantificar as perdas de N via &#13;
volatilização de NH3 e emissão de N2O em um sistema de produção de milho fertilizado &#13;
com diferentes fontes de N, afim de identificar fontes nitrogenadas mais eficientes e &#13;
menos poluentes. O experimento de campo realizado na Fazenda Experimental da UFSC &#13;
avaliou os seguintes tratamentos: controle (C), ureia comum (UC), ureia com inibidor de &#13;
urease NBPT (UI) e nitrato de amônio (NA). A volatilização de NH3 foi quantificada por &#13;
destilação Kjeldahl após extração da NH3 capturada pelas esponjas utilizadas nas câmaras &#13;
estáticas semiabertas. A emissão de N2O foi avaliada utilizando câmaras estáticas, sendo &#13;
as amostras de ar coletadas, transferidas para frascos previamente evacuados e enviadas &#13;
para análise em cromatógrafo gasoso. A produtividade e os componentes de rendimento &#13;
do milho também foram avaliados. Os dados de NH3 e N2O foram submetidos a análise &#13;
de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey 5%. A pluviosidade acumulada &#13;
foi de 706,6 mm e a temperatura média 19,3ºC. A taxa de volatilização de NH3 não diferiu &#13;
entre os tratamentos. No primeiro dia após a aplicação dos fertilizantes, UC e UI &#13;
apresentaram picos com valores de 0,55 e 0,58 kg N ha-1&#13;
dia-1&#13;
, respectivamente. A perda &#13;
acumulada de N-NH3 sobre o total de N aplicado foi de 0,88, 0,53 e 0,23% para UC, UI &#13;
e NA, respectivamente. Os fluxos de N-N2O aumentaram em dois momentos após a &#13;
aplicação dos fertilizantes: o primeiro pico observado para NA (383 µg N-N2O m-2&#13;
h&#13;
-1&#13;
) e &#13;
o segundo para UI (507,5 µg N-N2O m-2&#13;
h&#13;
-1&#13;
). As fontes nitrogenadas não diferiram entre &#13;
si quanto a emissão acumulada de N2O (média de 1,23 kg N-N2O ha-1&#13;
). O rendimento do &#13;
milho foi de 3,35, 4,96, 4,77 e 5,46 Mg grãos para os tratamentos C, NA, UC e UI, &#13;
respectivamente. A intensidade de emissão não diferiu entre as fontes nitrogenadas &#13;
(média de 0,25 kg N2O/Mg grão). Os fatores de emissão foram de 0,59 para NA, 0,42 &#13;
para UC e 0,72 para UI, todos inferiores ao 1% preconizado pelo IPCC.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da atividade e expressão de enzimas antioxidantes e de parâmetros de estresse oxidativo em células de linhagem de astroglioma expostas a  elevadas concentrações de cobre</title>
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<name>França, Letícia Cordeiro Koppe</name>
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<updated>2023-09-04T12:07:37Z</updated>
<published>2023-09-03T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da atividade e expressão de enzimas antioxidantes e de parâmetros de estresse oxidativo em células de linhagem de astroglioma expostas a  elevadas concentrações de cobre
França, Letícia Cordeiro Koppe
O cobre é fundamental para o bom funcionamento do organismo e para os processos&#13;
metabólicos dos seres vivos, sendo parte estrutural ou cofator de inúmeras enzimas&#13;
relacionadas a esses processos. No entanto, o excesso do mesmo causa citotoxidade, levando&#13;
a danos oxidativos. Portanto, o objetivo desse projeto foi analisar parâmetros de estresse&#13;
oxidativo, relacionados à peroxidação lipídica, geração de superóxido, e níveis de tióis&#13;
proteicos (PSH) e não proteicos (NPSH) em células C6 e U-87 MG expostas ao CuSO 4 por&#13;
24h. Ainda, analisou-se a expressão das enzimas antioxidantes glutationa redutase (GR),&#13;
glutationa peroxidase (GPx) e superóxido dismutase (SOD1); além de verificar a expressão&#13;
de proteínas relacionadas à biogênese mitocondrial (PGC-1α e Tfam) após a exposição ao&#13;
toxicante. Observou-se que o excesso do metal diminuiu os níveis de NPSH e PSH, e&#13;
aumentou a formação de ERO (superóxido) nas duas linhagens celulares, enquanto o&#13;
aumento da peroxidação lipídica foi verificado somente nas células C6, evidenciando o&#13;
estresse oxidativo gerado pelo cobre; sendo que a linhagem C6 apresentou-se mais suscetível&#13;
que a U-87 MG, pois algumas alterações foram evidenciadas em concentrações menores de&#13;
CuSO 4 . Ainda, verificou-se que ocorreu diminuição na expressão de GR nas duas linhagens,&#13;
mas houve um aumento da expressão de GPx nas células C6 e de SOD1 na linhagem U-87&#13;
MG expostas ao metal, além de que o CuSO4 ocasionou a formação de novas mitocôndrias&#13;
através da ativação da biogênese mitocondrial em ambas as linhagens de células, levando a&#13;
alterações nos níveis de expressão de Tfam ou PGC-1α. Desta forma, conclui-se que a&#13;
exposição ao cobre causa estresse oxidativo nas duas linhagens, mas que a linhagem C6 é&#13;
mais suscetível que a U-87 MG a elevações nas concentrações desse metal. Ainda, ocorre um&#13;
aumento da expressão de GPx ou SOD1 para tentar evitar o estresse oxidativo nas duas&#13;
linhagens, assim como há um aumento da biogênese de novas mitocôndrias.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Rurais. &#13;
Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas.
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<dc:date>2023-09-03T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Eficiência, seletividade e segurança alimentar de herbicidas com potencial para substituir o ioxynil na cultura do alho</title>
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<name>Kiichler, Yuri</name>
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<author>
<name>Guerra, Naiara</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249684</id>
<updated>2023-08-25T13:33:05Z</updated>
<published>2023-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Eficiência, seletividade e segurança alimentar de herbicidas com potencial para substituir o ioxynil na cultura do alho
Kiichler, Yuri; Guerra, Naiara
A cultura do alho, entre as olerícolas, é uma das mais importantes socioeconomicamente para o estado de Santa Catarina. Caso não haja o controle efetivo das plantas daninhas, a produtividade do alho é reduzida significativamente. Desta forma, é indispensável o uso de técnicas de controle, como os herbicidas de pós-emergência, para se atingir altas produtividades. Em 2020, o ioxynil, uma molécula importante utilizada na pós-emergência do alho, teve sua produção interrompida pela respectiva empresa detentora. Assim, buscou-se avaliar possíveis substitutos para o ioxynil na pós-emergência do alho, levando em consideração os efeitos no controle das plantas daninhas, na seletividade e na segurança alimentar do alho. O experimento foi conduzido em delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições, em lavoura comercial em Curitibanos/SC. Foram testados o ioxynil (75 g ha-1), linuron (180 g ha-1), diuron (333 g ha-1), pyroxasulfone - PYR (41,66 g ha-1), flumioxazin – FLU (20 g ha-1), PYR+FLU (30+20 g ha-1), oxyfluorfen (160 g ha-1), oxadiazon (250 g ha-1) e bentazon (240 g ha-1), além de uma testemunha capinada e outra sem capina. As aplicações foram realizadas aos 50, 65 e 90 dias após a emergência do alho (DAE). Todas as parcelas receberam a aplicação de pendimethalin (1820 g ha-1) na pré-emergência e aos 30 DAE. Avaliou-se o controle de plantas daninhas (%), fitointoxicação (%), componentes de rendimento, produtividade da cultura e análise de resíduos. Realizou-se a análise de variância e o teste de Scott Knott, a 5% de significância. Os herbicidas flumioxazin, pyroxasulfone + flumioxazin e oxyfluorfen resultaram em maior controle de plantas daninhas na pós-emergência, entretanto, esses não foram seletivos para cultura, resultando em maior fitointoxicação aos 90 DAE, com 48, 37 e 36,75%, respectivamente. Já os herbicidas ioxynil, pyroxasulfone e oxadiazon foram seletivos para cultura após três aplicações na pós-emergência do alho. O pyroxasulfone e oxadiazon destacaram-se positivamente em relação à produtividade comercial, com 11706,33 e 11858,35 kg ha-1 e produtividade total de 11969,20 e 11995,05 kg ha-1, com prevalências de bulbos classes 5 e 6, respectivamente. O ioxynil não diferiu da testemunha capinada para produtividade comercial e total, demonstrando-se ainda a melhor alternativa para pós-emergência. Nenhum dos herbicidas testados deixou resíduos nos bulbos. Ressalta-se o uso do ioxynil como importante ferramenta na pós-emergência do alho, no entanto, é necessário compreender a necessidade e a disponibilidade de mais alternativas de herbicidas para pós-emergência no mercado brasileiro. Com base nos resultados obtidos, uma alternativa para substituir o ioxynil seria o pyroxasulfone e oxadiazon, no entanto, o pyroxasulfone é um herbicida que controla plantas daninhas na pré-emergência, e até o momento não possui registro para cultura.
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<dc:date>2023-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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