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<title>Departamento de Botânica</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:45Z</updated>
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<title>BIODIVERSIDADE DE SANTA CATARINA: INVESTIGANDO A ECOLOGIA HISTÓRICA E OS EFEITOS DE MANEJO PARA RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA MATA ATL NTICA DO SUL DO BRASIL - CICLO 2</title>
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<name>Leite, Edilene de Souza</name>
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<updated>2023-09-11T01:31:02Z</updated>
<published>2023-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">BIODIVERSIDADE DE SANTA CATARINA: INVESTIGANDO A ECOLOGIA HISTÓRICA E OS EFEITOS DE MANEJO PARA RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA MATA ATL NTICA DO SUL DO BRASIL - CICLO 2
Leite, Edilene de Souza
A Funga presente nos solos é determinada por variáveis abióticas e bióticas, atuando em processos fundamentais em diferentes habitats. Apesar disso, menos de 10% da diversidade estimada dos fungos é conhecida. A paisagem dos campos de altitude do Parque Nacional de São Joaquim, compõem um mosaico vegetacional da Mata Atlântica, conhecido por abrigar alta biodiversidade e muitos endemismos. Os campos de altitude localizados em Santa Catarina são resultado de ações e interações antrópicas, tais como o manejo tradicional aplicado por pecuaristas, incluindo o fogo prescrito e o pastejo com gado. No parque, a composição e diversidade do microbioma presente no solo é desconhecido, e essa biodiversidade presente ali pode estar ameaçada, já que ela está sujeita ao florestamento e a incêndios não controlados. O objetivo deste trabalho é compreender os efeitos do manejo tradicional na biodiversidade, nas funções e processos ecossistêmicos dos campos de altitude com enfoque nos fungos presentes no solo, visando a conservação deste ecossistema e sua biodiversidade. Para isso, utilizamos métodos independentes de cultivo: metagenômica shotgun combinados com metadados de outras pesquisas do PELD-BISC. No primeiro ciclo do projeto extraímos o DNA de 36 amostras de solo (três blocos das parcelas controle pré-impacto dos tratamentos) e sequenciamos pela Rede de Ciências Ômicas (RECOM). No segundo ciclo realizamos as análises ecológicas. No total obtivemos 2.245.929 sequências do reino Fungi, onde 2.074.518 (92,4 %) não foram identificadas a nível de gênero pela base de dados FungalTraits. Na literatura estas são referidas como dark taxa ou dark matter fungi. Algumas destas espécies não foram ainda descritas ou estão publicadas mas não  sequenciadas (R Lücking et al., 2021; Ryberg e Nilsson, 2018). Parte disso se deve também a ausência de informação taxonômica associadas a diferentes informações funcionais nos banco de dados (Bing et al., 2019). As 171.411 sequências identificadas em nível de gênero correspondem a 8.456 diferentes sequências, que estão distribuídas em 916 gêneros diferentes e 14 filos. O principal filo encontrado foi Ascomycota, diferente dos registros do Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, cujo filo predominante é Basidiomycota (Maia et al., 2015). Concluímos que devido ao estilo críptico dos fungos, a sazonalidade das estruturas macro e dificuldade de observação em campo de estruturas microscópicas, os resultados deste estudo são muito importantes para o acesso da funga local e para definição de ações de conservação.
Vídeo submetido para a participação no SIC - UFSC 2023. Projeto intitulado " BIODIVERSIDADE DE SANTA CATARINA: INVESTIGANDO A ECOLOGIA HISTÓRICA E OS EFEITOS DE MANEJO PARA RESTAURAÇÃO E&#13;
CONSERVAÇÃO DA MATA ATL NTICA DO SUL DO BRASIL", bolsista PIBIC Edilene de Souza Leite.
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Biodiversidade de Santa Catarina: investigando a ecologia histórica e os efeitos de manejo para restauração e conservação da Mata Atlântica do Sul do Brasil ﻿(Ciclo II)</title>
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<name>Martins-Cunha, Kelmer</name>
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<updated>2023-09-07T16:22:30Z</updated>
<published>0023-09-06T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Biodiversidade de Santa Catarina: investigando a ecologia histórica e os efeitos de manejo para restauração e conservação da Mata Atlântica do Sul do Brasil ﻿(Ciclo II)
Martins-Cunha, Kelmer
Apesar de sua grande diversidade estimada e importância na manutenção dos ecossistemas naturais, menos de 5% da Funga é atualmente conhecida. Os campos de altitude são ecossistemas terrestres naturais inseridos no mosaico vegetacional dos biomas Pampa e Mata Atlântica. Essas formações são negligenciadas e ignoradas em discussões e medidas de conservação, e portanto sofrem ameaças por atividades antrópicas. Estas áreas são submetidas a constantes distúrbios em práticas de manejo que envolvem a utilização de fogo e pastejo. O fogo é considerado um importante fator no controle da dinâmica entre campos e florestas, porém seu uso é controverso. No solo, a Funga é condicionada por fatores bióticos e abióticos de seu habitat, sendo portanto potencialmente afetada pelas práticas de manejo aplicadas nos campos de altitude. A Funga presente nos solos dessas áreas também é historicamente negligenciada, especialmente nas formações presentes na Mata Atlântica, que se diferem das ocorrentes no Pampa. Diante disso, é de extrema importância caracterizar a Funga presente no solo dos campos de altitude da Mata Atlântica através de metodologias que permitam um acesso completo à diversidade de fungos, assim como entender quais são as respostas da Funga do solo em frente ao manejo aplicado nos campos de altitude. Para este objetivo, as atividades do projeto foram conduzidas da seguinte maneira: i) expedições a campo e amostragem parcial das áreas experimentais alocadas no Parque Nacional de São Joaquim, ii) Realização das técnicas de biologia molecular (triagem e preparo de amostras, extração e quantificação de DNA total) e envio das amostras para sequenciamento iii) Tratamento bioinformático (controle de qualidade das sequências geradas) iv) Anotação taxonômica e controle de qualidade das anotações v) Análises ecológicas a partir das sequências geradas (construção de tabelas de abundância, cálculo de riqueza de gêneros e dissimilaridade das comunidades de fungos presentes nas amostras). Foram  coletadas 36 amostras de solo em áreas de campo de altitude no Parque Nacional de São Joaquim (Etapa 1 - 1º ciclo PIBIC 2021/2022). Todas as amostras foram submetidas a extração de DNA total, quantificação, inferência de pureza e sequenciamento de alto rendimento. Foram geradas 3,638,386,062 amostras, das quais 2,245,929 passaram nos filtros de qualidade e 149,570 foram consideradas sequências com alinhamentos de alta qualidade para a região espaçadora interna transcrita do DNA ribossomal. A anotação taxonômica revelou 18 filos presentes nos solos dos campos de altitude da Mata Atlântica, sendo estes dominados pelos filos Ascomycota, Basidiomycota e Chytridiomycota, com Ascomycota representando mais de 70% das sequências ao nível de filo. Ao todo, 156 ordens foram identificadas, sendo que Helotiales, Lecanorales e Archaeorhizomycetales, são dominantes, refletindo a abundância relativa alta de Ascomycota, assim como sua diversidade. Das 310 famílias identificadas, Dermataceae, Archaeorhizomycetaceae e Parmeliaceae são dominantes, seguindo o padrão encontrado ao nível de ordem. Mais de 600 gêneros foram identificados, porém somente Archaeorhizomyces, Patellariopsis, Ramalina e Geotrichum são dominantes. As áreas amostradas apresentam diferentes composições de comunidades e riquezas de gêneros, indicando para a presença de uma heterogeneidade em pequenas escalas da Funga do solo dos campos de altitude da Mata Atlântica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Curso de graduação em Ciências Biológicas.
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<title>Delimitação morfológica e filogenética de Oxalis pyrenea Taub.</title>
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<name>Vasques, Jasmim de Campos</name>
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<updated>2023-09-06T19:07:57Z</updated>
<published>2023-09-06T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Delimitação morfológica e filogenética de Oxalis pyrenea Taub.
Vasques, Jasmim de Campos
Oxalis é o maior gênero de Oxalidaceae e é dividido em quatro subgêneros, sendo que O. subg. Thamnoxys se distingue por agrupar ervas ou arbustos, com folhas uni ou trifolioladas pinadas ou com pecíolos filodiais. Esse subgênero apresenta nove seções e, dentre elas, a seção típica comporta plantas de hábito herbáceo a arbustivo, folhas distribuídas ao longo do caule e cápsulas nutantes. Dentro de O. sect. Thamnoxys está Oxalis pyrenea Taub., com suas variedades: O. pyrenea var. pyrenea Lourteig e O. pyrenea var. macrochaeta Lourteig. Essa última, porém, difere muito da espécie à qual é subordinada e se assemelha mais a Oxalis caesariata Lourteig, que está dentro de outra seção: O. sect. Foliosae, com folhas abundantes, pecíolos curtos e cápsulas eretas. Desse modo, o presente trabalho visa investigar as relações entre O. pyrenea, O. pyrenea var. macrochaeta e O. caesariata, a fim de compreender a classificação da variedade em relação às duas espécies. Para isso, foram realizadas análises morfológicas, de distribuição geográfica e de dados moleculares utilizando marcadores plastidiais (trnL-trnF e petA-psbJ) e nuclear (nrITS), através de análises de máxima verossimilhança pelo RAxML e de inferência Bayesiana por MrBayes 3.2.7a. Análises morfológicas mostraram que O. pyrenea var. macrochaeta difere de O. pyrenea por seus tricomas longos e patentes (vs. curtos e adpressos), flores e cápsulas não nutantes, brácteas alongadas, cimeiras contraídas e pedicelo com tricomas glandulares (vs. glabro). Oxalis caesariata apresenta indumento semelhante ao de O. pyrenea var. macrochaeta e brácteas alongadas, mas difere dela sobretudo por seus folíolos elípticos-obovados a largamente elípticos (vs. lineares a estreitamente elípticos) e pedicelo com tricomas curvados. As análises moleculares posicionaram O. pyrenea var. macrochaeta como grupo irmão de O. caesariata, dentro de um clado de O. sect. Foliosae, enquanto O. pyrenea ficou em um clado junto a espécies de O. sect. Thamnoxys. Quanto à distribuição geográfica, os dados levantados mostraram que a variedade está restrita ao norte de Goiás, onde ocorre em simpatria com O. pyrenea, mas não com O. caesariata. Os resultados obtidos mostraram que O. pyrenea var. macrochaeta é mais próxima filogeneticamente de O. caesariata do que de O. pyrenea, de modo que a sua classificação como variedade desta deve ser abandonada e reconhecida como espécie de O. sect. Foliosae.
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<dc:date>2023-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Histoquímica dos órgãos vegetativos de Centella asiatica (Apiaceae) ocorrente na restinga e em ambiente antropizado</title>
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<name>Baldessar, Amanda</name>
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<updated>2023-09-06T11:42:28Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Histoquímica dos órgãos vegetativos de Centella asiatica (Apiaceae) ocorrente na restinga e em ambiente antropizado
Baldessar, Amanda
As plantas na restinga podem desenvolver adaptações relacionadas à ajustes hidrológicos, resistência ao excesso de salinidade, mecanismo fotossintético e defesa ao excesso de irradiação solar. Centella asiatica é a única espécie do gênero no Brasil, ocorrendo em diversos habitats dentre eles a restinga. O objetivo deste trabalho é descrever a anatomia dos órgãos vegetativos e analisar comparativamente a histoquímica desses órgãos em diferentes ambientes na restinga e em área antropizada, elencando possíveis diferenças qualitativas. Amostras do material vegetal (raiz, estolão e folha) foram coletadas no Parque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição, em cinco regiões: baixada alagada (BA), baixada úmida (BU), baixada seca pouco sombreada (BSP), baixada úmida sombreada (BUS), baixada seca sombreada (BSS) e em área antropizada (ANT), próxima à UFSC. A metodologia utilizada neste trabalho foi a usual em estudos de anatomia vegetal e os testes histoquímicos aplicados foram específicos para detectar proteínas, polissacarídeos ácidos, neutros e amiloplastos. Nossos resultados não mostraram diferenças qualitativas expressivas entre os locais e órgãos analisados, indicando presença de polissacarídeos ácidos e neutros nas paredes celulares das células epidérmicas, células parenquimáticas, e células do colênquima e fibras dos feixes vasculares. Observamos presença de proteína nas células do epitélio dos canais secretores e polissacarídeos ácidos e neutros no interior dos canais secretores. Amiloplastos ocorrem no parênquima cortical do pecíolo principalmente em BA e no estolão, principalmente em BSP e BSS, e na raiz ocorrem no córtex interno, principalmente em BSS. A menor ocorrência de amido em ambientes alagados pode indicar anoxia, já que o metabolismo anaeróbico consome mais energia que a respiração normal. Pode-se concluir que o acúmulo de amido nos órgãos subterrâneos ocorre anteriormente à inundação sendo este utilizado posteriormente.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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