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<title>Departamento de Artes</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:29Z</updated>
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<title>A expansão da figura autora de Cheryl Dunye em “The Watermelon Woman” (1996)</title>
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<name>Cardoso, Bianca Brandão Saba</name>
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<updated>2024-09-10T14:40:14Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A expansão da figura autora de Cheryl Dunye em “The Watermelon Woman” (1996)
Cardoso, Bianca Brandão Saba
Em seu longa metragem de estreia “The Watermelon Woman” (1996), a diretora e roterista Cheryl Dunye constrói uma narrativa metalinguística sobre ser uma cineasta negra e lésbica, inscrevendo-se tanto como autora que realiza a obra quanto como objeto acerca do qual se reflete sobre, projetando sua pessoa e suas vivências na trama. Observamos que Cheryl Dunye, como diretora, objetiva o mesmo que Cheryl enquanto personagem: contar histórias nunca contadas através do cinema. Dunye realiza um movimento análogo ao teorizado por Claire Johnston (1976) acerca da auto-inserção autoral feminina nas obras avant-garde, produzindo uma figura autora-atriz no cinema experimental de mulheres que agencia seu corpo na esfera diegética e extra-diegética. A partir disso, o trabalho tem como objetivo analisar como a linguagem experimental cinematográfica na trama colabora para a expansão de um processo autoral que, através de uma narrativa que mistura documentário e ficção, denuncia a falta de registro de mulheres negras e sáficas na história do cinema. Trata-se de uma análise que combina elementos da linguagem fílmica com aspectos das teorias de autoria feminista a fim de compreender o movimento expansivo que Cheryl Dunye empreende com o filme “The Watermelon Woman”, adentrando sua obra de maneira profunda, vulnerável e pessoal.; REFERÊNCIAS:&#13;
BORDWELL, David. Figuras traçadas na luz: a encenação no cinema.  Campinas, São Paulo, Papirus Editora, 2009.&#13;
BORDWELL, David. Sobre a história do estilo cinematográfico. Campinas, São Paulo, Editora da Unicamp, 2013.&#13;
BUTLER, Alison. Women's Cinema; the contested screen . Londres, Inglaterra, Wallflower Press, 2002.&#13;
JOHNSTON, Claire. Women’s Cinema as Counter-Cinema, In: THORNHAM, Sue. Feminist Film Theory, EUA, Edinburgh University Press, 1999, p. 31-40.&#13;
RICHARDSON, Matt. Our Stories Have Never Been Told: Preliminary Thoughts on Black Lesbian Cultural Production as Historiography in The Watermelon Woman, In: Black Camera, Vol. 2, No. 2, Special Issue: Beyond Normative: Sexuality and Eroticism in Black Film, Cinema, and Video, 2011, p. 100-113.; INSERTS: Dunye, Chery. The Watermelon Woman, 1996 e IUCinema, Final Draft: Cheryl Dunye on Film, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=it7Kra-Aw-g
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. &#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. &#13;
Centro de Comunicação. &#13;
Departamento de Artes.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Cinema ambiental em Garopaba: a luta anticapitalista do FICA Garopaba 2023 através do cinema ambiental periférico</title>
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<name>Cândido, Luna Nina Vanzella</name>
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<updated>2024-09-06T22:01:11Z</updated>
<published>2024-09-06T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Cinema ambiental em Garopaba: a luta anticapitalista do FICA Garopaba 2023 através do cinema ambiental periférico
Cândido, Luna Nina Vanzella
Nessa pesquisa busca-se analisar como o cinema ambiental periférico, em específico o FICA Garopaba 2023 (Festival Internacional de Cinema Ambiental de Garopaba) vem (ou não) se configurando como resistência e/ou luta anticapitalista, isto é, denunciando como principais responsáveis pela grave crise climática atual, agentes, cenários e mecanismos do capitalismo contemporâneo. O objeto de estudo da pesquisa foi adaptado ao compreendermos que o festival que foi estabelecido contato no desenvolvimento do projeto de pesquisa deste PIBIC não se tratava do FICA SC e sim do FICA Garopaba. Para tanto, utilizamos diferentes metodologias ao longo do tempo, como Análise de Conteúdo (BARDIN, 2011), para categorização dos filmes selecionados; uma entrevista em profundidade foi realizada com o diretor do evento, Cristovam Muniz, completando a etapa de estudo de caso (GIL, 1995); bem como, por meio de Análise de Discurso (ORLANDI, 2013) aliada ao desvelamento de ideologias (THOMPSON, 2011) do capital, foram feitas diferentes análises de filmes do cinema ambiental periférico e hegemônico. Com os encontros de discussão do PIBIC e o desenvolvimento do artigo “FICA Garopaba 2023: potencialidades e limitações do cinema ambiental periférico como resistência e luta anticapitalistas” (BRAGAGLIA; CÂNDIDO, 2024) publicado no Congresso Nacional InterCom 2024, pudemos verificar como o formato não-competitivo, colaborativo, voluntário e de convívio nos territórios do festival estabelecem uma relação com a arte de forma mais acessível e democrática, além de produzir sentidos coletivos através do cinema e das conversas sobre as questões socioambientais que afetam as comunidades que participam do FICA Garopaba. Assim, o próprio festival se propõe e cumpre com seu propósito de ser e efetivar uma militância política anticapitalista e de democratização da arte.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Comunicação e Expressão. Cinema.
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<dc:date>2024-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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