<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Filosofia</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257095" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257095</id>
<updated>2026-04-30T23:16:10Z</updated>
<dc:date>2026-04-30T23:16:10Z</dc:date>
<entry>
<title>O desejo na Antropologia de Kant</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259723" rel="alternate"/>
<author>
<name>Aumann, José Vitor Lovato</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259723</id>
<updated>2024-09-14T19:04:05Z</updated>
<published>2024-09-13T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O desejo na Antropologia de Kant
Aumann, José Vitor Lovato
O presente relatório trata do projeto de iniciação científica “O desejo em Kant”, tematizado sobre a faculdade do desejo e baseado na obra “A antropologia de um ponto de vista pragmático” (1798) de Immanuel Kant, particularmente o livro III.&#13;
	Kant investiga os desejos através de uma ‘genealogia’ para melhor compreender o conceito, separando aquilo que é e não é desejo em: apetite, inclinação, paixão, afecção, desejo, desejo humoroso, desejo vazio e ânsia.&#13;
	Contudo, no decorrer do livro em questão, dois problemas foram encontrados:&#13;
	Em primeiro lugar, Kant jamais aborda o desejo como objeto direto de reflexão, marginalizando o conceito e o examinando somente através dos conceitos de paixão e afecção.&#13;
	Em segundo lugar, o pensador inicialmente dispõe em sua genealogia o desejo e a inclinação como frutos da inclinação, contudo, mais tarde, acaba subvertendo estes papéis mais de uma vez, de forma que cause confusão e equívoco.
</summary>
<dc:date>2024-09-13T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Cidadania e Representação em Kant</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259688" rel="alternate"/>
<author>
<name>Almeida, Gibran</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259688</id>
<updated>2024-09-13T10:57:58Z</updated>
<published>2000-09-11T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Cidadania e Representação em Kant
Almeida, Gibran
A Constituição republicana é descrita por Kant como uma ideia da razão que orienta o governo segundo uma lei universal da liberdade, onde o livre arbítrio de cada um pode coexistir com o do outro. O conceito foi inicialmente descrito no KrV, para ter um maior esboço na década de 1780,  (1784)  (1786).&#13;
&#13;
Durante a elaboração e publicação de sua concepção de constituição republicana, aconteceram as duas grandes revoluções republicanas do final do século XVIII, a Guerra Revolucionária Americana (1775-1783) e a Revolução Francesa (1789-1815), das quais por si só declararam as mais famosas constituições republicanas da contemporaneidade. &#13;
&#13;
Tais experiencias colocavam em pratica o ideal platônico de uma respublica noumenon, da qual já possuía uma realidade prática em si. Possibilitando exemplificações de repúblicas, das quais contribuem a elaboração da ideia pura de constituição republicana. Mais especificamente, a exemplificação na América e francesa.&#13;
&#13;
para Kant se mostrou necessário a separação dos três poderes, apesar de todos seguirem a representação da vontade soberana dos cidadãos, adicionando os detalhes de que o poder executivo deve ser ocupado pelo menor número de pessoas possível, sendo neste caso uma pessoa, sendo ela um rei, cônsules romanos ou até como é feito contemporaneamente através do cargo de “presidente” (DURÃO, 2024, p.20). Sendo necessário20 também delimitar a sua separação entre uma “república monárquica” e a democracia, onde normalmente existe confusão já que teoricamente envolve o cidadão diretamente. Porém para Kant a democracia consiste em uma forma de governo onde os cidadãos desempenham além do seu papel legislativo, também o poder executivo, promulgando leis para que eles próprio executem. Gerando uma forma despótica de governo que fomenta a injustiça e violência, contaminando a vontade geral com as ganancias particulares, tornando o que aprova as leis e os que as executam o mesmo. Tornando a emanação da vontade soberana do povo um empenho impossível, que seria difícil em uma aristocracia, mas impossível na democracia, já que não haveria nenhuma separação entre os poderes legislativos e executivos. Sendo assim a democracia para Kant um despotismo, onde a republicanização não pode ocorrer mediante reformas, mas apenas por uma guerra civil e violenta entre os próprios cidadãos que legislam e executam.
PIBIC- UFSC- CFH - FILOSOFIA
</summary>
<dc:date>2000-09-11T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Liberdade de expressão e desobediência civil</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259630" rel="alternate"/>
<author>
<name>Silva, Vinícius Andrade</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259630</id>
<updated>2024-09-12T11:08:51Z</updated>
<published>2024-09-11T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Liberdade de expressão e desobediência civil
Silva, Vinícius Andrade
O trabalho em questão apresenta reflexões sobre a desobediência civil e a liberdade de expressão. Foram utilizados diversos livros para a contemplação parcial do tema bem como encontros em grupo e orientações com o responsável da pesquisa. O plano de atividade consistiu em leitura de diversas obras que contribuíram para o desenvolvimento da pesquisa como um todo. Sendo assim, conseguimos chegar em resultados positivos, apesar do tema ser de extrema complexidade, agora temos no horizonte que o direito a desobediência civil e o direito à liberdade de expressão são conectados por uma linha tênue que diz respeito a convicção e a razão.
Vídeo PIBIC
</summary>
<dc:date>2024-09-11T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>A solidariedade a partir de Schopenhauer</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259627" rel="alternate"/>
<author>
<name>Moreira Lima, Luis Ignacio</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259627</id>
<updated>2024-09-12T11:08:12Z</updated>
<published>2024-09-11T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A solidariedade a partir de Schopenhauer
Moreira Lima, Luis Ignacio
Neste trabalho hipotetizamos um conceito de solidariedade a partir da filosofia de Arthur Schopenhauer. Para tal, vamos da sua metafísica até suas duas vertentes compassivas, a justiça e a caridade. A solidariedade, assim, é um dispositivo cotidiano que se adjunta a tais virtudes na busca de reduzir o sofrimento social.
Video PIBIC- UFSC- CFH- filosofia
</summary>
<dc:date>2024-09-11T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
