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<title>Curitibanos - Coordenadoria Especial de Biociências e Saúde Única (BSU)</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:53Z</updated>
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<title>Associação entre as características do ambiente construído e incapacidade funcional em idosos brasileiros: Pesquisa Nacional de Saúde 2019</title>
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<name>Rodrigues, João Vitor</name>
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<updated>2024-09-11T11:15:20Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Associação entre as características do ambiente construído e incapacidade funcional em idosos brasileiros: Pesquisa Nacional de Saúde 2019
Rodrigues, João Vitor
Objetivo: Investigar a prevalência de incapacidade funcional na população idosa residente em capitais brasileiras, bem como sua associação com fatores contextuais no contexto urbano. Métodos: Tratou-se de um estudo transversal de base populacional, com dados secundários da PNS 2019 tendo os idosos brasileiros (60 anos ou mais) como amostra estudada. O desfecho principal foi a autopercepção de incapacidade funcional elaborada a partir do questionário da PNS 2019. A exposição utilizada foi o IBEU, calculado a partir de dados do Censo Demográfico de 2010. Para a verificação da associação entre as variáveis foi realizada uma análise de regressão logística e análise multinível, levando-se em conta o IC de 95%. Os resultados da análise foram ajustados para sexo, faixa-etária, estado civil e escolaridade. Resultados: A prevalência global de incapacidade funcional foi de 18,71% (IC95%: 17,35-20,16) relacionada às ABVD e 28,92% (IC95%: 27,45-30,43) para as AIVD. Quanto à associação entre a incapacidade funcional relacionada às AIVD e as dimensões do IBEU, observou-se que idosos residentes em capitais pertencentes ao maior tercil para as dimensões de condições ambientais, serviços coletivos urbanos e infraestrutura urbana apresentaram uma redução aproximada de 30% na chance de apresentar incapacidade funcional (OR: 0,68; IC95%: 0,54-0,84; OR: 0,69; IC95%: 0,55-0,88; OR: 0,72; IC95%: 0,56-0,93). Conclusão: Condições mais favoráveis do ambiente construído estão associadas a uma menor probabilidade de incapacidade funcional relacionada às AIVD entre os idosos residentes nas capitais brasileiras. Os achados demonstram que, para melhorar as condições de saúde da população idosa brasileira, é essencial otimizar o ambiente construído nas cidades. Para isso, deve-se expandir a disponibilidade de espaços adequados para mobilidade ativa, prática de atividade física e lazer, além de garantir a oferta de serviços urbanos essenciais, como coleta de lixo e saneamento.
Projeto PIBIC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Medicina.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Coberturas artificiais para ovos de poedeiras comerciais e seus efeitos sobre a qualidade físico-química</title>
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<name>Surdi, Rafaela Gonçalves da Rosa</name>
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<updated>2024-09-10T12:36:19Z</updated>
<published>2024-09-09T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Coberturas artificiais para ovos de poedeiras comerciais e seus efeitos sobre a qualidade físico-química
Surdi, Rafaela Gonçalves da Rosa
A produção de ovos é uma atividade pecuária de grande relevância econômica e&#13;
nutricional no Brasil, pois se trata de um produto de alta qualidade nutricional, sendo um&#13;
dos alimentos mais completos da dieta humana, porém, é perecível, sendo sua&#13;
degradabilidade acelerada por fatores extrínsecos, como armazenamento e processos de&#13;
higienização, o qual retira a cutícula proteinácea natural, que protege os ovos. Para auxiliar&#13;
na manutenção da qualidade ao longo do armazenamento são testadas coberturas&#13;
artificiais. O objetivo da pesquisa foi avaliar a qualidade físico-química de ovos comerciais&#13;
lavados, submetidos ao revestimento de óleo mineral, cera de carnaúba a 12% e quitosana a&#13;
2%, em um, 12, 24 e 36 dias de armazenamento a uma temperatura média de 23 °C e&#13;
umidade de 75%. Foram avaliados 1080 ovos provenientes de poedeiras comerciais, os quais&#13;
foram divididos aleatoriamente em cinco grupos: não lavados e sem revestimento; lavados e&#13;
sem revestimento; lavados e cobertos com óleo mineral; lavados e cobertos com cera de&#13;
carnaúba a 12%; e lavados e cobertos com quitosana a 2%. Cada tratamento contou com seis&#13;
repetições de trinta ovos cada, em um delineamento inteiramente casualizado. Em cada dia&#13;
de análise, foram avaliados: peso do ovo; tamanho de câmara de ar; gravidade específica; pH&#13;
da gema e albúmen; porcentagem de gema, albúmen e casca; Unidade Haugh; índice de&#13;
gema; sólidos totais de gema e albúmen, e ao fim do experimento a peroxidação lipídica da&#13;
gema (TBARS). Os resultados obtidos demonstram que o revestimento com óleo mineral&#13;
minimizou a perda de peso (0,3%) em comparação com os não cobertos (2,9%), assim como&#13;
menor tamanho de câmara de ar e maior gravidade específica, segundo a UH ovos cobertos&#13;
com óleo mineral e quitosana a 2% foram classificados como classe AA até os 12 dias de&#13;
armazenamento, aos 24 dias a cera de carnaúba a 12% e o óleo mineral pularam para classe&#13;
A, mas apenas ovos cobertos com óleo mineral garantiram classe A até os 36 dias de&#13;
armazenamento, ovos que não receberam revestimento pularam para classe B aos 12 dias de&#13;
armazenamento, ainda o óleo mineral garantiu valores de pH de albúmen abaixo de 8&#13;
durante todo o período do experimento. Em relação ao TBARS nenhuma cobertura foi&#13;
efetivamente eficaz em minimizar a oxidação lipídica, porém a quitosana a 2% se destacou&#13;
por ter acelerado este processo. Com isso conclui-se que o óleo mineral apresentou&#13;
resultados superiores, demonstrando alta capacidade de sela os poros da casca, as&#13;
coberturas de cera de carnaúba a 12% e de quitosana a 2% apresentaram resultados&#13;
promissores, sendo necessário mais estudos com concentrações diferentes.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de ciências rurais.&#13;
Departamento de biociências e saúde pública
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<dc:date>2024-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Potencialidades e desafios da produção de ovelhas na região Serrana de Santa Catarina</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259457" rel="alternate"/>
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<name>Farias, Bárbara Ellen matzenbacher de Athayde</name>
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<updated>2024-09-09T02:15:12Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Potencialidades e desafios da produção de ovelhas na região Serrana de Santa Catarina
Farias, Bárbara Ellen matzenbacher de Athayde
A criação de ovelha, também chamada de ovinocultura é uma atividade significativa, pois os ovinos estão disseminados em todas as regiões de Santa Catarina, isso motivou conhecer propriedades e como funcionam. A criação de ovino no Sul utiliza de ovelhas lanadas, devido à questão climática. Porém, a atividade principal na criação de ovelhas é a venda para produção de carne. Nesse contexto a lã se torna um produto secundário, mesmo assim, se faz necessário realizar a esquila do animal. O projeto teve como objetivo identificar as principais características da criação de ovelhas em Curitibanos. Inicialmente entrou-se em contato com órgãos como Epagri e a secretaria de agricultura do município, onde forneceram os dados necessários para contato. O próximo passo foi organizar esses dados, separando o território em regiões. No levantamento ficamos uma amostra total de 133 produtores. Desses 133, 34,6% foram contatados, deles apenas 6,77% responderam. O projeto passou por algumas adversidades como os cadastros duplicados, produtores que deixaram a atividade, produtores que não tiveram interesse em participar, propriedades com difícil acesso em períodos de chuva. Alguns produtores muito ocupados, e não tinham tempo de nos receber porque a ovinocultura não se tratava da principal atividade (principal atividade a lavoura, bovinocultura de corte entre outros). As entrevistas e visitas permitiram confirmar que a ovinocultura é uma criação de interesse na região. No entanto como qualquer criação possui seus desafios, onde sabe-se que a venda de animais para abate possui oscilação no preço, e outras dificuldades como a ausência de abatedouros próximos, dificultando assim a comercialização. Outro ponto importante é a comercialização da lã, onde as industrias buscam por lã com um perfil especifico e nem todos os animais possuem, ficando assim, esse produto nas propriedade sem valor. Tendo em vista a necessidade de retirada, a esquila, é feita ocasionalmente, deixando a lã disponível, mas com pouca perspectiva de venda. Atualmente existem estudos voltado à esta área, utilizando na agricultura de diversas formas como as agromantas, roçadas, composteiras, a lã para artesanato entre outras. No município existe uma associação chamada “Encanto do Artesanato em Curitibanos - ASEAC”, com ponto de venda no Mercado público  que tem peças feitas com esse tipo de lã. Podemos então concluir que o projeto precisa de continuidade para que possamos trabalhar essas informações e trazer um resultado informativo para à sociedade.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
BSU – Coordenadoria Especial de Biociências e Saúde Única
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Potencialidades e desafios da produção de ovelhas na região Serrana de Santa Catarina</title>
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<name>Farias, Bárbara Ellen Matzenbacher de Athayde</name>
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<updated>2024-09-09T02:02:14Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Potencialidades e desafios da produção de ovelhas na região Serrana de Santa Catarina
Farias, Bárbara Ellen Matzenbacher de Athayde
A criação de ovelha, também chamada de ovinocultura é uma atividade significativa, pois os ovinos estão disseminados em todas as regiões de Santa Catarina, isso motivou conhecer propriedades e como funcionam. A criação de ovino no Sul utiliza de ovelhas lanadas, devido à questão climática. Porém, a atividade principal na criação de ovelhas é a venda para produção de carne. Nesse contexto a lã se torna um produto secundário, mesmo assim, se faz necessário realizar a esquila do animal. O projeto teve como objetivo identificar as principais características da criação de ovelhas em Curitibanos. Inicialmente entrou-se em contato com órgãos como Epagri e a secretaria de agricultura do município, onde forneceram os dados necessários para contato. O próximo passo foi organizar esses dados, separando o território em regiões. No levantamento ficamos uma amostra total de 133 produtores. Desses 133, 34,6% foram contatados, deles apenas 6,77% responderam. O projeto passou por algumas adversidades como os cadastros duplicados, produtores que deixaram a atividade, produtores que não tiveram interesse em participar, propriedades com difícil acesso em períodos de chuva. Alguns produtores muito ocupados, e não tinham tempo de nos receber porque a ovinocultura não se tratava da principal atividade (principal atividade a lavoura, bovinocultura de corte entre outros). As entrevistas e visitas permitiram confirmar que a ovinocultura é uma criação de interesse na região. No entanto como qualquer criação possui seus desafios, onde sabe-se que a venda de animais para abate possui oscilação no preço, e outras dificuldades como a ausência de abatedouros próximos, dificultando assim a comercialização. Outro ponto importante é a comercialização da lã, onde as industrias buscam por lã com um perfil especifico e nem todos os animais possuem, ficando assim, esse produto nas propriedade sem valor. Tendo em vista a necessidade de retirada, a esquila, é feita ocasionalmente, deixando a lã disponível, mas com pouca perspectiva de venda. Atualmente existem estudos voltado à esta área, utilizando na agricultura de diversas formas como as agromantas, roçadas, composteiras, a lã para artesanato entre outras. No município existe uma associação chamada “Encanto do Artesanato em Curitibanos - ASEAC”, com ponto de venda no Mercado público  que tem peças feitas com esse tipo de lã. Podemos então concluir que o projeto precisa de continuidade para que possamos trabalhar essas informações e trazer um resultado informativo para à sociedade.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
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BSU – Biociências e Saúde Única
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