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<title>Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética</title>
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<updated>2026-05-01T00:35:02Z</updated>
<dc:date>2026-05-01T00:35:02Z</dc:date>
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<title>Variações morfológicas e bioquímicas em células de Ulva lactuca (LINNEAUS) em resposta à exposição a diferentes concentrações de nitrato.</title>
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<name>nascimento, Yasmin Rodrigues</name>
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<updated>2024-09-11T17:53:37Z</updated>
<published>2024-09-11T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Variações morfológicas e bioquímicas em células de Ulva lactuca (LINNEAUS) em resposta à exposição a diferentes concentrações de nitrato.
nascimento, Yasmin Rodrigues
O íon nitrato é naturalmente encontrado em diferentes tipos de ambientes e serve como combustível para várias atividades metabólicas de diferentes organismos. Entretanto, com o avanço da urbanização e antropização dos ambientes a quantidade desse nutriente aumentou de forma incontrolável, atingindo pontos de eutrofização em diversos ambientes aquáticos. Ulva lactuca (LINNEAUS) virou alvo de grande investimento biotecnológico nos últimos anos, sendo considerada uma ferramenta chave para a restauração de ambientes, biocombustíveis, fertilizantes e entre outros. Com isso, este trabalho teve como objetivo analisar o comportamento e mudanças morfofisiológicas celulares da U. lactuca em diferentes concentrações de nitrato. Foram cultivados 1,0 g de alga fresca e colocados em Erlenmeyers de 1L, em concentrações de: 0; 0,4; 25; 50 mM de nitrato durante 7 dias. Após o cultivo, foram realizadas análises de taxa de crescimento, pigmentos fotossintetizantes, Citoquímica (microscopia de luz), fluorescência dos cloroplastos (microscopia confocal) e quantificação de amido e açucares totais. Os resultados obtidos mostraram que as concentrações de 25 e 50 mM obtiveram mais respostas positivas em relação aos grupos controle positivo e negativo, o tratado de 25 mM se destacou na grande maioria dos resultados, se mostrando ser a concentração ideal para o máximo desenvolvimento metabólico dessa espécie, além disso, a ausência de nitrato presente no controle negativo demonstrou uma perca de desenvolvimento e demonstrou um comportamento de estresse, o que evidencia que a falta desse nutriente desencadeia reações de estoque de energia como a produção de amido e açucares solúveis como forma de tentativa de sobrevivência.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
centro de ciencias biológicas&#13;
departamento de biologia celular, embriologia e genética
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<dc:date>2024-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Secretoma de Células Estromais Mesenquimais: Caracterização e Mecanismos de Ação Associados aos Seus Efeitos na Regeneração Tecidual</title>
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<name>Clauberg, Eduardo Casa</name>
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<updated>2024-09-09T00:54:42Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Secretoma de Células Estromais Mesenquimais: Caracterização e Mecanismos de Ação Associados aos Seus Efeitos na Regeneração Tecidual
Clauberg, Eduardo Casa
A senescência celular é um processo biológico que ocorre nas células que resulta na parada do ciclo celular, seja de origem intrínseca ou extrínseca, afetando diversas funções celulares. Apesar disso, é um estado que pode ser revertido através de estratégias de rejuvenescimento, como na terapia celular. Visando reverter este estado senescente, as células estromais mesenquimais (MSC) têm sido amplamente estudadas como alvo terapêutico, devido a suas características de auto-renovação e potencial de diferenciação múltipla. Entretanto, a utilização das MSCs enfrentam alguns desafios, como rejeição celular do paciente, e até mesmo atividades pró-tumor. Além disso, sua aplicação exige um grande número de células, que é impossível de obtê-las apenas expandindo-as in vitro. Por isso, a terapia celular denominada freecell vem apresentando um grande potencial terapêutico, que consiste na utilização de moléculas biologicamente ativas secretadas pela célula, como citocinas, mRNAs, fatores de crescimento, entre outros. Desta forma, o presente estudo buscou avaliar os efeitos secretores das células estromais mesenquimais do tecido adiposo (ASCs), através de seu meio condicionado (mcASC), em queratinócitos da linhagem imortalizada HaCaT insultados com peróxido de hidrogênio, estabelecendo um modelo de insulto que simule ou se assemelhe ao fenômeno de senescência celular. Utilizando o ensaio de MTT, queratinócitos insultados com peróxido foram tratados em diversas condições, com e sem meio condicionado, avaliando o efeito deste tratamento como protetor (pré insulto) e efeito de recuperação (pós insulto). Foi possível observar primeiramente que o modelo de insulto de peróxido de hidrogênio foi efetivo, apresentando uma queda na viabilidade celular dos queratinócitos quando comparados aqueles que não sofreram insulto. Foi possível também observar que o tratamento com mcASC anterior ao insulto não apresentou eficácia, sendo descartado como efeito protetor. Já para o tratamento após o insulto foi possível observar uma melhora da viabilidade dos queratinócitos, que tende a aumentar ao longo das horas, tendo seu decaimento após 72h. Porém, ao comparar o tratamento utilizando o mcASC e o tratamento apenas com o meio básico de cultura das células (DMEM), não houve uma diferenças significativa, que pode ser explicado pela entrada precoce em senescência das ASCs do doador, evidenciando que células em senescência apresentam um fenótipo secretor ineficaz no processo de rejuvenescimento celular.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise proteômica do secretoma de células estromais mesenquimais dermais expostas à radiação ultravioleta B</title>
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<name>Leite, Maria Clara Comin Silva</name>
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<updated>2024-09-09T00:14:39Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise proteômica do secretoma de células estromais mesenquimais dermais expostas à radiação ultravioleta B
Leite, Maria Clara Comin Silva
As células estromais mesenquimais (CEMs) são conhecidas por suas funções parácrinas, modulando o microambiente através da secreção de moléculas bioativas que influenciam o estresse oxidativo, inflamação e reparo tecidual. O presente estudo buscou explorar os efeitos da radiação ultravioleta B (UVB) no secretoma de CEMs dermais, através de análise proteômica. As CEM-d foram categorizadas em três grupos: controle, grupo exposto a UVB com dose de 2.5mJ/cm² e com 5mJ/cm². Após passarem 48h em DMEM com privação de soro fetal bovino, o meio condicionado (MC) das CEM-d foi coletado e concentrado. As análises a partir do proteoma foram realizadas utilizando espectrometria de massa, com identificação e quantificação proteica através da plataforma Maxquant. Foram selecionadas proteínas com pelo menos dois peptídeos únicos para a execução de análises de ontologia gênica (GO), com o software g:Profiler. Os resultados mostraram 363 proteínas identificadas , sendo 66,5% comuns em todos os grupos experimentais, com distribuição similar, estando predominantemente no espaço extracelular (aproximadamente 85%). As análises de GO referentes a funções moleculares mostraram que todos os secretomas foram enriquecidos com proteínas relacionadas a constituintes estruturais de matriz extracelular (MEC), com 16% no MC-CTL em comparação a 14% e 12% no MC-UVB2.5 e MC-UVB5.0, respectivamente. Em relação a proteínas diferentemente expressas, as análises mostraram que entre o MC-CTL e o MC-UVB2.5, 176 proteínas foram up-reguladas e 67 down-reguladas. Já entre o MC-CTL e o MC-UVB5.0, 147 proteínas foram up-reguladas e 100 down-reguladas. Esses dados sugerem que apesar de terem sido encontradas análises de enriquecimento similares entre si, as diferenças nas expressões proteicas foram evidenciadas, indicando respostas variáveis de acordo com o nível de exposição à UVB. Os próximos estudos terão como foco as proteínas diferentemente expressas para entender seu papel no reparo tecidual e seus mecanismos de respostas ao fotodano.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Alterações provocadas pela exposição ao metilmercúrio durante o desenvolvimento embrionário do fígado e do pulmão</title>
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<name>Goulart, Paulo</name>
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<updated>2024-09-08T21:12:35Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Alterações provocadas pela exposição ao metilmercúrio durante o desenvolvimento embrionário do fígado e do pulmão
Goulart, Paulo
O metilmercúrio (MeHg) é um composto bioacumulativo e é a forma mais tóxica do mercúrio orgânico. Nos organismos o MeHg tende a ser amplamente distribuído pela circulação sanguínea para vários órgãos do corpo. A principal fonte de contaminação desse metal se dá pela ingestão de peixes contaminados, afetando tanto a saúde humana quanto dos ambientes e dos organismos que nele vivem e, devido a essa sua relevância, merece ser investigada. Estudos mostram que a toxicidade desse metal pesado no sistema nervoso é responsável por danos celulares e teciduais em indivíduos adultos e embrionários. Outros órgãos vascularizados, como o fígado e o pulmão são impactados, entretanto a toxicidade do MeHg é pouco compreendida. Assim, neste estudo foram avaliados os efeitos do MeHg no tecido hepático e pulmonar sobre as células e estruturas de origem endodérmica (hepatócitos, pneumócitos tipo I e tipo II e bronquíolos) e mesodérmicas (células endoteliais e vasos sanguíneos), durante o desenvolvimento embrionário. Para tal, embriões de Gallus domesticus foram utilizados como modelo animal de estudo, sendo divididos em grupos, (i) expostos a 0,1 µg MeHg/50 µL de solução salina e (ii) expostos exclusivamente a 50 µL de solução salina, ambos em E1,5 (1,5 dias embrionário), que corresponde ao período inicial de formação do fígado e do pulmão; e analisados em E10, quando o fígado já apresenta lóbulos e cordões hepáticos e os pulmões apresentam brônquios. Os embriões foram submetidos a análises morfométricas e imuno-histoquímicas para avaliar os efeitos do MeHg sobre o tecido hepático e pulmonar e as células de interesse. Foi observado que o MeHg causou impacto negativo no desenvolvimento de células de origem endodérmicas do fígado e do pulmão, evidenciado pelo acúmulo de gordura nas células hepáticas, o espessamento dos pneumócitos tipo I, a diminuição do tamanho total dos pneumócitos tipo II e desregulação da proliferação celular de hepatócitos e pneumócitos tipo I. Além disso, impactou no desenvolvimento de células de origem mesodérmica do fígado e do pulmão, observado pela diminuição do tamanho total  das células endoteliais hepáticas, aumento do tamanho total das células endoteliais pulmonares, alteração no diâmetro dos vasos sanguíneos e desregulação de marcadores celulares para angiogênese. Em conjunto, essas alterações apresentaram um grau de esteatose no tecido hepático e um desbalanço na organização alveolar que pode dificultar as futuras trocas gasosas, durante a respiração após a eclosão. Essas evidências reforçam a necessidade de investigação contínua dos impactos do MeHg durante o desenvolvimento embrionário.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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