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<title>Departamento de Ciências Farmacêuticas</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:36Z</updated>
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<title>INVESTIGAÇÃO DE METABÓLITOS DE FUNGO ENDOFÍTICO ISOLADO DA PLANTA MEDICINAL Porophyllum ruderale Jacq. Cass (Asteraceae)</title>
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<name>Salvo, Catharina</name>
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<updated>2024-09-23T10:14:01Z</updated>
<published>2024-09-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">INVESTIGAÇÃO DE METABÓLITOS DE FUNGO ENDOFÍTICO ISOLADO DA PLANTA MEDICINAL Porophyllum ruderale Jacq. Cass (Asteraceae)
Salvo, Catharina
Porophyllum ruderale (Jacq.) Cass., conhecida como arnica-couve-cravinho, é uma planta medicinal pertencente à família Asteraceae, amplamente encontrada no Brasil e tradicionalmente utilizada no tratamento de contusões. Diversos metabólitos secundários, como terpenoides, flavonoides e tiofenos, foram identificados em P. ruderale. Estudos recentes têm destacado a relação simbiótica entre plantas medicinais e fungos endofíticos, sendo Penicillium um dos gêneros mais estudados por sua produção de metabólitos bioativos. A citrinina, uma micotoxina nefrotóxica e teratogênica, é produzida por fungos como Penicillium e Aspergillus, e tem demonstrado promissoras atividades antimicrobianas e antitumorais.&#13;
Neste estudo, a análise química do fungo endofítico Penicillium sp. isolado de P. ruderale foi realizada com técnicas de cromatografia e espectrometria de massas, resultando na identificação de 93 substâncias, incluindo citrinina e seus derivados. As análises estruturais utilizando RMN permitiram elucidar a estrutura de grande parte dos compostos, embora contaminantes ainda tenham sido detectados nas amostras.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de ciências da saúde. Departamento de ciências farmacêuticas
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<dc:date>2024-09-20T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estratégias Tecnológicas visando o aumento da biodisponibilidade oral de estatinas e coenzima Q10 - Um estudo in vitro</title>
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<name>Lourenço, Carolina</name>
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<updated>2024-09-08T22:31:21Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estratégias Tecnológicas visando o aumento da biodisponibilidade oral de estatinas e coenzima Q10 - Um estudo in vitro
Lourenço, Carolina
Alterações nos níveis séricos de lipoproteínas estão fortemente ligadas ao desenvolvimento de doenças ateroscleróticas, uma das principais causas de mortalidade global, com cerca de 200.000 mortes anuais atribuídas a complicações associadas. O tratamento das dislipidemias geralmente envolve o uso de fármacos hipolipemiantes, especialmente as estatinas, que inibem a enzima HMG-CoA redutase. Essa enzima catalisa a conversão de HMG-CoA em mevalonato, o primeiro passo da via de biossíntese do colesterol, cuja inibição leva à redução dos níveis de colesterol sérico. As estatinas podem ser sintéticas, como a atorvastatina, ou derivadas de fungos, como a sinvastatina (SIN). A SIN é um pró-fármaco classificado como um composto de Classe II do Sistema de Classificação Biofarmacêutica (BCS), apresentando baixa solubilidade sistêmica. Além da redução do colesterol, estudos sugerem que a inibição da via do mevalonato pela SIN pode causar estresse oxidativo, interferindo na síntese de ubiquinona (CoQ10), um componente essencial na fosforilação oxidativa. A administração simultânea de SIN e CoQ10 surge como uma estratégia potencialmente benéfica, já que a SIN reduz a produção de CoQ10. Contudo, ambos apresentam baixa biodisponibilidade, o que justifica o uso de abordagens avançadas para melhorar seus perfis de dissolução. Uma estratégia promissora é o uso de nanopartículas poliméricas, que aumentam a área superficial dos fármacos, melhorando a solubilidade e dissolução de moléculas insolúveis. Sistemas Supersaturados de Liberação de Fármacos são uma alternativa relevante, induzindo um estado transitório de supersaturação no trato gastrointestinal, o que pode aumentar a biodisponibilidade dos compostos. Neste estudo, nanopartículas híbridas foram desenvolvidas via self-assembly para encapsular SIN e CoQ10. As formulações foram avaliadas in vitro quanto ao perfil de supersaturação, comparando a SIN encapsulada com sua forma não encapsulada. O estado sólido das formulações foi analisado após liofilização para verificar a estabilidade das nanopartículas. Os resultados indicaram que a supersaturação aumentou em 10,56 vezes a solubilidade da SIN no meio FaSSGF, que simula o estômago, sugerindo uma melhora na solubilidade já nas primeiras fases do trato gastrointestinal. A liofilização contribuiu para a estabilidade das nanopartículas, e análises revelaram características amorfas nas formulações, o que pode melhorar ainda mais a solubilidade dos compostos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Saúde Curso de Graduação em Farmácia
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estudo da ação citotóxica de novos cardenolídeos semissintéticos frente às células de câncer de próstata</title>
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<name>Schulte, Luíse Gauer</name>
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<updated>2024-09-08T16:28:44Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estudo da ação citotóxica de novos cardenolídeos semissintéticos frente às células de câncer de próstata
Schulte, Luíse Gauer
O câncer é a segunda principal causa de morte no mundo, sendo o câncer de próstata responsável por 13,5% dos casos e 7,3% das mortes pela doença. Esta questão se torna cada vez mais urgente devido ao crescente número de indivíduos afetados e aos tratamentos farmacológicos atuais, que carecem de especificidade e induzem efeitos adversos graves. Os produtos naturais são fontes significativas de moléculas farmacologicamente ativas, oferecendo um grande potencial para o desenvolvimento de novos medicamentos antitumorais. Os cardenolídeos, tradicionalmente usados para tratar insuficiência cardíaca congestiva e arritmias atriais, são um exemplo desses compostos. Vários estudos recentes demonstram o potencial citotóxico e antitumoral de moléculas dentro dessa classe. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi avaliar o potencial citotóxico e o efeito antiproliferativo a longo prazo de oito análogos semissintéticos de cardenolídeos. Para determinação de sua citotoxicidade, foram empregadas no ensaio de sulforrodamina B as linhagens tumorais de próstata DU145 e PC3, para a determinação da concentração citotóxica de 50% (CC50), e células não tumorais (HGF), para a determinação da concentração inibitória de 50% (CI50) e perfis de seletividade. Com base nos resultados, os índices de seletividade (IS) foram calculados para identificar os análogos mais promissores. Os cardenolídeos 6b, 6c e 6d destacaram-se, apresentando os menores valores de CC50: 3,66, 8,02 e 3,38 µM para as células DU145, e 2,23, 4,26 e 2,56 µM para as células PC3, respectivamente. Os três análogos demonstraram baixa citotoxicidade em células HGF, indicando seletividade para células tumorais (IS entre 12 e 45). Sendo assim, eles foram selecionados para avaliação de sua ação citotóxica a longo prazo, utilizando o ensaio clonogênico. O tratamento com a CC50 dos análogos 6b, 6c e 6d reduziu a formação de colônias de células DU145 em 95,84%, 94,97% e 66,15% em relação ao controle não tratado, já o tratamento com o dobro da CC50 foi capaz de inibir o crescimento de colônias em 97,65%, para 6b e 6c, e em 91%, para 6d. Ainda, as colônias formadas por células tratadas com 6b e 6c em sua CC50 apresentaram uma área média menor que o controle não tratado, reduzindo 51,8% e 41,7%, respectivamente. O análogo 6d foi capaz de reduzir a área das colônias formadas apenas no tratamento com o dobro da CC50, em 35,34%. Por fim, a ação citotóxica a longo prazo do tratamento com os cardenolídeos 6b, 6c e 6d também foi avaliada pelo ensaio de duplicação populacional. O efeito observado foi o de diminuição da duplicação populacional cumulativa de 21 dias, representando uma desaceleração do crescimento da população de células tratadas em relação ao controle celular, mas não foi observada a capacidade dos tratamentos em diminuir a população celular. Portanto, os compostos mostraram-se promissores nos ensaios conduzidos, com potencial para avançar nas etapas seguintes de pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Ciências Farmacêuticas.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento e caracterização química e físico-química de nanocarreadores lipídicos para a vetorização de mirna no tratamento da doença de parkinson</title>
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<name>Vieira, João Victor Soares</name>
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<name>Athayde, Amanda Ellen de</name>
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<name>Sanches, Mariele Paludetto</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259106</id>
<updated>2024-09-08T16:22:06Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Desenvolvimento e caracterização química e físico-química de nanocarreadores lipídicos para a vetorização de mirna no tratamento da doença de parkinson
Vieira, João Victor Soares; Athayde, Amanda Ellen de; Sanches, Mariele Paludetto
A Doença de Parkinson (DP) é uma doença degenerativa cujas alterações motoras decorrem principalmente da morte de neurônios dopaminérgicos, manifestando-se com tremor de repouso, bradicinesia, rigidez com roda dentada e anormalidades posturais. Atualmente, os medicamentos utilizados para tratar a DP são sintomáticos, ou seja, repõem parcialmente a dopamina que está faltando, mas não evitam o progresso da doença. Uma das abordagens inovadoras que tem sido estudada para o tratamento da DP consiste na terapia com microRNAs (miRNAs). No entanto, tais moléculas são rapidamente degradadas nos fluidos biológicos pela ação das endonucleases. Além disso, são moléculas grandes em tamanho e carregadas negativamente, o que impede a sua entrada nas células. Para contornar estas limitações, nanopartículas lipídicas (NPLs) têm sido investigadas como carreadores para miRNAs. Na composição destas NPLs, o lipídio catiônico ionizável é responsável, em grande parte, pela internalização celular. Em meio ácido apresenta carga positiva, o que favorece a complexação com o ácido nucleico, mas é neutro em pH fisiológico, permitindo a entrada das NPLs  nas células por endocitose. Uma vez  no endossoma, em pH mais baixo, torna-se protonado, liberando o ácido nucleico para o citosol.   Assim, neste trabalho, NPLs brancas e contendo miRNAs de células precursoras neuronais foram preparadas pelo método de diluição em etanol . As  formulações foram constituídas pelo lipídio catiônico (DOTAP) e/ou ionizável (DODMA), um lipídio estruturante (DSPC), um lipídio peguilado (DSPE-PEG2000) e colesterol. A relação molar de lipídio catiônico, DSPC,  DSPE-PEG2000 e  colesterol foi mantida em 50:10:1,5:38,5 e DOTAP ou uma mistura de DODMA:DOTAP 1:1 foi usada como lipídio catiônico. Três concentrações totais de lipídios foram testadas, 12,5, 25 e 50 mM. As NPLs foram caracterizadas quanto ao tamanho e potencial zeta por espalhamento dinâmico da luz e anemometria laser doppler, respectivamente. A morfologia das partículas foi avaliada por  Cryo-TEM. Nanopartículas brancas com tamanho variando entre 70 e 90 nm, monodispersas e com carga superficial positiva próxima a neutralidade foram obtidas, sendo que aquelas preparadas unicamente com DOTAP exibiram menor tamanho. Resultados semelhantes foram obtidos para as NPLs contendo o miRNA.  As análises de Cryo-TEM evidenciaram a presença de nanoestrutruras vesiculares constituídas por uma bicamada lipídica e núcleo interno aquoso para as NPLs brancas. A mesma estrutura vesicular foi observada para as NPLs contendo  miRNA, mas com um núcleo eletrodenso, formado provavelmente pelo complexo com o lipídio catiônico. Com base nos dados obtidos através deste estudo, pode-se obter nanopartículas lipídicas brancas e contendo miRNA de células precursoras neuronais em sua composição para promover uma futura nova abordagem no tratamento da DP.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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