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<title>Departamento de Clínica Médica</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:59Z</updated>
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<title>Avaliação da inibição das enzimas SLK E STK10 sobre alterações comportamentais e de plasticidade sináptica em ratos</title>
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<name>Carlotto, Julia</name>
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<updated>2024-09-23T10:14:08Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da inibição das enzimas SLK E STK10 sobre alterações comportamentais e de plasticidade sináptica em ratos
Carlotto, Julia
Este estudo investiga o impacto da inibição das enzimas SLK e STK10 na&#13;
plasticidade sináptica e nas alterações neurais em ratos Wistar. O foco é entender&#13;
como a inibição dessas enzimas afeta a formação e modulação de sinapses e suas&#13;
possíveis implicações para condições como ansiedade e depressão. Utilizando um&#13;
modelo experimental, ratos foram tratados com três compostos: RS-02 (inibidor&#13;
ativo) e RS-31 e RS-34 (controles negativos). A eficácia dos compostos foi avaliada&#13;
por meio de técnicas de eletrofisiologia e análise comportamental.&#13;
Os testes revelaram que a administração dos inibidores não alterou a&#13;
atividade locomotora ou exploratória dos animais, nem afetou comportamentos&#13;
relacionados à ansiedade ou a evocação da memória associativa de ameaça. Esses&#13;
resultados sugerem que, no modelo experimental utilizado, a inibição de SLK e&#13;
STK10 não tem efeito significativo sobre os comportamentos estudados.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da Teoria da Mente em pacientes com epilepsia mioclônica juvenil</title>
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<name>Marmentini, Emily Lima</name>
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<updated>2024-09-08T22:38:28Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da Teoria da Mente em pacientes com epilepsia mioclônica juvenil
Marmentini, Emily Lima
Introdução: A epilepsia mioclônica juvenil (EMJ) faz parte do grupo das síndromes epilépticas generalizadas idiopáticas; habitualmente com início na adolescência e que pode vir acompanhada de irritabilidade, mudanças frequentes de humor, alterações na função executiva (que envolve fatores como memória de trabalho e flexibilidade cognitiva) e na Teoria da Mente (ToM, que traduz-se na capacidade de inferir estados mentais de outrem e diferenciá-los dos atribuídos a si próprio). A ToM pode ser avaliada por testes como o Teste de Reconhecimento de Faux Pas (FP) e o Teste de Leitura da Mente Através dos Olhos (RMET). A estes, para uma avaliação mais holística, pode-se associar testes que acessem, também, informações acerca de níveis de ansiedade (Generalized Anxiety Disorder  7, GAD-7), depressão (Neurological Disorders Depression Inventory for Epilepsy, NDDI-E) e inteligência (quociente de inteligência, QI)- tendo em vista a propensão ao desenvolvimento de comorbidades psiquiátricas que o grupo em questão possui. Metodologia: Neste estudo transversal, indivíduos provenientes do Ambulatório de Epilepsias Farmacorresistentes do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU-UFSC)-- com diagnóstico de EMJ e mais de 18 anos de idade, que não fossem analfabetos ou que possuíssem alguma deficiência visual/auditiva limitante, entre outros– e voluntários da comunidade, compondo os grupos caso e controle, respectivamente, foram entrevistados e avaliados quanto a ToM (FP e RMET); níveis de ansiedade, depressão e inteligência (que foi estimada a partir do Wechsler Abbreviated Scale of Intelligence, WASI). Os resultados obtidos foram compilados em planilha eletrônica do Microsoft Excel e, para análise estatística, foi utilizado o programa GNU PSPP para Windows. Resultados: Foram incluídos 24 indivíduos no grupo caso, com idade média de 32 anos; majoritariamente do sexo feminino (54,17%), solteiros ou divorciados (37,5%) e com algum tipo de ocupação (62,5%); escolaridade média de 12 anos e frequência de crises variadas (41,67% com crises anuais); cujo tratamento farmacológico se dá, em sua maioria, com valproato de sódio (VPA, 62,5%). O grupo controle, por sua vez, com 44 participantes, apresentou idade média de 27 anos; majoritariamente do sexo feminino (59,09%), solteiros ou divorciados (81,82%) e com algum tipo de ocupação (100%); e escolaridade média de 15 anos. Quanto aos resultados dos testes, os grupos caso e controle pontuaram, em média, respectivamente, 10,37 e 6,15 no GAD-7; 13,7 e 10,61 no NDDI-E; 95,08 e 121,13 no QI; 24,75 e 27,15 no RMET e, por fim, 23,12 e 27,7 no FP. O teste de Mann-Whitney, não paramétrico e para amostras independentes, mostrou diferenças estatisticamente significativas nos valores do GAD-7; NDDI-E; QI e RMET. Conclusão: Os impactos da EMJ sobre funções cognitivas e sociais, entre outros, é um tópico a ser estudado e esta pesquisa dá continuidade a debates que hão de ser mantidos e explorados.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Clínica Médica.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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