<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Ecologia e Zoologia</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257125" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257125</id>
<updated>2026-04-30T13:08:04Z</updated>
<dc:date>2026-04-30T13:08:04Z</dc:date>
<entry>
<title>Alterações biológicas em Daphnia magna após exposição crônica às cinzas oriundas de incêndios</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271152" rel="alternate"/>
<author>
<name>Schimidt, Bethania</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271152</id>
<updated>2025-12-15T12:01:38Z</updated>
<published>2024-08-26T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Alterações biológicas em Daphnia magna após exposição crônica às cinzas oriundas de incêndios
Schimidt, Bethania
O escoamento de cinzas provenientes de incêndios para os ecossistemas aquáticos representa uma ameaça à conservação da biodiversidade devido à sua toxicidade para diversos organismos após a solubilização na água. Isso porque as cinzas são uma mistura complexa de substâncias, compostas majoritariamente de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) e metais. O presente estudo avaliou experimentalmente os efeitos da contaminação da água por cinzas sobre o crescimento, reprodução, longevidade e mobilidade do microcrustáceo Daphnia magna, como um organismo-modelo que permite inferir a vulnerabilidade da fauna aquática em ambientes localizados em áreas sujeitas a fogo. No experimento, neonatos de D. magna foram expostos, ao longo de 21 dias, a diferentes concentrações de cinzas: 0, 0,8, 1,6 e 4 mg/L em extratos aquosos de cinzas com macropartículas em suspensão e 0, 1,1, 2,2 e 5,5 mg/L em extratos sem macropartículas de cinzas. Microcrustáceos expostos a extratos aquosos de cinzas com macropartículas na concentração de 4 mg/L apresentaram tamanho corporal 38% menor comparado ao controle, e tiveram a reprodução totalmente inibida, quando comparados ao controle. Em exposição a extratos aquosos sem macropartículas, observou-se uma redução de 75% no número de posturas após exposição a uma concentração de 5,5 mg/L de cinzas em relação ao controle. De maneira semelhante, a longevidade dos organismos foi reduzida (70%) nos extratos aquosos com macropartículas com 4 mg/L de cinzas. Na concentração mais elevada de cinzas em extratos aquosos com macropartículas, a mobilidade de D. magna foi alterada, sendo que a distância percorrida pelos organismos expostos a 4 mg/L de cinzas foi maior que a distância percorrida pelos organismos sujeitos à água sem cinzas. Os resultados obtidos evidenciam que as cinzas provenientes da queima de biomassa vegetal são tóxicas para D. magna, o que sugere potencial toxicidade para outros organismos. Além disso, sugere-se que as macropartículas conferem maior toxicidade às cinzas, uma vez que as respostas biológicas mostraram-se mais conspícuas para este tratamento.
</summary>
<dc:date>2024-08-26T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>A rã-de-corredeira na Ilha de Santa Catarina: variações morfológica e acústica</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259716" rel="alternate"/>
<author>
<name>Indalêncio, Pedro Lobato</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259716</id>
<updated>2024-09-14T18:59:04Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A rã-de-corredeira na Ilha de Santa Catarina: variações morfológica e acústica
Indalêncio, Pedro Lobato
A Ilha de Santa Catarina é formada por duas porções florestais distintas, centro-norte e sul, cobertas por de floresta ombrófila densa e que são separadas por uma área de vegetação de restinga. Essas florestas, são áreas de ocorrência de diversas espécies de anuros, como Hylodes aff. perplicatus, uma espécie de rã-de-corredeira que habita rios e ambientes florestais e que possivelmente não é capaz de permear a matriz de restinga. Dessa forma, a espécie está dividida em duas populações isoladas geograficamente e, por consequência, também isoladas geneticamente, devido à interrupção do fluxo gênico entre elas. O possível acúmulo de diferenças entre as populações centro-norte e sul da Ilha de Santa Catarina é o que buscamos identificar no projeto: Distribuição, variação morfológica e acústica da rã-das-cachoeiras, Hylodes aff. perplicatus (Hylodidae) na Ilha de Santa Catarina. Comparamos os parâmetros morfométricos e acústicas entre as populações de H. aff. perplicatus na Ilha de Santa Catarina. Além disso, comparamos os dados morfométricos das populações das regiões centro-norte e sul, em conjunto, com as demais espécies que ocorrem no estado. As áreas de estudo foram separadas em duas unidades taxonômicas operacionais, UTO centro-norte e UTO sul, de acordo com a porção florestal ao qual cada unidade pertence. Para as análises morfométricas, foram medidos tanto indivíduos coletados em campo quanto aqueles depositados em coleções científicas. Vocalizações foram gravadas utilizando gravadores manuais e microfones unidirecionais. Os parâmetros acústicos e morfométricos foram comparados utilizando testes T, testes de Wilcox e Análises de Componentes Principais (PCA). Também foram utilizados modelos lineares preditivos para verificar correlação entre a temperatura do ar e os parâmetros acústicos dos cantos de anúncio H. aff. perplicatus. Há ligeiras diferenças morfométricas e acústicas entre Hylodes aff. perplicatus das diferentes UTO’s da Ilha de Santa Catarina. Também verificamos que existe correlação negativa entre a temperatura do ar e a duração do canto de anúncio da espécie. As demais espécies de Hylodes do estado de SC são muito semelhantes morfologicamente a Hylodes aff. perplicatus, embora algumas diferenças morfométricas tenham sido evidenciadas. São necessários mais estudos que incluam análises acústicas das demais espécies do estado para melhor identificar as diferenças entre elas e Hylodes aff. perplicatus. É importante que as populações da espécie na Ilha de Santa Catarina sejam pesquisadas, visto que ainda há pouca informação sobre as variações de morfologia, acústica, ecologia, comportamento e história natural desta espécie em relação às demais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. &#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. &#13;
Centro Ciências Biológicas. &#13;
Departamento de Ecologia e Zoologia.
</summary>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Surfando com Tubarões</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259710" rel="alternate"/>
<author>
<name>Morais, Bruna</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259710</id>
<updated>2024-09-14T00:18:38Z</updated>
<published>2024-12-13T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Surfando com Tubarões
Morais, Bruna
Por serem predadores de topo, os tubarões desempenham um papel chave na manutenção da biodiversidade marinha, contribuindo para o equilíbrio do ecossistema por meio do controle da população de suas presas. No entanto, muitas espécies de tubarões enfrentam ameaças em virtude da pesca excessiva e degradação do habitat. Além das ameaças físicas, os tubarões também sofrem com uma má reputação e estereótipos negativos na cultura popular. Tal reputação pode levar a ações de medo e violência contra esses animais e também irrelevância quanto a sua necessidade de conservação. Incidentes entre tubarões e surfistas têm ocorrido em várias partes do mundo, especialmente na região de Recife, no Brasil. Estudos sobre as percepções do público que acessa os ambientes marinhos têm sido uma ferramenta útil para compreender as percepções, sensibilização e atitudes do público em relação ao mar e seus habitantes. Essa pesquisa contou com a participação de 79 surfistas, que forneceram informações sobre suas percepções e experiências. Os resultados preliminares indicam que, embora a maioria dos surfistas reconheça a importância ecológica dos tubarões, há uma lacuna no conhecimento sobre seus hábitos e comportamentos. Esses achados destacam a necessidade de iniciativas educativas voltadas para a conscientização e o envolvimento ativo dos surfistas na proteção e conservação dos tubarões.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. CCB - Departamento de Ecologia e Zoologia. Licenciatura em Ciências Biológicas
</summary>
<dc:date>2024-12-13T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Aspectos da Ecologia Humana na restauração ecológica promovida na Mata Atlântica</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259659" rel="alternate"/>
<author>
<name>Zanelatto, Vitor Lauro</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259659</id>
<updated>2024-09-12T20:33:00Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Aspectos da Ecologia Humana na restauração ecológica promovida na Mata Atlântica
Zanelatto, Vitor Lauro
A definição de Restauração Ecológica compreende as ações promovidas para a recuperação de um ecossistema que foi degradado, danificado ou destruído. O Brasil se destacou no alcance de metas globais de restauração porque tem alguns dos maiores centros de biodiversidade do mundo e é pioneiro na regulação das atividades de restauração, mas esse processo não é homogêneo no território. Oitenta por cento da biodiversidade florestal restante do mundo está localizada dentro dos territórios de comunidades tradicionais, com evidências sugerindo que essas terras emitem pelo menos 73% menos carbono do que as terras gerenciadas por outros grupos. Nesse sentido, o projeto buscou elucidar as causas da degradação de áreas de comunidades tradicionais e, principalmente, evidenciar estratégias para a inclusão dessas comunidades em iniciativas de restauração ecológica, agregando saberes etnobotânicos e outros aspectos da Cultura. Foram desenvolvidas pesquisas bibliográficas, consultas aos dados fornecidos por autarquias federais e a aplicação de uma entrevista com atores da Sociedade Civil Organizada atuantes em projetos de restauração ecológica. A posteriori, foi realizada a tabulação dos dados, análise das informações obtidas e discussão dos resultados. Assim, se identificou as iniciativas de restauração ecológica no estado de Santa Catarina e seus promotores; as principais causas de degradação das paisagens naturais nas áreas de estudo; os aspectos socioecológicos a serem considerados em projetos de restauração ecológica e como as particularidades socioculturais de cada território são consideradas.
Vídeo de Apresentação do projeto de Pesquisa "Aspectos da Ecologia Humana na restauração ecológica promovida na Mata Atlântica" (ECZ/CCB/UFSC) para o Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica 2024 da UFSC.
</summary>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
