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<title>Departamento de Educação Física</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:55Z</updated>
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<title>COMO SE CARACTERIZAM OS CLUSTERS DE ESTILO DE VIDA E DE TRANSTORNOS MENTAIS EM UNIVERSITÁRIOS BRASILEIROS? ESTUDO PILOTO UNILIFE-M</title>
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<name>Carnevalli, Sarah Vitória Bristot</name>
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<updated>2024-09-18T11:13:27Z</updated>
<published>2024-09-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">COMO SE CARACTERIZAM OS CLUSTERS DE ESTILO DE VIDA E DE TRANSTORNOS MENTAIS EM UNIVERSITÁRIOS BRASILEIROS? ESTUDO PILOTO UNILIFE-M
Carnevalli, Sarah Vitória Bristot
Introdução: A educação em nível superior está associada a níveis mais elevados de estresse quando comparada àqueles que não estão inseridos no ambiente acadêmico. Dessa forma, o estresse acadêmico, juntamente com fatores sociodemográficos e o estilo de vida dos estudantes, podem aumentar a vulnerabilidade ao desenvolvimento de transtornos mentais. Este estudo teve como objetivo caracterizar os clusters de estilo de vida e de transtornos mentais em universitários brasileiros. Métodos: Foi feito um recorte transversal da linha de base da fase piloto de um estudo de coorte longitudinal, multicêntrico e prospectivo (Unilife-M). A amostragem se deu de modo não probabilístico, por conveniência. A coleta de dados foi realizada por meio do preenchimento online de questionários autor reportados. Foram utilizados questionários com perguntas abertas e fechadas para coletar dados sociodemográficos e histórico de saúde, o SMILE-C para avaliar o comportamento relacionado ao estilo de vida e questionários de avaliação transversal de sintomas de transtornos mentais (DSM-5, PHQ-9, HCL-32, GAD-7, PSQI, OCI-R, ASSIST e ASRS). Foi utilizada uma análise de cluster de duas etapas para identificar perfis de estilo de vida e de transtornos mentais. O teste de qui-quadrado foi aplicado para a associação entre as variáveis sociodemográficas, estilo de vida e transtornos mentais. Resultados: Foram observados três clusters de estilo de vida e dois de transtornos mentais. Em relação ao estilo de vida, o “At-Risk” (35,5%) foi o cluster com os hábitos menos saudáveis. O cluster “Screeners”, que representa a maioria (43%), parece ter o maior comportamento sedentário (z=- 0,51±0,37), mas possui escore z positivo para as demais variáveis. O cluster “Non-Screeners” apresenta os hábitos mais saudáveis entre os três agrupamentos.  Já no âmbito de transtornos mentais, a gravidade dos sintomas foi significativamente menor no grupo “Protected” em comparação com o grupo “Mental-Risk". Análises de regressão logística indicam que mulheres (OR=2,14, IC 95%=1,45-3,15), não heterossexuais (OR=2,17, IC 95%=1,42-3,32) e aqueles sem qualquer relato de atividade física semanal (OR=4,58, IC 95%=2,43-8,56) tiveram maiores chances de estar no cluster de risco. Conclusão: Alguns estudantes tendem a estar mais expostos a estilos de vida não saudáveis do que outros, de acordo com os determinantes sociais em que estão inseridos. Além disso, tendem a estar mais expostos a um maior tempo de comportamento sedentário quando comparados à população em geral. Ademais, pessoas em grupos sociais menos privilegiados, representando minorias, possuem mais chances de estarem no cluster de risco para transtornos mentais.
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<dc:date>2024-09-20T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mudança nos níveis de atividade física antes e durante a pandemia de COVID-19: resultados do estudo de Coorte EpiFloripa Idoso</title>
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<name>Silva, João Vítor Santos da</name>
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<updated>2024-09-16T14:08:01Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Mudança nos níveis de atividade física antes e durante a pandemia de COVID-19: resultados do estudo de Coorte EpiFloripa Idoso
Silva, João Vítor Santos da
A pandemia de COVID-19 trouxedesafios para a prática de atividade física, especialmente entre a população idosa, que enfrentou restrições devido ao isolamento social. Este estudo teve como objetivo analisar as diferenças na prevalência de atividade física moderada a vigorosa em pessoas idosas antes e durante a pandemia de COVID-19. A análise longitudinal utilizou dados da terceira (2017-2019) e quarta (2021-2022) onda do Estudo de Coorte EpiFloripa Idoso, realizado com pessoas idosas (≥60 anos) de ambos os sexos da área urbana de Florianópolis, SC. Para a coleta de dados, foi utilizado a dimensão de lazer, do Questionário Internacional de Atividade Física na versão. A análise dos dados foi realizada com a amostra de acompanhamento e incluiu estatísticas descritivas com frequências relativas e absolutas. As diferenças foram analisadas pelo intervalo de confiança, utilizando o software Stata 14. Participaram do estudo 330 pessoas (70,2% mulheres) e a maior parte entre 70-79 anos (49,1%). No geral, houve uma redução na proporção de pessoas idosas ativas entre o período pré e durante a pandemia de COVID-19 (17,0% vs 11,2%). No entanto, essa diferença se manteve apenas entre os homens (21,2% vs 11,0%)e entre pessoas com 80 anos ou mais (15,8%vs 4,2%).Nenhuma diferença significativa foi verificada ao comparar diferentes níveis de escolaridade.Conclui-se que a pandemia teve um impacto negativo nos níveis de atividade física de pessoas idosas, com efeitos mais acentuados em homens e nos indivíduos de faixas etárias mais avançadas. Esses resultados sugerem a necessidade de intervenções específicas voltadas para esses grupos. Embora a amostra represente uma parcela da coorte estudada, os resultados destacam a importância de políticas públicas que promovam a prática de atividades físicas, especialmente durante a pandemia.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>GUIA DE AVALIAÇÃO DA APTIDÃO FÍSICA RELACIONADA À SAÚDE DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES QUE VIVEM COM O HIV: estudo saúde posithiva II</title>
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<name>Anselmo, Pedro Henrique Pires</name>
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<updated>2024-09-09T00:56:21Z</updated>
<published>2024-09-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">GUIA DE AVALIAÇÃO DA APTIDÃO FÍSICA RELACIONADA À SAÚDE DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES QUE VIVEM COM O HIV: estudo saúde posithiva II
Anselmo, Pedro Henrique Pires
A exposição prolongada ao tratamento pelos antirretrovirais para controle do vírus da imunodeficiência humana (HIV) apresenta efeitos colaterais que, dentre outros fatores, alteram a composição corporal dos pacientes. A busca de estratégias não medicamentosas que mitiguem as alterações na composição corporal em decorrência do HIV e do tratamento prolongado é prioridade em saúde pública. Assim, o presente estudo teve como objetivo investigar a relação entre força muscular com indicadores de adiposidade corporal e conteúdo mineral ósseo (CMO), em crianças e adolescentes com diagnóstico de infecção pelo vírus do HIV. Este estudo faz parte do macroprojeto “Guia de avaliação da aptidão física relacionada à saúde de crianças e adolescentes que vivem com o HIV: estudo saúde positHIVa etapa II” e apresenta delineamento transversal. Para essa pesquisa participaram 21 crianças e adolescentes na faixa etária de oito a 15 anos de idade com diagnóstico de HIV, via transmissão vertical, sendo 10 do sexo masculino e 11 do feminino, atendidos em um hospital de referência da cidade de Florianópolis, SC, Brasil. As variáveis dependentes foram a adiposidade corporal (regional e generalizada) e CMO (regional e generalizado) estimadas por meio da avaliação do DXA. A variável independente foi a força muscular que foi analisada por um teste de membros superiores (MMSS) (teste de preensão manual) e um teste de membros inferiores (MMII) (teste de impulsão horizontal). Empregaram-se análises de estimativas do coeficiente de correlação de Spearman (Rho), considerando nível de significância de 5%. Para o sexo feminino, observou-se que: 1) o desempenho no salto horizontal esteve relacionado inversamente à gordura corporal de MMII (Rho = -0,62) e do tronco (Rho = -0,62); 2) o desempenho no teste de preensão manual foi diretamente relacionado com a gordura corporal do tronco (Rho = 0,71); 3) o desempenho no teste de preensão manual foi diretamente relacionado com o CMO do tronco e subtotal (ambos Rho = 0,63). Para o sexo masculino, observou-se que: 1) o desempenho no salto horizontal esteve relacionado inversamente à gordura corporal de MMII (Rho = -0,66) e do tronco (Rho = -0,62); 2) o desempenho no teste de preensão manual foi diretamente relacionado com o CMO total (Rho = 0,84), CMO de MMSS (Rho = 0,78), CMO de MMII (Rho = 0,81), CMO de tronco (Rho = 0,83), e CMO subtotal (Rho = 0,81); 3) o desempenho no teste de salto horizontal foi inversamente relacionado com o CMO total (Rho = -0,74); 4) o desempenho no teste de salto horizontal foi diretamente relacionado com o CMO de MMSS (Rho = 0,66), CMO de MMII (Rho = 0,67), CMO de tronco (Rho = 0,78) e CMO subtotal (Rho = 0,73). A força muscular de MMSS e MMII foi relacionada com indicadores de adiposidade corporal e CMO, indicando na maior parte das relações que o aumento da força muscular resulta em menores valores de gordura corporal para o sexo masculino e em maiores valores de CMO tanto para o sexo masculino quanto feminino.
Apresentação de relatório de bolsa PIBIC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Desportos. Educação Física, Bacharelado.
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<dc:date>2024-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Comparação morfológica do reto femoral e do vasto lateral entre praticantes de corrida, ciclismo, triatlo e indivíduos fisicamente ativos</title>
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<name>Amorim, Débora Crispim</name>
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<updated>2024-09-09T00:01:18Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Comparação morfológica do reto femoral e do vasto lateral entre praticantes de corrida, ciclismo, triatlo e indivíduos fisicamente ativos
Amorim, Débora Crispim
O objetivo do estudo foi comparar medidas de comprimento do fascículo (CF), espessura muscular (EM) e ângulo de penação (AP) dos músculos vasto lateral (VL) e reto femoral (RF) de ciclistas, corredores, triatletas e indivíduos fisicamente ativos (grupo de controle). Participaram do estudo 40 homens saudáveis (10 ciclistas, 10 corredores, 10 triatletas e 10 fisicamente ativos) com idade entre 18 e 45 anos (30,3 ± 8,6 anos). CF, EM e AP foram medidos por um sistema de ultrassom modo B com imagem panorâmica. Para RF, as variáveis foram analisadas na posição de 50% do seu comprimento. Para VL foram analisadas cinco posições, sendo 0% próximo ao joelho e 100% próximo ao quadril. Os dados de CF, EM e AP do RF foram analisados usando uma ANOVA unidirecional para comparação entre os grupos, e os dados de CF, EM e AP do VL foram analisados usando uma ANOVA bidirecional (grupo vs. posição). Em caso de interação significativa, as variáveis foram comparadas entre os grupos por meio do teste post-hoc de Tukey. Todas as análises estatísticas foram realizadas considerando p&lt;0,05. Não foi observada interação de grupo para todas as variáveis do RF. Nenhuma interação de grupo foi observada para todas as variáveis da VL. Porém, há interação significativa de posições em VL para EM e AP. Com medida maior em 0% e medida menor em 100% para EM e AP. Concluímos que não há diferenças na arquitetura muscular quando comparamos ciclistas, corredores, triatletas e pessoas fisicamente ativas. Porém, os grupos apresentam maiores valores de EM e AP na região próxima ao joelho (0%).
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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