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<title>Departamento de Odontologia</title>
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<updated>2026-05-01T04:25:27Z</updated>
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<title>ANÁLISE DOS FILAMENTOS PARA IMPRESSÃO TRIDIMENSIONAL (3D): AVA-LIAÇÃO DAS UNIDADES HOUNSFIELD</title>
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<name>DE OLIVEIRA, Tatiana Jesse Fontes</name>
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<updated>2024-09-13T11:28:15Z</updated>
<published>2024-11-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">ANÁLISE DOS FILAMENTOS PARA IMPRESSÃO TRIDIMENSIONAL (3D): AVA-LIAÇÃO DAS UNIDADES HOUNSFIELD
DE OLIVEIRA, Tatiana Jesse Fontes
Objetivo: Avaliar a viabilidade de diferentes filamentos para impressoras tridimensional (3D), disponíveis no mercado nacional, para uso hospitalar em radioterapia (RT). Metodologia: A avaliação dos filamentos foi realizada com base nos valores das Unidades Hounsfield (HU) dos filamentos produzidos por impressoras de Fused Deposition Modeling (FDM). O estudo analisou 16 filamentos de impressão 3D, compostos pelos materiais ABS, PLA e PETG, avaliando o comportamento desses filamentos quando expostos à radiação ionizante. Resultados: Os filamentos de ABS apresentaram valores negativos de HU, variando de -63,8 (ABS MG Preto) a -142 (ABS Ebony), sendo, portanto, indicados para simular tecidos de baixa densidade. O PLA demonstrou maior versatilidade, com valores de HU variando de -183 (PLA Neutro) a +469 (PLA Madeira). Destaca-se o PLA Branco Dental, que apresentou valores de 8,5 HU, próximos de zero, e uma baixa variação de amplitude (12,5 HU), o que pode indicar maior precisão nos dados obtidos. O PETG sobressaiu-se pela baixa variação nos valores de HU entre os filamentos analisados (3,5 HU), o que sugere uma possível estabilidade do material quando exposto à radiação ionizante. Em termos de custo, o filamento ABS Natural Marfim foi o mais acessível, com preço de R$ 59,00, enquanto o PLA Verde Militar foi o mais caro, custando R$ 125,36. Conclusão: Apesar do investimento em infraestrutura necessário, a técnica de confecção de bolus por impressão 3D é mais econômica que a confecção tradicional em cera. Além disso, a impressão 3D reduz o tempo de trabalho ativo e diminui a variabilidade da confecção manual dos bolus, impactando diretamente na precisão do tratamento radioterápico.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Nome do Centro de Ensino: CCS&#13;
Nome do Departamento do Orientador: UFSC - Departamento de Odontologia
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<dc:date>2024-11-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação das alterações no dente permanente pós o tratamento endodôntico do predecessor decíduo: um estudo retrospectivo</title>
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<name>de Sousa, Rafaela Lourdes</name>
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<updated>2024-09-09T01:14:40Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação das alterações no dente permanente pós o tratamento endodôntico do predecessor decíduo: um estudo retrospectivo
de Sousa, Rafaela Lourdes
A relação entre um dente decíduo e seu sucessor permanente envolve interações complexas que impactam a erupção, posição e saúde dos dentes permanentes. Este estudo teve como objetivo avaliar as alterações no dente permanente após o tratamento endodôntico do predecessor decíduo. Trata-se de um estudo longitudinal realizado com crianças de 5 a 9 anos, compreendendo 197 dentes decíduos submetidos a tratamento endodôntico. Os tratamentos foram realizados entre 2016 e 2018. Os dentes foram instrumentados usando técnicas manuais ou rotatórias e preenchidos com pasta de óxido de zinco e eugenol (OZE). O acompanhamento clínico e radiográfico foi realizado aos 3, 6 e 12 meses no primeiro ano e, em seguida, anualmente até que o dente decíduo fosse exfoliado e a coroa do sucessor permanente erupcionasse completamente na boca. Os dentes sucessores permanentes foram analisados clinicamente e radiograficamente quanto a defeitos de esmalte, como hipoplasia ou hipomineralização, rotação dentária e desvio da rota de erupção. Os dentes homólogos, antagonistas e adjacentes também foram analisados quanto a mudanças e comparados. Trinta e seis crianças entre 11 e 15 anos foram incluídas na análise final. Dessas, 11% apresentaram desvios de erupção, 8% tinham hipomineralização do esmalte na coroa, nenhuma apresentou hipoplasia do esmalte na coroa e 25% apresentaram rotação da coroa do dente permanente. Para avaliar a probabilidade exata de efeitos na coroa do dente permanente e determinar o p-valor, utilizou-se o teste exato de Fisher. Não houve associação estatisticamente significativa entre os efeitos na coroa do dente permanente e o tratamento endodôntico realizado no predecessor decíduo (p&gt;0,05). Concluiu-se que não foram encontradas associações entre os efeitos avaliados e o tratamento endodôntico, sugerindo a necessidade de novas investigações na área.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Odontologia.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação das alterações no dente permanente pós o tratamento endodôntico do predecessor decíduo: um estudo retrospectivo</title>
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<name>de Sousa, Rafaela Lourdes</name>
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<updated>2024-09-09T00:56:42Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação das alterações no dente permanente pós o tratamento endodôntico do predecessor decíduo: um estudo retrospectivo
de Sousa, Rafaela Lourdes
A relação entre um dente decíduo e seu sucessor permanente envolve interações complexas que impactam a erupção, posição e saúde dos dentes permanentes. Este estudo teve como objetivo avaliar as alterações no dente permanente após o tratamento endodôntico do predecessor decíduo. Trata-se de um estudo longitudinal realizado com crianças de 5 a 9 anos, compreendendo 197 dentes decíduos submetidos a tratamento endodôntico. Os tratamentos foram realizados entre 2016 e 2018. Os dentes foram instrumentados usando técnicas manuais ou rotatórias e preenchidos com pasta de óxido de zinco e eugenol (OZE). O acompanhamento clínico e radiográfico foi realizado aos 3, 6 e 12 meses no primeiro ano e, em seguida, anualmente até que o dente decíduo fosse exfoliado e a coroa do sucessor permanente erupcionasse completamente na boca. Os dentes sucessores permanentes foram analisados clinicamente e radiograficamente quanto a defeitos de esmalte, como hipoplasia ou hipomineralização, rotação dentária e desvio da rota de erupção. Os dentes homólogos, antagonistas e adjacentes também foram analisados quanto a mudanças e comparados. Trinta e seis crianças entre 11 e 15 anos foram incluídas na análise final. Dessas, 11% apresentaram desvios de erupção, 8% tinham hipomineralização do esmalte na coroa, nenhuma apresentou hipoplasia do esmalte na coroa e 25% apresentaram rotação da coroa do dente permanente. Para avaliar a probabilidade exata de efeitos na coroa do dente permanente e determinar o p-valor, utilizou-se o teste exato de Fisher. Não houve associação estatisticamente significativa entre os efeitos na coroa do dente permanente e o tratamento endodôntico realizado no predecessor decíduo (p&gt;0,05). Concluiu-se que não foram encontradas associações entre os efeitos avaliados e o tratamento endodôntico, sugerindo a necessidade de novas investigações na área.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação das alterações no dente permanente após o tratamento endodôntico do predecessor decíduo: um estudo retrospectivo</title>
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<name>de Sousa, Rafaela Lourdes</name>
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<updated>2024-09-09T00:55:35Z</updated>
<published>2024-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação das alterações no dente permanente após o tratamento endodôntico do predecessor decíduo: um estudo retrospectivo
de Sousa, Rafaela Lourdes
A relação entre um dente decíduo e seu sucessor permanente envolve interações complexas que impactam a erupção, posição e saúde dos dentes permanentes. Este estudo teve como objetivo avaliar as alterações no dente permanente após o tratamento endodôntico do predecessor decíduo. Trata-se de um estudo longitudinal realizado com crianças de 5 a 9 anos, compreendendo 197 dentes decíduos submetidos a tratamento endodôntico. Os tratamentos foram realizados entre 2016 e 2018. Os dentes foram instrumentados usando técnicas manuais ou rotatórias e preenchidos com pasta de óxido de zinco e eugenol (OZE). O acompanhamento clínico e radiográfico foi realizado aos 3, 6 e 12 meses no primeiro ano e, em seguida, anualmente até que o dente decíduo fosse exfoliado e a coroa do sucessor permanente erupcionasse completamente na boca. Os dentes sucessores permanentes foram analisados clinicamente e radiograficamente quanto a defeitos de esmalte, como hipoplasia ou hipomineralização, rotação dentária e desvio da rota de erupção. Os dentes homólogos, antagonistas e adjacentes também foram analisados quanto a mudanças e comparados. Trinta e seis crianças entre 11 e 15 anos foram incluídas na análise final. Dessas, 11% apresentaram desvios de erupção, 8% tinham hipomineralização do esmalte na coroa, nenhuma apresentou hipoplasia do esmalte na coroa e 25% apresentaram rotação da coroa do dente permanente. Para avaliar a probabilidade exata de efeitos na coroa do dente permanente e determinar o p-valor, utilizou-se o teste exato de Fisher. Não houve associação estatisticamente significativa entre os efeitos na coroa do dente permanente e o tratamento endodôntico realizado no predecessor decíduo (p&gt;0,05). Concluiu-se que não foram encontradas associações entre os efeitos avaliados e o tratamento endodôntico, sugerindo a necessidade de novas investigações na área.
Seminário de Iniciação Científica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Odontologia.
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