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<title>Curitibanos - Departamento de Agricultura, Biodiversidade e Florestas (ABF)</title>
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<updated>2026-05-01T00:35:02Z</updated>
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<title>Sistemas de manejo para cultura do alho (allium sativum l.): conservação do solo e da água</title>
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<name>Spazzini, André Luiz Darold</name>
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<updated>2025-09-09T13:34:50Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Sistemas de manejo para cultura do alho (allium sativum l.): conservação do solo e da água
Spazzini, André Luiz Darold
O alho (Allium sativum L.) apresenta grande relevância socioeconômica em Santa Catarina, porém o manejo convencional favorece perdas de solo e nutrientes por erosão hídrica. Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito de plantas de cobertura sobre a conservação do solo e da água, a ciclagem de nutrientes e a produtividade do alho. O experimento foi conduzido em Curitibanos-SC, em blocos casualizados, com quatro tratamentos: cultivo convencional, aveia-preta (Avena strigosa), nabo forrageiro (Raphanus sativus) e ervilha forrageira (Pisum sativum), com quatro repetições e parcelas de 4,25 m² em área com 13% de declividade. Foram avaliados: produção e decomposição da biomassa das coberturas, liberação de nutrientes (N, P e K), perdas de solo, água e nutrientes por escoamento superficial, estabilidade de agregados e produtividade do alho. O nabo apresentou a maior produção de biomassa (6,1 t ha⁻¹ de MS) e acúmulo de N. A ervilha destacou-se pela rápida decomposição da palhada e maior liberação inicial de nutrientes. A aveia juntamente com o nabo, resultou em maior estabilidade de agregados (DMP &gt; 3,4 mm) em relação ao sistema convencional (2,2 mm). Não foram observadas diferenças significativas nas perdas de sedimentos, água, C, N e P entre os sistemas avaliados. A produtividade média do alho variou entre 8,0 e 9,5 t ha⁻¹, sem diferenças estatísticas entre manejos. Os resultados indicam que, embora não tenham impactado a produtividade no curto prazo, as plantas de cobertura promovem melhorias físicas e químicas no solo, com potencial de benefícios cumulativos em ciclos agrícolas subsequentes.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Rurais- Departamento  de Agricultura, Biodiversidade e Florestas (ABF)
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<title>INFLUÊNCIA DE ESPÉCIES ARBÓREAS SOBRE A BIODIVERSIDADE DA FAUNA EDÁFICA</title>
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<name>Kinupp, Thomas Melquíades</name>
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<updated>2025-09-09T12:35:01Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">INFLUÊNCIA DE ESPÉCIES ARBÓREAS SOBRE A BIODIVERSIDADE DA FAUNA EDÁFICA
Kinupp, Thomas Melquíades
A restauração de ecossistemas degradados demanda a compreensão dos fatores que influenciam a recuperação da biodiversidade. Este estudo avaliou a comunidade da fauna edáfica em estágios de restauração (Inicial, Intermediário e Avançado) no Parque Estadual Rio Canoas, Santa Catarina, após a remoção de Pinus taeda. Foram utilizadas armadilhas pitfall e monólitos de solo para determinação da abundância e riqueza, índices de diversidade de Shannon (H') e uniformidade de Pielou (J'). A amostragem por pitfall e monolito não detectou diferenças estatisticamente significativas nos índices ecológicos entre os estágios (p &gt; 0,05). Embora os índices de diversidade de Collembola não tenham variado significativamente, a análise da composição por ordens revelou uma reorganização da comunidade, com presença de Entomobryomorpha em todos os estágios e uma acentuada redução da ordem Poduromorpha em fases mais avançadas de restauração. A alta densidade de Hymenoptera nos monólitos destaca a influência de grupos sociais na composição da comunidade, enquanto a presença marcante de Oligochaeta no estágio Inicial aponta para a especificidade de nichos em fases iniciais de sucessão. A dinâmica de espécies pioneiras sendo gradualmente substituídas ou co-existindo com espécies mais sensíveis, reflete o progresso da sucessão ecológica. Futuras pesquisas em diferentes escalas temporais, podem aprofundar a compreensão das mudanças nas comunidades edáficas.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Dendrometria, Dendrocronologia e Migração Assistida de Árvores Monumentais: Imbuias Multisseculares + Araucaria gigantes</title>
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<name>Pinto, Lionélio Francisco</name>
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<updated>2025-09-09T12:23:54Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Dendrometria, Dendrocronologia e Migração Assistida de Árvores Monumentais: Imbuias Multisseculares + Araucaria gigantes
Pinto, Lionélio Francisco
Este trabalho avaliou o crescimento inicial de mudas da espécie ameaçada Ocotea porosa (Imbuia) a partir de sementes coletadas em fragmentos florestais de Santa Catarina, Brasil, sob diferentes composições de substratos e doses de fertilizantes. O estudo utilizou vasos de 1,7 L preenchidos com misturas de terra de subsolo, substrato comercial, matéria orgânica e seis regimes distintos de fertilização, incluindo doses crescentes de fertilizante de liberação controlada Basacote® e adubação orgânica (húmus de minhoca). O experimento foi conduzido em casa de vegetação, com 40 repetições por tratamento, e as mudas foram avaliadas durante 120 dias quanto à altura, diâmetro do coleto e número de folhas. Os resultados demonstraram que, enquanto no primeiro mês não houve diferenças significativas entre os tratamentos, a partir do segundo mês as mudas submetidas à adubação química apresentaram incremento superior em altura em comparação àquelas sem fertilização ou apenas com adubação orgânica. No entanto, adubação orgânica isolada não apresentou vantagem significativa em relação à ausência de adubação. Em relação ao diâmetro do coleto, não se observaram diferenças relevantes entre os tratamentos no início, mas diferenças significativas surgiram em avaliações posteriores. Conclui-se que a escolha adequada do tipo e da dose de fertilizante é fundamental para otimizar a produção de mudas viáveis de O. porosa, com implicações diretas para sua conservação e uso em projetos de restauração florestal e migração assistida.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Reconhecimento Do Sistema Tradicional para Produção de Pinhão no Planalto Serrano Catarinense</title>
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<name>Faria, Enzo Milioli de Castro</name>
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<updated>2025-09-08T17:30:05Z</updated>
<published>2025-09-06T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Reconhecimento Do Sistema Tradicional para Produção de Pinhão no Planalto Serrano Catarinense
Faria, Enzo Milioli de Castro
Reconhecimento e Viabilidade do Sistema Agrícola Tradicional do Pinhão: Uma Análise da Produção Acadêmica Recente&#13;
&#13;
Recognition and Viability the Traditional Pinhão Agricultural System: An Analysis of the Recent Academic Production&#13;
&#13;
Enzo Milioli de Castro Faria; Julia Goetten Wagner; Karine Louise dos Santos&#13;
&#13;
O declínio da exploração madeireira e a proteção legal de Araucaria angustifolia deslocaram o valor econômico da espécie para a produção de pinhão, reforçando práticas de um Sistema Agrícola Tradicional (SAT) em fragmentos de Floresta Ombrófila Mista: o SAT Pinhão. Este trabalho objetivou revisar a produção científica sobre o pinhão e o SAT Pinhão, identificar lacunas metodológicas e propor diretrizes para fortalecer sua viabilidade socioambiental.&#13;
Entre maio e julho de 2025, realizou-se uma revisão Bibliográfica através das bases de dados do Google Scholar, ResearchGate, Scielo, e Web of Science, utilizando as palavras-chave “araucária”, “Araucaria angustifolia”, “pinhão”, e “extrativismo pinhão”. &#13;
Os critérios de inclusão foram: publicações em português ou inglês, entre 1990 e 2025, que abordassem sistemas de produção da semente de Araucaria  angustifolia, e seu conhecimento associado, como suas características, aspectos produtivos, e impactos ambientais, e que tenham contribuído diretamente para a compreensão e consolidação do SAT Pinhão no Planalto Serrano Catarinense.&#13;
Observou-se trajetória temática, com estudos de fenologia e produtividade marcando os anos 2000, desde 2010 há maior ênfase em conservação pelo uso e serviços ecossistêmicos; na segunda metade da década de 2010 cresceram trabalhos que vinculam produção local a roteiros, prêmios e políticas de valorização. Contudo, há déficit de pesquisas aplicadas sobre manejo compatível com a proteção legal, como, por exemplo, controle de densidade de indivíduos de araucária, para garantia da viabilidade produtiva do sistema.&#13;
Conclui-se que os resultados indicam potencial de aumento da produção de pinhão e geração de renda familiar, mas também expõem lacunas. O levantamento bibliográfico mostrou que, embora as primeiras referências ao manejo do SAT pinhão datem de pouco mais de duas décadas, o conhecimento acumulado cresceu de forma significativa após a criação das normas CONAMA Nº 278 e dos registros de premiações como o BNDES SAT. A partir de então, evoluiu-se da identificação dos serviços ecossistêmicos do sistema para a caracterização das diversas práticas de manejo tradicional, culminando em iniciativas institucionais, programas que visam aumento de produção, além de mais pesquisas que caracterizam o SAT Pinhão. Esse acúmulo de conhecimento pode contribuir para que o sistema alcance maior reconhecimento, por meio de programas como o SIPAM. &#13;
Palavras-chave: Araucaria angustifolia; Floresta Ombrófila Mista; sistema agroflorestal; SAT Pinhão.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Rurais.&#13;
Departamento de Agricultura, Biodiversidade e Florestas.
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<dc:date>2025-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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