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<title>Curitibanos - Departamento de Ciências Naturais e Sociais (CNS)</title>
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<updated>2026-04-30T14:34:05Z</updated>
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<title>Aplicação da espectroscopia de absorção na determinação do Índice da Qualidade da Água (IQA)</title>
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<name>Fernandes, Maria Eduarda</name>
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<updated>2025-09-16T16:16:27Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Aplicação da espectroscopia de absorção na determinação do Índice da Qualidade da Água (IQA)
Fernandes, Maria Eduarda
Este estudo elaborou uma nova proposta de categorização do Índice de Qualidade da Água (IQA) para avaliar as condições das sub-bacias do planalto de Santa Catarina, utilizando as redes neurais. O objetivo principal para classificação das águas é reduzir o tempo e os custos dessas análises no laboratório. Para isso foram utilizados dados do Índice de Qualidade de Água (IQA) referentes a 45 amostras de água superficial coletadas bimestralmente, de dezembro de 2022 a abril de 2024, em cinco locais diferentes da sub-bacias do rio Marombas localizados na região do Planalto de Santa Catarina. As amostras foram previamente analisadas por espectroscopia de UV-Vis para gerar perfis de varreduras por absorção da água, sendo os comprimentos de onda mais relevantes para caracterizar a qualidade da água foram definidos pelo uso da análise de componentes principais. A performance da rede neural proposta foi avaliada por da matriz de confusão, ou seja, o desempenho por meio da porcentagem de acertos diante de uma amostra de treino, dentre outras medidas preditivas. Os resultados demonstram que a abordagem é promissora. O Modelo 2, que utilizou 5 comprimentos de onda e 2 nós (camadas ocultas), alcançou a melhor performance, com uma taxa de acerto de 75%. A principal limitação do estudo foi o número restrito de amostras (45), sugerindo que um conjunto de dados maior (com 50 a 100 observações) poderia resultar em um modelo mais preciso. Essa nova metodologia pode fornecer informações essenciais sobre a qualidade da água para a população, bem como auxiliar as empresas de saneamento e outros órgãos na tomada de decisões estratégicas de forma mais rápida e precisa.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Rurais.&#13;
Departamento de Ciências Naturais e Sociais.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Melhoramento de Feijoa sellowiana para a propagação vegetativa</title>
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<name>Jankovski, Rubia Sara</name>
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<updated>2025-09-10T21:38:26Z</updated>
<published>2025-01-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Melhoramento de Feijoa sellowiana para a propagação vegetativa
Jankovski, Rubia Sara
A goiabeira-serrana (Feijoa sellowiana O. Berg) pertencente à família das Myrtaceaes, é nativa do planalto meridional do Brasil e do nordeste do Uruguai. A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) juntamente com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), desde 1980, estão trabalhando em cima da espécie, buscando melhorar e propiciar o cultivo. Ao longo dos anos de trabalho, já conseguiram lançar seis cultivares comerciais, Alcântara, Nonante, Helena, Mattos e Pierri que são adaptadas às condições da serra catarinense, e Jade, que é indicada como porta enxerto. Além dessas cultivares, a UFSC também possui, no campus de Curitibanos, uma coleção de genótipos da goiabeira-serrana, com diferentes espécimes nativas ou oriundas de diferentes cruzamentos. Entretanto o maior gargalo hoje se encontra na produção de mudas em escala comercial. Essa espécie apresenta recalcitrância a propagação vegetativa, sendo que estudos relacionados a essa temática são extremamente importantes. Esse trabalho foi desenvolvido com o objetivo de descrever o potencial de enraizamento e caracteres produtivos do material da coleção da UFSC, com visão em uma futura seleção dos melhores genótipos. Realizou-se dois experimentos de enraizamento e uma avaliação de frutos da coleção. Os experimentos de enraizamento foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado (em ambiente controlado, em estufim/bandejas de isopor), sendo os tratamentos: Cruzamento 527x0403, Cruzamento 527x387, Nativa vermelha 1R3 e Nativa verde 2R2; e Cruzamento 527x0403. Durante três meses (30, 60 e 90 dias) foram avaliados: Sobrevivência, presença de calo, número de raiz, comprimento de raiz, comprimento médio de raiz, número de brotos e tamanho de brotos. Para a avaliação dos frutos da coleção sete coletas foram realizadas. Os frutos foram avaliados para os caracteres: diâmetro longitudinal, diâmetro equatorial, peso total do fruto, peso da polpa, nível de ataque de mosca-da-fruta, concentração de sólidos solúveis e acidez total por titulação com fenolftaleína. Houve enraizamentos apenas no primeiro experimento, sendo ao todo cinco miniestacas, três do genótipo C527x0403, uma do C527x387 e uma da Nativa vermelha 1R3. As miniestacas do C527x0403 enraizaram todas até a avaliação de 30 dias, e duas delas se mantiveram até a avaliação de 90 dias. As demais enraizaram até a avaliação de 60 dias, porém não sobreviveram até a avaliação final, de 90 dias. O segundo experimento demonstrou, em poucas miniestacas do genótipo Cruzamento 527x0403, presença de calos. Já as avaliações dos frutos, o C527x0403 superou o C527x387 nas médias de diâmetro longitudinal e equatorial e peso total do fruto. Esse trabalho deu uma visão dos genótipos de goiabeira-serrana da coleção da UFSC, com produções e qualidade de frutos adequadas. Também apontou o genótipo C527x0403 como um potencial gerador de clones.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Campus de Curitibanos&#13;
Agronomia
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<dc:date>2025-01-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Determinação de 2,4,6-Tribromofenol em produtos de madeira usados para transporte ou contato direto com alimentos por meio de SPME e CGMS</title>
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<name>Salvan, Heloísa Alexandre</name>
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<updated>2025-09-09T15:06:25Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Determinação de 2,4,6-Tribromofenol em produtos de madeira usados para transporte ou contato direto com alimentos por meio de SPME e CGMS
Salvan, Heloísa Alexandre
O 2,4,6-tribromofenol (TBP) é uma substância organobromada que recebeu&#13;
classificação toxicológica de ordem 1 pela ANVISA, sendo seu uso permitido no país&#13;
apenas para o tratamento de madeiras destinadas para dormentes, postes, cruzetas,&#13;
mourões para cercas rurais, esteios e vigas. O tribromofenol e seu derivado, o&#13;
tribromoanisol, apresentam toxicidade para animais e seres humanos e são&#13;
considerados poluentes persistentes com fácil dispersão no ambiente pela água e pelo&#13;
ar. Devido a estas características, seu uso e presença em produtos de madeira sofre&#13;
restrições em muitos países. A madeira é um material com inúmeras aplicações,&#13;
sendo matéria-prima para produção de utensílios e embalagens que terão contato com&#13;
alimentos como paletes e caixas de transporte de frutas e hortaliças, ou ainda na&#13;
forma de palitos de picolé, palitos para espetinhos e colheres de madeira para sorvete.&#13;
etc. A partir disso, e considerando a possibilidade de contaminação cruzada, o&#13;
tribromofenol poderia estar presente em produtos de madeira que possuem contato&#13;
com alimentos processados ou frescos? Para investigar esta questão, este projeto&#13;
propõe a otimização de um método para detecção e quantificação de tribromofenol e&#13;
tribromoanisol em madeira beneficiada, bem como a aplicação deste método na&#13;
determinação dos referidos organobromados em diferentes produtos feitos em&#13;
madeira e utilizado no transporte de alimentos ou como utensílios. Os resultados da&#13;
proposta têm potencial para qualificar uma metodologia de detecção e quantificação&#13;
de bromofenol e bromoanisol em produtos de madeira, contribuindo para embasar&#13;
proposta de controle e fiscalização destas substâncias em materiais de uso cotidiano,&#13;
contribuindo para redução da exposição da população a estes poluentes.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Curitibanos.&#13;
Departamento de Ciências Naturais e Sociais.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da atividade cambial como indicadora do impacto da usina hidrelétrica sobre o clima loca</title>
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<name>Peres, Arielle Lorraynne Sousa</name>
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<updated>2025-09-09T12:09:01Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da atividade cambial como indicadora do impacto da usina hidrelétrica sobre o clima loca
Peres, Arielle Lorraynne Sousa
As usinas hidrelétricas desempenham papel fundamental na geração de energia elétrica, porém a construção de barragens altera o fluxo natural dos rios e pode modificar o microclima e o crescimento vegetal ao redor dos reservatórios. A atividade cambial, responsável pela formação de novas células do tronco e pelo crescimento radial das árvores, é sensível a variações de temperatura, umidade e sazonalidade, podendo funcionar como indicador de alterações ambientais. Este estudo avaliou a dinâmica cambial de duas espécies nativas da Floresta Ombrófila Mista, Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze e Cedrela fissilis Vell., em áreas com diferentes graus de influência da Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Netto (UHE GBM), no Paraná. Foram amostrados quatro indivíduos de cada espécie em duas áreas, uma próxima e outra mais distante do reservatório. Cubos de lenho com floema, câmbio e xilema foram emblocados em historesina, cortados a 4 μm em micrótomo e corados para observação ao microscópio. Foram registradas imagens em diferentes ampliações e contabilizado o número de células do câmbio vascular em períodos considerados ativos e inativos. Os dados foram analisados por testes estatísticos (t e Mann-Whitney) com 95% de confiança, utilizando o software PAST. Para Araucaria angustifolia, não se observaram diferenças significativas na ativação ou inativação cambial entre os períodos analisados, nem entre as áreas de estudo. O número de células apresentou variação, mas não se mostrou indicador confiável do estado ativo ou inativo do câmbio, já que valores semelhantes foram registrados em ambos os estados. Algumas limitações técnicas, como amostras quebradas ou ausência de câmbio visível, restringiram a amplitude da análise estatística, mas não alteraram a tendência geral. Para Cedrela fissilis, também não foi identificada diferença estatística entre as datas de amostragem ou entre períodos ativo e inativo, indicando que a ativação cambial seguiu padrão semelhante nas duas áreas. Entretanto, ao comparar globalmente as áreas, a média de células diferiu: cerca de 10,9 na Área 1 e 14,4 na Área 2. Essa diferença numérica não se refletiu em mudança do padrão funcional, sugerindo que, embora o ambiente possa influenciar a espessura do tecido, a dinâmica de ativação do câmbio permanece estável. Os resultados indicam que, nas condições e período avaliados, a presença do reservatório da UHE GBM não gerou impacto marcante sobre a atividade cambial das espécies analisadas. A pesquisa demonstra a relevância do câmbio vascular como ferramenta de monitoramento ecológico, ainda que, para a araucária, o simples número de células não represente necessariamente o estado funcional. Estudos de longa duração, com maior número de indivíduos e anos de acompanhamento, são recomendados para verificar se o padrão observado se mantém e para subsidiar estratégias de manejo florestal que conciliem produção de energia e conservação da biodiversidade regional.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Rurais.   Departamento de Ciências Naturais e Sociais
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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