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<title>Departamento de Análises Clínicas</title>
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<updated>2026-05-01T04:25:18Z</updated>
<dc:date>2026-05-01T04:25:18Z</dc:date>
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<title>Análise in silico de mutações em genes envolvidos na obesidade: metformina como um galactagogo no tecido mamário</title>
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<name>Brandão, Laura Pontaldi</name>
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<updated>2025-09-09T16:17:46Z</updated>
<published>2025-09-09T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise in silico de mutações em genes envolvidos na obesidade: metformina como um galactagogo no tecido mamário
Brandão, Laura Pontaldi
A metformina tem sido o tratamento para a diabetes tipo 2. Ela atua pela diminuição dos níveis de glicose no sangue pela diminuição da gliconeogênese e a glicogenólise no fígado, diminuindo também a liberação de ácidos graxos livres no tecido adiposo e aumentando a utilização de glicose pelo músculo. A glicose é a principal precursora da lactose e a captação da glicose pela glândula mamárias é considerada uma etapa limitante da taxa de produção de leite. A Metformina é transportada para o interior das células pelas proteínas transpotadoras OCTs (Organic Cation Transporter) e tem apenas expressão nas células mamárias a proteína transportadora OCT3 (Organic Cation Transporter number 3), a qual é codificada pelo gene SLC22A3. Nossa pesquisa teve como objetivo analisar a relação e significância das polimorfias do gene SLC22A3 e sua relação com a intensidade das interações entre o fármaco e as proteínas OCT3 variantes. Os polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) foram selecionados para análise de acordo com sua relevância, a partir de maior patogenicidade, menor frequência alélica, score de dano e sua precisão e posição do aminoácido que sofreu a variação. Das 41 048 variantes encontradas no dbSNP, 25 foram selecionadas por se enquadrar nestas características. Para estas 25 variantes foram conduzidas análises em diferentes plataformas para determinar seus efeitos na proteína. Por fim, integramos nossas descobertas em um modelo que elucida a interação entre o OCT3 e seu antagonista, Metformina. Através desta análise, identificamos não apenas os aminoácidos específicos para ligação da Metformina à proteína, mas também esclarecemos a farmacogenômica da resposta da Metformina no contexto de diferentes variantes da OCT3. Este estudo contribui significativamente para nossa compreensão de abordagens de medicina personalizada na abordagem do uso da Metformina como galactagogo, abrindo caminho para intervenções terapêuticas personalizadas baseadas em perfis genéticos individuais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde&#13;
Departamento de Análises Clínicas
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<dc:date>2025-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>GOLDHOUR: Complexos de ouro como fármacos promissores para o tratamento da ceratite amebiana e meningoencefalite amebiana primária.</title>
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<name>Costa, Laura Maciel</name>
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<updated>2025-09-09T13:35:15Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">GOLDHOUR: Complexos de ouro como fármacos promissores para o tratamento da ceratite amebiana e meningoencefalite amebiana primária.
Costa, Laura Maciel
As amebas de vida livre (AVL) do gênero Acanthamoeba e Naegleria, são protozoários anfizóicos que podem causar infecções graves e potencialmente fatais, como a ceratite amebiana (AK) e a meningoencefalite amebiana primária (MAP). As opções terapêuticas atuais são limitadas, com baixa eficácia e alta toxicidade, como observado no uso da anfotericina B. Nesse cenário, metalofármacos têm emergido como alternativas promissoras, com destaque para fendionas metálicas e complexos de ouro, previamente descritos pelo alto potencial de atividade antiprotozoária. Este trabalho teve como objetivo padronizar metodologias e avaliar o potencial amebicida de compostos metálicos frente a Naegleria gruberi, utilizada como modelo não patogênico da espécie N. fowleri, para padronização de ensaios de crescimento, viabilidade e atividade amebicida. A curva de crescimento confirmou o comportamento esperado da espécie, enquanto o ensaio com AlamarBlue® mostrou-se adequado para estimar a densidade trofozoítica, sobretudo nas primeiras 24 horas. A anfotericina B confirmou sua potente atividade, validando o método empregado. Na triagem inicial, fendionas metálicas (Zn, Cu, Ag) e complexos de cobre-metformina apresentaram atividade relevante, destacando-se o complexo zinco-fendiona (Znphen) pela eficácia associada à biocompatibilidade, enquanto a 1,10-fenantrolina exibiu efeito moderado e o zinco isolado não mostrou atividade significativa. Em contrapartida, os derivados de ouro (C3a, C3b, C4a e C4b) exibiram potente ação antitrofozoítica, reduzindo a viabilidade de N. gruberi para cerca de 20% em concentrações entre 200–50 µM, com manutenção de efeito em doses menores. Entre eles, o composto C4a demonstrou maior atividade antitrofozoitica na redução da viabilidade mesmo em concentrações reduzidas. Os achados reforçam o potencial de compostos metálicos, especialmente os complexos de ouro, como candidatos promissores no desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas contra amebas de vida livre, ao mesmo tempo em que contribuem para a consolidação de metodologias aplicáveis a futuras triagens de fármacos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Análises Clínicas.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>GOLDHOUR: Complexos de ouro como fármacos promissores para o tratamento da ceratite amebiana e meningoencefalite amebiana primária</title>
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<name>Costa, Laura Maciel</name>
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<updated>2025-09-09T12:57:29Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">GOLDHOUR: Complexos de ouro como fármacos promissores para o tratamento da ceratite amebiana e meningoencefalite amebiana primária
Costa, Laura Maciel
As amebas de vida livre (AVL) do gênero Acanthamoeba e Naegleria, são protozoários anfizóicos que podem causar infecções graves e potencialmente fatais, como a ceratite amebiana (AK) e a meningoencefalite amebiana primária (MAP). As opções terapêuticas atuais são limitadas, com baixa eficácia e alta toxicidade, como observado no uso da anfotericina B. Nesse cenário, metalofármacos têm emergido como alternativas promissoras, com destaque para fendionas metálicas e complexos de ouro, previamente descritos pelo alto potencial de atividade antiprotozoária. Este trabalho teve como objetivo padronizar metodologias e avaliar o potencial amebicida de compostos metálicos frente a Naegleria gruberi, utilizada como modelo não patogênico da espécie N. fowleri, para padronização de ensaios de crescimento, viabilidade e atividade amebicida. A curva de crescimento confirmou o comportamento esperado da espécie, enquanto o ensaio com AlamarBlue® mostrou-se adequado para estimar a densidade trofozoítica, sobretudo nas primeiras 24 horas. A anfotericina B confirmou sua potente atividade, validando o método empregado. Na triagem inicial, fendionas metálicas (Zn, Cu, Ag) e complexos de cobre-metformina apresentaram atividade relevante, destacando-se o complexo zinco-fendiona (Znphen) pela eficácia associada à biocompatibilidade, enquanto a 1,10-fenantrolina exibiu efeito moderado e o zinco isolado não mostrou atividade significativa. Em contrapartida, os derivados de ouro (C3a, C3b, C4a e C4b) exibiram potente ação antitrofozoítica, reduzindo a viabilidade de N. gruberi para cerca de 20% em concentrações entre 200–50 µM, com manutenção de efeito em doses menores. Entre eles, o composto C4a demonstrou maior atividade antitrofozoitica na redução da viabilidade mesmo em concentrações reduzidas. Os achados reforçam o potencial de compostos metálicos, especialmente os complexos de ouro, como candidatos promissores no desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas contra amebas de vida livre, ao mesmo tempo em que contribuem para a consolidação de metodologias aplicáveis a futuras triagens de fármacos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Análises Clínicas.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da presença de parasitos zoonóticos nas areias da Lagoa da Conceição, Florianópolis, SC.</title>
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<name>Gomes, Gabriela de Souza</name>
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<updated>2025-09-07T23:34:05Z</updated>
<published>2025-09-07T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da presença de parasitos zoonóticos nas areias da Lagoa da Conceição, Florianópolis, SC.
Gomes, Gabriela de Souza
Nas últimas décadas, a Lagoa da Conceição, em Florianópolis, teve sua balneabilidade e qualidade ambiental afetadas por diversos fatores, entre eles o crescimento da região, aumento do turismo, o despejo de águas residuais não tratadas, além da ocorrência de acidentes ambientais que resultam na degradação da vida marinha, geram risco à saúde pela alimentação e ingestão de água contaminada. A falta de saneamento não é o único problema ambiental. A presença de cães e gatos sem tutores responsáveis contribuem para disseminação de parasitos zoonóticos que contaminam o ambiente. Considerando essa questão, o estudo teve como objetivo analisar, durante 8 meses (outubro 2024 a maio 2025), a presença de parasitos em amostras de areia e fezes da Lagoa da Conceição, Florianópolis. Os exames parasitológicos de fezes (EPF) utilizados para  processar as amostras fecais foram método de Lutz (Hoffman, Pons e Janer) e Ritchie. As amostras de areia foram coletadas em dois locais distintos mensalmente, primeiro ponto (P1) próximo ao local do embarque de passageiros e o segundo ponto (P2) em uma área de lazer, perto de restaurantes e quadra de areia. O processamento dessas amostras de areia envolveu a técnica de centrífugo-concentração com solução de glicina (1M, pH5,5), seguido de flutuação em solução de sacarose (1,24g/mL). Foram encontradas 78 amostras de fezes de animais ao longo dos meses do estudo. Dessas, 30 amostras (38,46%) estavam positivas para algum parasito intestinal. Ovos de Ancilostomídeos estavam presentes em 28 das amostras positivas (83,33%); Toxocara canis, em 1 (3,33%); Trichuris vulpis, em 3 (10,0%); e Giardia duodenalis, em 1 (3,33%). Nas amostras de areia 6 (75,0%) foram positivas no ponto 1; e no ponto 2, 3 amostras (37,5%) estavam positivas. Dentre os parasitos encontrados, ovos e larvas de Ancilostomídeo estavam presentes em  9 amostras (100%) positivas de areia e uma amostra positiva para Cystoisospora sp.. Os resultados indicam uma alta contaminação parasitária, muitos deles zoonóticos, especialmente em locais de grande circulação de pessoas, como moradores e turistas. Esses resultados são importantes, pois os dados da pesquisa podem impulsionar a adoção de medidas eficazes de prevenção e controle, visando aprimorar a qualidade sanitária das areias e garantir mais segurança.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde Departamento de Análises Clínicas
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<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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