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<title>Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética</title>
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<updated>2026-04-30T14:34:12Z</updated>
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<title>Avaliação da toxicidade de lubrificantes intímos nos parâmetros da fertilidade espermática</title>
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<name>Garcia, Giovanna Hernandez</name>
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<updated>2025-09-12T18:41:09Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da toxicidade de lubrificantes intímos nos parâmetros da fertilidade espermática
Garcia, Giovanna Hernandez
O uso de lubrificantes durante a relação sexual é comum entre casais que tentam engravidar, assim como sua utilização em triagens diagnósticas de fertilidade em clínicas de reprodução assistida. No entanto, a maioria dos lubrificantes comerciais não é compatível com a viabilidade espermática, podendo comprometer a integridade dos espermatozoides e reduzir as chances de sucesso reprodutivo. Além disso, estudos ao longo das últimas décadas têm mostrado o efeito tóxico de lubrificantes aos espermatozoides.Este trabalho investigou a toxicidade de lubrificantes íntimos (K-Y® Gel, K-med® e óleo de coco extravirgem) em amostras de sêmen suíno, que apresentam características fisiológicas semelhantes ao sêmen humano. Hipotetizou-se que o óleo de coco fosse menos tóxico ou que não apresentasse efeitos tóxicos para os espermatozoides quando comparado ao K-Y® Gel, K-med®, afetando em menor intensidade os parâmetros de viabilidade, medidos através da motilidade, vitalidade e morfologia espermática. Para o estudo foram utilizadas seis amostras de sêmen suíno, as amostras foram divididas em quatro alíquotas correspondentes aos grupos experimentais: controle (CTL) e grupos tratados com óleo de coco extravirgem (OC), K-Y® Gel e K-med®. As amostras foram incubadas com os lubrificantes ou com solução salina (CTL) e analisadas inicialmente (tempo zero) e após quatro horas em microscópio óptico. A motilidade espermática foi classificada em espermatozoides progressivos rápidos, progressivos lentos, móveis in loco ou imóveis. A vitalidade espermática foi analisada com o corante eosina-nigrosina, sendo os espermatozoides transparentes considerados vivos e os corados considerados mortos. Foram utilizados os testes ANOVA ou Kruskal-Wallis seguidos pelos testes post-hoc de Tukey e Dunn, respectivamente, para as análises estatísticas, e as diferenças foram consideradas significativas quando p &lt; 0,05. Na análise inicial, observou-se que os grupos tratados com lubrificantes apresentaram redução na motilidade espermática em comparação ao controle, sendo o K-Y® Gel o mais prejudicial. Após quatro horas de incubação, todos os grupos exibiram queda acentuada da motilidade embora sem diferenças estatísticas significativas. Em relação à vitalidade, não foram verificadas diferenças relevantes entre os grupos, ainda que todos apresentassem redução ao longo do tempo. As análises morfológicas não puderam ser realizadas durante a execução da pesquisa. Os resultados preliminares indicam que os lubrificantes avaliados exercem efeito negativo sobre a motilidade e a vitalidade espermática, sendo o óleo de coco extravirgem semelhante aos lubrificantes comerciais nos parâmetros analisados. Apesar das limitações do estudo, como o número reduzido de amostras e a ausência das análises morfológicas, os achados reforçam a importância de investigações adicionais para avaliar o potencial do óleo de coco e outros lubrificantes como alternativa segura aos lubrificantes tradicionais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas&#13;
Depertamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Identificação e caracterização molecular e transcricional de uma nova defensina da ostra nativa Crassostrea gasar</title>
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<name>Santos, Cássia Faustino dos</name>
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<updated>2025-09-09T11:47:44Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Identificação e caracterização molecular e transcricional de uma nova defensina da ostra nativa Crassostrea gasar
Santos, Cássia Faustino dos
A ostra nativa Crassostrea gasar possui significativa relevância econômica para a aquicultura nacional, ocupando a segunda posição em produção no país. Por atuarem como organismos filtradores, esses moluscos estão permanentemente expostos a uma diversidade de microrganismos, incluindo agentes patogênicos. Para combater essas ameaças, desenvolveram um sistema imunológico inato eficiente, que conta com a ação de peptídeos antimicrobianos (AMPs). As defensinas representam uma classe proeminente de AMPs, categorizadas em dois principais subgrupos filogenéticos com base em suas assinaturas moleculares: "mollusk-like" (característica de moluscos) e "arthropod-like" (característica de artrópodes). Este estudo teve como objetivo identificar e caracterizar molecularmente genes de defensinas em C. gasar. Através de uma abordagem de mineração in silico de bancos de dados genômicos e transcriptômicos, um novo gene codificador de uma defensina, denominado Cga-Def, foi identificado e classificado no subgrupo "arthropod-like". A análise bioinformática da sequência precursora deduzida revelou a presença de um peptídeo sinal, seguido por um peptídeo maduro cationicamente carregado, com massa molecular prevista de 4,46 kDa. A modelagem da estrutura terciária confirmou uma conformação tridimensional conservada, do tipo CSαβ, estabilizada por pontes dissulfeto, típica das defensinas de invertebrados. A descoberta da Cga-Def contribui para o entendimento da imunidade inata em bivalves e oferece uma base molecular para futuras investigações sobre seu potencial biotecnológico como agente antimicrobiano alternativo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeitos das vesículas extracelulares derivadas de células estromais mesenquimais na viabilidade e proliferação de fibroblastos e queratinócitos humanos.</title>
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<name>Leite, Maria Clara Comin Silva</name>
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<updated>2025-09-09T11:43:11Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeitos das vesículas extracelulares derivadas de células estromais mesenquimais na viabilidade e proliferação de fibroblastos e queratinócitos humanos.
Leite, Maria Clara Comin Silva
As células estromais mesenquimais (CEMs) são células-tronco multipotentes adultas encontradas em diferentes tecidos, com funções de regeneração e manutenção da homeostase, a partir do seu papel imunomodulador e anti-inflamatório. Atualmente, sabe-se que seu principal mecanismo de ação é via secreção parácrina, com fatores bioativos. O meio condicionado das CEMs contém moléculas muitas vezes transportadas em vesículas extracelulares (VE-CEMs), como exossomos, que participam da sinalização celular e do reparo tecidual, sendo visadas para o tratamento de feridas crônicas. O presente trabalho investigou o potencial das VE derivadas de células estromais mesenquimais da derme humana (CEMd) no reparo cutâneo, através da observação de seus efeitos sob fibroblastos e queratinócitos, na viabilidade e proliferação celular. Para isso, foi coletado o meio condicionado das CEMd (MC-CEMd) em privação de Soro Bovino Fetal e, a partir desta solução, os exossomos foram isolados por meio de ultracentrifugações sucessivas, gerando amostras de diferentes concentrações (10 e 20 μg/μL). Os resultados mostraram uma variação de 49 e 35%, respectivamente, na viabilidade celular de queratinócitos em relação ao controle. A taxa proliferativa com o tratamento foi de 57 e 59%, respectivamente. No caso dos fibroblastos, a viabilidade mostrou uma tendência de aumento conforme a maior dose, resultando em uma variação respectiva de 24 e 42%. Entretanto, sua proliferação diminuiu com o tratamento, sendo 1% menor que o controle (DMEM), em razão da alta confluência existente antes da incubação com BrdU. Com isso, é possível afirmar que as VE-CEMd exibem um efeito sob as propriedades estudadas de fibroblastos e queratinócitos. Porém, é preciso ajustar as condições experimentais para adequá-las às características biológicas das células, a fim de obter uma melhor representação que permita a compreensão mais aprofundada dos mecanismos de ação das vesículas extracelulares.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Curso de Ciências Biológicas.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da toxicidade reprodutiva promovida pelo piriproxifeno em camundongos machos expostos da pré-puberdade à maturidade sexual</title>
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<name>Tomé, Any Heloisa da Silva</name>
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<updated>2025-09-08T19:02:39Z</updated>
<published>2025-09-07T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da toxicidade reprodutiva promovida pelo piriproxifeno em camundongos machos expostos da pré-puberdade à maturidade sexual
Tomé, Any Heloisa da Silva
Diante de um modelo econômico pautado na agricultura em larga escala, o Brasil se destaca como um dos maiores consumidores de agrotóxicos no mundo, os quais provocam impactos significativos tanto na saúde humana quanto no meio ambiente. O piriproxifeno (PPF), empregado no controle de pragas agrícolas e como princípio ativo de larvicidas contra o mosquito Aedes aegypti, apresenta potencial tóxico para organismos não-alvo. Este trabalho visou investigar os possíveis impactos dessa exposição em camundongos, com o objetivo de estimar suas implicações para a saúde reprodutiva masculina em humanos. No presente estudo, foram utilizados 30 camundongos machos da linhagem Swiss, distribuídos em três grupos experimentais (n = 10/grupo): grupo controle (veículo: solução salina 0,9% e DMSO) e dois grupos expostos ao PPF nas doses de 0,1 e 1 mg/kg diluídas em veículo. O tratamento compreende o período desde o dia pós-natal (DPN) 23 até o DPN 80, quando os animais atingem a maturidade sexual. Durante o tratamento, foram analisados a idade de instalação da puberdade e a massa dos animais nesta idade. No DPN 80, foram avaliadas as massas dos órgãos reprodutores, e a qualidade espermática. Os resultados obtidos demonstram que a exposição ao PPF causou um atraso na idade de instalação da puberdade nos camundongos, com maior impacto nos animais expostos à dose de 0,1 mg/Kg. Observou-se também um aumento na massa corporal dos animais tratados com PPF no dia da instalação da puberdade, associado a esse atraso. Em relação à qualidade espermática, houve uma redução na vitalidade e motilidade dos espermatozoides em ambas as doses de PPF. A menor dose de PPF (0,1 mg/Kg) também promoveu a um aumento nas anormalidades de cabeça e cauda dos espermatozoides. Adicionalmente, a dose de 1 mg de PPF resultou em uma redução no número de espermátides maduras no testículo e na produção diária espermática. Esses desfechos indicam toxicidade reprodutiva masculina em camundongos expostos ao PPF desde a pré-puberdade e sugerem um possível risco à saúde reprodutiva de homens expostos ao PPF de forma prolongada desde a infância e adolescência. Ainda, reforça-se a necessidade de reavaliação das doses de PPF consideradas seguras para a exposição humana.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas&#13;
Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética.
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<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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