<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Botânica</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267334" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267334</id>
<updated>2026-04-30T14:34:07Z</updated>
<dc:date>2026-04-30T14:34:07Z</dc:date>
<entry>
<title>Estudos de transferência de água entre fungos ectomicorrízicos e planta hospedeira</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268403" rel="alternate"/>
<author>
<name>Gonçalves, Gabrielle</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268403</id>
<updated>2025-09-09T13:06:14Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estudos de transferência de água entre fungos ectomicorrízicos e planta hospedeira
Gonçalves, Gabrielle
Novas ocorrências de ectomicorrizas vêm sendo registradas nas regiões dos trópicos, porém as funções fisiológicas dessas ectomicorrizas ainda não são conhecidas, devido à sua recente descoberta e dificuldades metodológicas que impedem a montagem de experimentos. Este projeto pretende desenvolver uma câmara para o estudo de transferência de água entre fungos e plantas ectomicorrízicos. Para isso, foi montada uma câmara usando caixa gerbox com duas aberturas, uma na lateral por onde passa a planta, e uma maior no fundo coberta com malha de nylon de 1 μm ou 45 μm. A malha de 45 μm impede a passagem de raízes de plantas, mas permite a passagem de hifas, ao passo que a de 1 μm não permite que nenhum deles passe. Uma placa de Petri foi acoplada à abertura lateral com solo de restinga não autoclavado com vermiculita (1:1). O mesmo substrato foi colocado na gerbox. Foi colocada uma solução nutritiva no compartimento do corante por algumas semanas para atrair o micélio. Após 15 dias, uma solução nutritiva com corante diluído foi colocada no compartimento do corante para observar o caminho da água entre o fungo e a planta. Em todas as aplicações o corante passou para o compartimento da planta e não ficou apenas no compartimento do corante. Na maioria dos cortes anatômicos das raízes não foi encontrado o corante no citoplasma nem no sistema vascular. Novos testes foram realizados na câmara, mudando a disposição das suas partes constituintes e o tamanho do compartimento do corante. A última versão da câmara possui o compartimento do corante maior e com um canudo que conduz os líquidos ali depositados até o fim do compartimento, o que impediu que a solução nutritiva com e sem o corante passassem para o compartimento da planta. Apesar disso, o micélio conseguiu passar através da malha de 1 μm, o que possivelmente ocorreu pelos cinco meses que as plantas ficaram dentro da câmara sem receber solução nutritiva e por ser uma malha que já foi utilizada em outros experimentos, demonstrando que o protocolo de uso da câmara e a câmara ainda precisa de ajustes. No futuro, será testada uma nova metodologia de uso da câmara, além de corantes diferentes, visando estabelecer um protocolo para a posterior aplicação de compostos com marcação isotópica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas&#13;
Departamento de Botânica.
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Anatomia foliar de espécies de Violaceae</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268338" rel="alternate"/>
<author>
<name>Uller, Mateus Felipe</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268338</id>
<updated>2025-09-09T12:34:23Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Anatomia foliar de espécies de Violaceae
Uller, Mateus Felipe
Violaceae Batsch é uma família cosmopolita, com uma grande diversidade genérica na América Latina. Seus maiores gêneros são Viola L., Rinorea Aubl. e Pombalia Vand., abrangendo 98% das espécies da família. Durante as últimas décadas, muitos esforços têm sido feitos para resolver as relações taxonômicas em Violaceae, entretanto, algumas lacunas ainda permanecem, principalmente em relação ao polifilético Hybanthus s.l. que inclui Pombalia e ca. 8 outras linhagens pobremente delimitadas do ponto de vista morfológico. Considerando que a anatomia foliar já se mostrou útil como ferramenta taxonômica em diversos grupos de angiospermas, o objetivo deste trabalho é descrever a morfoanatomia foliar de espécies de Violaceae, pertencentes a um clado denominado informalmente como Clado 4, no qual estão inseridas as linhagens mais complexas de Hybanthus s.l. Para tal, serão analisados e descritos os caracteres morfológicos e anatômicos foliares, tanto de amostras recém coletadas, quanto de material botânico oriundos de exsicatas.
Divulgação Científica para a Comunidade  &#13;
Universidade Federal de Santa Catarina
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Oxalis L. (Oxalidaceae) em três níveis: o gênero, o subgênero Thamnoxys e as circunscrições de algumas espécies</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268293" rel="alternate"/>
<author>
<name>Dias, Lívyston Soares</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268293</id>
<updated>2025-09-09T11:57:51Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Oxalis L. (Oxalidaceae) em três níveis: o gênero, o subgênero Thamnoxys e as circunscrições de algumas espécies
Dias, Lívyston Soares
Oxalidaceae é uma família de angiospermas com cerca de 570 espécies divididas em 5 gêneros, sendo Oxalis L. o mais proeminente deles. Ao longo dos anos foram produzidas diversas obras que buscavam organizar de forma sistemática as espécies desse gênero, porém das mais atuais e que são usadas como referência na área, nenhuma apresenta uma compilação geral de todas as espécies aceitas. Este trabalho teve como objetivo a produção de uma lista mundial das espécies de Oxalis., totalizando 536 espécies aceitas, distribuídas em 4 subgêneros, Oxalis (439 spp.), Thamnoxys (93 spp.), Trifidus (2 spp.) e Monoxalis (2 spp.). A análise geográfica evidenciou a América do Sul e o sul da África como grandes centros de diversidade. A abordagem histórico-temporal revelou que o avanço do conhecimento taxonômico de Oxalis ocorreu de forma irregular, tendo picos atrelados ao trabalho de especialistas e publicações de grandes monografias. Os dados sugerem que no período atual, a tendência de crescimento acumulado das espécies do gênero se manterá de forma mais estável, levando em conta o uso de ferramentas mais modernas no trabalho taxonômico, como análise de dados moleculares e bases digitais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciência Biológicas.&#13;
Departamento de Botânica.
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Scientia Amabilis-SC: Unindo a História da Botânica Neotropical ao Mundo Digital</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268272" rel="alternate"/>
<author>
<name>Hames, Kathleen Cauana</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268272</id>
<updated>2025-09-09T11:42:20Z</updated>
<published>2025-09-07T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Scientia Amabilis-SC: Unindo a História da Botânica Neotropical ao Mundo Digital
Hames, Kathleen Cauana
A Mata Atlântica, considerada um dos principais hotspots mundiais de biodiversidade, abriga elevado índice de endemismo e desempenha papel central na conservação ambiental. No entanto, a crise educacional no ensino de Botânica contribui para a chamada “impercepção botânica”, reforçando a necessidade de iniciativas inovadoras de divulgação científica. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo estruturar um banco fotográfico de espécies da flora catarinense e apoiar o desenvolvimento de produtos digitais voltados para o letramento científico e a ciência cidadã. A metodologia envolveu a seleção de imagens informativas de espécies nativas de Santa Catarina, com posterior edição (reenquadramento, ajustes de cor, contraste e nitidez) e sistematização em planilha Excel com metadados padronizados (autoria, taxonomia, vegetação e localização), bem como a concepção de protótipos de personagens para jogo educacional sobre a vegetação catarinense, acompanhada de registro e análise dos feedbacks do público durante a 21ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX/UFSC). Os resultados incluíram a seleção e edição de 591 imagens de um total inicial de 2988, organizadas em planilha com metadados completos e padronizados e a definição da aquarela como design norteador dos personagens do jogo, a partir da análise dos feedbacks recebidos. Conclui-se que as duas etapas realizadas representam avanços fundamentais para o projeto de longo prazo, fornecendo bases concretas para a produção de infoprodutos digitais, como jogos e chaves de identificação, que visam aproximar o público leigo do conhecimento botânico e fomentar a conservação da flora catarinense.
</summary>
<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
