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<title>Departamento de Ciências Morfológicas</title>
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<updated>2026-04-30T23:16:01Z</updated>
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<title>Efeitos da Restrição Calórica na Neuroplasticidade Hipocampal Adulta na Obesidade: Um Ensaio Clínico Randomizado</title>
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<name>Steurer, Júlya Serafini</name>
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<updated>2025-09-09T15:06:00Z</updated>
<published>2025-09-06T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeitos da Restrição Calórica na Neuroplasticidade Hipocampal Adulta na Obesidade: Um Ensaio Clínico Randomizado
Steurer, Júlya Serafini
A obesidade, reconhecida como um problema de saúde pública global, está associada a complicações metabólicas e a prejuízos na neuroplasticidade do hipocampo, região crítica para a memória e aprendizado. O presente ensaio clínico randomizado tem como objetivo investigar os efeitos da restrição calórica (RC) sobre parâmetros metabólicos e cognitivos em adultos com obesidade. A amostra prevista é de 82 participantes, divididos aleatoriamente em grupo intervenção (RC por 12 semanas) e grupo controle. Até o momento, 9 participantes finalizaram o protocolo e foram incluídos nesta análise preliminar. Foram excluídos da amostra indivíduos que apresentaram patologias como: doenças hepáticas, renais e cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 1, fibromialgia, câncer, epilepsia, depressão sem controle ou pós-cirurgia bariátrica. Avaliações foram conduzidas nos tempos basal (T0) e após intervenção (T1), incluindo medidas antropométricas (IMC, adiposidade visceral via DXA) e tarefa cognitiva de similaridade mnemônica (LDI e REC). Os resultados preliminares apontaram tendências de redução no IMC (p=0,055) e na adiposidade visceral (p=0,058) após a intervenção, embora não significativos. Também não foram observadas diferenças significativas nos escores cognitivos (LDI: p=0,30; REC: p=0,25), pela tarefa de semelhança mnemônica após a intervenção. Esses achados sugerem que os efeitos da RC sobre a função hipocampal, se presentes, podem requerer maior tempo de intervenção ou tamanho amostral para serem detectados. Reforça-se a necessidade de ampliar a amostra e o tempo de intervenção para validação dos achados.
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<dc:date>2025-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Amplitude de movimento, torque e potência do ombro em atletas profissionais de tênis de praia: comparações e associações</title>
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<name>Lemos, Bethania Rigo</name>
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<updated>2025-09-09T12:54:41Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Amplitude de movimento, torque e potência do ombro em atletas profissionais de tênis de praia: comparações e associações
Lemos, Bethania Rigo
O tênis de praia é caracterizado por movimentos unilaterais e repetitivos acima da cabeça, que impõem grande demanda ao ombro do atleta e podem gerar adaptações funcionais específicas nos músculos rotadores internos (RI) e externos (RE). Diante disso, nosso objetivo foi investigar diferenças entre os ombros dominante e não dominante na amplitude de movimento (ADM), no pico de torque (PT), no ângulo de pico de torque (APT) e na potência muscular, além de explorar correlações entre a ADM e essas variáveis dinâmicas, em atletas profissionais de elite da modalidade. A amostra foi composta por seis atletas (cinco homens e uma mulher), todos ranqueados pela International Tennis Federation (ITF). As avaliações foram realizadas em dinamômetro isocinético Biodex System 4 Pro. As análises estatísticas incluíram os teste t pareado e Wilcoxon para comparações entre os membros (p≤0,05), além de correlação de Spearman (rho) para investigar associações entre a ADM e as outras variáveis. Os resultados mostraram ausência de diferenças significativas na ADM entre os membros (p=0,844) e no APT (p&gt;0,05). O PT dos rotadores internos (RI) foi significativamente maior no ombro dominante (p=0,031), enquanto nos rotadores externos (RE) não foram observadas diferenças relevantes (p&gt;0,05). A potência, obtida pela taxa de variação do PT entre velocidades, não apresentou diferenças entre dominante e não dominante (p=0,688). As análises exploratórias não identificaram correlações significativas entre a ADM e o PT, o APT ou a potência (rho&gt;0,05). Conclui-se que atletas de elite do tênis de praia apresentam adaptações de força nos rotadores internos do ombro dominante, sem adaptações da ADM total ou presença de Glenohumeral internal rotation deficit (GIRD). A ausência de diferenças nos RE, na potência e no APT sugere consistência dos gestos e possível efeito de treinamento complementar. Esses achados ressaltam um potencial desequilíbrio entre rotadores internos e externos do ombro, destacando a  importância de programas complementares de fortalecimento.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Desportos.&#13;
Departamento de Ciências Morfológicas.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeito do Tideglusib como tratamento prévio ao quimioterápico Cisplatina em linhagem de carcinoma epidermóide oral SCC9: análise da proliferação celular</title>
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<name>Marques, Andressa</name>
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<updated>2025-09-01T18:49:08Z</updated>
<published>2025-08-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeito do Tideglusib como tratamento prévio ao quimioterápico Cisplatina em linhagem de carcinoma epidermóide oral SCC9: análise da proliferação celular
Marques, Andressa
O carcinoma epidermoide oral (CEO) é a neoplasia maligna mais comum da cavidade oral. Tratamentos convencionais, como cirurgia, radioterapia e quimioterapia com uso de Cisplatina (CPT), estão associados a alta morbimortalidade e resistência às terapias medicamentosas, motivando a busca por novas estratégias terapêuticas. O Tideglusib (TDG), inibidor seletivo da GSK-3β, inicialmente desenvolvido para doenças neurodegenerativas, tem demonstrado efeito antiproliferativo em diferentes neoplasias. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do TDG, isoladamente ou como tratamento prévio à CPT, sobre a proliferação de células de CEO da linhagem SCC-9. As células foram semeadas em placas de 96 cavidades e tratadas com TDG ou CPT, isoladamente (24h e 48h), ou expostas ao TDG por 24h, que foi, então, removido e as células tratadas com CPT por 24h ou 48h. As doses dos medicamentos foram pré-estabelecidas por curva de citotoxicidade (CC50). Para TDG foi utilizada dose CC25, onde o fármaco promove redução de viabilidade celular de 25%, para manter uma quantidade de células suficiente para o posterior tratamento com CPT. O grupo controle foi de células cultivadas com meio de cultura padrão, sem adição dos fármacos. A proliferação foi avaliada por ensaio fluorescente CyQuant®. Os resultados apresentaram distribuição normal (p&gt;0,05, teste de Shapiro-Wilk) e foram analisados por ANOVA seguido de teste de Bonferroni (p&lt;0,05). Em 24h, houve diferenças significativas entre os grupos, embora nem todas foram confirmadas pelo teste de comparações múltiplas, indicando tendência de redução da proliferação celular em relação ao controle. Nesse tempo de 24h, comparado ao controle, observou-se que o TDG não apresentou influência na proliferação celular, mas a CPT mostrou grande redução no número de células, enquanto o tratamento prévio com TDG apresentou um leve aumento na proliferação, quando comparado ao grupo CPT. Já em 48h, não houve diferença estatisticamente significativa (p=0,0875), mas observaram-se tendências próximas à significância entre Controle vs. TDG (p=0,0632). Assim, comparado ao controle, TDG isoladamente não demonstrou grande efeito sobre a proliferação celular, enquanto CPT e TDG+CPT apresentaram uma forte redução do número de células (p=0,0039 e 0,0027, respectivamente), com este último tendo um efeito maior na redução da proliferação. Em síntese, os resultados sugerem que o TDG apresenta potencial como agente redutor da proliferação celular, tanto de maneira isolada quanto, principalmente, como tratamento prévio sensibilizador ao quimioterápico, parecendo ter efeito tempo-dependente. Já a CPT mantém o seu efeito citotóxico predominante quando administrada isoladamente ou após o tratamento prévio, reforçando seu papel central na redução da viabilidade tumoral. Estudos com maior poder amostral e ensaios complementares são necessários para confirmar a relevância terapêutica do Tideglusib sobre a proliferação celular no carcinoma epidermoide oral.
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<dc:date>2025-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeito do Tideglusib como tratamento prévio ao Cetuximab: análise de proliferação celular em linhagem de carcinoma epidermóide oral SCC-9</title>
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<name>Canever, Fernanda Betta</name>
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<updated>2025-09-01T13:59:09Z</updated>
<published>2025-08-30T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeito do Tideglusib como tratamento prévio ao Cetuximab: análise de proliferação celular em linhagem de carcinoma epidermóide oral SCC-9
Canever, Fernanda Betta
O carcinoma epidermoide oral (CEO) é a neoplasia maligna mais comum da cavidade oral, frequentemente associado a prognóstico desfavorável devido à resistência aos tratamentos convencionais, como cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Nesse contexto, o Tideglusib (TDG), um inibidor da proteína GSK-3β, apresenta potencial como agente sensibilizador de células tumorais a terapias alvo, como o Cetuximab (CTX), um anticorpo monoclonal inibidor de EGFR. Este estudo avaliou o efeito do tratamento sequencial com TDG seguido de CTX sobre a viabilidade celular da linhagem SCC-9. Para isso, células foram cultivadas em DMEM/Ham-F12 suplementado, tratadas com TDG (30 μM) e, após 24h, expostas ao CTX (550 μg/mL) por 24h ou 48h. A proliferação celular foi quantificada pelo ensaio CyQuant®, utilizando curva-padrão para estimativa do número de células viáveis. Os resultados indicaram que, apesar da ausência de significância estatística nas comparações entre grupos, observou-se tendência de modulação da viabilidade celular, com redução no grupo TDG isolado e possível aumento no grupo TDG + CTX após 48h. Hipóteses para a ausência de significância incluem o tamanho amostral reduzido e os tempos de exposição utilizados, que podem não ter sido suficientes para evidenciar o efeito sinérgico entre os fármacos. Ainda assim, o uso prévio de TDG pode atuar sobre vias associadas à resistência terapêutica, modulando o microambiente tumoral e aumentando a suscetibilidade celular ao CTX, sem necessariamente induzir morte imediata. Conclui-se que o tratamento sequencial com TDG e CTX, embora não tenha apresentado diferenças estatisticamente significativas, demonstrou tendências biológicas relevantes que justificam a realização de novos estudos com maior poder amostral, tempos experimentais ampliados e inclusão de análises complementares para melhor compreender os mecanismos envolvidos no potencial efeito sensibilizador do TDG no tratamento do CEO.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciência Biológicas. Departamento de Ciências Morfológicas.
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<dc:date>2025-08-30T00:00:00Z</dc:date>
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