<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Ecologia e Zoologia</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267341" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267341</id>
<updated>2026-04-30T14:34:08Z</updated>
<dc:date>2026-04-30T14:34:08Z</dc:date>
<entry>
<title>Homogeneização antropogênica da Mata Atlântica subtropical e diversificação por meio de restauração ecológica e agroflorestal</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268776" rel="alternate"/>
<author>
<name>Tarouco, Elizabeth Eny Gusmão</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268776</id>
<updated>2025-09-12T10:58:37Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Homogeneização antropogênica da Mata Atlântica subtropical e diversificação por meio de restauração ecológica e agroflorestal
Tarouco, Elizabeth Eny Gusmão
A implantação de grandes empreendimentos, como Usinas Hidrelétricas (UHEs), tem provocado transformações profundas nos ecossistemas ribeirinhos, impactando tanto a biodiversidade quanto os modos de vida das comunidades tradicionais. A construção da UHE São Roque, no Rio Canoas (SC), resultou em perda de habitats, alteração do regime hídrico e deslocamento compulsório de populações locais, intensificando processos de homogeneização biótica e comprometendo a diversidade beta — componente essencial para a resiliência ecológica. Diante desse cenário, o presente projeto tem como objetivo investigar o potencial do conhecimento ecológico local das comunidades ribeirinhas atingidas por empreendimentos hidrelétricos como ferramenta para orientar a recuperação, considerando a diversidade beta, das florestas ribeirinhas impactadas pela construção de barragensampliar a diversidade beta e orientar a recuperação das florestas ribeirinhas impactadas pela construção de barragens. A pesquisa fundamenta-se na comparação entre três listas de espécies: (i) espécies utilizadas pela empresa em seu programa de compensação ambiental; (ii) espécies registradas em inventários florestais prévios; e (iii) espécies citadas por agricultores ribeirinhos durante entrevistas, considerando sua distribuição espacial, valor cultural e relevância ecológica. Foram empregadas análises de diversidade alfa e beta, além de índices de dissimilaridade, a fim de avaliar padrões de homogeneização biótica e identificar lacunas nas estratégias de compensação. Complementarmente, o trabalho incorpora uma análise da legislação vigente, avaliando até que ponto os instrumentos legais reconhecem a importância da diversidade ecológica e da participação comunitária no licenciamento. Os resultados indicam que a lista da empresa apresenta baixa representatividade em relação à riqueza florística encontrada nas amostragens de campo e no conhecimento ecológico local, reforçando tendências de simplificação e homogeneização biótica. Em contrapartida, a incorporação do saber comunitário mostrou-se uma ferramenta eficaz para identificar espécies raras e especialistas, potencializando a diversidade beta e enriquecendo estratégias de restauração. Assim, a integração entre dados técnicos e conhecimento local pode subsidiar um modelo de restauração mais justo e diverso.
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Riqueza e Abundância de Mosquitos Corethrellídeos no Parque Estadual da Serra Furada, Santa Catarina, Brasil</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268763" rel="alternate"/>
<author>
<name>Hoffmann, Vanessa</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268763</id>
<updated>2025-09-11T14:00:32Z</updated>
<published>2025-12-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Riqueza e Abundância de Mosquitos Corethrellídeos no Parque Estadual da Serra Furada, Santa Catarina, Brasil
Hoffmann, Vanessa
Mosquitos da família Corethrellidae, com seu único gênero Corethrella Coquillett, são insetos hematófagos especializados em anfíbios anuros e apresentam comportamento fonotático, sendo atraídos pelos sons emitidos por suas presas. Podendo atuar como vetores de parasitas para os anuros. Predominantemente distribuídos na região neotropical, ainda existem poucos registros de corethrellídeos no Brasil, o que representa um desafio para a conservação da biodiversidade. Neste estudo,  registramos a riqueza e abundância de espécies de mosquitos-picadores de sapos no Parque Estadual da Serra Furada (PAESF), no estado de Santa Catarina, sul do Brasil. Entre os dias 20 de janeiro a 28 de março foram feitas duas expedições ao PAESF, onde os mosquitos foram inventariados por meio de armadilhas sonoras (frog-call pan traps) colocadas no solo em sete parcelas permanentes instaladas pela área do parque. As armadilhas ficaram ativas por 3 horas por dia, no horário entre 18 e 23 horas, totalizando 63 horas de esforço amostral ao total. Os espécimes coletados foram levados ao laboratório, triados e identificados com auxílio de microscopia estereoscópica e óptica. Ao final, capturamos 66 fêmeas de Corethrella, distribuídas em seis espécies. A espécies mais abundantes foram C. pillosa (31), seguida de C. cardosoi (17),  C. lopesi (12), C. blanda (3), C. alticola (2) e C. aff. atricornis (1). Ademais, o estudo documentou o registro inédito de Corethrella blanda (ampliando a sua distribuição para 55 km à oeste do estado) e Corethrella atricornis para o PAESF. Comparações com estudos em regiões tropicais e subtropicais indicam que, embora a abundância de Corethrella varie entre diferentes lugares, a riqueza de espécies tende a se manter constante. Este estudo apresenta uma similaridade estrutural da comunidade de espécies com outras registradas anteriormente para a região de Santa Catarina, indicando que as comunidades de corethrellídeos da região sul da Mata Atlântica apresentam um conservadorismo estrutural ao longo do tempo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ).
</summary>
<dc:date>2025-12-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>O coral-sol (Tubastraea coccinea) e sua preferência entre as diferentes formações geomorfológicas: padrões observados na REBIO Arvoredo e áreas adjacentes</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268716" rel="alternate"/>
<author>
<name>Raucci, Victoria Rus Peres</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268716</id>
<updated>2025-09-09T19:00:19Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O coral-sol (Tubastraea coccinea) e sua preferência entre as diferentes formações geomorfológicas: padrões observados na REBIO Arvoredo e áreas adjacentes
Raucci, Victoria Rus Peres
Nos anos 80, o coral-sol (Tubastraea coccinea, Cnidaria, Scleractinea) foi introduzido no Brasil através da bioincrustação em estruturas petrolíferas. Atualmente, distribui-se amplamente pela costa, colonizando estruturas artificiais, recifes rochosos e coralíneos. O primeiro registro no sul do Brasil e, até então, o mais austral do Atlântico Sul, ocorreu em 2012 na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo seguido de novas detecções nos anos seguintes, evidenciando rápida dispersão na área. Como a detecção e gestão de bioinvasões marinhas pode ser dificultada pela limitação de recursos e vasta extensão da maioria dos habitats, o monitoramento sistemático de Espécies Exóticas Invasoras aliado a modelos que considerem a preferência do coral-sol por determinadas formações rochosas pode ser uma ferramenta eficaz no controle da espécie, atuando em conjunto com os princípios da Detecção Precoce e Resposta Rápida (DPRR). O objetivo deste trabalho é analisar a relação entre as formações dos costões rochosos e a intensidade de ocorrência do coral-sol na costa catarinense. Cada localidade foi monitorada por mergulho autônomo e snorkelling e a intensidade da invasão do coral-sol foi quantificada por uma escala semi-quantitativa de abundância (DAFOR). As formações do substrato rochoso foram classificadas em Grutas e Cavernas (GC), Tocas e Fendas (TF), Rochas Pequenas e Médias (RPM), Matacões e Paredões (MP) e Lajes (L), e sua área de abrangência quantificada por uma escala semi-quantitativa (DAFOR-GEO). A relação entre a intensidade da invasão do coral-sol e as classes de formações foi avaliada por Modelos Lineares Generalizados Mistos (GLMM) a partir dos valores de Critério de Informação de Akaike corrigido (AICc) e da análise visual da distribuição de resíduos (AVDR). A priorização de áreas para monitoramento e manejo foi feita pelo resultado de cada localidade no melhor modelo. O modelo final, com efeito aleatório da localidade e offset do total de minutos mergulhados em cada local, resultou em uma relação positiva dominante com MP e secundária com TF, indicando ​que áreas com a maior média de caracterizações geomorfológicas mais abrigadas da luz e/ou não expostas possuem maior probabilidade de ocorrência de coral-sol. As localidades mais críticas são as que já apresentam alta ocorrência da espécie e estão dentro ou próximas da REBIO Arvoredo, indicando a necessidade de priorizar ações nas proximidades. Conclui-se que as formações dos costões rochosos da costa catarinense potencialmente influenciam na intensidade de ocorrência do coral-sol, principalmente quando relacionadas à dominância de formações do tipo matacões e paredões e tocas e fendas. Assim, a aplicação da metodologia no caso de T. coccinea contribui para o manejo ao identificar e priorizar áreas mais suscetíveis à invasão, otimizando esforços e recursos e sendo fundamental para o controle da bioinvasão, uma vez que permite apontar e monitorar habitats favoráveis ao assentamento da espécie.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Ecologia e Zoologia.
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Revitalização e digitalização da Coleção Herpetológica da UFSC (CHUFSC)</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268606" rel="alternate"/>
<author>
<name>Oliveira, Júlia Elisardo de</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268606</id>
<updated>2025-09-09T15:30:22Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Revitalização e digitalização da Coleção Herpetológica da UFSC (CHUFSC)
Oliveira, Júlia Elisardo de
As coleções científicas são de grande importância como grandes bancos de dados da biodiversidade, essenciais para estudos ecológicos, taxonômicos, biogeográficos e de conservação. A Coleção Herpetológica da Universidade Federal de Santa Catarina (CHUFSC), iniciada em 1982, é uma fonte crucial de referência para a herpetofauna de Santa Catarina e outros biomas brasileiros, abrigando milhares de exemplares de mais de 300 grupos de anfíbios e répteis. Após períodos de inatividade e perda de material, incluindo uma paralisação durante a pandemia, as atividades da coleção foram retomadas em 2022, motivando este projeto de revitalização e reorganização neste ciclo do Projeto de Iniciação Científica 2024/2025. O método empregado incluiu a separação das coleções de anfíbios e répteis, que anteriormente foram continuadas num mesmo livro tombo (livro de registros dos espécimes da coleção), e a troca de vidrarias inadequados e reposição dos líquidos conservantes (álcool 75%). Foram realizadas a revisão e a substituição das etiquetas de registro dos espécimes, bem como a revisão do material biológico, atualizando as identificações taxonômicas com o auxílio de bibliografia especializada (SBH; AMPHIBIANS OF WEB; REPTARIUM) devido a mudanças taxonômicas. Paralelamente, os registros da coleção estão sendo digitalizados, com o objetivo de levantamento e verificação da distribuição dos dados, e sua posterior inclusão na Plataforma SIBBR. Até o momento, foram trocados 257 vidros de anfíbios e 216 de répteis. Quanto à digitalização, 1540 registros de répteis e 2486 de anfíbios já foram concluídos. A análise da distribuição por Estado indica maior representatividade de amostras de Santa Catarina e Pará, refletindo os projetos de pesquisa atuais. Esses resultados contribuem para a comparação com dados históricos, como os de Kunz et al. (2007), que registraram 1889 espécimes depositados.
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
