<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267348" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267348</id>
<updated>2026-05-01T00:34:31Z</updated>
<dc:date>2026-05-01T00:34:31Z</dc:date>
<entry>
<title>Construção de um vírus recombinante da Dengue com maior capacidade replicativa através da inserção das proteínas NS4B e NS5 do vírus da Encefalite de Saint Louis (SLEV)</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268836" rel="alternate"/>
<author>
<name>POLLI, PEDRO TAQUES BITTENCOURT POLLI</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268836</id>
<updated>2025-09-15T14:46:09Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Construção de um vírus recombinante da Dengue com maior capacidade replicativa através da inserção das proteínas NS4B e NS5 do vírus da Encefalite de Saint Louis (SLEV)
POLLI, PEDRO TAQUES BITTENCOURT POLLI
O vírus da dengue (DENV) é um Flavivirus transmitido por mosquitos do gênero Aedes e&#13;
representa um problema de saúde pública global. Entre suas proteínas não estruturais, NS4B e&#13;
NS5 desempenham papéis essenciais na replicação viral e na evasão do sistema imunológico. A&#13;
inserção do código que produz essas proteínas no genoma do DENV a partir de um plasmídeo&#13;
derivado do Vírus da Encefalite de Saint Louis (SLEV), escolhido por apresentar viremia em até&#13;
três dias em modelo animais de pelo menos 4 semanas, e que poderá conferir maior atividade&#13;
inibitória nas vias de sinalização JAK/STAT e maior capacidade replicativa em ensaio de&#13;
titulação. O presente estudo fornecerá informações sobre a patogênese viral e crescimento&#13;
celular
Iniciação ciêntifica (graduação)
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Tolerância de Cladophialophora exuberans a metais pesados, hidrocarbonetos e avaliação do perfil enzimático para biorremediação</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268752" rel="alternate"/>
<author>
<name>Dias, Eryck Leonardo Almeida</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268752</id>
<updated>2025-09-11T11:16:15Z</updated>
<published>2025-08-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Tolerância de Cladophialophora exuberans a metais pesados, hidrocarbonetos e avaliação do perfil enzimático para biorremediação
Dias, Eryck Leonardo Almeida
As leveduras negras constituem um grupo diverso de microrganismos pertencentes às ordens Chaetothyriales e Dothideales, notáveis pela produção de melanina, que lhes confere coloração escura, e pela elevada resistência a condições extremas de pH, salinidade, temperatura e presença de compostos tóxicos. O avanço industrial, por sua vez, está diretamente associado à contaminação de corpos hídricos e à emissão de gases tóxicos na atmosfera, os quais impactam tanto a saúde humana quanto a ambiental. Diante desse cenário, este estudo buscou avaliar a tolerância de leveduras negras do gênero Exophiala sp. frente a diferentes condições de estresse. Os resultados demonstraram capacidade de crescimento em cromo, chumbo e manganês em concentrações superiores a 800 ppm, além de crescimento sob diferentes valores de pH e até 8% de salinidade, evidenciando uma alta tolerância a fatores externos.
Vídeo do seminário institucional de iniciação científica, centro de ciências biológicas, Farmácia.
</summary>
<dc:date>2025-08-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Riscos zoonóticos em regiões de degradação ambiental do bioma Amazônia: entendendo o microbioma e o viroma amazônico.</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268724" rel="alternate"/>
<author>
<name>Sousa, Vitória Mendes</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268724</id>
<updated>2025-09-10T00:37:26Z</updated>
<published>2025-09-07T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Riscos zoonóticos em regiões de degradação ambiental do bioma Amazônia: entendendo o microbioma e o viroma amazônico.
Sousa, Vitória Mendes
A Floresta Amazônica, reconhecida como a maior floresta tropical do mundo, abriga uma imensa diversidade de fauna e flora, sendo parte do maior bioma brasileiro. No entanto, atividades antrópicas como desmatamento, queimadas, garimpo ilegal, expansão agropecuária e conflitos por terras têm levado à degradação ambiental e à alteração da biodiversidade local. Em 2022, foi registrada a pior taxa de desmatamento em 15 anos na Amazônia Legal, o que impacta diretamente os ecossistemas e os ciclos de transmissão de patógenos. Essas mudanças no uso da terra aumentam a proximidade entre seres humanos e animais silvestres, elevando o risco de surgimento e disseminação de doenças zoonóticas, especialmente em áreas de degradação ambiental. A partir disso, este projeto tem como objetivo principal realizar uma análise metagenômica e virômica de amostras ambientais de água residuais coletadas em áreas com maior risco de contaminação no município de Araguaína, o principal impactante da Bacia Hidrográfica do Rio Lontra, afluente da Bacia Araguaia no Norte do Tocantins, visando mapear a diversidade de microrganismos com potencial zoonótico. As amostragens foram realizadas em sete pontos estratégicos ao longo do Rio Lontra, permitindo comparar os efeitos do uso do recurso hídrico no perímetro urbano e pós-urbano da cidade. A região apresenta impactos significativos decorrentes do lançamento de esgoto doméstico bruto, esgoto tratado e resíduos industriais, especialmente efluentes de frigoríficos, atividade econômica relevante no Norte do Brasil. A abordagem metagenômica permitirá a caracterização da microbiota presente nessas amostras, contribuindo para o entendimento dos mecanismos de transmissão de patógenos e dos impactos das alterações ambientais na dinâmica microbiana. Esta iniciativa, inserida no contexto do projeto Amazônia +10, reúne pesquisadores de nove estados brasileiros e colaboradores internacionais, com o intuito de monitorar patógenos de risco para a saúde humana e promover o desenvolvimento científico e tecnológico relacionado à Floresta Amazônica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. &#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. &#13;
Centro de Ciências Biológicas. &#13;
Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.
</summary>
<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Reconstituição dos microrganismos comensais do leite materno: uma estratégia para promover a saúde neonatal</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268656" rel="alternate"/>
<author>
<name>Gomes, Leonardo Gonçalves</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268656</id>
<updated>2025-09-09T16:08:22Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Reconstituição dos microrganismos comensais do leite materno: uma estratégia para promover a saúde neonatal
Gomes, Leonardo Gonçalves
O leite materno (LM) é reconhecido como a principal fonte de nutrição para recém-nascidos, pois contém uma ampla variedade de metabólitos, fatores imunológicos, células e microrganismos que compõem a microbiota do leite.. Quando LM é indisponível ou insuficiente, o leite pasteurizado de doadoras (LPD) é a alternativa mais segura. No entanto, a pasteurização, embora essencial para garantir segurança microbiológica, altera componentes moleculares importantes e elimina a viabilidade microbiana. Em 2017, Cacho e colaboradores descreveram uma forma de reconstituir parcialmente a microbiota do LPD em condições in vitro, adicionando 10% de LM a 90% de LPD e incubando a mistura a 37 °C por 4 horas, gerando o chamado leite reconstituído (LR). Para investigar a possibilidade de implementação dessa estratégia, nosso grupo desenvolveu um ensaio clínico com recém-nascidos prematuros (&lt;32 semanas de idade gestacional; ReBEC RBR-729kr8x), demonstrando a viabilidade de preparar e administrar o LR no ambiente hospitalar. Inicialmente o presente projeto de iniciação científica previa analisar retrospectivamente o desenvolvimento clínico desses recém-nascidos quanto de fazer avaliações de componentes do sistema imune em amostras desse ensaio clínico. Dificuldades de consistência de dados presentes nos prontuários dos RNs, quanto de mudança de centro de saúde de avaliação de vários dos RNs com o passar do tempo, dificultaram a primeira etapa. No entanto, o bolsista produziu um vídeo e um artigo sobre o protocolo de reconstituição do leite no contexto de vida real, que foi publicado no periódico Journal of Visualized Experiments (JoVE doi:). Já a segunda etapa foi realizada avaliando os efeitos em células do sistema imune de animais tratados com metabólitos identificados no decorrer do projeto. Utilizando o software FlowJo, o estudante caracterizou fenótipos de macrófagos intestinais de camundongos tratados com metabólitos derivados do LR (LPE 18:1 e ácido indoleacrílico). Assim, o projeto permitiu ao bolsista participar de todas as etapas de publicação de um artigo científico, adquirir experiência na análise de dados de citometria de fluxo, além de participar de diversas reuniões científicas e outras atividades do laboratório, contribuindo de forma relevante com o grupo de pesquisa.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia&#13;
.
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
