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<title>Departamento de Nutrição</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:24Z</updated>
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<title>Caracterização dos alimentos industrializados comercializados no Brasil segundo o grau de processamento – censo de rótulos em supermercados 2020</title>
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<name>Machado, Bárbara Kamille Nunes</name>
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<updated>2025-09-22T09:56:25Z</updated>
<published>2025-05-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Caracterização dos alimentos industrializados comercializados no Brasil segundo o grau de processamento – censo de rótulos em supermercados 2020
Machado, Bárbara Kamille Nunes
O padrão alimentar da população mundial vem sendo caracterizado pelo aumento do consumo dos denominados alimentos ultraprocessados. Esse cenário é destacado como um dos principais fatores no desenvolvimento de  doenças, incluindo obesidade e outras Doenças Crônicas Não-Transmissíveis, como cânceres, diabetes, doenças respiratórias e depressão, entre outras. Uma das formas de analisar a qualidade nutricional dos alimentos industrializados é por meio da classificação desses alimentos segundo o grau de processamento, sendo a classificação NOVA a metodologia atualmente considerada mais abrangente. Para classificar os alimentos segundo o grau de processamento, é necessário analisar as informações apresentadas na rotulagem de alimentos, em especial, a lista de ingredientes.  O objetivo do presente estudo foi caracterizar os alimentos industrializados comercializados no Brasil em 2020 segundo o grau de processamento por meio da classificação NOVA. Tratou-se de estudo observacional, transversal e descritivo.  Os achados da pesquisa apontam que 82% dos alimentos foram classificados como processados ou ultraprocessados, tendo uma distribuição homogênea de produtos ultraprocessados entre os diferentes grupos alimentares. Salienta-se que os grupos denominados açúcares e alimentos ricos em carboidratos e gorduras, suplementos e aditivos alimentares apresentaram as  maiores prevalências de alimentos ultraprocessados.  Os resultados demonstram um cenário potencialmente de risco à saúde pública, uma vez que o consumo de alimentos ultraprocessados vem sendo associado ao desenvolvimento de diversas doenças, principalmente as Doenças Crônicas Não-Transmissíveis. Além disso, os resultados podem contribuir  no aprimoramento de políticas públicas de acompanhamento de qualidade nutricional de alimentos industrializados.
Programa Institucional de bolsas de Iniciação Científica- Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Nutrição
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<dc:date>2025-05-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Obesidade e saúde mental: um estudo de associação expossômica ampla</title>
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<name>TORQUATO, Bruna</name>
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<updated>2025-09-15T21:10:03Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Obesidade e saúde mental: um estudo de associação expossômica ampla
TORQUATO, Bruna
A obesidade é considerada uma pandemia em expansão, cuja prevalência mundial continua aumentando. Evidências científicas têm sustentado sua associação com diversas condições neuropsiquiátricas, como depressão, ansiedade, alterações cognitivas e sensibilização central. Entretanto, ainda não foram publicados estudos que relacionem múltiplas exposições ambientais, de estilo de vida e de saúde à obesidade e, consequentemente, ao impacto sobre a saúde mental. Nesse contexto, destaca-se o conceito de expossoma, definido como a medida cumulativa de influências ambientais e respostas biológicas ao longo da vida, incluindo dieta, comportamento e processos endógenos. O expossoma vem ganhando destaque em estudos populacionais de larga escala, especialmente em países da União Europeia e nos Estados Unidos. Contudo, tais pesquisas concentram-se em populações do Hemisfério Norte, o que difere substancialmente do perfil do Hemisfério Sul. Assim, a população brasileira representa um modelo único de investigação devido à sua miscigenação e diversidade cultural e social. O presente estudo tem como objetivo verificar a associação entre múltiplas exposições de estilo de vida, ambientais e de saúde com a presença de obesidade em adultos, utilizando a estrutura do expossoma, além de analisar as relações diretas e indiretas com desfechos de saúde mental, como ansiedade, depressão, cognição e sensibilização central. Trata-se de um estudo epidemiológico transversal de base populacional e domiciliar, conduzido em Florianópolis, Santa Catarina, com amostra de 1000 adultos e idosos, sendo 40% convidados a fornecer amostras biológicas. A coleta será realizada por meio de questionários eletrônicos aplicados em entrevistas domiciliares, exames clínicos e testes complementares. Os indicadores serão organizados em determinantes (expossoma externo), mediadores (expossoma interno) e desfechos em saúde mental, considerando fatores sociodemográficos, dietéticos, ambientais, comportamentais, biomarcadores e exames de imagem e neurofisiologia. Espera-se identificar padrões moleculares associados à obesidade e saúde mental, contribuindo para a compreensão da relação entre doenças crônicas não transmissíveis e desfechos neuropsiquiátricos. Como resultados adicionais, prevê-se a consolidação de grupos de pesquisa em Neurociência Nutricional e a formação de recursos humanos qualificados.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Tradução, adaptação transcultural e validação para a língua portuguesa-brasileira e cultura brasileira dos questionários Low Energy Availability in Male Athletes Questionnaire (LEAM-Q) e Androgen Deficiency in Aging Male Questionnaire (ADAM-Q).</title>
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<name>Kremer, Laura Hemsing</name>
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<updated>2025-09-13T00:46:20Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Tradução, adaptação transcultural e validação para a língua portuguesa-brasileira e cultura brasileira dos questionários Low Energy Availability in Male Athletes Questionnaire (LEAM-Q) e Androgen Deficiency in Aging Male Questionnaire (ADAM-Q).
Kremer, Laura Hemsing
Introdução: A baixa disponibilidade energética (LEA) ocorre quando a ingestão alimentar não supre o gasto energético do exercício físico, o que, a longo prazo, pode comprometer a saúde, o desempenho esportivo e a qualidade de vida dos atletas. Os instrumentos LEAM-Q, traduzido como Questionário sobre a Baixa Disponibilidade Energética em Atletas do Sexo Masculino, e o ADAM-Q, traduzido como Questionário sobre a Deficiência Androgênica em Homens em Envelhecimento, são ferramentas validadas, autoaplicáveis e capazes de rastrear sinais de LEA, por meio da avaliação do desejo sexual e de sintomas relacionados à baixa disponibilidade de testosterona, respectivamente. Até o momento, não há uma versão traduzida, adaptada e validada para língua portuguesa-brasileira e cultura brasileira destes questionários. Objetivo: Validar o LEAM-Q e ADAM-Q em uma amostra de indivíduos brasileiros treinados do sexo masculino. Materiais e métodos: A versão traduzida e adaptada foi aplicada em uma amostra de indivíduos (18 à 59 anos) que possuíam identificação com um esporte específico e realizavam treinamentos regulares. A consistência interna foi avaliada por Alfa de Cronbach, e a confiabilidade em teste-reteste foi avaliada por coeficiente de correlação intraclasse (ICC) (LEAM-Q) e por coeficiente Kappa Cohen’s (ADAM-Q). A validade de construto foi avaliada com base nas hipóteses de que indivíduos praticantes de modalidades de resistência (corrida, ciclismo ou natação) e luta apresentam maior prevalência de risco de LEA e maiores escores nas pontuações dos questionários, quando comparados a praticantes de outras modalidades esportivas. Resultados: A amostra final foi composta por 168 indivíduos de diversas modalidades esportivas (endurance: 57,7%; esportes de time: 14,3%; esportes de luta: 8,3%; crossfit ®: 7,7%; e musculação: 11,9%) e 54 indivíduos que responderam ao reteste. O LEAM-Q apresentou confiabilidade inferior ao aceitável (Alfa de Cronbach: 0,54) e confiabilidade em teste-reteste moderada (ICC: 0,664). O ADAM-Q apresentou consistência interna aceitável (Alfa de Cronbach: 0,71) e confiabilidade em teste-reteste moderada (Kappa de Cohen: 0,680). Não foram observadas diferenças significativas na prevalência de LEA e nos escores dos questionários entre diferentes modalidades esportivas. Conclusão:  LEAM-Q apresentou boa confiabilidade em teste-reteste mas não alcançou consistência interna aceitável, em possível razão ao reduzido número de itens. Já o ADAM-Q demonstrou consistência interna aceitável e confiabilidade em teste-reteste moderada, exceto pelo item 10. Parecem não existir diferenças significativas na prevalência do risco ou nos escores dos questionários ao se comparar diferentes modalidades esportivas, indicando necessidade de comparação com marcadores fisiológicos. Este estudo foi o pioneiro em traduzir e adaptar estes questionários para o português do Brasil, contribuindo para suprir a lacuna de instrumentos voltados à avaliação da LEA em homens.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação do estado nutricional e de hidratação por meio da Análise Vetorial de Impedância Bioelétrica (BIVA) de Pacientes Críticos Admitidos em Unidade de Terapia Intensiva.</title>
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<name>Fidelis, Vitória</name>
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<updated>2025-09-09T16:55:35Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação do estado nutricional e de hidratação por meio da Análise Vetorial de Impedância Bioelétrica (BIVA) de Pacientes Críticos Admitidos em Unidade de Terapia Intensiva.
Fidelis, Vitória
Introdução: Pacientes críticos apresentam elevado risco de perda de massa muscular, a qual apresenta impacto negativo sobre variáveis clínicas. A composição corporal é considerada um fator determinante da saúde e preditor de morbimortalidade, sendo a bioimpedância elétrica (BIA) Importante instrumento de aferição do estado nutricional e do estado de hidratação. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo Avaliar o estado nutricional e de hidratação de pacientes críticos admitidos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Métodos: Estudo prospectivo, observacional, realizado em hospital terciário da cidade de São Jose, Santa Catarina. A população FOI composta por adultos e idosos de ambos os sexos, que estiveram, por pelo menos 48 horas, na UTI. Foram coletados dados clínicos e de estado nutricional da admissão, incluindo antropometria (peso, altura, circunferência do braço e da panturrilha) e laboratoriais (proteína C-reativa -PCR e albumina). A BIA foi avaliada na admissão e foram registrados os valores de resistência e reactância, expressos em Ohms, e ângulo de fase, expresso em graus. Por meio dos vetores de resistência foi realizada a análise vetorial por BIA (BIVA), sendo os indivíduos classificados em normo ou hiperhidratados; com obesidade e com caquexia. As variáveis categóricas foram descritas em categorias de frequência e intervalo de confiança de 95% e as variáveis quantitativas serão apresentadas em mediana e intervalo interquartil. Resultados: A amostra foi constituída por 75 adultos e idosos majoritariamente do sexo masculino  (66,7%). O motivo de admissão da maioria desses pacientes foi cirúrgico (57,3%). Obesidade pela BIVA foi de 38,7% e de caquexia 22,7%. Quanto ao estado de hidratação, 46.7% estavam hiper-hidratados. Pacientes com caquexia apresentam maiores valores de PCR e menores de circunferência da panturrilha. Pacientes com obesidade ficaram mais tempo em ventilação mecânica e internados na UTI. Pacientes com hiper-hidratação ficaram mais tempo internados, em ventilação mecânica, apresentaram maiores valores de PCR e mais edema. Conclusão: Os resultados demonstraram que a BIVA parece ser instrumento promissor para avaliação do estado nutricional em pacientes críticos.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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