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<title>Departamento de Arquitetura e Urbanismo</title>
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<updated>2026-05-01T00:34:44Z</updated>
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<title>NATUREZA, CIDADE E BEM-ESTAR EM AÇÕES DE DESIGN SOCIAL PARTICIPATIVO</title>
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<name>Zimmermann, Echo Fabre</name>
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<updated>2025-09-09T16:49:41Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">NATUREZA, CIDADE E BEM-ESTAR EM AÇÕES DE DESIGN SOCIAL PARTICIPATIVO
Zimmermann, Echo Fabre
Este projeto transita pelas áreas da Psicologia Ambiental, dos ambientes restauradores para a promoção de saúde e bem-estar, e das ações sociais comunitárias em prol dos processos de planejamento participativo. Na proposta aqui apresentada, pretende-se enfatizar a capacidade ambiental em atuar, não apenas na cura, mas na prevenção de prejuízos à saúde, potencializados no e pelo ambiente urbano. Assim, tem-se como objetivo geral promover o desenvolvimento de ambientes urbanos restauradores a partir dos conhecimentos produzidos no campo dos estudos das relações pessoa-ambiente, em particular, os estudos sobre ambientes verdes da cidade. Propõe-se como metodologia um conjunto de ações agrupadas em três momentos distintos: fase teórica de investigação (Fase 1); fase empírica (Fase 2); fase propositiva (Fase 3), que envolvem revisão de literatura, elaboração de quadros teóricos, estudos-piloto de ações sociais voltadas à requalificação de espaços urbanos, e produção de material de comunicação. O projeto está em desenvolvimento desde 2020, com período de término em agosto de 2025. As atividades relativas ao período de trabalho no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq) – Ano 2024/2025 – compreendem aquelas previstas para a Fase 3 do projeto (propositiva). No plano global, pretende-se favorecer a sistematização do conhecimento na área e, ao mesmo tempo, produzir ações sociais positivas a partir de intervenções ambientais que promovam a saúde e o bem-estar em comunidades de zonas urbanas degradadas.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Acervo Público de Arquitetura e Urbanismo em Santa Catarina: um levantamento de casos e práticas em Santa Catarina</title>
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<name>Gheler, Yuri Cristiano Berrido</name>
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<updated>2025-09-09T16:38:16Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Acervo Público de Arquitetura e Urbanismo em Santa Catarina: um levantamento de casos e práticas em Santa Catarina
Gheler, Yuri Cristiano Berrido
O presente trabalho, desenvolvido na pesquisa “Acervo Público de Arquitetura e Urbanismo em Santa Catarina: um levantamento de casos e práticas em Santa Catarina”, tem como eixo central a preservação de acervos arquitetônicos e urbanísticos. Esses documentos são fundamentais para a memória de cidades, arquitetos e práticas projetuais, além de constituírem fontes relevantes para pesquisa, ensino e difusão cultural. No entanto, em Santa Catarina, não há um acervo público consolidado voltado especificamente à área, o que gera dispersão de materiais e riscos de perda irreparável.&#13;
A pesquisa buscou investigar as condições atuais dos acervos catarinenses relacionados à arquitetura e ao urbanismo, identificando seus desafios e potencialidades, bem como apontar caminhos para a consolidação de um acervo público vinculado à UFSC. A metodologia envolveu revisão bibliográfica sobre experiências nacionais e internacionais; mapeamento de 36 instituições no estado com potencial de abrigar acervos relevantes (arquivos municipais, museus, bibliotecas, universidades, entidades de classe e instituições religiosas); visitas técnicas a seis delas; entrevistas e questionários estruturados em quatro blocos analíticos (política de acervo, acesso, recursos institucionais e equipe). As informações foram sistematizadas em planilhas comparativas e complementadas por consultas a sites institucionais e publicações.&#13;
Os resultados preliminares indicam um cenário heterogêneo. Instituições de maior porte apresentam organização mais sólida, com bases digitais acessíveis, enquanto arquivos municipais sofrem com carência de pessoal especializado, improviso no acondicionamento e ausência de políticas formais de preservação. Universidades, por sua vez, contam com equipes qualificadas, mas enfrentam limitações de infraestrutura e financiamento, o que restringe sua capacidade de atuação. Há registros pontuais de boas práticas, como digitalização e disponibilização online, mas ainda de forma limitada. Em contrapartida, a precariedade em alguns órgãos relevantes reforça a fragilidade estrutural do estado nesse campo.&#13;
Como parte das atividades, a pesquisa também incorporou ações práticas de capacitação em arquivística, por meio de cursos do Governo Federal, aplicadas ao acervo do arquiteto Leonardo Pessina. Esse exercício-piloto consistiu em levantamento, classificação, acondicionamento e armazenamento de documentos, funcionando como base para futuras iniciativas de institucionalização.&#13;
De forma geral, o projeto visa o suporte teórico e a constituição de diretrizes para um plano de tratamento, catalogação, acondicionamento e disponibilização dos materiais armazenados no Laboratório de Documentação e Acervo (LDA), do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (ARQ-UFSC).
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Tecnológico.&#13;
Departamento de Arquitetura e Urbanismo.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fundamentos de crítica ao sistema LEED® na região metropolitana de Florianópolis: o edifício Office Green</title>
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<name>Pilz, Leticia Emanuele</name>
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<updated>2025-09-09T14:09:31Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fundamentos de crítica ao sistema LEED® na região metropolitana de Florianópolis: o edifício Office Green
Pilz, Leticia Emanuele
Este projeto examina a relação do edifício Office Green, localizado no município de Palhoça, na Região Metropolitana de Florianópolis (SC), com o sistema Leadership in Energy and Environmental Design (LEED®), especificamente na tipologia LEED® Building Design + Construction: Core and Shell (Núcleo &amp; Envelope), na versão v3, de 2009. O LEED® é um sistema que avalia a sustentabilidade ambiental de edifícios e cidades a partir de critérios tecnocientíficos, ligados à localização urbana, ao uso de água, ao consumo energético, ao emprego de materiais e ao bem-estar. Com isso, o sistema tem o intuito de destacar e promover projetos considerados sustentáveis. Inaugurado em 2014, o edifício Office Green se situa no entorno da praça central do empreendimento Pedra Branca e é um dos poucos edifícios certificados na área da Grande Florianópolis, além de ser o primeiro prédio comercial de Santa Catarina a conquistar o certificado LEED® na categoria Gold, em julho de 2015, tendo alcançado a marca de 60 pontos. Desde o seu surgimento em 1998, o LEED® tem sido objeto de diversas análises e críticas que apontam possibilidades de aperfeiçoamentos em sua avaliação técnica. Entretanto, esta pesquisa parte de um pressuposto distinto: procuramos compreender se o sistema possui uma lógica espacial própria, uma predisposição projetual, que acabe por impactar na forma e no espaço dos projetos a despeito de o sistema se colocar como uma ferramenta exclusivamente técnica. A partir da análise do projeto arquitetônico e urbanístico do edifício Office Green e da sua relação com o sistema, buscamos elaborar o potencial impacto arquitetônico do LEED® Núcleo &amp; Envelope no projeto.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Monitorando as Operações Urbanas Consorciadas: um levantamento de experiências e resultados</title>
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<name>Capeletto, Yasmin Serratine da Paixão</name>
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<updated>2025-09-09T13:45:44Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Monitorando as Operações Urbanas Consorciadas: um levantamento de experiências e resultados
Capeletto, Yasmin Serratine da Paixão
A pesquisa “Monitorando as Operações Urbanas Consorciadas: um levantamento de experiências e resultados” analisa em que medida esse instrumento urbanístico cumpre os objetivos previstos pelo Estatuto da Cidade, principal marco da política urbana no Brasil. As Operações Urbanas Consorciadas (OUCs) são mecanismos de intervenção coordenados pelo poder público em parceria com o setor privado e participação da sociedade civil, destinados a promover transformações urbanísticas de grande porte acompanhadas de melhorias sociais, ambientais e infraestruturais. Por um lado, agentes privados passam a obter benefícios, como maior permissividade urbanística e edilícia, em troca de contrapartidas financeiras, da execução de obras e doação de terrenos, entre outros. Por outro, essa dinâmica de incentivos e contrapartidas pode resultar na intensificação de processos de valorização fundiária e na reprodução de desigualdades socioespaciais, enquanto há baixo nível de participação e controle social. O objetivo dessa pesquisa, portanto, é realizar o levantamento de casos de operações urbanas consorciadas, montando um banco de dados para a análise da experiência concreta com o instrumento.&#13;
O estudo iniciou-se a partir do MUNIC 2021 do IBGE, que identificou municípios com legislação sobre OUCs. Entre os de médio e grande porte (mais de 100 mil habitantes), foram registradas 78 operações. Para análise, foi organizada uma planilha própria reunindo leis, decretos e alterações, permitindo comparações e avaliação crítica. Além da análise geral, a pesquisa examinou a incorporação do patrimônio histórico e cultural, presente em 13 das 78 operações, investigando seus limites e implicações para a preservação e para a configuração urbana.&#13;
Os resultados mostram que, embora as OUCs declarem buscar transformações sociais, ambientais e urbanísticas, predominam mudanças normativas voltadas ao setor imobiliário, como maior potencial construtivo e flexibilização de usos. Os benefícios públicos concentram-se no perímetro dos investimentos privados, favorecendo a valorização e especulação. Menos da metade apresentou estudos de impacto de vizinhança, o que evidencia fragilidades no planejamento e na transparência. A participação social aparece de forma restrita e o patrimônio cultural, quando citado, surge de maneira periférica e com poucas ações efetivas.&#13;
Conclui-se que há descompasso entre os objetivos legais e os resultados práticos. Em vez de reduzir desigualdades, as OUCs tendem a reforçá-las, relegando aspectos sociais e ambientais. O levantamento contribui para repensar a aplicação dos instrumentos do Estatuto da Cidade e refletir sobre os rumos das transformações urbanas no Brasil.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Tecnológico.&#13;
Departamento de Arquitetura e Urbanismo.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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