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<title>Araranguá - Departamento de Fisioterapia</title>
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<updated>2026-04-30T14:34:08Z</updated>
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<title>A reação da cauda de Straub como efeito opioide agudo do exercício físico em camundongos.</title>
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<name>Ramos, Savio de Almeida</name>
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<name>Nery, Tatyane</name>
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<name>Aguiar Júnior, Aderbal Silva de</name>
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<name>Bastos-Pereira, Amanda Leite</name>
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<updated>2025-09-09T14:24:29Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A reação da cauda de Straub como efeito opioide agudo do exercício físico em camundongos.
Ramos, Savio de Almeida; Nery, Tatyane; Aguiar Júnior, Aderbal Silva de; Bastos-Pereira, Amanda Leite
Introdução: A reação da cauda de Straub é manifestada por dorsiflexão da cauda de  camundongos após administração subcutânea de morfina. É mediada por ativação do  sistema opióide, uma vez que antagonistas destes receptores bloqueiam o fenômeno.  Observa-se efeito semelhante durante a corrida de camundongos, mas se desconhece se  isto é um efeito da cauda de Straub, embora o exercício seja analgésico. Objetivo: Investigar se o exercício físico agudo pode provocar a reação da cauda de Straub, caracterizando um efeito opióide endógeno. Métodos: Foram utilizados camundongos Swiss de ambos os sexos (8–10 semanas, 46 ± 1,5 g), alojados e manejados de acordo com as diretrizes do CONCEA e com aprovação ética (CEUA: 2036240921).  A alocação nos grupos experimentais foi aleatória. Administrou-se meperidina subcutânea (s.c.) em volume de 10 ml/kg, utilizando solução salina estéril (NaCl, 0,9%) como veículo, sem e com exercício físico aeróbico. Após  curva dose-resposta (8, 12, 32 e 96 mg/kg) e testes de exercício em esteira a 20 m/min por 30 minutos., seguiu-se desafio com naloxona (0,006 mg/kg) por administração s.c. 15 minutos antes da corrida. Os dados foram analisados por ANOVA e teste post hoc de Bonferroni. O efeito Straub foi registrado a cada 3 minutos durante 60 minutos com a escala descrita por Kameyama (1978). Resultados e discussão: A curva de doses da meperidina confirmou a presença do efeito Straub farmacológico, e as doses que induziram tal efeito foram a partir de 8 mg/kg em fêmeas e 12 mg/kg em machos, sendo as doses de 8 e 12 mg/kg, em ambos os sexos, escolhidas para o experimento com exercício físico. Essa combinação de exercício em esteira e meperidina na dose de 12mg/kg potencializou o  efeito Straub da  cauda em machos e fêmeas, sugerindo uma interação complexa entre o sistema opióide e a atividade física. De forma semelhante, o exercício físico promoveu a dorsiflexão da cauda, comparável à induzida pela meperidina, o que sugere a ativação de vias opióides endógenas associadas à resposta observada. A naloxona, por sua vez, atenuou parcialmente o efeito Straub induzido por exercício. Esse achado sugere que o exercício pode promover a ativação de vias opióides endógenas. Já o antagonismo parcial da naloxona sugere que outras vias podem também estar envolvidas. Conclusão: Esses achados ampliam o nosso conhecimento sobre o efeito Straub, que é uma resposta comportamental muito útil em estudos farmacológicos envolvendo opióides. Além disso,mostramos pela primeira vez o efeito Straub durante o exercício aeróbio.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os efeitos da cafeína na síndrome da fadiga crônica causada por COVID-19:um ensaio clínico randomizado duplo cego.</title>
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<name>Araújo, Ana Paula Pinto de</name>
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<name>Aguiar Junior, Aderbal Silva</name>
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<updated>2025-09-09T13:44:15Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Os efeitos da cafeína na síndrome da fadiga crônica causada por COVID-19:um ensaio clínico randomizado duplo cego.
Araújo, Ana Paula Pinto de; Aguiar Junior, Aderbal Silva
Introdução: Em 2019, o Coronavírus (SARS-Cov2) era relatado em Wuhan, na China. Em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou como pandemia, e em outubro de 2020, mais de 45 milhões de casos eram registrados. Classificada em quatro estágios, diferindo-se no tempo e persistência de sintomas. Entre as manifestações clínicas, destacam-se dispneia, mialgia e distúrbios do sono, além de alterações em concentração e memória. A fadiga é um dos principais sintomas que permanecem na COVID-longa. A cafeína é um dos auxiliares ergogênicos mais bem estabelecidos na literatura, nesse sentido, hipotetizamos que a cafeína possa amenizar as queixas de COVID-longa, de acordo com esses achados. Objetivo: Avaliar os efeitos da cafeína nos principais sintomas físicos e cognitivos da COVID-longa. Métodos: Trata-se de um ensaio clínico randomizado, duplo cego, controlado por placebo. O estudo realizou-se na Policlínica Regional de Araranguá, no Laboratório de Biologia do Exercícios da UFSC-Ara e no Laboratório de Análises Clínicas Bioanálises de Araranguá. Os participantes eram contatados por chamada telefônica ou pelo aplicativo de mensagens Whatsapp. Foram utilizados os seguintes instrumentos: Myalgic Encephalomyelitis International Consensus Critera para identificar COVID-longa, Chalder Fatigue Scale para avaliação da fadiga e Brief Illness Perception Questionnaire para a percepção da doença. Além disso, Incremental Shuttle Walk Test (ISWT) para desempenho físico, Escala Subjetiva de Percepção de Esforço Borg para percepção de esforço, e Short Physical Performance Battery (SPPB) para funcionalidade. Para a avaliação cognitiva desses participantes, Stroop Test de funções executivas de controle inibitório e o Montreal Cognitive Assessment (MoCA) para comprometimento cognitivo. Os participantes deveriam comparecer de forma presencial em três dias, com intervalos de tempo de sete dias entre o primeiro e segundo dia, e 24 horas entre o segundo e terceiro dia.  Resultados: A cafeína aumentou a capacidade do exercício de acordo com o Shuttle Walk Test, demonstrado no aumento da distância prevista e número de voltas. A cafeína diminuiu a percepção de esforço, correspondendo a opção “leve-moderado” de acordo com a Escala de Borg, mas não diferiu na funcionalidade (SPPB). Obteve-se resultados melhores na função executiva de controle inibitório pelo Stroop Test e melhor desempenho cognitivo, segundo MoCA.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Medidas de desempenho e funcionalidade de indivíduos pós-AVC em  tratamento conservador e após terapia trombolítica na fase aguda e subaguda em um  hospital do Extremo Sul de Santa Catarina</title>
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<name>Matos, Vitória Rabelo</name>
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<updated>2025-09-08T12:44:04Z</updated>
<published>2025-09-06T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Medidas de desempenho e funcionalidade de indivíduos pós-AVC em  tratamento conservador e após terapia trombolítica na fase aguda e subaguda em um  hospital do Extremo Sul de Santa Catarina
Matos, Vitória Rabelo
Introdução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma manifestação clínica potencialmente &#13;
grave, sendo a segunda principal causa de morte e terceira causa de morte e incapacidade &#13;
combinadas. O impacto do AVC na pessoa acometida é extenso. Estudos sinalizam que os &#13;
indivíduos acometidos apresentam incapacidades graves, as quais reduzem a funcionalidade e &#13;
consequentemente a qualidade de vida. Os primeiros três meses após o AVC representam um &#13;
período determinante para a recuperação motora e funcional. Identificar marcadores clínicos &#13;
precoces capazes de predizer a funcionalidade tem sido uma estratégia relevante na reabilitação &#13;
pós-AVC, especialmente no período subagudo. Objetivo: Avaliar as medidas de desempenho &#13;
e funcionalidade de indivíduos acometidos pelo AVC na fase hospitalar e após três meses do &#13;
evento cerebrovascular. Métodos: Estudo de caráter observacional prospectivo com indivíduos &#13;
diagnosticados com AVC. Foram aplicadas as seguintes escalas: Escala de Mobilidade &#13;
Hospitalar e teste de força de preensão manual com dinamômetro na fase aguda e WHO &#13;
Disability Assessment Schedule 2.0 (WHODAS 2.0), Classificação Funcional de Deambulação &#13;
(FAC) e Escala de Rankin Modificada (mRS), por contato telefônico, na fase subaguda. &#13;
Resultados: Na fase aguda, os participantes apresentaram, em sua maioria, incapacidade &#13;
funcional moderada a grave, mobilidade reduzida e déficit de força de preensão manual. Na &#13;
fase subaguda, a aplicação do WHODAS 2.0 obteve um percentual complexo de 41,51±26,51% &#13;
de incapacidade. A Escala de Rankin Modificada indicou que 44,44% dos indivíduos são &#13;
independentes, e 55,56% possuem dependência moderada, moderadamente grave ou grave. &#13;
Pela FAC, 42,59% dos participantes caminhavam de forma independente em qualquer tipo de &#13;
superfície, e 50% deambulavam apenas com algum tipo de auxílio. Foi encontrada correlação &#13;
estatisticamente significativa entre o WHODAS 2.0 e o Rankin após três meses (ρ=0,87; &#13;
p=0,87; p&lt;0,001) e entre o WHODAS 2.0 e a FAC (ρ=-0,83; p&lt;0,001). A análise de regressão &#13;
linear demonstrou que a mobilidade foi um preditor significativo da funcionalidade percebida &#13;
(WHODAS%), explicando isoladamente 25,6% da variância do desfecho (R² = 0,256; p &lt; &#13;
0,001). Após o ajuste por covariáveis clínicas e sociodemográficas (idade, sexo, tipo de AVC, &#13;
trombólise, dias de internação e realização de fisioterapia), a mobilidade manteve-se associada &#13;
de forma independente à funcionalidade, elevando o R² do modelo de 0,338 para 0,483 (ΔR² = &#13;
0,145; p &lt; 0,001). Conclusão: A maioria dos pacientes apresentou incapacidade moderada a &#13;
grave na fase aguda, com limitações funcionais persistentes três meses após a alta hospitalar. A &#13;
mobilidade na fase aguda destacou-se como principal preditor da funcionalidade três meses &#13;
após o AVC.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências, Tecnologias e Saúde.&#13;
Departamento de Fisioterapia.
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<dc:date>2025-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Obesidade Sarcopênica em idosos italianos hospitalizados: diferenças diagnósticas e suas associações com o histórico de quedas</title>
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<name>Assis, Gabrielle de Freitas de</name>
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<author>
<name>Danielewicz, Ana Lúcia</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268107</id>
<updated>2025-09-08T12:21:12Z</updated>
<published>2025-09-07T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Obesidade Sarcopênica em idosos italianos hospitalizados: diferenças diagnósticas e suas associações com o histórico de quedas
Assis, Gabrielle de Freitas de; Danielewicz, Ana Lúcia
INTRODUÇÃO E OBJETIVO: A obesidade sarcopênica (OS) é uma condição caracterizada pela sarcopenia associada ao aumento de tecido adiposo. Idosos com OS têm maior risco de quedas e fraturas em comparação àqueles com obesidade ou sarcopenia isoladas. No entanto, os critérios que têm sido empregados para definir OS ainda são inconsistentes, destacando-se a necessidade de novos estudos. Assim, nosso objetivo foi avaliar a associação entre a OS, considerando diferentes critérios diagnósticos propostos pela ESPEN/EASO 2022, e o histórico de quedas em idosos italianos hospitalizados. MÉTODOS: Estudo transversal com 90 idosos italianos (≥60 anos) com obesidade severa (índice de massa corporal ≥35kg/m²) hospitalizados para um programa multidisciplinar de redução de peso corporal. A OS foi classificada por diferentes critérios diagnósticos, considerando em todos eles a presença concomitante de função muscular reduzida, elevado percentual de massa gorda e baixo percentual de massa muscular ajustada pelo peso corporal. A função muscular foi avaliada pelo teste de sentar e levantar da cadeira de cinco repetições (TSL5) [≥17 segundos para ambos os sexos] ou pela baixa força de preensão manual (FPM) [&lt;16kg mulheres e &lt;26kg homens]. A massa gorda (MG%) foi avaliada pela Absorciometria de Raios X de Dupla Energia (DXA) [MG% = ≥43,0% mulheres e ≥31,0% homens] ou pela Biompedância elétrica (BIA) [MG% = ≥40,7% mulheres e ≥27,3% homens]. A massa muscular apendicular ajustada pelo peso corporal (AMM/W) foi avaliada pelo DXA [AMM/W = ≤19,4% mulheres e ≤25,7% homens] e a massa muscular esquelética ajustada pelo peso corporal (SMM/W) foi avaliada pela BIA [SMM/W = ≤22,1% mulheres e ≤31,5% homens]. Assim, quatro diagnósticos de SO foram analisados: 1) TSL5+MG%+ AMM/W; 2) TSL5+MG%+ SMM/W;  3) FPM + MG% + AMM/W;  4) FPM+ MG% + SMM/W. O desfecho foi o autorrelato de queda no último ano (sim ou não). Foi realizada regressão logística multivariável ajustada para sexo, faixa etária, escolaridade, situação conjugal, multimorbidade, etilismo e nível de atividade física. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Houve associações significativas entre OS e ocorrência de queda somente quando a baixa função muscular foi avaliada pela HGS, independente do método utilizado para estimar a massa gorda e o índice de massa muscular. Nas análises ajustadas, os idosos analisados com SO pelos diagnósticos de FPM + MG % + SMM/W e FPM + MG % + AMM/W tiveram quase quatro vezes (OR = 3,91; IC95%: 1,33;11,45) e sete vezes (OR = 6,75; IC95%: 1,91; 23,80) maiores chances de terem relatado queda no último ano, respectivamente. CONCLUSÃO: A OS, definida pela baixa FPM em conjunto com elevada MG% e baixos índices de massa muscular, avaliadas tanto pela BIA, quanto pelo DXA, aumentaram as chances de quedas nos idosos italianos amostrados. Tais resultados podem auxiliar na padronização dos melhores critérios diagnósticos da OS nessa população específica de pessoas idosas, considerando a ocorrência de queda como um desfecho relevante para a manutenção da funcionalidade.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de ciências, tecnologias e saúde.&#13;
Departamento de Fisioterapia.
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<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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