<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Programa de Pós-Graduação em Educação Física</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/77894" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/77894</id>
<updated>2026-04-30T10:49:11Z</updated>
<dc:date>2026-04-30T10:49:11Z</dc:date>
<entry>
<title>Associação entre as tipologias de vizinhança do bairro, atividade física e saúde mental de idosos</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273194" rel="alternate"/>
<author>
<name>Santos, Carla Elane Silva dos</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273194</id>
<updated>2026-04-07T23:19:37Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Associação entre as tipologias de vizinhança do bairro, atividade física e saúde mental de idosos
Santos, Carla Elane Silva dos
Este estudo teve como objetivo analisar a associação entre tipologias de atributos da vizinhança do bairro, caminhada e saúde mental em idosos. Para tanto foram utilizados dados de 1256 pessoas (60,7% de mulheres; x¯ 73,4 anos) em uma análise transversal do estudo de coorte EpiFloripa Idoso em Florianópolis, Brasil (2017-2019). Os Sintomas Depressivos (SD) e o Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) foram avaliados pela Escala de Depressão Geriátrica e Mini Exame do Estado Mental, respectivamente. A percepção das características da vizinhança considerou os indicadores de uso misto do solo, infraestrutura, estética, segurança relacionada ao trânsito e a criminalidade avaliado pela versão adaptada do The Neighborhood Environment Walkability Scale. A realização de AF para fins de transporte (caminhada =150 min/semana; e caminhada e ciclismo) e lazer (caminhada =150 min/semana) foram obtidas por meio da versão longa do Questionário Internacional de Atividade Física, validado para idosos brasileiros. Foram identificadas as seguintes tipologias de atributos da vizinhança do bairro pela análise de classe latente: baixa caminhabilidade e moderadamente segura (classe 1), baixa caminhabilidade e segura (classe 2), moderada caminhabilidade e pouco segura (classe 3), moderada caminhabilidade e moderadamente segura (classe 4) e alta caminhabilidade e segura durante o dia (classe 5). A modelagem de equações estruturais (MEE) determinou os efeitos das tipologias de atributos da vizinhança do bairro sobre os SD e CCL. Um gráfico acíclico direcionado foi construído para identificar o conjunto mínimo de ajustes na MEE. Nas vizinhanças desfavoráveis para a caminhada (classes 1 e 2), predominaram mulheres, indivíduos mais velhos e com menor escolaridade e renda. As chances de caminhar para o transporte foram maiores em vizinhanças que combinavam segurança e facilidade de locomoção (classes 3 a 5). A segurança percebida na classe 2 incentivou a caminhada no lazer. A presença de SD e CCL foi de 14,3% (IC95%: 12,3-16,4) e 19,7% (IC95%: 17,6-22,0), respectivamente. Houve efeito indireto e positivo das tipologias ?baixa caminhabilidade e moderadamente segura? nos SD (ß= 0,019) e CCL (ß= 0,032) e efeito indireto negativo da ?alta caminhabilidade e segura durante o dia? sobre o CCL (ß= -0,014) devido efeito supressor da atividade física de transporte (caminhada + ciclismo). Áreas com maior apoio e segurança podem incentivar as pessoas a caminhar para fins transporte, e as facilidades de segurança podem melhorar a caminhada de lazer em bairros desfavorecidos. Reconhecer que determinadas tipologias de bairros podem afetar os SD e CCL, enfatiza a importância do decisores políticos em projetar comunidades que permita os idosos se deslocarem a pé até serviços e destinos de forma acessível e segura.; Abstract: This study aimed to analyze the association between neighborhood attribute typologies, walking and mental health in the older adults. Data from 1,256 older adults (60.7% women; mean age 73.4 years) were used in a cross-sectional analysis of the EpiFloripa Aging cohort study in Florianópolis, Brazil (2017-2019). Depressive Symptoms (DS) and Mild Cognitive Impairment (MCI) were assessed using the Geriatric Depression Scale and the Mini-Mental State Examination, respectively. Perceptions of neighborhood characteristics included indicators of mixed land use, infrastructure, aesthetics, traffic safety, and crime, evaluated using the adapted version of the Neighborhood Environment Walkability Scale. Physical activity (PA) for transportation purposes (walking =150 min/week; walking and cycling) and leisure (walking =150 min/week) was measured using the long version of the International Physical Activity Questionnaire, validated for Brazilian older adults. The following neighborhood attribute typologies were identified through latent class analysis: low walkability and moderately safety (class 1), low walkability and safety (class 2), moderate walkability and low safety (class 3), moderate walkability and moderate safety (class 4), high walkability and safety daytime (class 5). Structural equation modeling (SEM) determined the effects of neighborhood attribute typologies on DS and MCI. A directed acyclic graph was constructed to identify the minimal set of adjustments in the SEM. In the unfavorable walking neighborhoods (classes 1 and 2), women, older individuals, and those with lower levels of education and income were predominant. The likelihood of walking for transport was higher in neighborhoods (classes 3 to 5) that combined safety and walkability. Perceived safety in class 2 encouraged leisure-time walking. The presence of DS and MCI was 14.3% (95% CI: 12.3-16.4) and 19.7% (95% CI: 17.6-22.0), respectively. There was an indirect positive effect of the \"low walkability and moderately safety\" typology on DS (ß= 0.019) and MCI (ß= 0.032) and an indirect negative effect of the \"high walkability and safety daytime \" typology on MCI (ß= -0.014), due to suppressive effect PA for transport (walking + cycling). Areas with greater support and safety can encourage people to walk for transport, and safety facilitates can improve leisure walking in disadvantaged neighborhoods. Recognizing that certain neighborhood typologies can affect DS and MCI highlights the importance for policymakers to design communities that allow older adults to walk to services and destinations in an accessible and safe manner.
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2024.
</summary>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Estudo dos anos de experimentação esportiva de jovens futebolistas brasileiras</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272595" rel="alternate"/>
<author>
<name>Bispo, Julio Cesar da Silva</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272595</id>
<updated>2026-03-09T23:26:10Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estudo dos anos de experimentação esportiva de jovens futebolistas brasileiras
Bispo, Julio Cesar da Silva
No contexto do futebol feminino, a compreensão das experiências esportivas vivenciadas durante a infância e a adolescência tem sido apontada como um fator central para o desenvolvimento esportivo das atletas. Assim, compreender como se configuram essas experiências iniciais e os contextos de prática associados torna-se fundamental para subsidiar processos de formação mais equitativos e orientados ao desenvolvimento a longo prazo. Desse modo, o objetivo geral desta dissertação foi analisar as experiências esportivas das jogadoras de futebol da região Sul do Brasil, através da construção e reunião das evidências de validade do QEEF-Fem com ênfase nos anos de experimentação esportiva e nos contextos de prática associados ao desenvolvimento das atletas. Definido enquanto um estudo descritivo do tipo exploratório, através de característica psicométrica. Esse trabalho foi organizado no formato de coletânea de artigos, sendo constituído por dois estudos complementares. O primeiro artigo teve como objetivo desenvolver e reunir evidências de validade de um instrumento psicométrico destinado à avaliação da fase de experimentação esportiva de jovens jogadoras de futebol feminino, fundamentado nas engrenagens do Personal Assets Framework (PAF). O processo de construção envolveu etapas de validade de face, validade de conteúdo, validade de construto, confiabilidade e consistência interna dos itens. Participaram dessa etapa 391 atletas, com idades entre 12 e 17 anos, vinculadas a equipes filiadas às federações estaduais da região Sul do Brasil. O segundo artigo consistiu em um estudo original de caráter descritivo, cujo objetivo foi caracterizar o contexto de prática nos anos iniciais da trajetória esportiva de jovens jogadoras de futebol brasileiras, bem como analisar a relação entre variáveis da trajetória esportiva e dimensões psicossociais à luz do PAF. Os dados foram coletados por meio do instrumento validado no primeiro estudo, possibilitando a análise retrospectiva das experiências esportivas vivenciadas entre os 6 e 12 anos de idade. Os resultados indicaram que as atletas iniciaram o treinamento formal em média aos 8,80 ± 2,64 anos e competições aos 10,83 ± 2,23 anos, acumulando 6,13 ± 2,60 anos de experiência esportiva. A infância foi marcada por perfil multiesportivo (média de 4,55 ± 2,77 modalidades), com predominância de futebol (92,3%) e futsal (86,4%). A diversidade de modalidades praticadas associou-se positivamente ao Engajamento Pessoal (EP) (OR = 1,48; IC95%: 1,16?1,89; pHolm = 0,023), e a idade também apresentou associação positiva com EP (OR = 1,27; IC95%: 1,10?1,49; pHolm = 0,007). Indicando que as trajetórias esportivas das jogadoras são marcadas por elevada diversidade de experiências na infância, com predomínio de atividades de jogo deliberado, forte influência do contexto familiar e fragilidades estruturais nos ambientes institucionais de formação. Os achados reforçam a importância de instrumentos sensíveis ao contexto sociocultural do futebol feminino brasileiro e apontam para a necessidade de modelos de desenvolvimento que valorizem a diversificação de experiências, a autonomia das atletas e a qualificação dos ambientes de prática desde as fases iniciais da formação esportiva.; Abstract: In the context of women's soccer, understanding the sporting experiences lived during childhood and adolescence has been identified as a central factor for the athletic development of athletes. Thus, understanding how these initial experiences are configured and the associated practice contexts becomes fundamental to supporting more equitable training processes oriented towards long-term development. Therefore, the general objective of this dissertation was to analyze the sporting experiences of female soccer players in the Southern region of Brazil, through the construction and gathering of validity evidence for the QEEF-Fem, with an emphasis on years of sports experimentation and the practice contexts associated with the athletes' development. Defined as a descriptive exploratory study, using psychometric characteristics, this work was organized as a collection of articles, consisting of two complementary studies. The first article aimed to develop and gather validity evidence for a psychometric instrument designed to assess the sports experimentation phase of young female soccer players, based on the Personal Assets Framework (PAF). The construction process involved stages of face validity, content validity, construct validity, reliability, and internal consistency of the items. 391 athletes, aged between 12 and 17 years, linked to teams affiliated with state federations in the Southern region of Brazil, participated in this stage. The second article consists of an original descriptive study whose objective was to characterize the practice context in the initial years of the sporting trajectory of young Brazilian soccer players, as well as to analyze the relationship between variations in sporting trajectory and psychosocial dimensions in light of the PAF (Physical Aptitude Assessment). The data were obtained using the instrument validated in the first study, allowing for a retrospective analysis of sporting experiences lived between the ages of 6 and 12. The results indicated that formal training began on average at 8.80 ± 2.64 years and competitions at 10.83 ± 2.23 years, accumulating 6.13 ± 2.60 years of sporting experience. Childhood was marked by a multi-sport profile (average of 4.55 ± 2.77 sports), with a predominance of soccer (92.3%) and futsal (86.4%). The diversity of sports practiced was positively associated with Personal Engagement (PE) (OR = 1.48; 95% CI: 1.16?1.89; pHolm = 0.023), and age also showed a positive association with PE (OR = 1.27; 95% CI: 1.10?1.49; pHolm = 0.007). This indicates that the players' sporting trajectories are marked by a high diversity of childhood experiences, with a predominance of deliberate play activities, a strong influence of the family context, and structural weaknesses in the institutional environments of training. The findings reinforce the importance of instruments sensitive to the sociocultural context of Brazilian women's football and point to the need for development models that value the diversification of experiences, the autonomy of athletes, and the improvement of practice environments from the initial stages of sports training.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2026.
</summary>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Estratégia de ritmo no treinamento intervalado auto selecionado: associação com índices aeróbios e anaeróbios de corrida em duas sessões diferentes, em ambos os sexos</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272568" rel="alternate"/>
<author>
<name>Lanzarini, Lucas Dalla Vecchia</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272568</id>
<updated>2026-03-06T23:24:48Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estratégia de ritmo no treinamento intervalado auto selecionado: associação com índices aeróbios e anaeróbios de corrida em duas sessões diferentes, em ambos os sexos
Lanzarini, Lucas Dalla Vecchia
Introdução: A intensidade do treinamento intervalado (TI) pode ser determinada a partir da sua autosseleção (i.e., TI auto selecionado - TIAS), em que o atleta escolhe o ritmo de acordo com a tarefa. Desse modo, a estratégia adotada durante o TIAS é variável e depende da interação de diversos fatores. Paralelo a isso, a reserva anaeróbia de velocidade (RAV), a reserva máxima de velocidade (RMV), a velocidade crítica (VC) e a capacidade de distância acima da VC (D?) vêm se mostrando como métodos precisos para determinação da tolerância ao exercício no TI. Objetivo: Analisar como a depleção e utilização do D?, da RAV e da RMV afetam a estratégia de ritmo adotada durante duas sessões de TIAS, em corredores de ambos os sexos. Métodos: Vinte corredores (10 homens, 10 mulheres) treinados realizaram 6 visitas para coleta de dados. Na primeira visita, foi realizado um teste incremental em esteira para determinação do V?O2max e a velocidade associada ao V?O2max (vV?O2max). Nas visitas 2 a 4, foram realizados testes de desempenho nas distâncias de 800, 1500 e 3000m em uma pista de atletismo de 400m para determinação da VC e do D?. Estes testes foram precedidos por um sprint de 40m para determinar a velocidade máxima de sprint (VMS). Nas visitas 5 e 6 foram realizadas duas sessões de TIAS, sendo uma para induzir velocidades supra-V?O2max (8 x 200m com 90s de intervalo) (TISUPRA) e uma para induzir velocidades sub-V?O2max (6 x 800m com 90s de intervalo) (TISUB). A estratégia de ritmo foi determinada por meio da inclinação de uma regressão linear, plotada a partir da relação velocidade normalizada x repetição. Para as análises comparativas entre os sexos e as variáveis do TIAS, foi utilizada uma ANOVA two-way com medidas repetidas e testes t para dados pareados e não pareados. O coeficiente de correlação de Pearson foi utilizado para verificar a associação entre a estratégia de ritmo com o percentual depletado do D? ou com o percentual da RAV/RMV na primeira repetição de cada TIAS. Regressões lineares múltiplas foram utilizadas para verificar as variáveis que melhor explicam a estratégia de ritmo dos TIAS. O nível de significância foi estabelecido em 5%. Resultados: A vV?O2max média foi de 16,1 ± 1,7 km/h e a VC média foi de 14,0 ± 1,5 km/h, enquanto o D? foi de 182 ± 36 m. A velocidade média do TISUB e do TISUPRA foi de 15,1 ± 1,5 e 19,5 ± 2,0 km/h, representando 108 ± 4 e 140,8 ± 6,0% da VC ou 95,2 ± 4,6 e 122,3 ± 5,9% da vV?O2max, respectivamente. Durante a primeira repetição, os corredores depletaram, em média, 47 ± 17% e 34,1 ± 6,9 do D? no TISUB e TISUPRA, respectivamente. O percentual utilizado do D? na primeira repetição foi moderadamente associado com a estratégia de ritmo no TISUPRA (r = -0,68 [-0,87 a -0,33]) e fortemente associado com a estratégia de ritmo no TISUB (r = -0,88 [-0,95 a -0,72]). Já os percentuais utilizados da RAV e da RMV também foram negativamente relacionados com a estratégia de ritmo (r = -0,65 a -0,89; p &lt; 0,05), porém quando outras variáveis foram incluídas na regressão linear, o percentual de utilização da RAV e a RMV perderam significância estatística. Não foram encontradas diferenças entre os sexos na performance relativa em ambos os TIAS e nem nas magnitudes de correlação entre o D? utilizado na primeira repetição com a estratégia de ritmo. Conclusão: A porcentagem de D? depletada durante a primeira repetição das sessões de TIAS mostraram-se sensíveis para detectar diferenças na estratégia de ritmo, evidenciando que corredores que auto-regularam a primeira repetição utilizando um alto % de D? apresentaram redução da velocidade média nas repetições subsequentes. Essa sensibilidade pode estar relacionada à perturbação fisiológica causada pelo uso do D?, como a depleção de fosfocreatina e a produção de metabólitos associados à fadiga. Nesse cenário, os sujeitos reduzem conscientemente a velocidade a fim de concluir toda a sessão e manter a maior velocidade média possível. Estes comportamentos acontecem independentemente do sexo e da composição do TIAS.; Abstract: Introduction: The intensity of interval training (IT) can be determined through self-selection (i.e., self-paced interval training - ITSP), in which the athlete chooses the pace according to the task. Thus, the pacing strategy adopted during ITSP is variable and depends on the interaction of several factors. In parallel, the anaerobic speed reserve (ASR), maximal speed reserve (MSR), critical speed (CS), and distance capacity above CS (D') have been shown to be precise methods for determining exercise tolerance during IT. Objective: To analyze how the depletion and utilization of D', ASR, and MSR affect the pacing strategy adopted during two ITSP sessions in runners of both sexes. Methods: Twenty trained runners (10 men, 10 women) completed six visits for data collection. During the first visit, an incremental treadmill test was performed to determine V?O2max and the speed associated with V?O2max (sV?O2max). During visits 2 to 4, performance tests over 800, 1500, and 3000 m were conducted on a 400 m outdoor track to determine CS and D'. These tests were preceded by a 40 m sprint to determine maximal sprint speed (MSS). During visits 5 and 6, two ITSP sessions were performed: one designed to elicit supra-sV?O2max speeds (8 × 200 m with 90 s recovery; ITSUPRA) and one designed to elicit sub-sV?O2max speeds (6 × 800 m with 90 s recovery; ITSUB). Pacing strategy was determined using the slope of a linear regression plotted from the relationship between normalized speed and repetition number. Comparative analyses between sexes and ITSP variables were performed using a two-way repeated-measures ANOVA, and paired and unpaired t-tests. Pearson?s correlation coefficient was used to assess the association between pacing strategy and the percentage of D' depleted or the percentage of ASR/MSR used during the first repetition of each ITSP. Multiple linear regressions were used to identify the variables that best explained pacing strategy during ITSP. The level of significance was set at 5%. Results: Mean sV?O2max was 16.1 ± 1.7 km·h?¹ and CS was 14.0 ± 1.5 km·h?¹, while D' was 182 ± 36 m. Mean speed during ITSUB and ITSUPRA was 15.1 ± 1.5 and 19.5 ± 2.0 km·h?¹, representing 108 ± 4% and 140.8 ± 6.0% of CS or 95.2 ± 4.6 and 122.3 ± 5.9% of sV?O2max, respectively. During the first repetition, runners depleted on average 47 ± 17% and 34.1 ± 6.9% of D' in ITSUB and ITSUPRA, respectively. The percentage of D' used in the first repetition was moderately associated with pacing strategy in ITSUPRA (r = -0.68 [-0.87 to -0.33]) and strongly associated with pacing strategy in ITSUB (r = -0.88 [-0.95 to -0.72]). The percentages of ASR and MSR used were also negatively related to pacing strategy (r = -0.65 to -0.89; p &lt; 0.05); however, when other variables were included in the linear regression, ASR and MSR utilization lost statistical significance. No sex differences were found in relative performance in either ITSP session, nor in the magnitude of the correlations between D' used in the first repetition and pacing strategy. Conclusion: The percentage of D' depleted during the first repetition of a self-paced interval training session was sensitive to detecting differences in pacing strategy, showing that runners who self-regulated the first repetition using a high percentage of D' exhibited a reduction in mean speed over subsequent repetitions. This sensitivity may be related to the physiological disturbance caused by D' utilization, such as phosphocreatine depletion and the production of fatigue-related metabolites. In this context, individuals consciously reduce speed to complete the entire session while maintaining the highest possible mean speed. These behaviors occur independently of sex and ITSP composition.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2026.
</summary>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Associação da capacidade oxidativa muscular com o desempenho de sprints repetidos em jogadores de futebol universitário e indivíduos fisicamente ativos</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272461" rel="alternate"/>
<author>
<name>Rosa, Caio de Araújo</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272461</id>
<updated>2026-02-24T23:26:08Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Associação da capacidade oxidativa muscular com o desempenho de sprints repetidos em jogadores de futebol universitário e indivíduos fisicamente ativos
Rosa, Caio de Araújo
Durante uma partida de futebol, os jogadores se deslocam intercalando diferentes intensidades e parte dessa distância é percorrida por meio de sprints. A realização de sprints subsequentes é dependente da contribuição energética de diferentes sistemas, entre elas a via aeróbia. A partir disso, a capacidade oxidativa muscular pode ser um dos parâmetros que influencia e limita o desempenho de sprints repetidos. Desta forma, o presente estudo teve como objetivo geral investigar e comparar a relação entre a capacidade oxidativa muscular (COxM) dos músculos gastrocnêmio medial (GM) e vasto lateral (VL) e o desempenho em sprints repetidos em jogadores universitários de futebol (ATL) e sujeitos fisicamente ativos (FA). Participaram do estudo 21 sujeitos do sexo masculino, sendo 11 ATL (idade: 23 ± 2 anos; massa corporal: 72 ± 7 kg; estatura: 174 ± 4 cm) e 10 FA (idade: 26 ± 3 anos; massa corporal: 77 ± 6 kg; estatura: 178 ± 3 cm). A COxM do GM e VL foi avaliada por meio de protocolo de oclusões arteriais repetidas com espectroscopia de infravermelho próximo (NIRS). O desempenho no teste de sprints repetidos foi calculado pelo tempo médio e o índice de fadiga. O consumo máximo de oxigênio (V?O2max), frequência cardíaca máxima (FCmax), Limiar Ventilatório 1 (LV1), Limiar Ventilatório 2 (LV2) e Velocidade Máxima do Teste Incremental (Vmax) foram determinados por um teste incremental em esteira (velocidade inicial 8,0 km/h e incrementos de 0,5 km/h por minuto). Para a análise estatística, foram utilizados o teste ANOVA e o coeficiente de correlação de Pearson. Em todos os testes, o nível de significância adotado foi de p &lt; 0,05. O grupo ATL apresentou uma constante de recuperação (tau) da COxM do VL mais rápido em comparação ao FA (36,0 ± 8,7 vs. 44,9 ± 11 s; p = 0,01), além de apresentar melhor média nos sprints repetidos (7,84 ± 0,31 vs. 8,12 ± 0,30 s, p &lt; 0,01) e maiores valores de V?O2max relativo (55,1 ± 5,4 vs. 48,4 ± 5,6 kg/ml/min, p = 0,01), VO2 do LV1 (p = 0,03) e LV2 (p = 0,02). Não houve diferenças na COxM do GM entre ATL e FA (31,3 ± 6,7 vs. 34,1 ± 5,7 s; p = 0,45). Sobre as correlações, não houve associação entre a COxM dos músculos VL (r = -0,12; p = 0,59) e GM (r = 0,34, p = 0,13) com o índice de fadiga. Além disso, não foram observadas diferenças (p = 0,30) no índice de fadiga entres grupos (ATL: 4,6 ± 2,6% vs FA: 5,6 ± 1,6%). No entanto, a soma da COxM do GM e VL se associou com o melhor sprint (r =-0,49; p = 0,02) e a média dos sprints (r = -0,52; p = 0,01). A COxM do VL se associou significativamente com a média dos sprints (r = 0,65; p &lt; 0,01), VO2 do LV1 (r = -0,58; p &lt; 0,01), VO2 do LV2 (r = -0,63; p &lt; 0,01), melhor sprint (r = 0,48; p = 0,03) e Vmax do teste incremental (r = -0,47; p = 0,03). A COxM do GM apresentou associação apenas com o Vmax (r = -0,51; p = 0,02) e com a velocidade do LV2 (r = -0,43; p = 0,04). Conclui-se que a COxM do VL e GM não foi correlacionada com o índice de fadiga do teste de sprints repetidos, o que parece indicar que a COxM não é o principal fator no desempenho em teste de sprints repetidos. Contudo, a COxM do VL foi significativamente mais rápida para o grupo ATL, além de se associar a um número maior de parâmetros fisiológicos e de performance, podendo sugerir que este músculo possa ser mais determinante metabolicamente para a aptidão aeróbia do que o GM.; Abstract: Soccer is a sport characterized by intermittent, high-intensity actions, where the ability to perform subsequent sprints relies on energy contribution from various systems, including the aerobic pathway. Thus, Muscle Oxidative Capacity (COxM) may influence and limit repeated sprint performance. This study aimed to investigate and compare the relationship between COxM in the Medial Gastrocnemius (GM) and Vastus Lateralis (VL) and repeated sprint performance in collegiate soccer players (ATL) and physically active subjects (FA). Twenty-one male subjects participated, 11 ATL: Age: 23 ± 2 years; weight: 72 ± 7 kg; height: 174 ± 4 cm) and 10 FA (age: 26 ± 3 years; weight: 77 ± 6 kg; height: 178 ± 3 cm). COxM was assessed via a repeated arterial occlusion protocol using NIRS. Performance was measured by mean time and fatigue index. Maximal Oxygen Consumption (V?O2max), Maximal Heart Rate (FCmax), Ventilatory Thresholds (LV1; LV2), and Maximal Velocity (Vmax) were determined by an incremental treadmill test (started at 8.0 km/h, with increments of 0.5 km/h per minute). ANOVA and Pearson correlation were used for analysis (p &lt; 0.05). No association was found between COxM of the VL (r = -0.12; p = 0.59) or GM (r = 0.34; p = 0.13) and the fatigue index. The index itself did not differ between groups (ATL: 4.6 ± 2.6 % vs FA 5.6 ± 1.6 %; p = 0.30). However, ATL presented a significantly faster COxM recovery time in the VL compared to FA (36.0 ± 8.7 s vs 44.9 ± 11 s; p = 0.01), but no difference was found in GM COxM (31.3 ± 6.7 s vs 34.1 ± 5.7 s; p = 0.45). ATL also showed better mean repeated sprint time (7.84 ± 0.31 s vs 8.12 ± 0.30 s; p &lt; 0.01) and higher relative V?O2max (55.1 ± 5.4 kg/ml/min vs 48.4 ± 5.6 kg/ml/min; p = 0.01). Regarding correlations, the COxM of the VL was significantly associated with mean sprints (r = 0.65; p &lt; 0.01), VO2 at LV1 (r = -0.58; p &lt; 0.01), VO2 at LV2 (r = -0.63; p &lt; 0.01), best sprint (r = 0.48; p = 0.03), and Vmax (r = -0.47; p = 0.03). The GM COxM correlated p = 0.02) and VO2 at LV2 (r = -0.43; p = 0.04). The sum of COxM (GM + VL) correlated significantly with both best sprint (r = -0.49; p = 0.02) and mean sprints (r = -0.52; p = 0.01). COxM of both muscles was not correlated with the fatigue index, suggesting it may not be the primary factor determining fatigue resistance in short-duration repeated sprints. However, the VL COxM was superior in the ATL group and associated with a wider range of performance and physiological parameters than the GM, suggesting that the VL COxM may be a more metabolically determinant indicator for aerobic fitness in running.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2025.
</summary>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
