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<title>Departamento de Física</title>
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<title>Astrofísica extragalática na era das grandes bases de dados</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212560</link>
<description>Astrofísica extragalática na era das grandes bases de dados
Duarte, Gabriel Remus Linck
Depois de ajustar os dados da galáxia NGC 4030 no MUSE com o STARLIGHT, o alcance espectral do instrumento do ESO, que não compreende o importante índice D4000, pareceu insuficiente. Para confirmar as suspeitas, a nova função do STARLIGHT de ajustar espectro e fotometria em conjunto pode ajudar. As imagens do KiDS nos filtros u e g foram escolhidas para preencher esse vazio no espectro por terem características técnicas semelhantes às do MUSE. Depois de desenvolvida uma 'linha de produção' eficiente com a cobaia NGC 4030, outras galáxias observadas pelo MUSE podem ser estudadas da mesma forma. Porém, antes de chegar de fato no STARLIGHT, são necessários alguns ajustes para que todas as imagens estejam de acordo entre si.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Física.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Previsão de largura equivalente de hidrogênio alpha em galáxias espirais</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212554</link>
<description>Previsão de largura equivalente de hidrogênio alpha em galáxias espirais
Filippini, Maori
Nesse período de vigência da bolsa continuamos a trabalhar com medições e previsões de valores de largura equivalente de linhas de Hidrogênio alfa (EWHα do inglês) em espectros de galáxias espirais de galáxias próximas à nossa (redshift z &lt; 0.05) com os mesmos métodos de regressão linear e polinomial utilizando dados de cores normalizados no filtro r como no ano anterior de pesquisa. Linhas de Hα e Hβ, da série de Balmer são muito importantes no estudo de espectros de objetos extra-galácticos. Com elas podemos inferir e calcular diversas propriedades físicas desses objetos.Tentamos dessa vez utilizar esse método para uma maior quantidade de galáxias que foram observadas pelo MaNGA Survey(https://www.sdss.org/surveys/manga/). Usando uma amostragem de galáxias que mais se parecem com a NGC628, a qual o artigo de Rousseau-Nepton et al. (2018) trabalhou e em que nos baseamos para essa pesquisa.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Física.
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212433">
<title>Relação entre a heterogeneidade espacial da vegetação e os regimes de chuva na Amazônia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212433</link>
<description>Relação entre a heterogeneidade espacial da vegetação e os regimes de chuva na Amazônia
Trentin, Júlia
Através de histogramas e gráficos de dispersão foi possível confirmar que as métricas  representam diferentes características da heterogeneidade. E por meio do modelo de regressão linear pode -se  concluir que as métricas que definem a heterogeneidade espacial da vegetação em relação a MAP, apresentam um comportamento linear decrescente, isso significa que conforme o aumento do regime médio de precipitação anual a heterogeneidade da vegetação diminui. Porém, quando relacionamos as medidas de heterogeneidade com MSI não parece adequado descrever o comportamento como sendo linear. Ainda assim, pode-se dizer que o MSI é proporcional a heterogeneidade espacial da vegetação. Embora, essas métricas representam diferentes características da heterogeneidade os resultados em relação os gradientes de MAP e MSI são consistentes para todas métricas em diferentes níveis de inclinação.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Física.
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<dc:date>2020-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Anãs Brancas e Instrumentação Astronômica: Uso de machine learning em detecção de  prováveis candidatas a anãs brancas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212428</link>
<description>Anãs Brancas e Instrumentação Astronômica: Uso de machine learning em detecção de  prováveis candidatas a anãs brancas
Silveira, José Ricardo
O objetivo do trabalho foi testar o classificador RandomForestClassifier em dados de&#13;
observações do S-PLUS e GAIA para averiguar a capacidade de classificar candidatas a&#13;
anãs-brancas. Para isso, selecionamos diferentes amostras com diferentes características da&#13;
base de dados desses surveys.&#13;
Obtivemos previsões com mais de 99% de taxa de acerto a partir de treinamentos e testes.&#13;
Em geral, os resultados se mostraram excelentes e bastante promissores. Plotamos diagramas&#13;
de cores e analisamos os espectros disponíveis para analisar os resultados. À parte aos testes,&#13;
encontramos espectros que põe certa dúvida quanto a classificação em anãs brancas.&#13;
Por fim, nosso método de classificação pode ser otimizado e expandido a diferentes tipos&#13;
espectrais de anãs brancas. Também poderá ser implementado e adaptado em outros surveys&#13;
de forma que seja continuamente testado e aprimorado.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Física.
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<dc:date>2020-08-20T00:00:00Z</dc:date>
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