<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/225011">
<title>Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/225011</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227502"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227434"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227348"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227344"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-05-01T04:26:02Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227502">
<title>O Conde de Kevenhüller e a morte da distinção</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227502</link>
<description>O Conde de Kevenhüller e a morte da distinção
Santos, Iago Bruno Monteiro Dos
Giorgio Caproni é considerado um dos grandes nomes da poesia italiana do século XX. Sua&#13;
obra começa em meados dos anos 30 e termina já no final dos anos 80 do mesmo século, o&#13;
que demonstra uma grande margem de representação histórica. O objeto principal dessa&#13;
pesquisa foi o livro “Il Conte di Kevenhüller” de Caproni, lançado em 1986, sendo esta sua&#13;
última publicação em vida. O estudo foi possível graças aos poemas selecionados e&#13;
traduzidos por Aurora Fornoni Bernardini no seu livro “A coisa perdida: Agambem comenta&#13;
Caproni”, publicado pela Editora UFSC em 2011 e também tivemos acesso à obra integral do&#13;
poeta Giorgio Caproni, em volume publicado na Itália em 1998, pela editora Mondadori. Em&#13;
‘O Conde de Kevenüller’ a dinâmica gira em torno da caça à Besta fera, que foi explicitada&#13;
pelo próprio Caproni como sendo a representação do mal em suas diferentes formas e&#13;
metamorfoses. A ideia de se debruçar sobre esta obra se baseia na investigação da atmosfera&#13;
criada pelo poeta, através dos poemas, de um lugar onde o instinto animal persevera e&#13;
funciona como fio condutor da percepção humana. O livro carrega essa interação/tensão entre&#13;
caça e caçador, presa e predador, sendo norteado pelo conceito de impropriedade e por aquilo&#13;
que o poeta configurou como “a morte da distinção”.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão&#13;
Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras
</description>
<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227434">
<title>Escalas sociolinguísticas horizontais e a escala da violência: Uma perspectiva aplicada nos estudos da linguagem</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227434</link>
<description>Escalas sociolinguísticas horizontais e a escala da violência: Uma perspectiva aplicada nos estudos da linguagem
Gaspar, Gabriel Colombo
O presente relatório tem como objetivo descrever os resultados da pesquisa de iniciação científica intitulada ‘Escalas sociolinguísticas horizontais e a escala da violência: Uma perspectiva aplicada nos estudos da linguagem, vinculada ao Departamento de Língua e Literatura Vernáculas – UFSC, com orientação do Prof. Dr. Daniel Silva Nascimento. Para dar início ao processo da pesquisa, o professor enviou algumas revisões bibliográficas, para um melhor aprofundamento teórico a respeito desse tema, incluindo também alguns vídeos, com aulas e entrevistas que foram transcritas, dando origem a todo o material usado para a pesquisa. A leitura se deu por dois materiais: a tese “Pragmática da violência: o Nordeste na mídia brasileira” (SILVA, 2012) e o livro “Nó em Pingo d’água: Sobrevivência, cultura e linguagem” (LOPES; FACINA; SILVA; 2019). Os vídeos transcritos aconteceram no Complexo do Alemão, um em uma entrevista onde o funkeiro Mc Calazans deu o seu depoimento, apresentando suas experiências de vida e resistência no morro. A entrevista foi gravada pelo instituto Raízes em Movimento, que é um grupo formado por jovens, universitários, moradores ou pessoas envolvidas em projetos sociais na região. O segundo vídeo foi o 2º Encontro do projeto Faveladoc, onde o professor Alan Brun conta a história do surgimento do Complexo do Alemão e de como o lugar se estabeleceu na cidade do Rio de Janeiro. Após ler esses dois textos e assistir os vídeos, foi possível ter conhecimento do conceito de pragmática da violência, analisando a construção do estereótipo do nordestino pela mídia do sudeste e entendendo a questão da cultura de resistência através da esperança.
PIBIC (graduação) Universidade Federal de Santa Catarina. LLV. Letras Português.
</description>
<dc:date>0021-08-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227348">
<title>A construção da loca latino-americana na obra Tengo Miedo Torero, de Pedro Lemebel</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227348</link>
<description>A construção da loca latino-americana na obra Tengo Miedo Torero, de Pedro Lemebel
Girardi, Samuel
O presente projeto visa analisar criticamente a obra “Tengo Miedo Torero” (2001), de Pedro Lemebel, para explicar os processos de transformação da loca latino-americana nesta obra a partir dos conceitos de entre-lugares. Para isso será levantada a fortuna crítica de tal obra e posteriormente analisada a teoria para ser aplicada. Para isso, usarei teóricos como Silviano Santiago, Homi Bhabha, Severo Sarduy, Michel Foucault, Walter Benjamin, entre outros. Finalmente, será analisada e relacionada a teoria crítica proposta e a obra tengo miedo torero, de modo a explicar os processos que os entre-lugares exercem na construção de personagem, história e  reconstrução de contexto.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Comunicação e Expressão &#13;
Letras Espanhol
</description>
<dc:date>2021-08-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227344">
<title>Escavar a palavra: dissimulações de/em Giorgio Caproni</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227344</link>
<description>Escavar a palavra: dissimulações de/em Giorgio Caproni
Fieira, Rafaela Cechinel
Esta pesquisa teve por objetivo explorar com mais vigor as inoperosidades, de potência e de potência-de-não, que surgem no espaço poético caproniano - na linguagem, no ritmo, nas figuras utilizadas - e como os elementos da poesia de Caproni traçam diálogos filosóficos com autores do século XX, como o francês Maurice Blanchot e a ideia da “morte da distinção”. Para isso, foi necessário destrinchar minuciosamente alguns poemas selecionados do livro Il franco cacciatore (1982), primeiro livro do que os críticos consideram sua trilogia fina. Nesta obra, Caproni debruça-se sobre a linguagem na busca de “uma coisa” não identificada, adentrando às explorações metafísicas - dos sentidos, sensoriais e abstratas - que culminam em uma viagem pela consciência e a solidão na ausência de uma figura divina.  Juntamente com os textos teóricos e poéticos, foi possível compreender na poesia do escritor um ideal poético que enxerga a língua como uma forma de mediação, que muitas vezes falha em exprimir uma essência concreta. Neste sentido, a poesia torna-se laboratório de experimentação, no qual a linguagem está constantemente se transformando, (re)criando-se como forma.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Comunicação e Expressão&#13;
Letras - Língua e Literatura e Italiana
</description>
<dc:date>2021-08-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
