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<title>Departamento de Ecologia e Zoologia</title>
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<dc:date>2026-04-30T14:34:27Z</dc:date>
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<title>Distribuição, abundância e diversidade funcional de elasmobrânquios: O mergulho como uma ferramenta social de pesquisa e conservação de raias</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240396</link>
<description>Distribuição, abundância e diversidade funcional de elasmobrânquios: O mergulho como uma ferramenta social de pesquisa e conservação de raias
Reis, Vítor César Leite
Com as pesquisas apontando declínio significativo nas populações de elasmobrânquios ao redor do mundo eleva-se a preocupação sobre o processo de extinção desses animais. Algumas soluções começaram a ser implementadas e a apresentar resultados satisfatórios, como é o caso da criação de Reservas Biológicas. No sul do Brasil a ReBio do Arvoredo é uma área de proteção ambiental marinha que tem grande potencial de proteção para diversas espécies locais.  Em contraste com essas ações, o estado de Santa Catarina representa grande parte do desembarque pesqueiro do país, o que pode causar um desequilíbrio ecológico em caso de sobreexplotação. O presente trabalho levantou dados sobre a percepção de mergulhadores sobre a população de raias presente na Ilha do Arvoredo e arredores  através da aplicação de um questionário específico para esse fim. Houve baixa participação da comunidade de mergulhadores, gerando 43 respostas que puderam ser utilizadas nas análises. Apesar do baixo N amostral, foi possível identificar relações interessantes entre a data de criação criação da ReBio do Arvoredo e uma reversão no declínio da abundância de raias na região, assim como um aumento expressivo no número de praticantes de mergulho livre, seja como atividade profissional ou por lazer.
Seminário de iniciação científica e tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências Biológicas&#13;
Departamento de Zoologia e Ecologia
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<dc:date>2022-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239797">
<title>Monitoramento de zooplancton na lagoa da conceição, Florianópolis, sc</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239797</link>
<description>Monitoramento de zooplancton na lagoa da conceição, Florianópolis, sc
Sara, Passos
O zooplâncton ocupa uma posição chave nas teias tróficas, possui ciclo de vida curto e alta taxa de crescimento, o que faz com que ele responda rapidamente às alterações ambientais. A Lagoa da Conceição, em Florianópolis/SC, é uma laguna costeira com expressiva importância no estado de Santa Catarina, porém impactada pelo crescimento populacional e urbano desordenado em sua bacia hidrográfica. O presente estudo teve como objetivo avaliar a distribuição espacial e temporal da comunidade zooplanctônica na Lagoa da Conceição e investigar a relação dos taxa entre si e com as variáveis ambientais. As coletas foram realizadas em abril, junho, setembro, outubro e novembro de 2021 em seis pontos amostrais na laguna. As variáveis ambientais analisadas foram precipitação, velocidade do vento, temperatura da água, pH, condutividade elétrica,  oxigênio dissolvido, nitrogênio total, fósforo total, razão N:P e clorofila-a. Foram amostrados indivíduos pertencentes aos grupos Copepoda, Mollusca, Polychaeta, Rotifera, Cnidaria, Appendicularia, Cirripedia e Cladocera. A maior densidade total do zooplâncton ocorreu no setor sul da laguna, sendo Copepoda o grupo dominante em todos os pontos amostrais. As variações temporais na estrutura da comunidade foram mais significativas do que as variações espaciais. A maioria das variáveis ambientais apresentaram pelo menos uma correlação significativa com a distribuição dos taxa do zooplâncton, exceto a precipitação e a velocidade do vento. A correlação mais forte ocorreu entre Copepoda e Polychaeta (⍴ = -0,28), indicando que a interação entre estes grupos pode exercer importante regulação de suas populações. São discutidas as mudanças observadas na comunidade em relação às mudanças ambientais na laguna nas últimas décadas, tendo como base um estudo prévio realizado em 1988 no mesmo ecossistema. O presente estudo contribui para a compreensão da dinâmica zooplactônica na Lagoa da Conceição e das possíveis respostas deste grupo às pressões ambientais impostas à laguna.
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<dc:date>2021-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Organização ecológica e evolutiva da vegetação neotropical:efeitos dos barramentos sobre a biodiversidade dos ambientes ribeirinhos ao longo da bacia do rio canoas.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239678</link>
<description>Organização ecológica e evolutiva da vegetação neotropical:efeitos dos barramentos sobre a biodiversidade dos ambientes ribeirinhos ao longo da bacia do rio canoas.
Silva, Eduarda
A compreensão de padrões e tendências é estratégica para a manutenção local e regional da biodiversidade. Ambientes ribeirinhos atuam como corredores ecológicos aquáticos e terrestres. Nas áreas terrestres, os ambientes ribeirinhos conectam fragmentos florestais ao longo de áreas extensas. Os fragmentos geralmente contêm tanto florestas ribeirinhas, com influência direta de inundações, quanto florestas não inundáveis. Contudo, barramentos podem afetar a diversidade alfa (local) e beta (substituição de espécies entre locais) de florestas ribeirinhas e florestas não inundáveis por meio de mecanismos associados à perda de habitat devido à instalação dos reservatórios, modificações no regime hidrológico e acumulação dos efeitos anteriores ao longo de tempos distintos de instalação dos barramentos. Em termos do regime hidrológico, as principais modificações se dão entre montante dos barramentos, com menor frequência de inundações ou inundações de longa duração, ou jusante, com inundações normalmente de rápida duração e maior risco de níveis baixos extremos. Estes mecanismos podem operar em escalas espaciais diferentes, de forma independente ou sinérgica. O objetivo desta proposta é avaliar a magnitude dos efeitos desses mecanismos em escalas diferentes, além de verificar se ocorre interação entre eles. O estudo foi realizado na bacia hidrográfica do Rio Canoas, afluente do Rio Uruguai, em barramentos implementados em tempos distintos e com o mesmo tipo de vegetação. A perda de habitat será calculada a partir de imagens já classificadas em termos de cobertura e uso do solo. O regime hidrológico foi caracterizado em função da localização do barramento, dados de frequência de inundações e ainda, obtido o tempo de implementação de cada barramento. A biodiversidade foi mensurada por meio da amostragem de árvores. As amostragens foram realizadas a montante dos barramentos nas florestas ribeirinhas e adjacentes. Os dados de biodiversidade foram coletados em campo e foram organizados com apoio da equipe  do laboratório. Os equipamentos necessários utilizados foram disponibilizados pelo laboratório ou departamento. Como desdobramentos deste estudo, foram adquiridos atributos na formação científica, vivência em atividades no campo, capacitação na identificação de árvores, organização e análise de dados sobre biodiversidade e conhecimento teórico-prático sobre ecologia de comunidades.
Iniciação Científica - PIBIC e Programa Voluntário
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<dc:date>2022-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Caracterização do uso e manejo de espécies arbóreas que ocorrem nas proximidades de um sítio arqueológico de Sambaqui na Baía da Babitonga, SC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239647</link>
<description>Caracterização do uso e manejo de espécies arbóreas que ocorrem nas proximidades de um sítio arqueológico de Sambaqui na Baía da Babitonga, SC
Santin, Andressa
A Ecologia Histórica é um ramo da ciência que está focado no estudo das relações&#13;
históricas entre grupos humanos e a formação das paisagens. Essas relações influenciam&#13;
a estruturação de comunidades ecológicas e, por sua vez, a biodiversidade de espécies e&#13;
as diferentes fitofisionomias. Pesquisas botânicas e ecológicas em sítios arqueológicos&#13;
são uma forma útil de investigar características das ocorrências das espécies, assim&#13;
como, da estrutura das comunidades vegetais, auxiliando no entendimento dos usos,&#13;
manejo e domesticação das plantas por seres humanos, dando suporte para a abordagem&#13;
da Ecologia Histórica. O uso antropogênico das plantas é amplo e diverso, sendo&#13;
utilizadas para rituais, alimentos, medicamentos, alimentação animal etc. e depende da&#13;
ocorrência e disponibilidade das espécies. No Brasil, os Sambaquis são importantes&#13;
registros históricos de ocupação humana principalmente no litoral, e ocorrem&#13;
principalmente em baías e lagunas, onde há abundância de mariscos e peixes. No&#13;
entorno dos Sambaquis, o estudo das espécies vegetais, assim como dos usos e do&#13;
manejo atual, tem ajudado no entendimento de possíveis usos de espécies encontradas&#13;
nos registros arqueobotânicos desses locais. Diversos trabalhos por exemplo têm&#13;
dificuldade em estabelecer relações de possíveis usos e manejo no passado com as&#13;
evidências de materiais líticos de processamento de plantas encontradas hoje, pela&#13;
carência de informações sobre as espécies presentes atualmente nas paisagens do&#13;
entorno de Sambaquis, e pela falta de sistematizações sobre usos e formas de manejo.&#13;
Assim, este projeto tem como objetivo geral descrever os usos e formas de manejos de&#13;
espécies arbóreas identificadas nas proximidades de sítios arqueológicos de Sambaqui,&#13;
na região de Joinville (SC), com ênfase, no Sambaqui Ilha dos Espinheiros II, e gerar&#13;
hipóteses que contribuam para estudos em ecologia, ecologia história e em arqueologia.O trabalho consiste em uma sistematização e organização de dados sobre uso e manejo&#13;
de espécies inventariadas em áreas sob influencia dos solos de sambaquis.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas&#13;
Departamento de Ecologia e Zoologia
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<dc:date>2022-09-17T00:00:00Z</dc:date>
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