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<title>Departamento de Bioquímica</title>
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<dc:date>2026-05-01T12:31:31Z</dc:date>
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<title>Melhoria na produção de ostra do Pacífico (Crassostrea gigas) através da amplificação de defesas celulares durante sua fase larval e de crescimento</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250961</link>
<description>Melhoria na produção de ostra do Pacífico (Crassostrea gigas) através da amplificação de defesas celulares durante sua fase larval e de crescimento
Taruhn, Karine Amabile
A curcumina (CUR), um composto bioativo extraído da cúrcuma, tem chamado a atenção por suas notáveis propriedades antioxidantes e potenciais efeitos benéficos em uma diversidade de espécies, incluindo os bivalves aquáticos. Investigou-se a habilidade da curcumina para estimular genes alvo do fator de transcrição Nrf2 em ostras, com o intuito de fortalecer a resistência desses animais diante de adversidades ambientais. Este estudo explorou os efeitos da curcumina em ostras do Pacífico (Crassostrea gigas), focando em aspectos cruciais como a viabilidade, sobrevivência, crescimento e resposta antioxidante. Ostras adultas foram expostas por um período de 16 dias à CUR a 30 μM onde houve indução de defesas antioxidantes nas brânquias e no manto das C. gigas. Ocorreu um grande aumento nos níveis de glutationa, assim como na atividade das enzimas antioxidantes glutationa redutase, glutationa S-transferase e tiorredoxina redutase, após 8 e 16 dias de tratamento. Apesar da significativa bioacumulação de CUR, a glândula digestiva não demonstrou sensibilidade à CUR. O pré-tratamento com CUR apresentou efeitos protetores contra um agente eletrofílico, o N-etilmaleimida (NEM). Uma investigação adicional avaliou a sobrevivência de ostras adultas previamente tratadas com CUR a 30 μM, quando expostas ao estresse térmico e ao ar. Os resultados da exposição prolongada ao ar (18 dias) não revelaram proteção pelo pré-tratamento com CUR 30 mM, por 8 dias. Quando as ostras foram expostas a 37C, a taxa de mortalidade das ostras pré-tratadas com CUR foi similar o grupo controle, não mostrando nenhum efeito protetor. Outro aspecto explorado neste estudo foram os efeitos da exposição de sementes de ostras à CUR (1, 3 e 10 uM) por 8 dias. As concentrações de 1 e 10 μM reduziram a mortalidade das sementes em cerca de 50%. Interessantemente, sementes menores (~390 mM) foram as mais beneficiadas, cuja mortalidade passou de cerca de 45% para ~25%. Ainda se observou uma tendência na distribuição de frequências de tamanhos, onde as sementes menores apresentaram uma tendência a diminuir, enquanto as maiores apresentaram uma tendência a aumentar a sua frequência, sugerindo um maior crescimento nas sementes expostas à CUR. Este efeito foi mais bem observado na concentração de 10 mM. O tratamento com CUR produziu um aumento nas defesas antioxidantes de ostras adultas, especialmente nas brânquias e manto, mas este efeito não foi suficiente aumentar a sobrevivência de ostras adultas expostas a temperaturas letais ou quando expostas ao ar. Por outro lado, a amplificação das defesas antioxidantes protegeu as ostras adultas contra insultos químicos (NEM). Sementes expostas à CUR tiveram maior sobrevivência e uma tendência a aumentar de tamanho. Sendo assim, a CUR se apresenta o potencial de aplicação na aquicultura, tanto na fase de produção de sementes, quanto protegendo ostras adultas contra contaminantes ambientais, eventualmente elevando a produção, um aspecto a ser comprovado experimentalmente.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Bioquímica.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250941">
<title>Identificação de biomarcadores solúveis da progressão da doença pulmonar associada à artrite reumatoide (DPI-AR)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250941</link>
<description>Identificação de biomarcadores solúveis da progressão da doença pulmonar associada à artrite reumatoide (DPI-AR)
Andrade, Ana Carolina Silva
A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune inflamatória crônica poliarticular&#13;
sistêmica. Ela se manifesta patologicamente por meio da inflamação e hiperplasia&#13;
sinovial, o que resulta em destruição da cartilagem e erosão óssea. A manifestação&#13;
mais comum de envolvimento pulmonar é a doença pulmonar intersticial (DPI),&#13;
podendo acometer até 60 % dos afetados ao longo da doença. Até o presente não&#13;
existem biomarcadores que possam identificar precoce o risco de progressão da AR-&#13;
DPI. Nesse sentido, nosso grupo demonstrou que a inibição do aumento patológico&#13;
da tetraidrobiopterina (BH4) reduz a hipersensibilidade à dor em modelo animal de&#13;
artrite induzida. Assim, o objetivo deste trabalho foi identificar e mensurar os níveis&#13;
plasmáticos de BH4 em pacientes acometidos com AR-DPI, avaliando se esta pode&#13;
ser usada como um biomarcador que caracterize a progressão da doença. Para isto,&#13;
os níveis de plasmáticos de BH4 foram mensurados utilizando cromatografia líquida&#13;
de alta eficiência. Foi evidenciado que as concentrações de BH4 se encontraram&#13;
significativamente aumentadas nos participantes do estudo afetados por AR-DPI (n =&#13;
81) quando comparadas ao um grupo de indivíduos sadios considerados como&#13;
controle (n = 18) [t(99) = 3,94; P &lt; 0,05]. Ainda não existe na literatura estudos que&#13;
correlacionem o aumento patológico da BH4 com a progressão da AR-DPI, portanto&#13;
com a consolidação e obtenção de maiores resultados, nosso grupo poderá ser o&#13;
pioneiro a caracterizar a progressão da AR-DPI utilizando a BH4 como biomarcador.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Iniciação Científica - PIBIC e Programa Voluntário. Ciências da Vida. Departamento de Bioquímica
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250903">
<title>Análise in silico da interação entre o canal BK e a Guanosina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250903</link>
<description>Análise in silico da interação entre o canal BK e a Guanosina
Cunha, César
O aumento da expectativa de vida tem aumentado a importância do estudo das doenças neurodegenerativas. A guanosina é um nucleosídeo endógeno que apresenta efeitos neuroprotetores evidenciados em modelos de doenças neurodegenerativas das doenças de Alzheimer, Parkinson, epilepsia, isquemia e depressão. O mecanismo de ação deste efeito ainda não está elucidado, uma das hipóteses é de que haja o envolvimento do canal de potássio (K+) de alta condutância ativado por cálcio (Ca2+), denominado BK. Em análises eletrofisiológicas, foi demonstrado a abertura do canal na presença de guanosina extracelular, assim, espera-se que a guanosina interaja com uma região no domínio extracelular do BK. Este trabalho visa verificar se há um possível sítio de interação da para a guanosina na face extracelular do BK, para isto buscaremos possíveis cavidades hidrofóbicas na superfície do canal e, através da técnica Molecular Docking, analisaremos a interação da guanosina com o BK nestas cavidades e no domínio do poro. Além da guanosina, iremos utilizar os ativadores sintéticos do canal NS1619 e NS11021.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciência Biológicas. Departamento de Bioquímica
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250848">
<title>Investigação do efeito profilático e promotor de resiliência de moduladores glutamatérgicos endógenos em modelos animais de depressão</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250848</link>
<description>Investigação do efeito profilático e promotor de resiliência de moduladores glutamatérgicos endógenos em modelos animais de depressão
Mello, Marina Souza Zarske de
De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de transtorno depressivo maior (TDM) em todo o mundo, isso representa cerca de 4,4% da população mundial. Apesar da alta prevalência, as bases fisiopatológicas da depressão ainda não foram completamente esclarecidas. Estudos têm demonstrado que o sistema imune pode estar implicado nesse processo, no qual pacientes com TDM apresentam níveis circulantes mais elevados de marcadores inflamatórios, quando comparados com indivíduos saudáveis. A literatura ainda sugere uma ação positiva da cetamina, um antagonista do receptor NMDA utilizada como antidepressivo de ação rápida de forma restrita, sobre o sistema imune, reduzindo citocinas pró inflamatórias e aumentando anti inflamatórias. Outros estudos mostram que a substância agmatina promove resposta do tipo-antidepressiva rápida em modelos animais de depressão de maneira semelhante à cetamina. Considerando a similaridade entre estas duas substâncias, o grupo de pesquisa desenvolveu ações para investigar se a agmatina exerce ação profilática tal qual à cetamina, frente a um modelo inflamatório de depressão. Para este fim, a agmatina foi administrada (1 mg/kg ou 5 mg/kg) em camundongos Swiss sete dias antes da administração de lipopolissacarídeo (LPS). O LPS aumentou o tempo de imobilidade dos animais no teste de suspensão pela cauda (TSC), assim como diminuiu o número de cruzamentos no teste de campo aberto (TCA). Ambas as doses de agmatina preveniram a diminuição do tempo de imobilidade no TSC. O LPS aumentou a concentração de IL-1β no hipocampo e a agmatina preveniu esse aumento. O córtex pré-frontal não sofreu alterações nos níveis de IL-1β pela administração de LPS. A agmatina preveniu o aumento de NLRP-3 e Iba-1 causados por LPS, mas não preveniu o aumento de TNF-α, e o imunoconteúdo de caspase-1 não foi alterado pelo protocolo. Os dados mostram que os animais submetidos à administração do LPS apresentaram comportamento do tipo-depressivo que foi prevenido por uma única administração de agmatina, sendo este efeito associado com a capacidade de prevenir alterações neuroinflamatórias relacionadas ao inflamassoma NLRP3.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências Biológicas Departamento de Bioquímica
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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