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<title>Ciências da Vida</title>
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<dc:date>2026-04-30T13:08:17Z</dc:date>
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<title>Alterações biológicas em Daphnia magna após exposição crônica às cinzas oriundas de incêndios</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271152</link>
<description>Alterações biológicas em Daphnia magna após exposição crônica às cinzas oriundas de incêndios
Schimidt, Bethania
O escoamento de cinzas provenientes de incêndios para os ecossistemas aquáticos representa uma ameaça à conservação da biodiversidade devido à sua toxicidade para diversos organismos após a solubilização na água. Isso porque as cinzas são uma mistura complexa de substâncias, compostas majoritariamente de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) e metais. O presente estudo avaliou experimentalmente os efeitos da contaminação da água por cinzas sobre o crescimento, reprodução, longevidade e mobilidade do microcrustáceo Daphnia magna, como um organismo-modelo que permite inferir a vulnerabilidade da fauna aquática em ambientes localizados em áreas sujeitas a fogo. No experimento, neonatos de D. magna foram expostos, ao longo de 21 dias, a diferentes concentrações de cinzas: 0, 0,8, 1,6 e 4 mg/L em extratos aquosos de cinzas com macropartículas em suspensão e 0, 1,1, 2,2 e 5,5 mg/L em extratos sem macropartículas de cinzas. Microcrustáceos expostos a extratos aquosos de cinzas com macropartículas na concentração de 4 mg/L apresentaram tamanho corporal 38% menor comparado ao controle, e tiveram a reprodução totalmente inibida, quando comparados ao controle. Em exposição a extratos aquosos sem macropartículas, observou-se uma redução de 75% no número de posturas após exposição a uma concentração de 5,5 mg/L de cinzas em relação ao controle. De maneira semelhante, a longevidade dos organismos foi reduzida (70%) nos extratos aquosos com macropartículas com 4 mg/L de cinzas. Na concentração mais elevada de cinzas em extratos aquosos com macropartículas, a mobilidade de D. magna foi alterada, sendo que a distância percorrida pelos organismos expostos a 4 mg/L de cinzas foi maior que a distância percorrida pelos organismos sujeitos à água sem cinzas. Os resultados obtidos evidenciam que as cinzas provenientes da queima de biomassa vegetal são tóxicas para D. magna, o que sugere potencial toxicidade para outros organismos. Além disso, sugere-se que as macropartículas conferem maior toxicidade às cinzas, uma vez que as respostas biológicas mostraram-se mais conspícuas para este tratamento.
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<dc:date>2024-08-26T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268984">
<title>Vídeo: Investigação do efeito antidepressivo do Lactato: possíveis mecanismos de ação</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268984</link>
<description>Vídeo: Investigação do efeito antidepressivo do Lactato: possíveis mecanismos de ação
Sterchile, Isabela
A depressão é um transtorno psiquiátrico de elevada prevalência mundial, caracterizado por humor persistente deprimido, anedonia e alterações cognitivas e somáticas. Apesar da disponibilidade de antidepressivos, cerca de 30-40% dos pacientes não respondem adequadamente às terapias atuais. Estudos recentes têm apontado o lactato, antes considerado apenas subproduto do metabolismo anaeróbico, como um mediador molecular relevante, capaz de atravessar a barreira hematoencefálica, modular a plasticidade sináptica, estimular fatores neurotróficos como o BDNF e exercer efeitos antidepressivos em modelos animais. (peri, role e acute). O presente projeto tem por objetivo investigar o efeito antidepressivo da administração periférica e central de L-lactato em camundongos, comparando-o com antidepressivos clássicos e analisando seus mecanismos de ação.
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<dc:date>2025-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Identificação de Receptores Responsivos ao Estradiol em Ostras (Crassostrea gigas): conectando a Transcriptômica com a Bioinformática Estrutural</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259948</link>
<description>Identificação de Receptores Responsivos ao Estradiol em Ostras (Crassostrea gigas): conectando a Transcriptômica com a Bioinformática Estrutural
Mendiguren, Erots Antia
A poluição ambiental por contaminantes emergentes é um dos principais tópicos abordados no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), realçando a importância de monitorar e reduzir a emissão destes poluentes. No momento que é comprovado que um contaminante tem influências nocivas ao meio e a os organismos nele presentes, este passa se adequar como poluente. O poluente estradiol, um hormônio estrogênico comumente excretado em efluentes domésticos, atua como desregulador endócrino, afetando vias metabólicas, crescimento e reprodução de organismos aquáticos. Este estudo investiga a resposta proteômica da ostra do Pacífico, Crassostrea gigas, ao estradiol, com foco na caracterização de proteínas hipotéticas supra e infrareguladas. Utilizando ferramentas como MAFFT, BLAST e AlphaFold 2, foram identificados homólogos estruturais e domínios conservados entre as proteínas hipotéticas, permitindo inferências funcionais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. &#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. &#13;
CCB. &#13;
Departamento de Bioquímica.
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<dc:date>2024-09-25T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259943">
<title>Composição química de uvas e vinhos elaborados com variedades de uvas resistentes</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259943</link>
<description>Composição química de uvas e vinhos elaborados com variedades de uvas resistentes
Kocsis, Sabrina Lopes
A vitivinicultura representa um cenário econômico importante no país. Nas duas últimas décadas o estado de Santa Catarina vem se destacando na produção de uvas viníferas (Vitis vinífera L.) para a elaboração de vinhos finos, devido às condições edafoclimáticas peculiares. No entanto estas variedades quando cultivadas em condições de temperaturas amenas e umidade relativa do ar elevada, são suscetíveis ao desenvolvimento das doenças da videira. Neste contexto, novas variedades de uva que combinam resistência a doenças fúngicas e qualidade enológica foram desenvolvidas, como as variedades de PIWI (Pilzwiderstandsfähige). A principal vantagem das cultivares PIWI está associada à redução do uso de agroquímicos nos tratamentos fúngicos, tornando os vinhedos um sistema de cultivo mais sustentável. No entanto, existem poucas informações disponíveis sobre o potencial enológico dessas variedades, bem como caracterização da composição fenólica e elementar. Diante disto, conhecer a composição química das uvas e vinhos elaborados com as variedades PIWI é de suma importância tanto para a vitivinicultura nacional quanto internacional. Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o perfil físico-químico das uvas e vinhos PIWI das variedades Felicia e Helios, cultivadas em diferentes regiões do Estado de Santa Catarina. Além disso, o teor de polifenois totais, índice de escurecimento e atividade antioxidante também foram avaliados. Como resultados, observou-se que as uvas e vinhos estão dentro dos limites exigidos pela legislação brasileira para vinhos finos. Com relação ao teor de polifenois totais e atividade antioxidante, as amostras avaliadas apresentam valores de acordo com a literatura para uvas e vinhos brancos Vitis vinifieras, provenientes dos dois locais de cultivo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Agrárias&#13;
Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos
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<dc:date>2024-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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