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<title>Departamento de Geociências</title>
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<dc:date>2026-04-30T23:08:34Z</dc:date>
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<title>Desconcentração do Ensino Superior no Brasil: As Ciências da Computação na Região Sul do País</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259930</link>
<description>Desconcentração do Ensino Superior no Brasil: As Ciências da Computação na Região Sul do País
Augustinho, Lucas Rogério de
O presente trabalho se dispõe a estudar a desconcentração do ensino superior na área de ciências da computação e tecnologias da informação e comunicação (TICs) na Região Sul do Brasil. A premissa é analisar correspondência entre a formação profissional nos cursos de ciências da computação e o desenvolvimento do setor de softwares dentro dos arranjos populacionais (APs) do Sul na última década. O trabalho reuniu e tratou dados de formação e emprego, assim como artigos relacionados ao tema em busca de um panorama regional deste setor. Considerando o período compreendido entre 2010 e 2021, o estudo analisou a evolução percentual dos profissionais e dos empregados a partir de dados do Inep e da RAIS, por Região Intermediária de Articulação Urbana, dividindo-os em períodos de quatro anos. Por fim, foram reunidos os números per capita para identificar como os arranjos populacionais do Sul se desenvolvem neste setor segundo sua capacidade. Além disso, foram levantadas hipóteses acerca dos motivos e contextos que põem determinadas regiões acima ou abaixo de outras em termos de crescimento. Foi observado que a desconcentração é um processo lento e que não ocorre em toda a região. Os APs das capitais ainda são líderes e crescem na geração de empregos, com destaque para Florianópolis. No interior, Passo Fundo se destaca na correspondência formaçãoemprego. Também foram pontos de destaque casos específicos como Uruguaiana, que possui altos índices de formação sem a mesma força na empregabilidade, e Caxias do Sul, que apresenta uma situação inversa.; This work aims to study the decentralization of higher education in the field of&#13;
Computer Science and Information and Communication Technologies (ICTs) in the South&#13;
of Brazil. The premise is to analyze the alignment between professional training in&#13;
computer science programs and the development of the software sector within the&#13;
population arrangements (PAs) in the South over the past decade. The work compiled and&#13;
processed data on education and employment, as well as related articles, to provide a&#13;
regional overview of this sector. Covering the period from 2010 to 2021, the study&#13;
analyzed the percentage evolution of professionals and employees using data from&#13;
National Office of Educational Research Studies (Inep) and Annual List of Social&#13;
Information (RAIS), segmented by Intermediate Areas of Urban Connectivity, and&#13;
divided into four-year intervals. Finally, per capita figures were gathered to assess how&#13;
the population arrangements in the South develop in this sector according to their&#13;
capacity. Additionally, hypotheses were raised about the reasons and contexts that&#13;
position certain regions above or below others in terms of growth. It was observed that&#13;
decentralization is a slow process and does not occur uniformly across the region. State&#13;
capitals PAs continue to lead and grow in job creation, with a highlight on Florianópolis.&#13;
In the interior, Passo Fundo stands out for the alignment between education and&#13;
employment. Specific cases such as Uruguaiana, which has high education rates but lacks&#13;
strong employability, and Caxias do Sul, which presents an opposite situation, were also&#13;
noted.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.&#13;
Departamento de Geociências.
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<dc:date>2024-09-21T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259793">
<title>GRAU DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DA LAGOA DA CONCEIÇÃO</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259793</link>
<description>GRAU DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DA LAGOA DA CONCEIÇÃO
MOTA, Geovana Isabela
Considerando a intensa urbanização de Florianópolis nos últimos anos, e os recorrentes desastres ambientais que têm ocorrido nas diferentes regiões do mundo, o presente trabalho, tem como proposta, utilizar os parâmetros de zoneamento das áreas de proteção ambiental e os dados de urbanização para uma análise da antropização dos elementos naturais e a conformidade das ocupações urbanas frente a legislação ambiental, tendo como cenário, a bacia hidrográfica da Lagoa da Conceição, por ser um ambiente representativo, quanto a aspectos ambientais e sociais de Florianópolis, pela presença de importantes cursos hídricos, geologia variada e alta especulação imobiliária por conta da valorização das paisagens naturais e o histórico de ocupação. Como conclusão, temos que de 2010 a 2020, a região teve um aumento de 15% de mancha urbana, há aproximadamente 3,6% de Áreas de proteção permanente sobrepostas por mancha urbana, e no cenário mais preocupante, 43% das Áreas de preservação permanente de cursos d’água atingidas por ocupações urbanas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas. &#13;
Departamento de Geociências.
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<dc:date>2024-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259753">
<title>Compreensão da definição de deslocados e migrantes ambientais no debate nacional e internacional: visão do âmbito acadêmico- científico e jurídico- normativo.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259753</link>
<description>Compreensão da definição de deslocados e migrantes ambientais no debate nacional e internacional: visão do âmbito acadêmico- científico e jurídico- normativo.
Carvinho, Natália Borges
O vídeo da pesquisa, intitulada “Cartografia dos deslocamentos ambientais em Santa Catarina: caracterização e mapeamento dos deslocados (desalojados e desabrigados) por desastres desde 2003, tem o objetivo de compreender a definição de deslocados e migrantes ambientais no debate internacional, tanto no âmbito acadêmico-científico quanto no jurídico-normativo (leis, estratégias, acordos internacionais etc.). Para isso, foram investigadas autoras pioneiras do assunto no Brasil, bem como referências internacionais, além de documentos orientadores, acordos e leis. Com essa pesquisa inicial, foi possível concluir que não há um consenso internacional, seja no âmbito acadêmico ou jurídico, quanto à conceituação e categorização dos sujeitos ou comunidades que se deslocam por desastres, degradação ambiental ou mudanças climáticas. No debate teórico desenvolvido no presente relatório, foi possível observar que os autores que mencionam fluxos migratórios ambientais se assemelham em seus argumentos, pois consideram que indivíduos ou grupo de indivíduos deslocados por desastres naturais ou antropogênicos devem ter os direitos semelhantes aos refugiados, deslocados forçados reconhecidos pela Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados de 1951.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de gociências.
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<dc:date>2024-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259420">
<title>Mobilidade urbana em Palhoça/SC, as dificuldades dos moradores em face às contradições entre serviços e infraestruturas de transporte urbano.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259420</link>
<description>Mobilidade urbana em Palhoça/SC, as dificuldades dos moradores em face às contradições entre serviços e infraestruturas de transporte urbano.
Carvalho, Iago dos Santos
O trabalho apresenta uma análise sobre as variáveis de ineficiências do transporte público e mobilidade em Palhoça. Analisando políticas públicas de transporte no atendimento, dando ênfase nas demandas específicas da população de Palhoça em relação ao sistema de transporte coletivo, considerando as necessidades de deslocamentos a partir das interações espaciais. O trabalho em questão, traz consigo o debate de como a centralidade de Florianópolis interfere no sistema de transportes de Palhoça e de que modo é realizado o movimento pendular pelos usuários que residem em Palhoça, mas, realizam as mais diversas atividades em Florianópolis. Sendo conduzido através de metodologias quantitativas e qualitativas, possibilitando responder a problemática central do trabalho – funcionamento do transporte público em Palhoça, como um todo – e utilizando estratégias como entrevistas, saídas de campo e referenciais bibliográficos para compreender as dinâmicas presentes no que diz respeito ao transporte público na Palhoça e como este atende Florianópolis. Enfatiza-se no decorrer do trabalho, obras e autores que apresentam a urbanização e estruturação do município de Palhoça e da Região Metropolitana de Florianópolis (RMF), para facilitar a seleção de conceitos que tragam para o texto a melhor argumentação possível que acercam o tema e facilitam na análise da problemática. No mais, se tem a exploração de informações oferecidas por órgãos públicos como a Prefeitura de Palhoça, IBGE e outros órgãos que cercam essa temática. Entre os resultados obtidos até o presente momento, percebe-se que a área territorial de Palhoça é de 394,850 km² (IBGE), sendo assim, em extensão territorial, o segundo maior município do núcleo metropolitano, perdendo apenas para a capital catarinense, Florianópolis. Consequentemente isso gera a necessidade de algumas linhas percorrerem um trajeto mais longo internamente até sair do município de Palhoça e se dirigir para Florianópolis. Nesse contexto, é notável a desigualdade presente dentro do território de Palhoça, um morador que tem sua residência no bairro Enseada de Brito e necessita se deslocar até o Centro de Florianópolis, por exemplo, leva quase 40 km até o destino, levando cerca de 1 hora e 30 minutos para realizar o seu trajeto – desconsiderando eventos como acidentes, congestionamento, entre outros –. Todavia, a tarifa não é completamente unificada, isto é, a tarifa é ‘’regionalizada’’, o morador de Enseada de Brito paga mais caro na tarifa em comparação a outros bairros mais próximos ao Centro ou a Florianópolis. Nesse contexto, uma discussão surge, sendo ela: A tarifa elevada, a localização geográfica e a não integração dentro do município de Palhoça, limita o morador a se movimentar dentro do território? A partir disso, direcionamos a atenção para o debate sobre as interações espaciais, formas, funções, estruturas e processos.
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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