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<title>Departamento de Aquicultura</title>
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<dc:date>2026-04-30T16:43:23Z</dc:date>
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<title>Alambiental: emprego das microalgas na solução de problemas ambientais</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268729</link>
<description>Alambiental: emprego das microalgas na solução de problemas ambientais
Evangelista, Caique Liu
Microalgas são organismos unicelulares presentes, principalmente, em ambientes aquáticos. São fotoautotróficos, ou seja, utilizam energia luminosa (convertem em energia química) para a biofixação do C (vindo do CO2), água, e nutrientes para produzir compostos orgânicos (glicose, p. e.). Possuem grande potencial biorremediador (remoção de poluentes) e sua biomassa tem diversas propriedades como: lipídeos, carotenoides, enzimas, dentre outros compostos com elevado valor comercial. Nesse estudo foi determinada a capacidade de biorremediação da microalga da espécie Phaeodactylum tricornutum para a remoção dos compostos: nitrato, nitrito, ortofosfato; presentes no efluente do cultivo superintensivo de camarões marinhos em bioflocos, além da determinação do efeito desse efluente sobre o crescimento de culturas de P. tricornutum.  Os tratamentos aplicados (triplicata) foram: BFT100 - onde o meio de cultura foi 100% do efluente; BFT50 onde foi misturado 50% do efluente e 50% do Meio LCA-AM ; e Meio LCA-AM - grupo controle, com 100% de LCA-AM (meio tradicionalmente utilizado no cultivo de microalgas). Com relação à remoção dos poluentes/nutrientes, em todos os tratamentos foi observada a remoção de 97 - 98% do nitrato, indicando eficiência na remoção desse composto. Em relação ao nitrito, houve grande variação na concentração das amostras, com grande desvio padrão nas médias, podendo indicar algum tipo de erro amostral ou na metodologia de análise, dessa forma, não foi possível concluir sobre a eficiência de remoção desse composto. Quanto ao ortofosfato, as análises indicaram que somente o Meio LCA-AM tem elevada concentração desse  nutriente, e as microalgas apresentaram uma remoção de 99,72%.  A  densidade celular obtida nas culturas pela aplicação dos três tratamentos foi semelhante, mostrando que é possível cultivar essa espécie de microalga nesse efluente. Outro trabalho desenvolvido nesse projeto foi sobre a utilização de extrato de microalgas (aplicação foliar) no crescimento e na produtividade do tremoço- branco (Lupinus albus). Os resultados não mostraram significativos efeitos benéficos às plantas, somente houve um aumento no número de sementes por vagem em alguns dos tratamentos, indicando a necessidade de estudos mais detalhados sobre essa área de pesquisa.
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Engenharia de Aquicultura
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<dc:date>2025-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da fermentação sólida do farelo de arroz utilizando a bactéria Lactobacillus plantarum</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268728</link>
<description>Avaliação da fermentação sólida do farelo de arroz utilizando a bactéria Lactobacillus plantarum
Heindrickson, Júlia Victória Rodriguez
A produção de rações aquícolas é geralmente baseada no uso de farinha e óleo de peixe,&#13;
mas a diminuição dos estoques pesqueiros e alto custo comprometem o uso dessa&#13;
matéria prima. Nesse sentido, as farinhas vegetais surgem como alternativa,&#13;
especialmente subprodutos agroindustriais, mas que necessitam de biotransformação,&#13;
como a fermentação por microrganismos para simplificar os substratos, aumentar a&#13;
disponibilidade de nutrientes e melhora o teor proteico. O objetivo do estudo foi avaliar&#13;
a fermentação sólida do farelo de arroz através do Lactobacillus plantarum sob os&#13;
aspectos químicos, nutricional e microbiana. O experimento foi conduzido, e dividido&#13;
em dois tratamentos, o primeiro consistia na fermentação com a utilização da bactéria&#13;
ácido lática. Já o segundo tratamento, denominado fermentação selvagem (controle),&#13;
consistiu na mistura de água, farelo de arroz e solução salina estéril 3%, nas mesmas&#13;
condições do primeiro tratamento. O desenho experimental foi inteiramente casual e&#13;
conduzido em quadruplicatas, totalizando 8 unidades experimentais. Ao final do&#13;
experimento uma amostra de cada unidade experimental, foi congelada e liofilizada,&#13;
para realização das análises bromatológicas. Os resultados relacionados aos aspectos&#13;
químicos demonstram pH médio em tempo 0h foi de 7,02 e, ao final da fermentação&#13;
(48h) chegou a 5,07. Já o tratamento controle obteve pH inicial de 7,08 e final de 6,26.&#13;
Com relação aos resultados nutricionais, em ambos os tratamentos as médias de extrato&#13;
etéreo, fibra bruta, matéria mineral e cálcio não obtiveram diferença estatística p&amp;lt;0,05&#13;
entre os tratamentos, porém com relação a proteína bruta a fermentação controle obteve&#13;
maiores valores p&amp;gt;0,05 (14,53%) quando comparado com a fermentação com a bactéria&#13;
(14,11%). Com relação aos resultados da contagem de bactérias, o tratamento controle&#13;
iniciou (tempo 0h) com uma contagem de 0 UFC g/ml, e finalizou com 3,91x108 UFC&#13;
g/ml. Já o tratamento com a bactéria iniciou com a contagem de 7,28x105 UFC g/ml, e&#13;
finalizou com 1,25x109 UFC g/ml. Os resultados indicam que a fermentação com L.&#13;
plantarum ocorreu, pelo indicador de pH, e é possível comprovar a colonização do&#13;
fermentado pela contagem de bactérias. Porém os resultados nutricionais não seguem os&#13;
resultados esperados e mais testes serão indicados para maior validação.
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<dc:date>2025-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268690">
<title>Cultivo aquapônico de espinafre-da-Nova-Zelândia e camarão-branco-do-Pacífico em sistema de bioflocos com diferentes salinidades</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268690</link>
<description>Cultivo aquapônico de espinafre-da-Nova-Zelândia e camarão-branco-do-Pacífico em sistema de bioflocos com diferentes salinidades
Paz, Tales Ventura
O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos de diferentes salinidades sobre o desempenho zootécnico do camarão marinho Penaeus vannamei e o desenvolvimento da planta halófita Tetragonia tetragonioides cultivados em sistema aquapônico com bioflocos. Para isto, foram avaliados quatro tratamentos de salinidade 5, 10, 15 e 20 ppt, com quatro repetições cada, durante um período de 40 dias. Cada unidade experimental consistiu em um tanque de 800 L para cultivo dos camarões (250 indivíduos m³) acoplado a uma bancada hidropônica com 0,33 m², cultivada com 20 mudas de T. tetragonioides. Os camarões foram alimentados quatro vezes ao dia com ração comercial (38% PB). Avaliou-se parâmetros físico-químicos da água, desempenho zootécnico dos camarões, crescimento vegetal, área foliar, conteúdo de pigmentos fotossintéticos, atividade antioxidante, compostos fenólicos e alterações morfológicas em folhas por microscopia de luz e confocal. A salinidade influenciou significativamente os parâmetros de qualidade de água. O desempenho dos camarões foi positivamente relacionado com o aumento da salinidade, apresentando melhores resultados em 20 ppt, incluindo maior peso final, ganho de peso semanal, biomassa e eficiência alimentar. Já o crescimento e a sobrevivência de Tetragonia tetragonioides foram favorecidos nas salinidades mais baixas, especialmente em 5 e 10 ppt. A área foliar apresentou redução progressiva com o aumento da salinidade, acompanhada de queda na atividade fotossintética, indicada pela menor autofluorescência dos cloroplastos e redução nos teores de clorofila total. As análises histológicas revelaram estruturas celulares mais preservadas em salinidades moderadas, com maior acúmulo de amido observado exclusivamente em 10 ppt. Em contrapartida, nas salinidades de 15 e 20 ppt, foram evidenciadas células menores, com formato irregular e indícios de desorganização estrutural. Compostos fenólicos diminuíram com o aumento da salinidade, enquanto a atividade antioxidante foi intensificada nos tratamentos mais salinos. indicando resposta adaptativa ao estresse. Não foi possível identificar uma salinidade ótima comum para ambos os organismos. No entanto, salinidades intermediárias, como 10 e 15 ppt, podem representar um ponto de equilíbrio entre a produtividade vegetal e animal, com potencial para sistemas integrados.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrarias. departamento de Aquicultura. Engenharia de Aquicultura
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<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Preferência e comportamento alimentar do cavalo-marinho Hippocampus reidi em ambiente de cultivo.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268607</link>
<description>Preferência e comportamento alimentar do cavalo-marinho Hippocampus reidi em ambiente de cultivo.
Rosa, Lívia Garcia
O cavalo-marinho H. reidi é considerada a espécie mais abundante no Brasil e um importante bioindicador da saúde ambiental dos recifes de coral e manguezais, além de regular a cadeia trófica. No entanto, sua população vem diminuindo devido à exploração comercial para a medicina tradicional, aquariofilia, souvenirs, pesca predatória e degradação dos habitats naturais. Devido a isso, a espécie foi classificada como “Vulnerável” pela Lista Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção em 2022. A criação de H. reidi na aquicultura é vista como uma alternativa viável e sustentável para reduzir a pressão sobre as populações naturais, porém, devido ao fato de sua alimentação na natureza ser baseada em alimentos vivos como copépodes, anfípodes, camarão carídeo e camarão misidáceo, isso torna sua criação em ambiente de cultivo difícil devido a esse comportamento e preferência alimentar. Dessa forma, o desenvolvimento de dietas específicas pode garantir a criação dessa espécie em ambiente de cultivo, reduzindo assim, a extração desses animais da natureza e contribuindo para sua conservação. Sendo assim, o objetivo principal deste estudo é analisar a preferência alimentar do cavalo-marinho Hippocampus reidi com diferentes tipos de alimentos inertes congelados. O experimento foi realizado no Laboratório de Peixes e Ornamentais Marinhos (LAPOM) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, com 18 juvenis de H. reidi. Para a alimentação, foi desenvolvido um comedouro suspenso, com o objetivo de estimular o comportamento alimentar dos cavalos-marinhos e evitar o acúmulo de resíduos no fundo dos aquários. Os alimentos testados no estudo foram misidáceos (Mysis relicta), Artemia adulta congelada, pós-larvas de camarão-marinho e uma pasta artesanal desidratada de camarão-marinho com biomassa de Artemia. O alimento desidratado, composto por camarão e biomassa de Artemia, foi rejeitado pelos animais. Já os alimentos congelados foram consumidos de forma semelhante, sem diferenças significativas, indicando que H. reidi apresenta boa aceitação por diferentes tipos de presas congeladas. A rejeição ao alimento desidratado reforçou a preferência da espécie por presas que imitam as características de sua dieta natural, como forma, textura e movimento. A diversificação das dietas com alimentos congelados pode tornar a criação mais acessível e eficiente e a rejeição ao alimento desidratado mostra a necessidade de avanços na formulação de rações específicas para cavalos-marinhos, considerando estímulos naturais que influenciem seu comportamento alimentar. Além disso, o uso de comedouros suspensos foi eficaz para enriquecer o ambiente e promover uma alimentação mais controlada e higiênica. Esses resultados são importantes para aprimorar o manejo alimentar e o bem-estar animal em sistemas de cultivo.
Pesquisa de iniciação científica (IC) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenadoria Especial de Oceanografia, Oceanografia.
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<dc:date>2025-10-15T00:00:00Z</dc:date>
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