<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267333">
<title>Departamento de Bioquímica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267333</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/269323"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268823"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268816"/>
<rdf:li rdf:resource="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268798"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-04-30T14:34:29Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/269323">
<title>Papel do metabolismo da tetraidrobiopterina na fisiopatologia da colite e doença de Crohn e no seu tratamento</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/269323</link>
<description>Papel do metabolismo da tetraidrobiopterina na fisiopatologia da colite e doença de Crohn e no seu tratamento
Dóro, Samuel Enrique Walter
As Doenças Inflamatórias Intestinais (DII), representadas principalmente pela Retocolite Ulcerativa Idiopática (RCUI) e pela Doença de Crohn (DC), são condições crônicas e multifatoriais, caracterizadas por inflamação recorrente do trato gastrointestinal. A complexidade de sua fisiopatologia e a ausência de biomarcadores específicos dificultam o diagnóstico precoce e o manejo clínico adequado. A tetraidrobiopterina (BH₄), cofator obrigatório na síntese de neurotransmissores e na produção de óxido nítrico (NO), tem sido implicada em diversas doenças inflamatórias e neurológicas. Este estudo investigou os níveis do marcador tradicional inflamatório proteína C reativa (PCR) e da BH₄ em amostras de plasma e urina de indivíduos com DC e RCUI, comparando-os a voluntários saudáveis. A quantificação da BH4 foi realizada por cromatografia líquida de alta eficiência acoplada à detecção eletroquímica. Os resultados revelaram aumento significativo nos níveis de PCR e de BH₄ nos grupos com DII, DC e RCUI, em comparação ao controle, tanto em fluídos plasmáticos quanto urinários. Adicionalmente, curvas ROC (do inglês, Characteristic Operational do Receptor) demonstraram que os níveis urinários de BH₄ apresentaram desempenho diagnóstico comparável ao da PCR, sugerindo seu potencial como biomarcador auxiliar para identificação de DII. Esses resultados reforçam a importância da via da BH₄ na fisiopatologia das DIIs e indicam novas possibilidades diagnósticas e terapêuticas.
</description>
<dc:date>2025-09-15T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268823">
<title>Engenharia genômica de leveduras para produção de etanol 2G em biorrefinarias</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268823</link>
<description>Engenharia genômica de leveduras para produção de etanol 2G em biorrefinarias
Costa, Marília de Moura Zamora
O etanol de segunda geração (2G), obtido a partir da biomassa lignocelulósica,&#13;
surge como alternativa sustentável à matriz energética atual, especialmente no&#13;
Brasil, onde o bagaço da cana-de-açúcar representa uma fonte abundante e&#13;
logisticamente viável para essa produção. No entanto, a eficiência da fermentação&#13;
da xilose, principal açúcar da fração hemicelulósica, ainda é um dos principais&#13;
gargalos tecnológicos. A levedura Saccharomyces cerevisiae, amplamente utilizada&#13;
na produção de etanol de primeira geração (1G), não metaboliza naturalmente&#13;
xilose e apresenta baixa eficiência na captação deste açúcar, especialmente na&#13;
presença de glicose, devido à inativação de seus transportadores por repressão&#13;
catabólica e degradação via ubiquitinação.&#13;
A hipótese é que a truncagem da porção N-terminal de três transportadores&#13;
endógenos de S. cerevisiae Hxt1, Hxt7 e Gal2 melhoraria sua estabilidade na&#13;
membrana plasmática e, consequentemente, otimizaria a captação e fermentação&#13;
da xilose. Para isso, foram construídas linhagens da cepa industrial MP-C5&#13;
expressando versões truncadas dos transportadores, e conduzidos ensaios de&#13;
crescimento em galactose, e ensaios fermentativos em meios contendo xilose&#13;
(YPX),e cofermentações com xilose e sacarose (YPSX).&#13;
Os resultados demonstraram que as linhagens modificadas apresentaram maior&#13;
produção de etanol em ambos os meios, com destaque para a cepa MP-C5-TH7,&#13;
que atingiu cerca de 1,8 g L⁻¹ de etanol em YPX e 4,5 g L⁻¹ em YPSX, superando&#13;
significativamente a linhagem controle. A linhagem com o transportador Gal2p&#13;
também mostrou desempenho superior na sua versão com transportador truncado&#13;
na membrana.&#13;
Esses dados indicam que o truncamento N-terminal dos transportadores contribuiu&#13;
para a maior eficiência fermentativa, possivelmente por reduzir sua endocitose e&#13;
melhorar a captação simultânea de glicose e xilose. A estratégia apresentada se&#13;
mostra promissora para o desenvolvimento de linhagens industriais mais robustas e&#13;
eficientes para a produção de etanol 2G, contribuindo para a viabilidade econômica&#13;
de biorrefinarias integradas.
Relatório de iniciação cientifica.
</description>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268816">
<title>Ascenção do núcleo de bioeletrecidade celular (nubiocel) à instituto de bioeletrecidade celular</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268816</link>
<description>Ascenção do núcleo de bioeletrecidade celular (nubiocel) à instituto de bioeletrecidade celular
de Quadros, Yolanda Rodrigues
O ácido betulínico pertence à classe dos triterpenos pentacíclicos lupanos e tem sido vastamente estudado por conter atividade antitumoral, antiviral, antibacteriano e anti-inflamatório. Além dessas propriedades, o ácido betulínico é um secretagogo de insulina e tem ação hipoglicemiante que o induz a um futuro como fármaco voltado ao tratamento de obesidade, diabetes mellitus tipo 2 e outras comorbidades metabólicas. &#13;
Para elucidar de que forma o ácido betulínico atua, foi realizada uma análise in silico para avaliar como este composto interage com os canais de potássio dependentes de ATP em células beta pancreáticas a partir da proteína 6PZB, comparando com compostos de mecanismo de ação semelhante no canal de potássio dependente de ATP, tal qual a tolbutamida, a glibenclamida e repaglinida. A energia de ligação foi favorável, -8,9kcal/mol, e as ligações com resíduos de aminoácidos foi mais semelhante aos fármacos tolbutamida e glibenclamida. Como perspectiva, o ácido betulínico aparenta ter um futuro promissor no uso para doenças metabólicas, como a diabetes melito tipo 2 e a obesidade.
Iniciação científica (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de ciências da saúde. Curso de Farmácia.
</description>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268798">
<title>Mecanismo de ação do tratamento intranasal de nanopartículas de  ouro, insulina e BH4 em modelos de doença cerebral: Papel do óxido nítrico e da via da tetraidrobiopterina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268798</link>
<description>Mecanismo de ação do tratamento intranasal de nanopartículas de  ouro, insulina e BH4 em modelos de doença cerebral: Papel do óxido nítrico e da via da tetraidrobiopterina
Guerreiro, Edgar de Paula
O aumento da expectativa de vida pode levar a diversas patologias, incluindo a&#13;
demências e principalmente a doença de Alzheimer (DA). A DA é uma doença&#13;
neurodegenerativa, caracterizada por perda progressiva de memória, disfunção&#13;
mitocondrial, neuroinflamação, estrese oxidativo e resistência cerebral à insulina com&#13;
tratamento farmacológico ainda escasso. O óxido nítrico (NO) promove processos&#13;
cognitivos pela sua ação de neurotransmissor retrógrado produzido pela óxido nítrico&#13;
sintase do tipo I (NOS neuronal) e do cofator enzimático obrigatório tetraidrobiopterina&#13;
(BH4). Durante uma resposta inflamatória persistente, a NOS do tipo II induz aumento&#13;
de sua produção o que induz a formação de mediadores tóxicos que induzem a&#13;
degeneração neuronal por ativar vias que culminam em estresse nitrosativo, disfunção&#13;
mitocondrial e inflamação, diminuindo a disponibilidade do NO para os processos&#13;
fisiológicos. O desenvolvimento de novas possibilidades terapêuticas para as doenças&#13;
neurodegenerativas se faz necessário devido aos poucos fármacos disponíveis com&#13;
eficácia comprovada. O objetivo do projeto é produzir uma nova molécula que associa&#13;
nanopartículas de ouro (GNP), que apresenta atividade anti-inflamatória e antioxidante,&#13;
e BH4 para uso intranasal. Camundongos adultos Swiss machos receberam BH4&#13;
isoladamente ou novo composto pela via intranasal e após 1h os tecidos foram coletados&#13;
para analises de toxicidade por marcadores de formação de radicais livres. Os&#13;
grupamentos tióis das proteínas não foram alterados pelo tratamento em todos os&#13;
grupos, mostrando que o novo composto não causa dano proteico nos tecidos avaliados,&#13;
e no grupo que recebeu o novo composto na dose de Nano + 10 BH4 houve um&#13;
aumento nos níveis SH proteicos. Os níveis de nitrito não foram alterados pelo&#13;
tratamento. Estes resultados mostram que o novo composto é seguro para o tratamento&#13;
in vivo e novas análise vem sendo realizados para determinar segurança e eficácia do&#13;
composto em modelos de doença.
Seminário Iniciação Científica - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Licenciatura em Ciências Biológicas
</description>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
